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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; planilha</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; planilha</title>
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		<title>Planejamento financeiro: você ainda pode salvar o seu ano!</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/18/planejamento-financeiro-voce-ainda-pode-salvar-o-seu-ano/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 14:37:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio De Julio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O primeiro trimestre já se foi, mas seu planejamento financeiro para o ano ainda pode dar certo. Você pode salvar o seu ano tomando decisões financeiras mais simples e inteligentes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Planejamento financeiro: você ainda pode salvar o seu ano!" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_planejamento_financeiro_voce_ainda_pode_salvar_ano.jpg" alt="Planejamento financeiro: você ainda pode salvar o seu ano!" align="left" hspace="2" vspace="2" />Acabamos de completar ¼ do ano ou, se preferirem, passamos pelo primeiro trimestre e pelo tradicional dia da mentira, dia primeiro de abril. Agora, que tal fazer como muitas empresas, encarar a verdade e verificar como suas finanças estão indo? Ainda dá tempo de salvar o seu ano.</p>
<p>O grande período de turbulências nos gastos já se foi (as festas de fim de ano, muitos impostos, gastos com materiais e matrículas escolares, Carnaval, Páscoa e etc.). Seguem algumas dicas para você passar um final de ano diferente, com a consciência tranquila de ter as finanças em ordem.</p>
<p><strong>1) Aproveite o feriado que está chegando e marque uma reunião com sua família para tratar de dinheiro.</strong> Se for a primeira vez, vá com calma e explique que é importante para a família saber o quanto está gastando e traçar os planos para o futuro, seja para a aposentadoria, seja para a viagem de fim de ano, seja para colocar as finanças em ordem.</p>
<p><span id="more-7514"></span><strong>2) Nessa reunião, é importante que todos falem</strong>, expliquem como estão gastando seu dinheiro e sejam incentivados a dar ideias de como podem contribuir para o orçamento doméstico. É interessante ter posse dos extratos dos três primeiros meses do ano para saber o quanto de dinheiro a família precisa para manter a casa “funcionando”.</p>
<p>Se sobrar alguma grana, como ela pode ser aplicada em benefício de todos? Acredite em mim, a parte chata é fazer sobrar. Depois que isso acontece, acaba virando uma rotina natural, pois todos saem ganhando.</p>
<p><strong>3) Muitos dos problemas financeiros acontecem pela simples falta de diálogo.</strong> Às vezes, as pessoas não sabem o que estão fazendo ou estão com algum problema de ordem familiar e acabam descontando a “raiva” no cartão de crédito. Ou isso ou não tem muita experiência para entender que rotativo de cartão não é uma maneira de crédito, e sim um fundo de emergência.</p>
<p>Ou seja, as pessoas só deixam para conversar quando a bomba orçamentária explode. Evite esse comportamento e coloque o tema “finanças pessoais” na pauta das discussões familiares tradicionais. Ao invés de esconder a situação e defender-se com justificativas, prefira compartilhar para encontrar melhores saídas ao lado de quem ama.</p>
<p><strong>4) Aprenda com quem tem mais experiência.</strong> Nessa reunião, se algum membro da família precisa de crédito, será que algum outro membro poderia colaborar sem ter que recorrer a um empréstimo com juros? Ou, se não tiver alternativa, alguém tem mais experiência para poder indicar outros meios e pesquisar qual a melhor saída?</p>
<p><strong>5) Não deixe para depois!</strong> É interessante ver a situação da família AGORA, antes de investir em mais uma viagem de férias ou algum gasto que possa ser adiado. Qual o fôlego das finanças de sua casa? Será que a família ainda aguenta mais uma “maratona de gastos”? Ou seria melhor repensar um pouco, fazer uma viagem mais simples e deixar para fazer “a grande viagem” no final do ano ou mesmo no ano que vem?</p>
<p>Lembrem-se: o diálogo pode salvar seu ano, seu casamento e a sua saúde. Não deixe para conversar somente quando o dinheiro for sinônimo de problema, ou ele será sempre razão de discussões e dificuldade. Você ainda pode salvar as suas finanças, sempre há tempo, mas é preciso começar já, agora! Sucesso e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Antonio De Julio</b>.<br>

Instrutor da MoneyFit, conselheiro da Associação Comercial de São Paulo e co-autor do livro "Por dentro da Bolsa de Valores".<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Software de controle financeiro pessoal: Dinheirama Online</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/03/20/software-de-controle-financeiro-pessoal-dinheirama-online/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 17:40:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheça o Dinheirama Online, software de controle financeiro pessoal completamente gratuito e muito completo. Controle financeiro construindo liberdade!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://migre.me/8mdqc"><img title="Software de controle financeiro pessoal: Dinheirama Online" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/03/dinheirama_post_dinheiramaonline_ferramenta_controle_financeiro_gratis.jpg" alt="Software de controle financeiro pessoal: Dinheirama Online" align="left" hspace="2" vspace="2" /></a>Amigos leitores e parceiros, hoje é um dia muito especial para nós! Esta mensagem é para dizer que o <strong><a title="Acesse o Dinheirama Online" href="http://migre.me/8mdqc" target="_blank">Dinheirama Online</a></strong> foi oficialmente lançado. É com muito orgulho que o <em>Dinheirama</em> apresenta uma ferramenta de controle financeiro completa e simples de usar, totalmente gratuita e criada por uma equipe dedicada à educação financeira! Acesse <strong><a title="Acesse o Dinheirama Online" href="http://migre.me/8mdqc" target="_blank">www.dinheiramaonline.com.br</a></strong> e comece agora mesmo a transformar sua realidade financeira.</p>
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A ferramenta, vale lembrar, é totalmente gratuita e foi criada seguindo os mais novos padrões de segurança (criptografia e certificados SSL), como nos sites dos bancos. Como você sabe, somos uma empresa responsável e, portanto, as informações solicitadas no cadastro e utilização do <strong><a title="Acesse o Dinheirama Online" href="http://migre.me/8mdqc" target="_blank">Dinheirama Online</a></strong> são usadas apenas como referência para você, usuário. Jamais pediremos dados pessoais, como número de cartão de crédito, conta corrente ou senhas bancárias.</p>
<p><strong>Quer concorrer um livro &#8220;Vamos Falar de Dinheiro?&#8221;, de minha autoria?</strong> Espalhe a novidade através do seu Twitter &#8211; todos os que enviarem concorrerão -, mandando a seguinte mensagem: &#8220;@Dinheirama lançou sua ferramenta gratuita de controle financeiro. Confira: http://migre.me/8mdqc &#8211; #dinheiramaonline&#8221;</p>
<p><strong>Obrigado por fazer parte deste momento!</strong> Aproveite, acesse <strong><a title="Acesse o Dinheirama Online" href="http://migre.me/8mdqc" target="_blank">www.dinheiramaonline.com.br</a></strong>, faça seu cadastro e ajude-nos a criar uma ferramenta ainda melhor &#8211; seu feedback é fundamental neste sentido.</p>
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<p>Por enquanto, obrigado (de novo) e parabéns por abrir espaço para a educação financeira em sua vida. Acesse o <strong><a title="Acesse o Dinheirama Online" href="http://migre.me/8mdqc" target="_blank">Dinheirama Online</a></strong> e passe a enxergar no planejamento oportunidades de ir mais longe. <strong>Dinheirama Online: controle financeiro construindo liberdade</strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Depois da farra do crédito e do consumo, quem vai pagar suas contas?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/03/06/depois-da-farra-do-credito-e-do-consumo-quem-vai-pagar-suas-contas/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Mar 2012 12:17:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A expansão do crédito e do consumo traz uma realidade inconveniente: é hora de pagar as contas. Como lidar com o endividamento e livrar-se das dívidas?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="Depois da farra do crédito e do consumo, quem vai pagar suas contas?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/03/dinheirama_post_depois_da_farra_credito_consumo_quem_vai_pagar_suas_contas.jpg" alt="Depois da farra do crédito e do consumo, quem vai pagar suas contas?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Roberta</strong> comenta: <em>“Navarro, em 2010 consegui um emprego melhor e minha renda cresceu. Aproveitei para comprar algumas coisas que desejava há algum tempo, mas acabei me deixando levar pelos apelos de consumo. Exagerei e hoje estou enrolada, com muitas dívidas e sem conseguir aproveitar a mudança profissional. Empréstimo, financiamento, tenho de tudo. Socorro!”</em>.</p>
