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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; petróleo</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; petróleo</title>
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		<title>Entre o pré-sal, o governo, a Petrobras e a Petrosal</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2008/08/22/entre-o-pre-sal-o-governo-a-petrobras-e-a-petrosal/</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 00:01:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Derivativos]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Marcelo comenta: &#8220;Ricardo, o presidente Lula decidiu pela criação de uma nova estatal para gerir as reservas da camada pré-sal. Na prática, qual o impacto dessa decisão pros acionistas da Petrobrás? Obrigado.&#8221; Bruno diz: &#8220;Hoje ouvir dizer que o governo está discutindo a idéia de criar uma outra empresa (de preferência estatal) para cuidar exclusivamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-895" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2008/08/dinheirama_petroleo_presal_governo.jpg" alt="Entre o pré-sal, o governo, a Petrobras e a Petrosal" hspace="2" vspace="2" align="left" /><strong>Marcelo</strong> comenta: <em>&#8220;Ricardo, o presidente Lula decidiu pela criação de uma nova estatal para gerir as reservas da camada pré-sal. Na prática, qual o impacto dessa decisão pros acionistas da Petrobrás? Obrigado.&#8221;</em><br />
<strong>Bruno</strong> diz: <em>&#8220;Hoje ouvir dizer que o governo está discutindo a idéia de criar uma outra empresa (de preferência estatal) para cuidar exclusivamente das bacias de pré sal. Pra quem tem ações na Petrobras, isso é bom ou ruim? Obrigado.&#8221;</em></p>
<p>Em meio à recente queda no seu valor de mercado, graças à queda do preço internacional do petróleo, a Petrobras parece que irá perder a disputa política que escolherá quem irá explorar as camadas de pré-sal repletas de petróleo e capazes de mudar a dinâmica da economia brasileira. O <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:investidor/format:box">investidor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> está preocupado.</p>
<p><strong>Pré-sal? Hein?</strong><br />
 As camadas de pré-sal são os reservatórios que se encontram em camada de sal que abrange a área litorânea que vai do Espírito Santo a Santa Catarina, com 800 quilômetros de extensão e até 200 quilômetros de largura, em lâmina d’água que varia entre 1,5 mil e 3 mil metros e soterramento entre 3 mil e 7 mil metros.</p>
<p><span id="more-892"></span>Em suma, trata-se de um super reservatório de petróleo capaz de levantar uma questão central importante: como o governo pretende administrá-lo e quem irá explorá-lo comercialmente? O assunto vem chamando a atenção e tem causado certa apreensão nos investidores da maior empresa brasileira na <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:bolsa+de+valores/format:box">bolsa de valores<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>.</p>
<p><strong>Os pré-sal e as ações na bolsa de valores</strong><br />
É fato que os ganhos dimensionados através da exploração dos novos campos certamente levariam a uma grande valorização dos papéis da empresa. Mas o momento é de outra discussão. O que se apura até agora é a inclinação do governo em criar uma nova estatal, já apelidada de Petrosal, que seria responsável pela exploração das áreas, dentro de um novo modelo e com regras rígidas favorecendo o controle do estado.</p>
<p><strong>O modelo de exploração</strong><br />
Até o momento, as declarações do Presidente Lula e de membros do governo levam a crer que a operação seria uma cópia do modelo norueguês, onde há uma estatal que apenas administra as reservas, não existindo leilões nem licitações para decidir quais companhias irão extrair o óleo das reservas &#8211; cabendo esse papel ao governo.</p>
<p>Sendo assim, em tese, nada impediria o governo de escolher, a partir dos interesses envolvidos, um contrato partilhado com a Petrobras ou outra exploradora capaz de investir pesado em <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:tecnologia/format:box">tecnologia<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> para a exploração da área. No modelo, os valores conseguidos pela produção seriam divididos. Em alguns países, como a Venezuela, o governo tem participação superior a 80% na divisão dos resultados. Será assim no Brasil?</p>
<p><strong>Nem tudo são flores&#8230;</strong><br />
 Apesar da grande euforia do mercado em torno das reservas, a real capacidade da produção e o custo da exploração são verdadeiras incógnitas. Mais, são fatores de suma importância para que as reservas possam, de fato, ser economicamente viáveis. Alguns entusiastas alertam para o suposto potencial encontrado e suas dificuldades técnicas:</p>
