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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; profissional</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; profissional</title>
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		<title>Você e o próprio negócio: o empreendedorismo perde força</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/22/voce-e-o-proprio-negocio-o-empreendedorismo-perde-forca/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 02:03:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitos brasileiros desejam independência través do próprio negócio, mas o empreendedorismo perde força e apresenta sinais de mudanças. O que é fato? O que é mito?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Você e o próprio negócio: o empreendedorismo perde força" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_voce_proprio_negocio_empreendedorismo_perde_forca.jpg" alt="Você e o próprio negócio: o empreendedorismo perde força" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Caros leitores, o título também me traz pesar. Mais do que isso, me assusta. Quando comecei a conceber esse texto, troquei algumas opiniões a respeito com parceiros e sócios, e de fato ali não observei sequer uma vírgula de desânimo, mas o universo empreendedor é muito grande e, por conta disso, alguns dados não podem passar sem o mínimo de observação.</p>
<p>Desde sempre escutei – e realmente presenciei todos os indícios – a máxima que coloca o Brasil como um dos países mais empreendedores do mundo. Uma gente criativa, impactada por múltiplas influências culturais, dotada de grande capacidade de adaptação a adversidades e invejável flexibilidade a circunstâncias.</p>
<p>E, como se não bastasse, um povo que ainda conta com um dos maiores <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2Fkb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">mercados<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> consumidores do mundo, além de um universo empresarial repleto de oportunidades e grande diversificação.</p>
<p><span id="more-7631"></span>Tudo absolutamente verdadeiro, assim como é efetivamente possível perceber o avanço do empreendedorismo como cultura e aspiração para jovens e também maduros, que anseiam independência e campo fértil para suas realizações e sonhos através das próprias “pernas” (empresas).</p>
<p>Mas alguns fatos merecem atenção. Segundo algumas pesquisas, a maioria dos profissionais já formados e em atividades, estudantes e donas de casa, declaram o desejo de ter serem seus próprios patrões, mas pouquíssimos se animam a pôr a ideia em prática. Ao que tudo indica , o impulso perdeu intensidade nos últimos anos.</p>
<p>Durante muito tempo, muito antes do glamour empreendedor, diante das inúmeras e recorrentes crises econômicas, muitos brasileiros enxergavam no negócio próprio uma rota de fuga da consequente escassez de empregos formais. Para mim, semanas antes da formatura, é inesquecível a imagem da aglomeração de alunos disputando um mural que não continha mais do que alguns poucos anúncios de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZW1wcmVnb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">emprego<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Algo impensável nos dias de hoje.</p>
<p>O tempo passou, o Brasil passou a usufruir das poucas e essenciais reformas que foram implementadas nos últimos 17 anos, recebendo impacto direto na criação de empregos formais. Com isso, observamos o surgimento e o fortalecimento de grandes grupos empresariais. Estes também, frutos de forte e saudável cultura empreendedora.</p>
<p>Mas a dinâmica econômica precisa ser sempre observada em perspectiva e, ao que tudo indica e apesar dos avanços claros, estamos “ficando pra trás”. Em um estudo divulgado pelo Banco Mundial em 2011, sobre a facilidade para abrir e conduzir negócios em 183 países, o Brasil ocupou o longínquo 126º lugar no ranking, entre a Bósnia e a Tanzânia.</p>
<p>Além dos obstáculos criados pela nossa ineficiente burocracia, existem as questões tributárias e os encargos trabalhistas que, consumindo 35% da renda nacional, põem medo em muita gente corajosa. A parte paradoxal dessa história é que, segundo alguns levantamentos, não obstante o crescimento observado nos últimos anos, o número de brasileiros que declaram desejar montar as suas próprias empresas vem declinando na medida em que os empregos formais ganham força.</p>