<p>Para muitos, a compra parcelada representa a “grande sacada”: é possível comprar o produto tão esperado (normalmente caro e fora do orçamento), levá-lo imediatamente para casa e só pagá-lo “de leve”, em “suaves” prestações. Televisão nova, <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cHMzXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-48">videogame<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, geladeira, sofá, armário, moto, carro, praticamente tudo o que está a venda pode ser comprado assim.</p>
<p>Há quem diga que <em>“a única forma de nossa família ter as coisas é comprando parcelado”</em>. Antes de qualquer observação, escuto logo a justificativa <em>“não fosse assim, não teríamos compromisso com o pagamento e a construção de patrimônio”</em>. O raciocínio está em todo lugar, você deve conhecer algumas (muitas) pessoas assim.</p>
<p><span id="more-7338"></span>Que é legal poder comprar tudo que a gente quer, não tenho dúvida. Mas o que fazer quando o verbo comprar está completamente desvirtuado? Quero dizer, como agir quando dinheiro não é realmente o que se tem que ter para sair da loja com esse ou aquele produto?</p>
<p><strong>A realidade cobra seu preço!</strong><br />
Os meses de dezembro de 2011 e janeiro de 2012 foram marcados pela elevação das reservas destinadas a cobrir prejuízos com inadimplência. As chamadas provisões para créditos duvidosos cresceram em ritmo maior que o da oferta de crédito, indicando que os principais bancos temem o recente avanço da inadimplência.</p>
<p>De acordo com <a title="Leia mais" href="http://www.panoramabrasil.com.br/alta-da-provisao-afeta-margens-dos-bancos-id74900.html" target="_blank">levantamento realizado pela consultoria Austin Rating</a>, as provisões de 23 bancos de grande e médio porte cresceram 42,2% em 2011, número mais de duas vezes maior que o da expansão das carteiras destas mesmas instituições no período (19,8%).</p>
<p>Dados oficiais publicados pelo Banco Central deixam claros os motivos de preocupação: o percentual de atrasos acima de 90 dias nas prestações de empréstimos a pessoas físicas <a title="Leia mais" href="http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2012/02/28/inadimplencia-do-consumidor-sobe-76-em-janeiro-deste-ano.jhtm" target="_blank">chegou a 7,6% do total em janeiro deste ano</a>, representando um avanço de 33% em relação a janeiro de 2011, quando o percentual era de 5,7%.</p>
<p>A última vez em que os índices de inadimplência chegaram a patamares semelhantes foi em dezembro de 2009, em decorrência dos reflexos da crise – sendo o desemprego o principal fator na época.</p>
<p>Observado o atual estágio econômico do país, onde o desemprego atinge níveis historicamente baixos e a renda é crescente, o problema parece ser a relação do brasileiro com a abundante oferta de crédito e as facilidades na obtenção de empréstimos e financiamentos.</p>
<p>O economista <strong>Roberto LuisTroster</strong> resumiu bem o quadro em recente entrevista ao jornal Folha de S. Paulo: <em>“Os dados de inadimplência confirmam que a dinâmica recente do crédito não é sustentável indefinidamente”</em>.</p>
<p><strong>A saída passa por assumir a culpa e lidar com suas consequências</strong><br />
Livrar-se do endividamento sempre é possível, mas requer boas doses de humildade e coragem. Humildade para reconhecer que os principais culpados pelo problema são você e as decisões que você tomou enquanto consumia sem planejamento. Coragem para enfrentar a carga de responsabilidades e consequências que a humildade colocará diante de seus olhos.</p>
<p>Tente ser pragmático e ao mesmo tempo objetivo, focando seus esforços em ações com resultados práticos, palpáveis. Só assim a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bW90aXZhJUU3JUUzb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">motivação<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> para seguir adiante será maior que a tentação de voltar ao mundo mágico (e falso) da “terapia pelo consumo”. Experimente:</p>
<ol>
<li><strong>Assumir a responsabilidade</strong>. Eu concordo que gastar é muito mais legal que poupar, mas é hora de encarar as coisas de uma forma mais adulta;</li>
<li><strong>Listar todos os seus compromissos financeiros</strong>, saldos devedores, taxas de juros, prazos de vencimento e informações de contato de cada dívida. Esse registro será sua missão de agora em diante;</li>
<li><strong>Registrar seus gastos e receitas</strong> de maneira que seu orçamento doméstico seja criado. Só assim você saberá exatamente onde estão os problemas (onde você gasta demais) e quais aqueles gastos que não poderão ser trabalhados;</li>
<li><strong>Renegociar suas dívidas de forma inteligente</strong>, preferindo quitar as dívidas mais caras e de menos parcelas primeiro. Pagar o mais caro acabará logo com o que mais prejudica seu fluxo de caixa, enquanto pagar as dívidas que estão quase no fim darão a necessária sensação de missão cumprida.</li>
</ol>
<p>Quando tudo parecer chato e entediante, lembre-se das decisões que tomou e do ciclo perigoso que enfrentava há pouco tempo atrás. Volte ao primeiro item da lista acima e recomece. <strong>Enfrente as frustrações de cabeça erguida</strong>, afinal o problema é seu.</p>
<p><strong>O que vem por ai?</strong><br />
Tudo indica que o Brasil voltará ao caminho de crescimento ainda em 2012, especialmente se a tendência de queda dos juros (Selic) se confirmar. Isso deve contribuir para a queda da inadimplência, mas o ritmo de expansão do crédito deverá elevar-se de forma mais comedida.</p>
<p>Ainda que o número de inadimplentes não assuste tanto, fica latente a necessidade de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e dedicação em busca de educação financeira. Afinal, independentemente da abusiva oferta de dinheiro fácil, somos nós os responsáveis por assinar os contratos e fazer mau uso do crédito oferecido.</p>
<p>Se você já enfrentou problemas de endividamento excessivo, que tal compartilhar conosco suas experiências e decisões que contribuíram para lidar com a situação? Use o espaço de comentários abaixo. Até mais.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Dinheirama Entrevista: Suely Almôas, Diretora da DígithoBrasil</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 17:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Suely Almôas, Diretora da DígithoBrasil, alerta para a atitude de cuidar do dinheiro e fala mais sobre softwares de controle financeiro online.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Suely Almôas, Diretora da DígithoBrasil" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/01/dinheirama_post_entrevista_suely_almoas_diretora_digithobrasil.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Suely Almôas, Diretora da DígithoBrasil" align="left" hspace="2" vspace="2" />Um dos muitos desafios do brasileiro é manter-se em dia com suas finanças. O controle financeiro é uma atividade que requer atenção, dedicação e união familiar. Apesar de presente no nosso cotidiano, o dinheiro nem sempre é tratado de forma inteligente: seu uso indiscriminado causa uma falsa sensação de liberdade, logo substituída pelos problemas do endividamento. O fato é que muitos leitores nos questionam sobre a melhor maneira de gerenciar e manter registrados os gastos e as receitas.</p>
<p>Para falar mais sobre a questão, conversamos com <strong>Suely Almôas</strong>, Diretora da respeitada empresa de soluções em software <strong><a title="Conheça a DígithoBrasil" href="http://migre.me/7Jzq9" target="_blank">DígithoBrasil</a></strong>, hoje a maior empresa do segmento no Estado do Mato Grosso do Sul. Dentre seus produtos está o <strong><a title="Conheça o Software Bônus" href="http://migre.me/7JzyW" target="_blank">Bônus</a></strong>, software online de controle financeiro pessoal que existe há 10 anos, possui mais de 50.000 usuários cadastrados e que recebeu, da Revista INFO, o título de <em>“Melhor Software de Controle Financeiro”</em> no ano de 2006.</p>
<p>Na nossa conversa, Suely aborda as vantagens de aproveitar ferramentas para manter o registro dos acontecimentos financeiros e conta, usando sua experiência e conhecimento da área, como os usuários estão lidando com essa nova forma de cuidar de seu bolso. Acompanhe:</p>