<blockquote><p>
“Estamos esquecendo que o custo de extração na Arábia Saudita é de menos de US$ 1 por barril. Aqui, estamos falando em reservatórios a mais de 200 quilômetros da costa e a 7 mil metros de profundidade” (<strong>Francisco Gros</strong> – Ex-Presidente da Petrobras)</p></blockquote>
<p>A realidade, a partir desse contexto, é simples: o processo de extração de petróleo em águas muito profundas é complexo e caro. Pensando nisso, me parece que a Petrobras pode estar se livrando de um problema, pois teria que investir muito para conseguir chegar ao resultado desejado.</p>
<p>Resumindo, o cenário é de indefinição. Talvez esse seja o grande foco de instabilidade e insegurança para os <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:investir+a%E7%F5es/format:box">investidores<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, principalmente os internacionais, que mesmo após as demonstrações de sobriedade e seriedade por parte do país, ainda colocam a falta de critérios e as muitas mudanças na legislação como motivos de constante preocupação.</p>
<p><strong>A Petrobrás segue firme e forte. Por muito tempo.</strong><br />
No frigir dos ovos, o novo modelo não parece representar um grande perigo ao desenvolvimento e ao sucesso da Petrobras. Seus resultados apresentados são sólidos e os planos de crescimento e investimentos futuros são promissores.</p>
<p>Como exemplo desta realidade, cabe lembrar que o plano de investimento geral da empresa prevê aportes de US$ 112,7 bilhões até 2012. A meta é aumentar a produção de 2,3 milhões de barris para 3,2 milhões em 2012 e para 4,1 milhões em 2015. Como? Com pré-sal ou sem pré-sal.</p>
<p>Dividir os custos de extração pode ser uma alternativa interessante para explorar as novas descobertas que governo pretende controlar. Pode. Independente disso, a Petrobras tem dois poços perfurados na reserva de Tupi, além de outros espaços explorados com empresas parceiras, que já garantem reservas adicionais de cerca de 8 bilhões de barris, mais da metade da reserva atual, em torno de 14 bilhões de barris.</p>
<p>Pois é, a empresa ainda tem muito petróleo para processar e muito o que fazer com o que já tem em mãos. Com ou sem pré-sal, a Petrobrás segue sendo uma excelente empresa para se <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:investir/format:box">investir<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Bom final de semana.</p>
<p>&#8212;&#8212;<br />
<strong>Ricardo Pereira </strong>é consultor financeiro, trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do <em>Dinheirama</em>.<br />
▪ <a title="Perfil de Ricardo Pereira" href="http://dinheirama.com/blog/ricardo">Quem é Ricardo Pereira?</a><br />
▪ <a title="Acesse todos os artigos escritos por Ricardo Pereira" href="http://dinheirama.com/blog/author/ricardo%20pereira">Leia todos os artigos escritos por Ricardo</a></p>
<p>Crédito da foto para <a title="Foto de stock.xchng" href="http://www.sxc.hu/" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Como e onde o petróleo nos atinge?</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 18:55:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Prates</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O valor do barril de petróleo, na cotação internacional, tem batido recordes há meses. Em 2006, o Brasil havia atingido a tão sonhada auto-suficiência no petróleo, porém hoje ainda não há consenso sobre nossa real independência. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) divulgou que, de janeiro a julho de 2008, o Brasil importou 14,9 milhões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-768" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2008/07/dinheirama_petroleo_mulheres.jpg" alt="Como e onde o petróleo nos atinge?" hspace="2" vspace="2" align="left" />O valor do barril de petróleo, na cotação internacional, tem batido recordes há meses. Em 2006, o Brasil havia atingido a tão sonhada auto-suficiência no petróleo, porém hoje ainda não há consenso sobre nossa real independência. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) divulgou que, de janeiro a julho de 2008, <a title="ANP, as importações e exportações de petróleo" href="http://www.anp.gov.br/doc/dados_estatisticos/Importacoes_e_Exportacoes_b.xls#Plan1!A88" target="_blank">o Brasil importou 14,9 milhões de barris de petróleo a mais do que exportou</a>.</p>
<p>O que acontece aqui é que as plataformas nacionais de petróleo foram projetadas para processar petróleo leve (importado do Oriente Médio), enquanto a produção nacional é baseada no petróleo pesado. Isso faz com que a balança comercial seja negativa: o petróleo pesado, vendido pelo Brasil, é mais barato do que o nobre, importado. Pior: a projeção da Petrobrás é que esse déficit só será zerado em 2010.</p>