<p>A conclusão aqui é a de que não atingiremos os patamares desejados de competitividade, diversidade industrial e tecnológica sem um forte e estruturado espírito <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZW1wcmVlbmRlZG9yXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">empreendedor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> capaz de ser colocado em prática, em ação.</p>
<p>Esse mesmo espírito deve ser potencializado por incentivos e um cenário minimamente fértil para o seu fortalecimento – ou, quem sabe, menos hostil. Mais do que tudo isso, o empreendedorismo saudável deve ser cada vez mais uma opção e menos uma simples solução.</p>
<p>Você já tentou abrir uma empresa por aqui? É atualmente um empresário? Pretende ser? Como enxerga essa situação? Vamos discutir o tema com mais cuidado? Use o espaço de comentários abaixo. Obrigado e até o próximo.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama entrevista: Helenita Fernandes, Coordenadora Acadêmica do Ibmec</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/17/dinheirama-entrevista-helenita-fernandes-coordenadora-academica-do-ibmec/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2012/05/17/dinheirama-entrevista-helenita-fernandes-coordenadora-academica-do-ibmec/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 May 2012 15:05:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<description><![CDATA[Dinheirama entrevista Helenita Fernandes, do Ibmec, e fala dos cursos de especialização, MBA e como a formação continuada pode fazer a diferença na carreira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama entrevista: Helenita Fernandes, Coordenadora Acadêmica do Ibmec" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_entrevista_helenita_fer_coordenadora_ibmec.jpg" alt="Dinheirama entrevista: Helenita Fernandes, Coordenadora Acadêmica do Ibmec" align="left" hspace="2" vspace="2" />Sempre recebemos sugestões de leitores interessados em formação profissional. Afinal, o que devemos levar em consideração quando o assunto é uma especialização ou MBA, por exemplo? É sabido que em nosso país investir em qualificação costuma dar excelentes resultados – e isso vale para quem gosta da área de finanças também, é claro.</p>
<p>Para falar sobre isso, conversei com <strong>Helenita Fernandes</strong>, Coordenadora Acadêmica do <a title="Conheça o Ibmec Online" href="http://migre.me/97iOe" target="_blank">Ibmec Business School</a> e líder do Movimento RH. Tratamos basicamente de como o Ibmec enxerga a questão dos <a title="Conheça os cursos online do Ibmec" href="http://migre.me/96N3a" target="_blank">cursos de MBA online</a> voltados para finanças e projetos, bem como dos ganhos que cursos deste tipo podem agregar ao legado profissional do participante.</p>
<p>Confira como foi nosso papo:</p>
<p><strong>Helenita, vocês oferecem hoje cursos online voltados para profissionais qualificados. Quais os públicos-alvo dos <a title="Conheça os MBAs Online do Ibmec" href="http://migre.me/96N3a" target="_blank">MBAs Online</a> de Finanças e Gestão de Projetos, por exemplo?</strong></p>
<p><strong>Helenita Fernandes:</strong> O público-alvo de ambos é composto por profissionais formados nas mais diversas áreas, o que promove diversidade nas turmas e novos olhares para as muitas questões que são trabalhadas nas disciplinas dos cursos. Finanças e Projetos são áreas importantes dentro de qualquer empresa, portanto podem trazer diferenciais competitivos para profissionais de destaque que queiram aperfeiçoar-se nesses quesitos.</p>
<p><strong>As pessoas estão mais habituadas a aprender da maneira tradicional, com aulas presenciais. Quais os principais alicerces da metodologia usada para os cursos online?</strong></p>
<p><strong>H. F.:</strong> Para que haja uma construção coletiva do conhecimento, temos como base uma proposta metodológica que une processos pedagógicos, tecnologias interativas e ferramentas diversas, sempre acompanhadas de tutoria e participação ativa dos professores.</p>