<p><span id="more-7156"></span><strong>Durante muitos anos, o brasileiro conviveu com uma economia instável, com inflação e com poucas perspectivas de crescimento. A realidade mudou, já somos a sexta maior economia do mundo e a Internet já é alcançada por boa parte de nossa população. Dentro desse cenário, qual a contribuição que os softwares de gestão financeira online podem oferecer as pessoas?</strong></p>
<p><strong>Suely Almôas:</strong> A gestão financeira começa com a visualização do quanto se ganha, quanto se gasta e com o quê se gasta. Nesse ponto, os softwares de gestão financeira são ferramentas facilitadoras, já que permitem que relatórios, gráficos e tabelas mostrem, de forma visual e simples, a realidade financeira do usuário. Além disso, os softwares online auxiliam de forma mais ágil a entrada de dados, uma vez que estão sempre à disposição na Internet, onde quer que o usuário esteja e a qualquer hora.</p>
<p><strong>Muitos leitores acabam destacando o item segurança como um dos fatores de preocupação ao usar ferramentas de controle de terceiros. O que as empresas que oferecem esse tipo de trabalho tem realizado para preservar a segurança dos seus usuários? O usuário pode realmente ficar tranquilo?</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> Muito se tem feito na área de segurança da informação, desde a melhoria em infraestrutura, com data centers a prova de incêndio, inundações, abalos e violações de qualquer natureza, até a criptografia de dados, onde nem mesmo quem manuseia os bancos de dados tem acesso aos conteúdos dos mesmos.</p>
<p>Os usuários podem ficar tranquilos, pois os seus dados estão sob os cuidados de especialistas e em estruturas onde o risco de perda é mínimo. Quando os usuários domésticos são responsáveis por seus próprios dados, o risco é bem maior, uma vez que, normalmente, a maioria deles não dispõe do conhecimento do processo de cópias (backup) e armazenagem. Além disso, na hipótese de ocorrer algum problema técnico no computador, os dados podem se perder ou danificar para sempre.</p>
<p><strong>Você participou ativamente da criação do <a title="Conheça o Software Bônus" href="http://migre.me/7JzyW" target="_blank">Bônus</a>, software de controle financeiro pessoal da DígithoBrasil. Fale-nos um pouco mais sobre esse aplicativo. Por que decidiram colocá-lo na web? Quais suas características principais?</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> O Bônus nasceu da vontade de auxiliar as pessoas no processo de educação financeira e tem o princípio de ser simples e eficiente. Na época do lançamento da primeira versão, em 1997, os softwares existentes vinham, em sua maioria, migrados dos computadores de grande porte, onde a interface, a &#8220;cara&#8221; do software, não era considerada importante.</p>
<p>O Bônus surgiu com uma proposta nova, inteiramente gráfica, onde as despesas e receitas eram ícones desenhados (símbolos) ao invés de texto. Procuramos sempre deixar o produto enxuto no número de funcionalidades e relatórios, mas sempre evoluindo no quesito facilidade e praticidade.</p>
<p>Foram lançadas versões desde 1997 até 2009, na versão <em>desktop</em>. Nesse período, fizemos várias pesquisas de mercado, principalmente com nossos usuários, sobre a migração para a Internet. A nossa dúvida era se as pessoas colocariam os seus dados na grande rede. E a resposta foi meio a meio, então topamos o desafio de partir para web e lançamos o portal <a title="Conheça o Software Bônus" href="http://migre.me/7JzyW" target="_blank">www.bonusweb.com.br</a>.</p>
<p><strong>Pelos testes que fizemos com o sistema, percebemos que existe uma versão gratuita e outra com mais recursos, que é paga. Quais as principais diferenças entre as versões? Pode nos dizer quantas visitas o site recebe e quantos usuários ativos a ferramenta possui hoje?</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> O Bônus possui duas versões: a gratuita, com mais de 20 funcionalidades que atendem usuários que buscam um controle mais simples de suas finanças, com a possiblidade de realizar quantos lançamentos desejarem e usá-lo pelo tempo que quiserem. Já a versão paga é mais completa e possui opções de conciliação bancária e controle de cartão de crédito, facilitando as atividades de conferência e proporcionando ganho de tempo com os lançamentos. Atualmente, recebemos mais de 10 mil visitas mensais e temos mais de cinco mil usuários ativos no Bônus.</p>
<p><strong>Pensando no futuro, muitos sites cogitam a possibilidade de ver um software de gerenciamento financeiro online integrado às operações bancárias, algo parecido com o já realizado pelo americano <a title="Conheça o Mint.com" href="http://www.mint.com" target="_blank">Mint.com</a>. Vocês enxergam este caminho para os aplicativos no Brasil? Quais outras inovações tendem a se concretizar no decorrer dos próximos anos?</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> Sim, esse é um caminho plausível. A barreira no Brasil concentra-se muito mais nos processos legais do que nas limitações técnicas. Mas acredito que esta seja uma tendência. As inovações virão para facilitar o processo de entrada de dados, fazendo com que estes fiquem cada vez mais automatizados e também disponibilizem uma consultoria financeira, tendo como base o conhecimento do perfil do usuário.</p>
<p>Entender melhor como o usuário compra, o que adquire, quais são os seus objetivos materiais e financeiros pode ser útil para sugerir maneiras de economizar, alternativas de gastos e aplicações (investimentos) melhores.</p>
<p><strong>Um dos mercados que mais se desenvolve no Brasil e no mundo é o ligado aos aparelhos móveis. Como você encara esse mercado? A <a title="Conheça a DígithoBrasil" href="http://migre.me/7Jzq9" target="_blank">DígithoBrasil</a> pretende oferecer uma versão do site para quem está ligado nessa nova forma de usar a Internet?</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> É o mercado que mais cresce no momento, uma grande oportunidade de expansão. Sim, já estamos trabalhando em uma versão para esse mercado.</p>
<p><strong>Suely, muito obrigado pela entrevista e parabéns pelo sucesso. Peço que, por favor, deixe uma mensagem final aos nossos leitores que querem começar o seu planejamento financeiro de forma inteligente e pró-ativa.</strong></p>
<p><strong>S. A.:</strong> Existem somente dois dias que não existem no meu calendário: o ontem e o amanhã. Portanto, meus amigos, aproveitem o hoje, o presente. Como o próprio nome já diz, se dê esse presente começando hoje a gerir o seu dinheiro. E comecem ganhando um Bônus para suas finanças. Obrigado pela oportunidade e parabéns pelo trabalho em prol da educação financeira de nossos brasileiros.</p>
<p><strong>Foto:</strong> divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Odete Reis, palestrante de educação financeira</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/12/19/dinheirama-entrevista-odete-reis-palestrante-de-educacao-financeira/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 19:08:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
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		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Odete Reis, palestrante de educação financeira, fala sobre como colocar suas finanças em dia, economizar nas compras e multiplicar seu patrimônio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Odete Reis, palestrante de educação financeira" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_entrevista_odete_reis_palestrante_educacao_financeira.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Odete Reis, palestrante de educação financeira" align="left" hspace="2" vspace="2" />Um dos aspectos mais gratificantes deste trabalho de conscientização financeira é saber que, a cada dia que passa, novos profissionais decidem dedicar suas carreiras a melhorar a relação das pessoas com o dinheiro. Ainda melhor é poder conhecer e reconhecer o importante papel que a educação financeira tem no atual cenário de crescimento econômico (pelo menos é o que os brasileiros percebem) e maior possibilidade de consumo (expansão do crédito).</p>
<p>No começo deste mês, tive a honra de conversar com <strong><a title="Conheça Odete Reis" href="http://migre.me/7dwm0" target="_blank">Odete Reis</a></strong>, palestrante de “Economia Financeira e Comportamental” e Colunista da Rádio Sempre Mais FM 90,7. Formada em Administração, Odete ocupou, por cinco anos, cargo de gerente de mercado e capitais em instituições financeiras, como Bradesco. Atuou também como Assistente Executiva trilingue (português, alemão e inglês) por trinta anos nas empresas multinacionais Hoechst, AgrEvo, Aventis e Behr Brasil.</p>