<p>Portanto, é necessário entender como o <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:cerbasi/format:box">nosso bolso<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> é e será afetado. Ao contrário do que muitos imaginam, não é somente o combustível que pode pesar, e sim um universo muito amplo de produtos, como asfalto, óleos, parafina, solventes, etc. Neste artigo vou falar sobre os amigos das mulheres: os cosméticos.</p>
<p><span id="more-766"></span>O petróleo está presente no processo de fabricação de cremes, xampus, condicionadores, maquiagem e etc. Derivados do petróleo mantêm a consistência dos batons, gloss e protetores labiais, fixam os produtos em pó na pele, dissolvem esmaltes, evitam a degradação rápida dos produtos, formam espuma e garantem a emoliência e a umectância. Além disso, o petróleo é matéria-prima para as embalagens plásticas.</p>
<p>Por esses motivos, a indústria mundial de cosméticos tem ficado de olho nos impactos do aumento do petróleo e tem lançado no mercado produtos alternativos, que visam não só driblar os custos cada vez maiores, mas também diminuir o <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:sustentatibilidade/format:box">impacto ambiental<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Por exemplo, muitas empresas têm lançado produtos chamados “refil”, onde você compra a embalagem completa somente uma vez. Quando o produto acaba, é necessário comprar somente o produto e não o kit completo.</p>
<p>Para quem ainda não percebeu, grande parte dos fabricantes de cremes faciais trocou a embalagem plástica pela de vidro. As empresas estão aliando a necessidade que o mercado exige &#8211; de ter uma política de <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:74/lang:pt-BR/tags:responsabilidade+social/format:box">responsabilidade social<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> &#8211; com a economia de se usar outros tipos de recipientes e embalagens.<br />
Do outro lado, na demanda (que somos nós), ações também devem ser tomadas, como:</p>
<ul>
<li><strong>Trocar produtos importados.</strong> Empresas nacionais ou até mesmo multinacionais que instalaram fábricas no Brasil estão bastante competitivas e têm lançado produtos com tanta qualidade quanto os importados. E não podemos esquecer também das revendedoras – aquelas que andam com um catálogo debaixo do braço;</li>
<li><strong>Abraçar a idéia dos produtos com refil.</strong> É uma ótima idéia;</li>
<li><strong>Escolher produtos substitutos.</strong> Por conta da alta competitividade, as promoções estão cada vez mais comuns, e assim é possível sempre comprar com preços melhores;</li>
<li><strong>Utilizar produtos artesanais.</strong> Nós sempre temos uma amiga que faz sabonetes, cremes, velas e etc. São ótimas opções baratas e ainda dá para fazer “pacotes” com preços mais baixos;</li>
<li><strong>Juntar um grupo e comprar produtos nas perfumarias que vendem no modelo de atacado.</strong> A diferença de preço é muito significativa.</li>
</ul>
<p>Por último, mas não menos importante, bom-senso. Não há necessidade de ter diversos cremes no armário. Conheço pessoas que adoram comprar potes novos, com cores bonitas, embalagens modernas e abrem sem ao menos acabar com o produto que já estavam usando (e que já era ó-t-i-m-o!).</p>
<p>Pequenas mudanças no dia-a-dia podem não fazer diferença no curto prazo, é verdade. Porém, no longo prazo a economia é grande. A conjuntura atual não é muito favorável, pelo menos para aqueles que contam um salário mensal que sempre poderia ser maior. Mas ainda é possível manter uma rotina financeira saudável, contanto que alguns pontos sejam ajustados. Que tal abraçar essa idéia?</p>
<p>&#8212;&#8212;<br />
<strong>Mariana Prates </strong>é economista pela PUC-SP e pós-graduanda em Administração de Empresas pela FGV. Trabalha em precificação de Empréstimo em Folha e adora fazer planejamento financeiro para amigos e familiares.</p>
<ul>
<li><a title="Conheça Mariana Prates" href="http://www.dinheirama.com/blog/mariana">Quem é Mariana Prates?</a></li>
<li><a title="Acesse todos os artigos publicados por Mariana Prates" href="http://dinheirama.com/blog/author/mariana%20prates/">Leia todos os artigos escritos por Mariana</a></li>
</ul>
<p>Crédito da foto para <a title="Foto de stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Mariana Prates</b>.<br>

Economista pela PUC-SP, pós-graduada em Administração de Empresas pela FGV e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Trabalha no departamento comercial da Editora Novatec e adora fazer planejamento financeiro para amigos e familiares.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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