<p>Nossos alunos contam com curso modular, conteúdo aprofundado preparado por professores-autores, mediação especializada e campus virtual com atividades síncronas (reuniões online em tempo real) e assíncronas (fóruns de discussão). Com tudo isso, possibilitamos o alcance dos objetivos propostos com qualidade e muita atenção ao aprendizado do aluno.</p>
<p><strong>Outra curiosidade de nossos leitores: como é feita a avaliação de aprendizagem dos cursos online?</strong></p>
<p><strong>H. F.:</strong> Nossas reuniões em tempo real e as discussões propostas através do campus virtual preparam os alunos, de maneira mais imediata, para a avaliação pedagógica, que é feita por meio de prova presencial e atividades online.</p>
<p><strong>Pensando no profissional que busca cursos de MBA, como essa qualificação pode gerar ganho e gerar diferenciais em sua carreira?</strong></p>
<p><strong>H. F.:</strong> O <a title="Conheça o MBA em Finanças" href="http://migre.me/97fak" target="_blank">MBA em Finanças</a> prepara os alunos para assumir posições de destaque na área financeira de grandes corporações, para atuar como administradores de fundos e carteiras, gestores de fundos de pensão ou executivos de bancos, para atuar em empresas de consultoria e auditoria ou ainda como consultores de investimentos.</p>
<p>Já o <a title="Conheça o MBA Executivo em Gestão de Projetos" href="http://migre.me/97fb0" target="_blank">MBA Executivo em Gestão de Projetos</a> desenvolve profissionais com visão abrangente e estratégica do ambiente de negócios, habilitados a gerenciar projetos de alta complexidade e com domínio das mais avançadas técnicas de gestão. Promove dinamismo nos processos cíclicos, pensamento integrado e ações focadas no alcance dos objetivos propostos.</p>
<p>Além disso, enfatiza o trabalho em equipe e mobiliza competências de comunicação e gera conhecimentos necessários para uma avaliação adequada da viabilidade financeira e do dimensionamento dos riscos em projetos.</p>
<p>Ou seja, são cursos focados em competências capazes cruciais dentro de suas áreas de atuação. Os diferenciais na carreira virão do maior conhecimento e da possibilidade de colocar em prática esse aprendizado, obtido em uma instituição reconhecida e respeitada pelo mercado.</p>
<p><strong>Escolher onde estudar faz muita diferença e sempre lembramos nossos leitores disso. Quais as vantagens do Ibmec em relação aos demais MBAs Online?</strong></p>
<p><strong>H. F.:</strong> Nossos professores online, em conjunto com nossos alicerces metologógicos, são nosso grande diferencial. Eles são essenciais para podermos oferecer um serviço educacional de alto nível, pois atuam com mediadores das turmas online e orientadores do estudo (com base em conteúdos desenvolvidos pelos professores-autores).</p>
<p>Além disso, também agem como coaches e dinamizadores da inteligência coletiva, além de possuírem ampla experiência acadêmica e de mercado. São pessoas reconhecidas, com extenso conhecimento prático e teórico do que ensinam.</p>
<p><strong>Como anda o mercado para os profissionais de Finanças e Gerência de Projetos? O que um MBA como este pode representar no futuro do aluno?</strong></p>
<p><strong>H. F.:</strong> O mercado está extremamente competitivo, e estar preparado e atualizado profissionalmente é uma exigência cada vez mais forte. O básico relacionado a cada uma das áreas é normalmente aprendido em cursos tradicionais de graduação, então o diferencial precisa vir na formação opcional do profissional.</p>
<p>Neste sentido, os cursos online que oferecemos vão além, pois trabalham competências inerentes a seus estudantes muito buscadas nas empresas, como disciplina, autonomia, fluidez digital e interação.</p>
<p><strong>Obrigado pela disponibilidade e parabéns pelo trabalho.</strong></p>
<p><strong>H. F.:</strong> Eu que agradeço pela oportunidade e os parabenizo por insistirem tanto, e com tanta qualidade, na educação financeira de nossos brasileiros. Convido o leitor a conhecer mais sobre nosso trabalho em <a title="Conheça melhor nossos cursos. Acesse." href="http://migre.me/97iOe" target="_blank">www.ibmeconline.com.br</a>. Com relação aos cursos mencionados, as inscrições se encerram amanhã, dia 18 de maio de 2012. Para matricular-se, use os links abaixo:</p>