<p>É Educadora Voluntária no Formare – Fundação Iochpe, onde desenvolve com os jovens de 16 a 18 anos atitudes positivas com o dinheiro, desde o primeiro salário. Conversamos sobre a atual situação do país, as possibilidades de consumo e investimento que o &#8220;novo Brasil&#8221; oferece e a importância de respeitarmos nossa condição financeira familiar. Acompanhe e deixe seu comentário ao final da entrevista:</p>
<p><span id="more-6933"></span><strong>Odete, ao olhar do brasileiro mais simples, humilde, vivemos uma época muito positiva, de renda crescente e pleno emprego. A realidade é de fato essa, mas há uma crise financeira complicada &#8220;lá fora&#8221;. Permanecer alienado pode ser perigoso?</strong></p>
<p><strong>Odete Reis:</strong> Temos agora uma nova classe consumidora que precisa urgentemente de aprendizado em relação ao dinheiro, pois, apesar da evidente disseminação da educação financeira no Brasil, é indiscutível que o que já foi feito não passa de uma gota no oceano.</p>
<p>Este público imenso que está chegando está se deparando com incontáveis decisões financeiras importantes pela primeira vez na história de suas famílias. Logo, está extremamente exposto a armadilhas. Permanecer alienado não só é muito perigoso para essas famílias, mas também para o país, pois com a globalização a crise nos afeta diretamente.</p>
<p><strong>A ascensão social deve ser comemorada, é claro, mas também deve ser acompanhada de perto &#8211; principalmente do ponto de vista do consumo. Quais os perigos, sob a ótica familiar, de tantas opções de compra e crédito?</strong></p>
<p><strong>O. R.: </strong>Com esta rápida ascensão social, 70% das pessoas estão com problemas financeiros &#8211; e não importa se ganham bem ou mal. O problema não está na remuneração, mas sim no gastar descontroladamente. O perigo está nas famílias cada vez mais endividadas no país das taxas de juros mais altas do planeta (ainda que as taxas médias de juros pagas pelo consumidor estejam em queda).</p>
<p>É necessário aprender a diferença do desejo supérfluo e do necessário. Quando as pessoas aprenderem a identificar essa diferença &#8211; que o desejo é momentâneo e a necessidade é duradora -, irão deixar de consumir por compulsão e passar a usar seu dinheiro de forma a garantir um futuro com mais qualidade de vida.</p>
<p><strong>Tenho a impressão de que muitos jovens, principalmente aqueles acostumados às facilidades da Internet, estão angustiados e ansiosos, com baixa tolerância à frustração. Você concorda? O que houve? Como mudar esse quadro?</strong></p>
<p><strong>O. R.:</strong> Concordo plenamente. Nossos jovens não aprenderam a lidar com as frustrações e isto também se aplica ao consumo. Eles são imediatistas, querem tudo para agora. Os jovens precisam ouvir mais vezes “não” por partes de seus pais ou responsáveis para que se tornem adultos com mais tolerância. Sabendo que a vida é feita de escolhas, é importante aceitar que muitas vezes não teremos tudo que queremos.</p>
<p>Observo que pais disciplinados em relação aos seus filhos, com horário de voltar para casa, hora das refeições, banho e controle de mesada, criam filhos disciplinados em todas as áreas, da alimentação às finanças pessoais. Certamente esses jovens serão bem menos propensos ao descontrole financeiro e serão mais capazes de planejar a superar suas dificuldades.</p>
<p><strong>Os pais tem delegado o dever de educar às escolas. Tal atitude pode ser desastrosa se considerado o trato ao dinheiro, afinal perde-se o exemplo principal, o modelo. Você acha que a educação financeira ainda é pouco compreendida e valorizada?</strong></p>
<p><strong>O. R.:</strong> É claro que o ambiente escolar deve ser também palco para reflexão e transformação dos alunos, no entanto, em todo o mundo a educação financeira é um assunto que cabe prioritariamente às famílias. Transferir essa responsabilidade para as escolas é ingenuidade ou oportunismo.</p>
<p>Acontece que, na maioria das vezes, os pais também não tiveram educação financeira, então fica a questão: como passar este conhecimento, este modelo, para seus filhos? Neste caso, o aprendizado na escola será válido, embora não o suficiente. É preciso que haja troca entre pais e filhos, diálogo e também participação ativa no processo de formação do cidadão.</p>
<p>Não acredito que a educação financeira seja pouco compreendida e valorizada. Vejo como uma questão cultural que demandará algum tempo para que as pessoas, especialmente das classes mais baixas, compreendam sua importância na qualidade de vida.</p>
<p><strong>Ironicamente, o dinheiro é também um assunto bastante popular, de apelo, já que faz parte do nosso dia a dia. Quais as razões que levam uma família a ignorar a importância do planejamento financeiro? Pressões sociais agravam essa relação?</strong></p>
<p><strong>O. R.:</strong> Vivemos muito tempo com uma inflação altíssima, onde não havia como fazer planejamento. Some a isso o fato de que o brasileiro não aprendeu educação financeira nas escolas nem em sua casa e temos um problema maior. A falta de planejamento é também cultural.</p>
<p>O Brasil tem estabilidade econômica há apenas quinze anos e somente há cinco anos a inflação ficou estável. Com a moeda estável, ficou mais fácil para o brasileiro perceber que pode se organizar, mas ele ainda não tem essa cultura. Embora isto esteja mudando devagar, vejo em minhas palestras que as pessoas de maior conhecimento já iniciaram um planejamento de suas finanças. É um movimento crescente.</p>
<p>Entendo que os fatores que mais levam as famílias a gastarem sem controle são: as pressões sociais, a fonte de crédito rápido e sem burocracia e a falta de maturidade na relação ao dinheiro. Misture isso e temos uma situação familiar bem complicada.</p>
<p><strong>Se você pudesse resumir em poucos passos a tarefa de organizar e tomar as rédeas das finanças, o que diria? Por onde começar? Existem atalhos? E armadilhas?</strong></p>
<p><strong>O. R.:</strong> O caminho para se ter uma vida financeira sob controle começa por um passo simples, mas que tem efeito bastante poderoso: colocar todas as receitas e gastos em uma planilha. Esta planilha pode ser de papel ou em versão eletrônica. O importante é se identificar com a ferramenta que escolheu.</p>
<p>As armadilhas geralmente acontecem nos primeiros seis meses. De cada dez pessoas que se propõem a acompanhar as próprias contas, sete desistem até o quinto mês. Para muitos, essa não é uma tarefa gostosa. A realidade é que gerenciar as finanças é um passo fundamental para as pessoas que querem ver seu rico dinheirinho crescer.</p>
<p>Do ponto de vista financeiro, planejar requer realmente grande esforço e muito boa vontade. É primordial a persistência. Sempre digo que é como escovar os dentes, têm que fazer um pouquinho todos os dias. Brinco em minhas palestras que temos 1.440 minutos no dia; por que não tirar apenas 10 minutinhos para cuidar do seu preciso dinheirinho e obter equilíbrio financeiro?</p>
<p>O resultado é fantástico! Para não desanimar, pense que fazer todas as anotações funciona como montar um inventário de sua vida financeira. Foque nos resultados que quer atingir: finanças equilibradas, dívidas quitadas e sonhos realizados. Seja persistente.</p>
<p><strong>Odete, muito obrigado pela disponibilidade. Por favor deixe uma mensagem para os leitores que desejam mudar sua relação com o dinheiro em 2012.</strong></p>
<p><strong>O. R.: </strong>Lembre-se também que você não precisa só guardar dinheiro. É preciso dar sentido a ele e gastá-lo bem. Para quem sabe gastar, o dinheiro rende. Para quem não sabe, não há renda que baste. Desejo a todos os leitores muito alegrias e sucesso em 2012, lembrando que o futuro é construído no presente, por isto é fundamental começar seu planejamento agora! Obrigado pelo espaço e parabéns pelo trabalho. Quem quiser me conhecer melhor, pode acessar <a title="Conheça Odete Reis" href="http://migre.me/7dwm0" target="_blank">www.odetereis.com.br</a>.</p>
<p>Fotos: divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Controle financeiro pessoal: como você faz o seu?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/12/13/controle-financeiro-pessoal-como-voce-faz-o-seu/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 20:10:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Júnior Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
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		<description><![CDATA[Como você faz o seu controle financeiro pessoal? Caderno, planilha, aplicativo, software ou sistema on-line? Suas necessidades são atendidas?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Controle financeiro pessoal: como você faz o seu?" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_controle_financeiro_pessoal_como_voce_faz_seu.jpg" alt="Controle financeiro pessoal: como você faz o seu?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Simplificando ao máximo o conceito de controle financeiro, podemos dizer que ele consiste na tarefa de relacionar as despesas (gastos), as receitas (ganhos) e em seguida calcular a diferença. Seguindo a mesma ideia da contabilidade praticada nas empresas, o controle financeiro pessoal ou familiar deveria ser, em minha opinião, uma tarefa obrigatória em todos os lares brasileiros.</p>
