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O Brasil dos rankings, números e desafios

Publicado por Conrado Navarro em 19.6.2008 na seção Economia Geral

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O Brasil dos rankings, números e desafiosDe uma forma geral, todos gostamos de rankings. É uma forma simples de entender e interpretar se vamos bem ou mal em determinada área. Seja nos resultados do vestibular, na tabela das melhores seleções da Fifa, nas classificações dos esportes[bb] profissionais ou no simples jornal do dia-a-dia, o ranking baliza e compara o universo de diversas entidades.

O Brasil figura em muitos rankings, mas nem sempre em posições interessantes e que mereçam nossos aplausos. O importante é que, independente dos resultados, os números sempre incitam reflexões. Que tal começar com as perguntas feitas por Yoshiaki Nakano, ex-secretário da Fazenda do Estado de São Paulo, em recente artigo publicado na Folha de S. Paulo:

“Será que algum dia o povo brasileiro poderá desfrutar do mesmo padrão de vida dos atuais países desenvolvidos? Quando, e como, vamos alcançar e ser tão ricos quanto os países desenvolvidos?”

Responder às perguntas é um desafio e tanto. Uma comissão internacional, liderada pelo Prêmio Nobel de Economia Michael Spence e apoiada pelo Banco Mundial encontrou 13 países que foram capazes de crescer 7% ao ano ou mais por 25 anos. O Brasil está entre eles, mas tal potencial esfriou a partir de 1980.

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Caderneta de poupança em tempos de inflação

Publicado por Ricardo Pereira em 13.6.2008 na seção Poupança

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Caderneta de poupança em tempos de alta inflaçãoTodos já ouvimos algumas frases emblemáticas em nossas vidas, não é mesmo? Algumas, com um sentido super afinado, podem ser atribuídas e usadas amplamente no dia-a-dia. Ao ler um dado divulgado recentemente pelo Banco Central, de imediato lembrei-me de uma dessas frases e fiz um pequeno exercício de imaginação.

“Há males que vêm pra o bem”, conhece? E se pensarmos no contrario, como que imaginando algum bem que se mal empregado se torna mal? A informação do BC dá conta que a caderneta de poupança apresentou saldo positivo em sua captação líquida do mês de maio. Simplificando, entrou mais dinheiro na poupança do que saiu.

Então o brasileiro começou efetivamente a poupar? Sim! Certo, mas o que isso tem a ver com os males ou com algo interessante que mal empregado pode estragar? A notícia, se analisada no contexto geral, é boa, mas podemos também mostra como o brasileiro ainda desconhece o mercado financeiro[bb] e, assim, não busca oportunidades de investir melhor e ter rentabilidades mais atraentes.

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Juros baixos ou enésimas prestações?

Publicado por Conrado Navarro em 10.6.2008 na seção Educação Financeira, Orçamento

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Juros baixos ou enésimas prestações?Outra reportagem encaminhada por um leitor, outro susto. Transcrevo aqui a pergunta que encabeça o e-mail enviado pelo amigo Michel. Pense no brasileiro típico: quando se trata de financiamento de veículos, cartão de crédito e cheque especial, será que ele se preocupa mais com os juros que vai pagar ou com o prazo de financiamento colocado à sua disposição? Onde fica a preocupação com as finanças pessoais[bb]?

A relação juros x prazo é pauta de um fantástico estudo realizado pelo Ibmec-SP sob coordenação do economista Domingos Pandeló, cujos resultados foram alvo de uma reportagem na edição impressa de ontem (9 de junho) do jornal Folha de S. Paulo. Se levado em conta o aspecto econômico, a facilidade na obtenção do crédito piorou - e muito - a qualidade das decisões financeiras dos consumidores.

Pandeló sustenta que a decisão de fazer um empréstimo no banco com juros proibitivos tem mais a ver com necessidades pontuais de caixa e com a comodidade do que com taxas e prazos. O brasileiro quer o simples, mas se esquece de que o amanhã, o dia do pagamento, nunca é fácil. O autor do estudo arremata:

“Quanto mais fácil a adesão ao financiamento - como o cheque especial, o cartão de crédito e os limites pré-aprovados -, mais irracional o consumidor se mostra do ponto de vista econômico, que avalia a relação custo/benefício”

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Planejamento financeiro, que bicho é esse?

Publicado por Conrado Navarro em 20.5.2008 na seção Educação Financeira, Orçamento

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Importância do Planejamento FuturoAngela comenta: “Navarro, você e sua equipe têm feito um trabalho fantástico de conscientização e educação financeira. Neste sentido, gostaria de saber se pode condensar em uma resposta (ou artigo) as principais dicas ou dúvidas inerentes à preparação de um planejamento financeiro eficiente e inteligente. Ah, adoro quando você usa perguntas para resumir o que devemos fazer. Muito obrigada”

Diante da oportunidade de aprendizado, quase sempre optamos por aqueles caminhos mais rápidos, mais simples e didáticos. Por que não investir tempo também nas atividades menos interessantes, mas igualmente importantes para o sucesso financeiro[bb]? A resposta nem sempre é simples e direta, mas pode significar a verdadeira barreira entre você e sua capacidade de controlar seu dinheiro.

Um bom planejamento financeiro exige energia, disposição, paciência e muita dedicação. Atitudes e comportamentos comumente usados em diversas atividades, mas facilmente esquecidos quando o assunto é dinheiro. Não é assim? Somos tão pró-ativos quando o assunto é presentear um ente querido, mas deixamos para depois a necessidade de avaliar se podemos mesmo arcar com os custos do mimo.

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Qual o seu Índice de Endividamento Pessoal?

Publicado por Conrado Navarro em 19.5.2008 na seção Educação Financeira

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Calculando o Endividamento PessoalAnderson comenta: “Navarro, gostaria de saber se existe alguma medida para o endividamento familiar. Explico: quero tentar medir, através da matemática simples e dos números, como anda a saúde financeira de minha família. Até quanto da renda mensal podemos comprometer com dívidas? Existe este tipo de indicador para as finanças pessoais? Muito obrigado.”

Na matemática financeira[bb] corporativa e na contabilidade gerencial existem alguns indicadores capazes de estudar a saúde financeira das empresas, especialmente sob a ótica numérica e comparativa. Um dos principais indicadores diz respeito à natureza e perspectiva das dívidas, sejam elas com terceiros ou com os próprios acionistas. Bacana, mas e na vida pessoal?

Será que somos capazes de trazer os cálculos corporativos para a esfera particular? Sim, isso é possível e muito simples. A idéia, então, é calcular quanto de sua receita permanece comprometida com dívidas ao longo do mês? Jóia! Vamos encontrar a porcentagem representada pelas dívidas em relação ao que você ganha mensalmente?

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