<ul>
<li>Inscreva-se no <a title="Clique e inscreva-se" href="http://migre.me/97fak" target="_blank">MBA Online de Finanças (clique aqui)</a>;</li>
<li>Inscreva-se no <a title="Inscreva-se no MBA Online de Gestão de Projetos" href="http://migre.me/97fb0" target="_blank">MBA Online de Gestão de Projetos (clique aqui)</a>.</li>
</ul>
<p>Obrigada e até a próxima.</p>
<p>Crédito da foto: divulgação.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Conseguiu gastar menos? Que tal agora ganhar mais?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/27/conseguiu-gastar-menos-que-tal-agora-ganhar-mais/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 19:59:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio De Julio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Agora que você aprendeu e conseguiu gastar menos, como aproveitar a educação financeira para ganhar mais? Subir na carreira ou ter o próprio negócio fazem sentido?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Conseguiu gastar menos? Que tal agora ganhar mais?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_conseguiu_gastar_menos_que_tal_ganhar_mais.jpg" alt="Conseguiu gastar menos? Que tal agora ganhar mais?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Esse artigo é dedicado àqueles que conseguiram controlar seus gastos, que adquiriram (pelo menos até esse instante) bons hábitos financeiros e saíram do vermelho. Isso é ótimo, ainda mais com os altos índices de inadimplência que temos atualmente no Brasil. Ter as contas em dia é poder dormir melhor, se concentrar mais no trabalho e até ter um <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cmVsYWNpb25hbWVudG9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-64">relacionamento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> mais tranquilo.</p>
<p><strong>Mas, e depois? O que vem depois das contas em dia? Parar de dever é o suficiente?</strong><br />
Se hoje você consegue enxugar seus gastos até o seu orçamento dar conta e sobrar uma pequena parte, você pode até ter o sono dos deuses (o que é ótimo para a saúde), mas infelizmente pode estar bloqueando o seu <strong>“desenvolvimento consumista”</strong>. Esse é um termo novo e pode soar um pouco estranho, mas resumidamente, seria o mesmo que “limitar o horizonte dos seus sonhos”.</p>
<p>Nós vivemos de sonhos: sonhamos em conhecer lugares novos, ter um carro melhor, roupas melhores, uma casa melhor e por ai vai. Assim como os animais se desenvolvem para subir na cadeia alimentar, nós nos desenvolvemos financeiramente para gastar (e comer está incluso) melhor. De certa forma, é como a lei do mais forte, quanto mais recursos nós temos, mais podemos ter.</p>
<p><span id="more-7558"></span><strong>Que tal ganhar mais?</strong><br />
A saída para você ter mais recursos é partir para o passo seguinte dentro da “escala evolutiva”, que é ganhar mais. Existem algumas maneiras de fazer isso acontecer: receber uma herança, lançar uma música “chiclete” no mercado e ela explodir nas rádios, jogar bola muito bem, casar com alguém rico, ganhar na loteria, partir para o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZW1wcmVlbmRlZG9yaXNtb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">empreendedorismo<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> ou subir na carreira.</p>
<p>Vamos focar nas duas últimas. Tanto subir na carreira quando se tornar um empreendedor requer uma certa dose de ousadia e disposição para assumir riscos. Às vezes, a empresa atual se torna pequena para nossas ambições e é necessário largar o conforto daquele emprego “seguro” por outro, desconhecido.</p>
<p>Abrir uma empresa requer não só coragem, mas muitos cálculos, um bom plano de negócios e sangue frio para a emoção não atrapalhar. Ter o negócio próprio implica gerenciar e lidar com funcionários, contabilidade e outros temas relacionados às melhores práticas de gestão empresarial.</p>
<p><strong>Educação financeira é fundamental!</strong><br />