<p>Infelizmente, o hábito de manter um controle financeiro pessoal é ignorado pela grande maioria dos brasileiros, tanto por parte das pessoas que vivem endividadas, como daqueles que conhecem um pouco sobre <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e conseguem manter suas finanças equilibradas. Fico me perguntando se o problema é a dificuldade ou se é só preguiça mesmo.</p>
<p><strong>Mas será tão difícil assim criar e manter um controle financeiro pessoal?</strong><br />
Difícil não é, e tenho certeza que o leitor concorda comigo. Mas, convenhamos, para termos um controle financeiro pessoal é preciso um mínimo de esforço, todo mês, para registrar e calcular nossos gastos, tarefa que deve ser feita com atenção, dedicação e disciplina. Do contrário, essa decisão não oferecerá resultados eficientes.</p>
<p><span id="more-6909"></span>O fato é que a maioria de nós brasileiros não tem a disciplina como virtude. Quando comecei a trabalhar e ter minha própria renda, eu simplesmente colocava o dinheiro na carteira e pagava as contas conforme elas apareciam. Aprendi a ser assim e estava confortável com essa postura, afinal era mais fácil e não dava trabalho nenhum. Só que, agindo dessa forma, eu não tinha previsão alguma se o salário seria suficiente até o fim do mês – e, na maioria das vezes, não era.</p>
<p><strong>O valor que damos ao controle financeiro pessoal</strong><br />
Somente depois de passar por uma dificuldade financeira, caso que já contei a vocês no artigo <a title="Leia o artigo &quot;Como a educação financeira transformou minha vida&quot;" href="http://dinheirama.com/blog/2011/11/07/como-a-educacao-financeira-transformou-minha-vida/" target="_blank">“Como a educação financeira transformou minha vida”</a>, é que passei a anotar em uma agenda as despesas que teria ao longo mês. Graças a essa atitude, tive como organizar minhas despesas e ter uma previsão de onde meu dinheiro seria gasto. Além disso, quando necessário, eu sabia exatamente o que cortar para não ficar sem dinheiro antes do próximo salário.</p>
<p>Depois de bons resultados adotando essa atitude, comecei a levar mais a sério esse negócio de controle financeiro pessoal. Em um caderno comum de escola, passei a anotar de um lado da folha as minhas despesas (transporte, alimentação, roupas, lazer etc.) e no outro minhas receitas, como meu salário e eventualmente algum <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z2FuaGFyK2RpbmhlaXJvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-64">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> que ganhava fazendo “bicos” como <em>freelancer</em>. Ainda do lado das receitas, na parte inferior da folha eu registrava o saldo do mês, calculando a diferença entre as receitas e as despesas. Veja abaixo:</p>
<p><img style="float: none;" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_caderno_de_controle_financeiro_pessoal.jpg" alt="Caderno de controle financeiro pessoal do Júnior" /></p>
<p>Dentro das despesas eu relacionava inclusive o valor que depositava em minha conta poupança. Meu objetivo era anotar todas as movimentações financeiras que fazia, de forma que o saldo do mês fosse o mais próximo possível de zero, pois assim eu teria conhecimento exato de onde eu gastava cada centavo do meu salário. Como bom brasileiro que sou, a disciplina não é uma de minhas grandes qualidades; anotar rigorosamente no meu controle financeiro todos os gastos para zerar meu saldo no mês sempre foi (e será) um desafio.</p>
<p><strong>Vale a pena usar sistemas e ferramentas de gestão financeira pessoal?</strong><br />
Durante meus estudos sobre educação financeira, sempre encontrei diversas dicas de ferramentas de controle financeiro pessoal, mas até hoje nenhuma delas funcionou pra mim com meu bom e velho caderno.</p>
<p>Primeiro, tentei utilizar um software gratuito para <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/UENfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-48">PC<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, mas eram tantas as configurações, termos técnicos (“economês”) e dificuldades, que desisti. Realizar um simples lançamento de contas a pagar era um processo muito complicado. Então, abandonei o software. Não que ele fosse ruim, muito pelo contrário, mas era muito complexo para minha necessidade e na época eu não quis investir tanto tempo para aprender a utilizar a ferramenta.</p>
<p>Alguns meses depois conheci alguns serviços de controle financeiro on-line e decidi experimentar. Criei uma conta, configurei de acordo com minha necessidade e passei a lançar minhas despesas e receitas em um dos sistemas. No inicio, foi tudo muito fácil, intuitivo e automatizado. Uma maravilha! No entanto, uma desvantagem começou a atrapalhar meu controle financeiro. Era preciso estar online para acessá-lo e quando isso não era possível eu precisava anotar em algum lugar para depois lançar no sistema.</p>
<p>Depois de algum tempo, percebi que o retrabalho não estava valendo a pena pra mim, pois eu não tinha necessidade dos recursos avançados que o sistema oferecia – somente o que estava no caderno já atendia a minha necessidade de saber o quanto e onde estava gastando meu dinheiro.</p>
<p><strong>Quais são as suas reais necessidades?</strong><br />
Vale ressaltar que ferramentas assim são excelentes alternativas, mas, na época, minhas movimentações financeiras eram muito simples para a complexidade e tantas funcionalidades oferecidas. Para fazermos uma comparação bem surreal, podemos dizer que eu estava alugando uma casa de alto padrão para morar sozinho. Não valia a pena o esforço e então voltei pra meu caderno, onde realizo até hoje o meu controle financeiro.</p>
<p>Sei que existem no mercado excelentes sistemas que proporcionam ótimos recursos, mas há uma coisa que aprendi testando diversas opções: a ferramenta tem que atender à sua necessidade. Muito mais do que você precisa vai exigir esforço extra (desnecessário), o que acabará deixando-o desmotivado.</p>
<p><strong>O controle financeiro evolui e cresce com nossas decisões</strong><br />
No fim do ano passado, quando me casei, o controle financeiro deixou de ser pessoal e passou a ser familiar. O caderno não está suprindo as necessidades que preciso, pois agora tenho mais despesas para gerenciar, <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> a pensar e também as receitas/despesas de minha esposa que entram no orçamento familiar.</p>
<p>Repare que o caderno veio muito bem até aqui, mas agora provavelmente deixará de ser usado e dará lugar a uma alternativa mais interessante. O caderno vai desaparecer, mas a mensagem que proponho não: se você ainda não possui um método de controle financeiro pessoal, começar com o caderno pode ser sua decisão mais acertada.</p>
<p>Ferramentas elaboradas podem dificultar o processo inicial (farão do controle financeiro algo mais complexo do que a realidade), desmotivando-o a cultivar esse hábito tão importante para alcançar sua plena saúde financeira. Só passe a considerar sistemas mais completos depois que você já tiver adquirido esse hábito de gerenciar e observar sua situação financeira. Só assim sua experiência fará sentido e tornará o caminho mais natural.</p>
<p>Será que alguns de vocês também usam o bom e velho caderninho para cuidar das finanças? Se você já está habituado com alguma ferramenta ou sistema, como foi a adaptação? Quais foram suas principais dificuldades? Há alguma necessidade ainda não atendida ou excedida por funcionalidades complexas demais? Use o espaço de comentários e deixe suas respostas. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu/" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Júnior Gonçalves</b>.<br>

Trabalha no setor de T.I. do Instituto Bairral de Psiquiatria e atualmente é pós-graduando em Desenvolvimento de Sistemas para Web pela FAC III - Campinas. Nerd por vocação e blogueiro por opção, desenvolve por hobby alguns trabalhos como freelancer e escreve no Neurônio 2.0 e no Hiperbytes. No Twitter: @JrGoncalves85<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Use cores e previsões para gerenciar melhor seu orçamento doméstico</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/11/18/use-cores-e-previsoes-para-gerenciar-melhor-seu-orcamento-domestico/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 23:03:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Everton Ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Um orçamento categorizado, com as despesas e receitas registradas com o uso de cores e acompanhadas de previsões, pode tornar sua vida ainda melhor. Experimente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Use cores e previsões para gerenciar melhor seu orçamento doméstico" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_use_cores_previsoes_gerenciar_melhor_orcamento_domestico.jpg" alt="Use cores e previsões para gerenciar melhor seu orçamento doméstico" align="left" hspace="2" vspace="2" />A classe média brasileira vem em um crescimento acelerado e continuo, o que significa que há uma quantidade maior de pessoas ganhando mais e, supostamente, interessada em poupar – e talvez investir. Mas a grande camada dessa classe denominada como média é de origem humilde e carece de educação financeira. Segundo pesquisas recentes, <a title="Leia mais sobre o endividamento dos brasileiros" href="http://economiabaiana.com.br/2011/06/22/dividas-atingem-o-bolso-de-mais-de-6-em-cada-10-familias-brasileiras/" target="_blank">6 em cada 10 brasileiros possuem alguma dívida</a>. Compromisso esse que, em termos financeiros, varia entre R$ 500,00 e R$ 5.000,00.</p>
<p>Para uma pessoa bem informada, esses números não são tão representativos ou perigosos – uma dívida de R$1.000,00 parece fácil de ser quitada. Porém, para a grande maioria, quitar essa dívida pode ser razão de grandes dificuldades. No caso delas, o problema está no aspecto pessoal e nas expectativas; quanto mais se ganha, mais se gasta.</p>
<p>O intuito desse texto é alertar aos descuidados sobre o tema e tentar abordar a questão das <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZmluYW4lRTdhcytwZXNzb2Fpc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-68">finanças pessoais<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> com alguma praticidade. Como, então, enxergar melhor o que fazemos com nosso próprio dinheiro e ter algum controle sobre ele? Planejamento financeiro, afinal, é mesmo uma possibilidade?</p>
<p><span id="more-6818"></span><strong>Você com o controle de suas contas</strong><br />
A <a title="Gastar menos do que ganha, regra de ouro das finanças pessoais" href="http://dinheirama.com/blog/2010/07/19/gastar-menos-do-que-ganha-regra-de-ouro-das-financas-pessoais/" target="_blank">regra de ouro das finanças pessoais</a>, que deve ser respeitada sempre, diz que o que importa mesmo não é o quanto se ganha e sim o montante que se gasta. Comece refletindo sobre seu mês: se não lhe “sobrou” pelo menos 10% de suas receitas, algo está errado e deve ser revisado. O parágrafo é “batido”, com razão: somos os únicos responsáveis pelas nossas dívidas ou investimentos; trata-se de uma decisão de cada um.</p>
<p>Sobre o planejamento financeiro, ou orçamento familiar, sempre sugiro começar anotando todos as gastos (despesas) e as entradas de dinheiro (receitas). Anote tudo e mapeie (categorize) suas despesas; só assim você saberá “para onde” está indo seu dinheiro.</p>
<p><strong>Faça contato visual com sua realidade financeira</strong><br />
Se você gosta de organização, assinale com uma cor diferente as despesas fixas (suas necessidades, como alimentação, luz, moradia, água etc.) e as receitas. Então marque com uma terceira cor as despesas variáveis (farmácia, roupa, presentes etc.) e preocupe-se mais com este grupo (ao menos no começo): aqui aparecem gastos sem classificação, algo tipo &#8220;Outros&#8221; e &#8220;Diversos&#8221; e que você pode, com certeza, trabalhar e rever.</p>
<p>O orçamento ficará “colorido”, mas fácil de entender. E assim você passa a se controlar e, de forma rápida e visual, passa a identificar os pontos de atenção. Em alguns casos, existe ainda a necessidade de uma quarta cor a ser assinalada, que representará as despesas não consideradas como prioridades. Alguns exemplos: academia, aula de pintura, <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/VFYrTEVEXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-52">TV<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> a cabo etc. Reflita sobre outros gastos que possam se enquadrar aqui. Cogite incluir a fatura do segundo ou terceiro celular, por exemplo, e reveja se ele é mesmo necessário.</p>
<p><strong>Aproveite os dados para comparar e extrair informações relevantes</strong><br />
A partir daí, analise com atenção tudo que está acontecendo em sua vida financeira, compare os meses anteriores, veja onde houve aumento das despesas e onde elas caíram. Sempre existirão pontos de melhoria, portanto tente eliminar itens com o objetivo de gastar menos dinheiro do que você e sua família podem arrecadar e, ao mesmo tempo, revejam se há algo a ser feito para também aumentar as receitas.</p>
<p>Ao longo de poucos meses, você notará que haverá “dinheiro sobrando”, hora em que é importante colocar em prática o hábito de poupar.</p>
<p><strong>E agora? Que tal prever e olhar para frente?</strong><br />
Eu possuo um arquivo de cinco anos de meu orçamento financeiro. Com esse histórico, obtive dados suficientes para criar uma segunda planilha, que é a minha planilha de previsão. A ideia é mexer com os números de forma a avaliar quando será possível poupar mais, que meses normalmente requerem mais atenção e quais os momentos em que será necessário aumentar os ganhos.</p>
<p>Entender sua situação financeira passada e usá-la como base para os meses por vir cria o fluxo de caixa projetado de sua família, o que facilita bastante o processo de tomada de decisões econômicas:</p>
<ul>
<li>Troque a pergunta vaga <em>&#8220;Qual a melhor hora para viajar?&#8221;</em> por uma visão mais prática: quando <em>poderemos</em> viajar?</li>
<li>Onde se concentram as despesas mais caras? Quais são as despesas variáveis mais perigosas? A informação pode gerar um retorno claro: há algo que se possa renegociar para tentar aproveitar alguma promoção ou satisfazer algum objetivo?</li>
<li>Veja se não será possível investir mais, durante alguns meses, e então usar a reserva para saldar compromissos pontuais (época de Festas, virada de ano etc.).</li>
<li>Que impacto uma mudança de operadora de celular ou de TV a cabo teria em seu fluxo de caixa? E uma mudança no plano de saúde ou de previdência privada?</li>
</ul>
<p>Gerenciar ativamente as finanças pessoais exige esforço e dedicação, mas é uma decisão recompensada pela chance de construir patrimônio e consumir com mais inteligência. Não confunda a possibilidade de ter o controle de sua vida financeira com a chatice do mundo dos sovinas. O importante, no final das contas, é ter um padrão de vida compatível com sua renda e expectativas pessoais e, com isso, também fazer parte da onda do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y29uc3Vtb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">consumo<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>.</p>
<p>Aqui detalhei o método simples, que funciona para mim. E você, possui alguma tática financeira pessoal para evitar que as dívidas e os gastos sempre o surpreendam no final do mês? Quer nos contar? Deixe seu comentário e vamos aprofundar a discussão. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Everton Ricardo</b>.<br>

Gestor da Qualidade, investidor, blogueiro, estudante, autor do blog Finanças Forever. Colaborador do blog Valores Reais. No Twitter: @everton_ric<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Educação financeira, as compras de Natal e as festas de fim de ano</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/11/06/educacao-financeira-as-compras-de-natal-e-as-festas-de-fim-de-ano/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 00:19:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[Ano Novo]]></category>
		<category><![CDATA[compra]]></category>
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		<description><![CDATA[Você já planejou suas compras de Natal e despesas de final de ano? A educação financeira precisa estar presente ou 2012 pode ser um ano de dívidas. Atenção!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Educação financeira, as compras de Natal e as festas de fim de ano" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_educacao_financeira_compras_de_natal_festas_fim_de_ano.jpg" alt="Educação financeira, as compras de Natal e as festas de fim de ano" align="left" hspace="2" vspace="2" />Vermelho, verde, dourado&#8230; Já é possível perceber as mudanças e o movimento das cores nas lojas! Todas muito bem acompanhadas de guirlandas, presépios e o simpático <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/UGFwYWkrTm9lbF8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">Papai Noel<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. O bom velhinho já sorri e acena para nós em muitas vitrines, centros de lazer e shopping centers. O Natal está próximo, você já se deu conta disso? Pois é!</p>