Em ambos em casos, a educação financeira é que vai permitir que você dê esse passo. Imagine um time de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZnV0ZWJvbF8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">futebol<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> sem reservas, que só pode contar com seus jogadores titulares. Ele tem que torcer para ninguém se machucar. O mesmo acontece com quem deseja evoluir e ganhar mais. Nem sempre as coisas acontecem na velocidade que desejamos e é através de nossas reservas que a evolução terá tempo suficiente para acontecer.</p>
<p>A educação financeira não é somente a chave para um sono tranquilo. É a chave também para o seu futuro. Sucesso e até a próxima!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Antonio De Julio</b>.<br>

Instrutor da MoneyFit, conselheiro da Associação Comercial de São Paulo e co-autor do livro "Por dentro da Bolsa de Valores".<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Os meus votos e alguns pedidos para 2012</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/12/27/os-meus-votos-e-alguns-pedidos-para-2012/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 15:34:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Ano Novo]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
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		<description><![CDATA[Receba os votos de um Feliz 2012, mas também a responsabilidade de lutar por um ano melhor. Conheça os desafios e oportunidades do Brasil na economia e no cotidiano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Os meus votos e alguns pedidos para 2012" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_meus_votos_alguns_pedidos_2012.jpg" alt="Os meus votos e alguns pedidos para 2012" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>No final do ano passado, quando 2010 chegava aos seus últimos dias, publiquei aqui uma matéria na qual declarava um conjunto de pedidos para o ano que estava chegando. Foi um desabafo consciente de quem, apesar do tom eventualmente irônico e do humor cáustico presente na maioria dos textos, crê e muito na força transformadora da sociedade brasileira e dos seus empreendedores e amantes da livre iniciativa, essa gente corajosa.</p>
<p>Mas, agora estamos aqui, no final do ano para o qual fiz aqueles pedidos todos. E 2012 começa a bater na porta &#8211; e com ele seus desafios, venturas e desventuras.</p>
<p>Em um ano, muita coisa mudou. No campo político, uma normalidade pouco a pouco se estabelece, o que não quer dizer que estejamos satisfeitos com a troca de parcela tão significativa de ministros por conta de denúncias de corrupção. Mas ela se estabelece na medida em que o senso crítico e a indignação voltam a tomar conta do consciente coletivo, o que fortalece o sistema democrático e, por final, as próprias instituições.</p>
<p><span id="more-6973"></span>Na economia, apesar do atoleiro europeu e norte-americano, estamos nos mantendo, mais maduros ao que parece. Pouco a pouco, não tenho mais escutado os berros e sanfonas ufanistas do Brasil potência, mas no seu lugar surge um sentimento de nação estruturada, realista, com menos samba, menos fanfarra e mais realidade e percepção sobre o valor do dever de casa que deve ser feito sempre (e que nunca chega ao fim).</p>
<p>Neste campo, o ano de 2012 não parece prometer grandes comemorações. A história recente (eu vivi na pele tanto a crise dos anos 90 como as do início deste século) mostra que a nossa capacidade de surpreender expectativas econômicas são mesmo surpreendentes. Certamente chegaremos bem ao final do ano que vai começar.</p>
<p>Mas há muito ainda para evoluirmos. Nos falta o senso de cobrança que um contribuinte honesto deve ter. Aquela altivez diante do Estado e suas instituições, que não as deixa de respeitar, mas que contém no seu conjunto um ceticismo saudável misturado a uma boa dose de severidade e baixa tolerância diante da ocorrência dos desmandos, dos desatinos e da ridícula incompetência. Sim, leitor, somos tolerantes demais.</p>
<p>Por fim, consciente de que a vida econômica e empresarial se dá no dia-a-dia, num conjunto de pequenos gestos, atitudes, fatos e ocorrências, me reservo direito de repetir abaixo os mesmos pedidos que fiz ao final de 2010. Mais uma vez, sei que vou incomodar alguns, arrancar gargalhadas de outros, mas também sei que muitos se identificarão com a minha lista absolutamente genuína de resoluções de Ano Novo:</p>
<ol>
<li><strong>Que não sejamos constantemente abordados por modinhas de gestão</strong> cuja importância se dilui na mesma intensidade com que são anunciadas;</li>
<li><strong>Que as pessoas envolvidas com o mundo dos negócios abandonem o uso irresponsável e massacrante do gerúndio</strong> em suas comunicações. Algo como: “Estamos fazendo, alinhando, providenciando”, usados sempre para criar a imagem de movimento e ação para algo que já se sabe totalmente paralisado ou engavetado;</li>
<li><strong>Que as empresas abandonem a instabilidade como cultura permanente</strong> e passem a entendê-la como um problema a ser resolvido e não como uma solução ou qualidade sem nexo algum. E, em consequência, que nunca mais escutemos em uma reunião ou encontro de negócios expressões do tipo “Sou um cara movido por mudanças”, como se a mesma representasse um adjetivo qualitativo;</li>
<li><strong>Que o desempenho cênico nunca mais vença o fato</strong>. Que ninguém se permita ser persuadido ou seduzido pela oratória ou capacidade de expressão de alguém, mas sim convencido pela clareza dos fatos apresentados e pela lógica dos argumentos;</li>
<li><strong>Que o mundo empresarial abandone a ideia de que a política é lugar apenas para políticos profissionais, sindicalistas, ativistas ou agitadores desta ou daquela tendência</strong>. É justamente por essa falta de participação e engajamento que vivemos no Brasil, absurdos como: a) Meses para se abrir uma empresa; b) Uma massacrante burocracia para se tirar qualquer ideia empreendedora do papel; c) Uma legislação trabalhista absolutamente antiquada e desestimulante para a geração de empregos formais; d) Uma brutal insegurança jurídica; e e) A maior carga tributária do planeta, sem retorno em benefícios públicos. (Não para por aqui, existem muitos outros);</li>
<li><strong>Que tenhamos mais personalidade e altivez</strong>, longe do nacionalismo barato, mas abandonando de vez, ou sempre que possível, o hábito de usar outros idiomas para expressar ideias, conceitos ou o que quer que seja, estimulando com isso o neo-analfabetismo (dificuldade de expressão no idioma nativo, verificado em pessoa dotada de instrução);</li>
<li><strong>Que as reuniões sejam objetivas e estruturadas</strong>, sem espaço para ações performáticas ou recitais de frases de efeito, deixando as artes cênicas para o momento apropriado;</li>
<li><strong>Que chefes sejam simplesmente bons chefes</strong>, dotados de aptidões para a liderança (já estaria de bom tamanho), sem as propaladas pretensões rocambolescas de se tornar “O Líder”, “O Grande Líder” ou quem sabe “O Grande Timoneiro”;</li>
<li><strong>Que tenhamos um pouco mais de autoconfiança</strong>, tratando com naturalidade as opiniões divergentes, as críticas ou embates de natureza profissional, fazendo com que essa atitude saia do discurso e entre para a vida real;</li>
<li><strong>Que ninguém seja cobrado para ser politicamente correto</strong>, mas estimulado a dizer a verdade, a ser honesto, mesmo que não agrade;</li>
<li><strong>Que abandonemos as frases feitas e o lugar comum</strong> em troca de cultura, aprofundamento e senso de precisão.</li>
</ol>
<p>Com muita esperança e os meus melhores votos, que venha 2012!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Marcelo Cuellar, Headhunter na Michael Page</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/11/01/dinheirama-entrevista-marcelo-cuellar-headhunter-na-michael-page/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 18:55:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<description><![CDATA[Marcelo Cuellar, Headhunter na Michael Page, fala da escolha da profissão, do desenvolvimento da carreira e da importância de ficar atento às oportunidades.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Marcelo Cuellar, Headhunter na Michael Page" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_entrevista_marcelo_cuellar_headhunter_michael_page.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Marcelo Cuellar, Headhunter na Michael Page" align="left" hspace="2" vspace="2" />Que rumo tomar quando o assunto é nossa carreira? Você, jovem leitor, já deve ter se questionado bastante sobre suas escolhas profissionais. Acontece sempre, não é mesmo? Tivemos a oportunidade de conversar sobre isso com <strong>Marcelo Cuellar</strong>, administrador pela Universidade Federal do Paraná, pós-graduado em Recursos Humanos pelo Instituto Presbiteriano Mackenzie em São Paulo e <a title="Conheça o Blog do Cuellar" href="http://vocesa.abril.com.br/blog/marcelo-cuellar/" target="_blank">blogueiro do site da Revista Você S/A</a> (Ed. Abril).</p>