<p>Com a sua proximidade, está na hora de falarmos um pouco sobre educação financeira e as compras do final de ano. É importante alertar e relembrar pontos importantes que merecem atenção nessa época. Abaixo listo algumas observações relevantes para que possamos planejar bem e não correr o risco de começar 2012 com dívidas:</p>
<ul>
<li><strong>Presentes de Natal:</strong> como (ainda) temos tempo, é possível planejar a compra dos presentes. Comece fazendo uma lista das pessoas que deseja presentear, seus limites financeiros e as opções de compra. Com tranqüilidade já é possível fazer uma pesquisa de preços e melhores ofertas;</li>
<li><strong>Atenção às ciladas:</strong> evite a contabilidade mental, as compras de última hora e o habitual costume de comprar por impulso;</li>
<li><strong>Cuide bem de seu 13º salário:</strong> avalie qual a melhor alternativa para ele. Talvez saldar algumas dívidas seja o presente que você esteja merecendo; talvez usar parte do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvK2RpbmhlaXJvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-72">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> extra para investir nas suas merecidas férias do ano que vem também. Seja mais inteligente, mas principalmente coerente com sua realidade financeira;</li>
<li><strong>O ano de 2012 chegará logo:</strong> cuidado na hora de parcelar as compras nos últimos meses do ano. Lembre-se dos compromissos no início de 2012: IPVA, IPTU, matrícula e material escolar;</li>
<li><strong>Sonhos em comum:</strong> aproveite para envolver toda a família no planejamento. Falem sobre sonhos e juntos planejem uma ocasião onde todos possam colaborar e desfrutar. Pode ser aquela viagem, a TV nova ou quem sabe mudar de casa. Mas é preciso que essa decisão seja confrontada com seu padrão de vida e necessidades financeiras;</li>
<li><strong>Avalie seu ano:</strong> faça uma reflexão de como esteve sua saúde financeira em 2011. Pense em quantas vezes usou o cheque especial, em quantas coisas comprou sem necessidade, em quanto conseguiu poupar, em quanto investiu e o que deseja mudar em seu comportamento financeiro. A partir das suas conclusões, trace metas consistentes, aprimore hábitos positivos e evite os mesmo erros;</li>
<li><strong>Os presentes das crianças:</strong> como falei no ano passado, os presentes de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/TmF0YWxfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-52">Natal<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> também podem e devem ser negociados com as crianças. Uma alternativa, principalmente para crianças maiores de seis anos, é a lista de desejos, onde elas escrevem o que querem ganhar. Com essa lista, e o bom senso dos pais, é possível escolher as melhores alternativas.</li>
</ul>
<p>Final de ano é um momento especial para estarmos ao lado de quem amamos e para celebrar a Vida! Comportamento econômico saudável traz tranqüilidade durante os outros dias do ano. Cuide do seu dinheiro com atenção e discernimento. A felicidade está nas mãos de cada um de nós!</p>
<p>Para desejar um feliz ano empresto o verso de <strong>Carlos Drummond de Andrade</strong>: <em>&#8220;Para sonhar um ano novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre&#8221;</em>.</p>
<p>Você já planejou suas compras? Abraço e até a próxima!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Ferramenta on-line de controle financeiro: por que você ainda não usa?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/11/03/ferramenta-on-line-de-controle-financeiro-por-que-voce-ainda-nao-usa/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 22:55:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[fluxo de caixa]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
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		<category><![CDATA[on-line]]></category>
		<category><![CDATA[planilha]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>

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		<description><![CDATA[Como você controla seu dinheiro? Você já pensou em abandonar as planilhas e o caderno e passar a utilizar uma ferramenta on-line de controle financeiro?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Ferramenta on-line de controle financeiro: por que você ainda não usa?" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_ferramenta_online_controle_financeiro_por_que_voce_ainda_nao_usa.jpg" alt="Ferramenta on-line de controle financeiro: por que você ainda não usa?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Cada vez mais o brasileiro passa a utilizar os cartões de crédito ou débito como forma de pagamento. De acordo com recente <a title="Leia mais sobre a pesquisa" href="http://www.abecs.org.br/site/arquivo/2364-A-APRES.%20COM%C3%89RCIO_2011_FINAL.pdf" target="_blank">pesquisa divulgada pelo Datafolha</a>, em associação com a Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviço), <strong>72,4% dos brasileiros já têm algum tipo de cartão</strong>. É o “dinheiro de plástico” emplacando e deixando de lado o velho talão de cheques.</p>
<p>Um dado interessante apresentado na mesma pesquisa é que, atualmente, 50% do total de pagamentos realizados já são feitos utilizando algum tipo de meio eletrônico. A realidade parece ser incontestável: rapidamente a forma como lidamos com a organização financeira está mudando e se tornando mais dinâmica, ágil e integrada à tecnologia. Já está em curso, por exemplo, o pagamento com o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2VsdWxhcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">celular<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> – outra coisa nova e que promete mudar nosso cotidiano.</p>
<p><strong>Meios eletrônicos: tendência para pagamento e gestão financeira</strong><br />
Se a forma de efetuar o pagamento está mudando com a adesão aos cartões e outros meios de pagamento eletrônico, dá para crer que essa tendência pode e deve ser seguida na forma como lidamos com o planejamento e a organização financeira. Mas ainda não é. Vejo que muitos brasileiros ainda são resistentes à ideia de utilizar os gerenciadores financeiros on-line. Puro preconceito, que gera perda de tempo e eficiência.</p>
<p><span id="more-6770"></span>A possibilidade de transformar dados em informações relevantes que o ajudarão a tomar decisões importantes é, sem dúvida, um ativo que precisa ser melhor aproveitado – principalmente se essa informação puder ser acessada em qualquer momento e de qualquer lugar através da Internet. Não há como negar que ver graficamente a evolução de seu fluxo de caixa e patrimônio, bem como gerenciar as contas de forma integrada e direta facilitam a gestão financeira.</p>
<p><strong>Falta de informação e medo do novo?</strong><br />
Já tive a oportunidade de conversar com algumas pessoas que são adeptas do controle através de planilhas, “caderninhos” e outras ferramentas off-line. A maioria, que diz se sentir insegura ao disponibilizar informações financeiras na <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/SW50ZXJuZXRfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">Internet<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, não pensa duas vezes ao <strong>ostentar nas redes sociais fotos e informações pessoais</strong> – dados que, dentro desse contexto, podem ser tão ou mais sigilosos e que demonstram características valiosas para os aproveitadores.</p>
<p>Muitos que não utilizam deste tipo de ferramenta ainda lamentam a não integração dos serviços disponíveis no Brasil com as operações bancárias: os dados precisam ser inseridos manualmente ou através do download e importação do extrato. O modelo de sucesso é a ferramenta <a title="Conheça o Mint.com" href="http://www.mint.com" target="_blank">Mint.com</a>, que nos EUA e Canadá já faz essa integração, que de certa forma facilitou a vida do usuário, e é totalmente gratuito.</p>
<p>Voltando para a nossa realidade, nem mesmo essa desculpa relacionada a não automatização é 100% convincente. Afinal, quem utiliza a velha planilha também tem que inserir seus valores e dados manualmente e gastar um pouco de tempo trabalhando para transformar tantos números em informações interessantes.</p>
<p><strong>O problema não está na ferramenta!</strong><br />
Assim, o fato de ter que alimentar uma ferramenta qualquer (on-line ou off-line) não pode ser encarado de forma negativa. Esse tempo e dedicação, quando bem utilizados, criam um controle ajustado para a realidade de cada pessoa e determinante para o processo de tomada de decisões e planejamento financeiro familiar.</p>