<p>Marcelo Cuellar faz parte do corpo gerencial da <strong><a title="Conheça a Michael Page" href="http://www.michaelpage.com.br/" target="_blank">Michael Page</a></strong>, consultoria multinacional de recrutamento de executivos, onde é responsável por projetos em empresas dos mais variados segmentos da economia, diferentes culturas organizacionais, nacionais e multinacionais. Cuellar é também músico, com muitos cursos completos relacionados ao tema, como harmonia, improvisação, teoria musical, história da música entre outros.</p>
<p>As transformações pessoais ao longo da carreira e a necessidade de fazer algo que traga retorno financeiro e emocional desperta excelentes discussões nas rodas de amigos. Cuellar deu sua opinião sobre isso nesta entrevista. Acompanhe nosso papo e faça contato com o autor pelo <a title="Siga o Cuellar no Twitter" href="http://www.twitter.com/marcelocuellar" target="_blank">@marcelocuellar</a> (<em>Twitter</em>) e através de seu <a title="Acesse o perfil no LinkedIn" href="http://br.linkedin.com/in/marcelocuellar" target="_blank">perfil no LinkedIn</a>.</p>
<p><span id="more-6764"></span><strong>Marcelo, recentemente perdemos Steve Jobs, uma pessoa com uma trajetória profissional brilhante. Ele criou uma cultura que transformou a forma como as pessoas lidam com informática e influenciou toda uma geração. No famoso discurso aos formandos da Universidade de Stanford, Jobs mostra a importância de trabalhar naquilo que realmente se faz com amor. Em sua opinião, trabalhar com o que se gosta é indispensável para se tornar um profissional de sucesso? Por quê?</strong></p>
<p><strong>Marcelo Cuellar:</strong> Indispensável é uma palavra forte, mas com certeza faz toda a diferença. Parafraseando Confúcio, <em>“se você trabalhar naquilo que você gosta, nunca mais precisará trabalhar”</em>.</p>
<p>Imagine você trabalhar em alguma coisa que você faria até de graça! Agora imagine ainda alguém pagar você para fazer isto! É talvez como se sente o Ronaldinho Gaúcho. Pagam – e muito bem – para ele fazer o que ele ama. É o que acredito que todos devem ter como ideal profissional.</p>
<p><strong>Muito se fala da Geração Y e seu desapego com as corporações. Existe a ideia de que as pessoas dessa geração lidam com a troca de emprego de uma forma diferente (nem só o salário importa). Essa imagem é realmente verdadeira? O que levou a termos uma transformação significativa entre as gerações X e Y?</strong></p>
<p><strong>M. C.:</strong> Não sou um especialista no tema Geração Y, mas acredito que independente da geração, o mundo hoje busca o equilíbrio como nunca visto antes. Há protestos em <em>Wall Street</em> contra os banqueiros, novas seitas e religiões surgindo, explosão da venda dos livros de auto-ajuda e muito mais. Não acho que é uma exclusividade da Geração Y.</p>
<p>Além disso, o mundo nunca ofereceu tantas oportunidades como hoje. Com um clip feito em casa você pode fazer sucesso no mundo todo via <em>YouTube</em>, por exemplo. Mixar seu próprio CD ou mesmo montar e distribuir um filme nunca foram atividades tão acessíveis. Assim, a geração dos jovens de hoje (Y) não sabe qual alternativa seguir. O mundo corporativo é só mais uma entre todas as oportunidades que um jovem talentoso possui hoje para aproveitar tudo o que o mundo oferece.</p>
<p><strong>Um dos principais gargalos para o crescimento do Brasil é a falta de mão de obra especializada. Como as empresas estão “remediando” essa situação? Importar mão de obra de outros países já é uma tendência?</strong></p>
<p><strong>M.C.:</strong> Importar já é uma realidade, mas a legislação brasileira – para o bem e para o mal – apresenta diversos entraves. O que as empresas têm feito é treinar na base e apostar em um número de retenção que faça sentido pelo investimento feito. Retenção também é um tema muito discutido.</p>