<p>O importante é lembrar que boa parte dos erros cometidos quando tomamos decisões relativas à gestão do dinheiro estão relacionados à:</p>
<ul>
<li><strong>Falta de disciplina para criar um planejamento</strong> e dedicar um pouco do tempo para construir e conhecer melhor as possibilidades financeiras para construir patrimônio;</li>
<li><strong>Falta de objetivos claros e metas relacionadas ao futuro financeiro</strong>, o que faz com as decisões de poupar sejam interrompidas na primeira oportunidade de consumo.</li>
</ul>
<p><strong>Bons ventos sopram, felizmente&#8230;</strong><br />
Aqui no Brasil, aos poucos vamos rompendo as barreiras tecnológicas e culturais. Utilizar uma ferramenta de gestão financeira pessoal é uma oportunidade única. Insisto: se bem aproveitada, tem potencial para lhe proporcionar muitas facilidades. É claro, as ferramentas podem e devem melhorar e, quem sabe, com apoio das instituições financeiras buscar a sonhada integração. A segurança, principal preocupação, já tem níveis satisfatórios e semelhantes aos dos sites dos bancos.</p>
<p>Se você está disposto a buscar uma boa ferramenta de controle financeiro, nada melhor do que pesquisar e experimentar as diversas opções que existem no <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2FkbythJUU3JUY1ZXNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">mercado<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. E, mais, faça contato com os administradores das ferramentas e solicite maiores informações. Aproveite e faça sugestões, ajude a criar uma ferramenta que poderá ser adaptada às suas vontades e necessidades.</p>
<p>Que tal aproveitarmos este texto para discutir e oferecer nossas opiniões sobre as ferramentas on-line. Você já utilizou? Utilizaria? O que acha que precisa melhorar? O que precisa ser feito? Melhor do que simplesmente não usar e se negar a experimentar é tentar construir uma alternativa que faça sentido, para você e para os demais. Não acha? Use o espaço de comentários abaixo e faça sua parte!</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Orçamento &#8211; Como calcular o custo médio mensal de seu carro &#8211; Parte 2/2</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/09/21/orcamento-como-calcular-o-custo-medio-mensal-de-seu-carro-parte-2-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 10:38:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elisson de Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[carro]]></category>
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		<category><![CDATA[decisão]]></category>
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		<description><![CDATA[Aprenda a calcular as despesas com o seu carro a partir de uma análise de fluxo de caixa mensal e através da importância do orçamento doméstico. Quanto custa ter um carro?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Orçamento – Como calcular o custo médio mensal de seu carro – Parte 2/2" src="http://dinheirama.com/files/2011/09/dinheirama_orcamento_custo_medio_mensal_carro_parte2.jpg" alt="Orçamento – Como calcular o custo médio mensal de seu carro – Parte 2/2" align="left" hspace="2" vspace="2" />No artigo anterior, <a title="Orçamento - Como calcular o custo médio mensal de seu carro - Parte 1/2" href="http://dinheirama.com/blog/2011/09/19/orcamento-como-calcular-o-custo-medio-mensal-de-seu-carro-parte-12/" target="_blank">“Orçamento – Como calcular o custo médio mensal de seu carro – Parte 1/2&#8243;</a>, foi apresentado um método de cálculo dos gastos relativos a possuir um carro com o auxílio de uma <a title="Faça o download da planilha" href="http://www.dinheirama.com/wp-content/uploads/planilhas/Carro_Despesas_medias_mensais_Prof_Elisson_de_Andrade_Dinheirama.zip" target="_blank">planilha em Excel</a>, disponibilizada para download gratuitamente. Se você ainda não tem o arquivo, <a title="Faça o download da planilha" href="http://www.dinheirama.com/wp-content/uploads/planilhas/Carro_Despesas_medias_mensais_Prof_Elisson_de_Andrade_Dinheirama.zip" target="_blank">clique aqui para realizar o download</a>.</p>
<p>A partir de tal conhecimento, avançaremos na questão incorporando o custo médio mensal, calculado com auxílio da planilha, em uma análise de fluxo de caixa. Esse ferramental nos permitirá extrair conclusões muito importantes para as suas finanças pessoais.</p>
<p>Para uma melhor compreensão de como inserir o custo médio mensal de um carro em um fluxo de caixa de forma a planejar o orçamento doméstico, elaborei um vídeo que esclarece exatamente essa questão. Assista-o logo abaixo, e em seguida lançarei algumas questões para que você reflita sobre o assunto.</p>
<p><span id="more-6591"></span>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=yz5G-SGzrDA">http://www.youtube.com/watch?v=yz5G-SGzrDA</a></p>
<p>Utilizando-se do fluxo de caixa planejado para analisar as despesas relativas a possuir um carro, como exposto no vídeo, nota-se que é possível se prevenir contra alguns gastos significativos e que acabam por endividar boa parte da população que anda sobre quatro rodas.</p>
<p>Gostaria de destacar que os custos de se ter um carro ainda podem ser maiores se considerarmos outros dois fatores: <strong>depreciação e custo de oportunidade</strong>. Apesar de ambos não influenciarem diretamente o fluxo de caixa, também devem ser encarados como um custo.</p>
<p>A depreciação diz respeito ao valor do carro, que diminui ao longo do tempo, causando uma perda em seu patrimônio. Já o custo de oportunidade significa que o dinheiro da compra (à vista ou parcelada) poderia ser investido e você está deixando de ganhar juros com isso.</p>
<p>Outra questão pertinente quando se compara as situações de ter ou não um carro é <strong>considerar na análise alguns custos relativos à opção de não ter o carro</strong>. Dependendo da situação de cada pessoa, não ter um carro significa:</p>
<ul>
<li>Despesas com ônibus, trem, metrô, taxi etc;</li>
<li>Diminuição da agilidade de locomoção, implicando em desperdício de tempo (e isso também é um custo);</li>
<li>Diminuição no bem estar, que poderá ser transformado em valor monetário à medida que se pense: <em>“quanto estou disposto(a) a pagar pela conveniência de ter um carro?”</em>.</li>
</ul>
<p>O que estou querendo dizer é que não ter um carro não significa que seus custos serão zero com transporte. Existem os custos que impactam diretamente o fluxo de caixa (ônibus, metrô etc.) e aqueles relativos a cada pessoa (desperdício de tempo, diminuição do bem estar etc.).</p>
<p>Para concluir, lanço algumas questões para que você reflita e aprimore sua percepção financeira:</p>
<ol>
<li>No momento de tomar a decisão entre comprar ou não um carro (ou decidir qual modelo escolher), as despesas médias mensais influenciavam na sua escolha? Depois de ler esse artigo, essa questão passará a influenciá-lo?</li>
<li>Tente lembrar quantas pessoas você já conheceu, ao longo de sua vida, que fizeram um sacrifício imenso para ter o primeiro carro, ganharam os parabéns de toda a família pela “nova conquista”, mas geralmente ficaram com o carro parado na garagem por falta de dinheiro para colocar combustível, além do receio em sair por não ter dinheiro para pagar um seguro?</li>
<li>Ainda com relação à pergunta anterior, você acredita que o fato dessas pessoas não tomarem uma decisão técnica ao comprar seu primeiro carro, se deve, principalmente, a que fator: falta de conhecimento financeiro ou devido à emoção se sobressair à razão?</li>
<li>O que é mais difícil: ter disciplina suficiente para guardar dinheiro todo mês para fazer frente à despesas futuras ou a angústia de ver aumentar suas dívidas toda vez que o carro dá alguma despesa?</li>
</ol>
<p>Pense bem nessas questões, pois refletir é uma das melhores maneiras de exercitar sua inteligência financeira. Isso porque, a partir de uma opinião mais sólida sobre dinheiro, será mais fácil mudar a maneira como você lida com ele e toma suas decisões financeiras.</p>
<p>Boa sorte em suas finanças e vida pessoal. Até a próxima!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Elisson de Andrade</b>.<br>

Professor universitário e palestrante sobre Educação Financeira. Mestre e Doutorando em Economia Aplicada pela Universidade de São Paulo. Ganhador do prêmio BM&amp;FBOVESPA de melhor dissertação/tese sobre derivativos (2004). Autor do <a title="Blog do Professor Elisson de Andrade" href="http://www.profelisson.com.br">Blog do Professor Elisson de Andrade</a>. No Twitter: <a title="Siga o Prof. Elisson no Twitter" href="http://twitter.com/Prof_Elisson">Prof_Elisson</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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