<p>O gap entre a necessidade das empresas e a oferta de mão de obra especializada faz com que as empresas apostem no treinamento de qualidade e acelerem a carreira dos profissionais. Nunca se viu tantos gestores novos como hoje. Como tudo na carreira e na vida, isto tem seu lado bom e ruim.</p>
<p><strong>Muitos de nossos leitores são jovens que estão terminando a graduação, se preparando para entrar no mercado de trabalho. Qual o caminho para encontrar uma boa colocação? Os programas de <em>trainee</em> podem oferecer um desenvolvimento interessante? O que mais?</strong></p>
<p><strong>M.C.:</strong> Programa de <em>Trainee</em> não é garantia de sucesso, mas pode ser uma boa porta para quem busca crescer no mundo corporativo. Mas, como eu disse antes, o mundo corporativo é apenas uma das alternativas existentes hoje para jovens brasileiros. O Brasil precisa de muitas outras profissões que nem sempre são abarcadas pelo mundo corporativo.</p>
<p>A dica para encontrar uma boa colocação é fazer algo que você goste. É um pouco do que conversamos no começo da entrevista. Com isso, o sucesso é quase garantido.</p>
<p>E outra coisa: gente talentosa <strong>vai</strong> fazer sucesso, independentemente de empresa ou profissão. O Brasil vive um momento único e precisa de gente talentosa em várias áreas do conhecimento. Lembrando também que o crescimento hoje se dá mais fora do eixo Rio-São Paulo. Tem muita oportunidade fora dos grandes centros.</p>
<p><strong>E as sempre muito comentadas “profissões do futuro”? Existem áreas que podem ser destaques e oportunidades de “ouro” para quem puder ainda escolher esse caminho? Basta escolher? E como ficam a afinidade e o talento para a profissão?</strong></p>
<p><strong>M.C.:</strong> Você pode ter sua aptidão ou talento alinhado às profissões do futuro. O envelhecimento da população é um fato. Isto não quer dizer que só haverá médicos e casas de repouso. Idosos precisarão de Internet, diversão, informação de fácil acesso e entendimento, consultoria financeira, alimentação balanceada, como hoje, apenas com outra orientação.</p>
<p>É o mesmo com o segmento de Óleo e Gás após a descoberta do pré-sal. É lógico que algumas profissões ficaram mais atrativas, mas diversas outras profissões também foram positivamente impactadas com o pré-sal. Tome o exemplo dos pilotos de helicópteros. Volto a dizer: gente talentosa sempre vai enxergar as oportunidades e aproveitá-las.</p>
<p>As dicas são:</p>
<ol>
<li>O caminho se faz ao caminhar. Por isso comece a andar agora;</li>
<li>Errar faz parte. Mas só valem erros novos;</li>
<li>Nunca é tarde para mudar. Por isto não há uma responsabilidade de escolher agora a profissão da vida toda. Até porque, segundo estudos, ela deve mudar no mínimo sete vezes ao longo da vida.</li>
</ol>
<p><strong>Como você disse, é cada vez mais comum encontrarmos profissionais que, no meio da vida profissional, resolveram mudar de carreira. A que devemos esse movimento? Qual o caminho apropriado para quem se decide por esse caminho?</strong></p>
<p><strong>M.C.:</strong> Tem um texto no meu blog, <a title="Leia o texto completo" href="http://vocesa.abril.com.br/blog/marcelo-cuellar/?p=152" target="_blank">“Quero mudar de carreira. E agora?”</a>, que fala justamente sobre isso. Querer mudar de profissão vai ser cada vez mais normal. Como falei anteriormente, as possibilidade são muitas e serão cada vez maiores. O mundo ficou menor, as distâncias encurtaram e as possibilidades se multiplicaram.</p>
<p>Como falo no artigo, o caminho a trilhar não é o ímpeto nem a decisão emocional. É preciso refletir. Mas só refletir também não dá, até porque você nunca terá todas as respostas. A ação é o mais importante. Há <a title="Leia os comentários" href="http://vocesa.abril.com.br/blog/marcelo-cuellar/?p=152#comments" target="_blank">comentários bem interessantes</a> no texto que indiquei, em específico de gente que tentou e conseguiu!</p>
<p><strong>Marcelo, muito obrigado pela entrevista e parabéns pelo seu excelente trabalho. Por favor, deixe uma mensagem final para nossos leitores.</strong></p>
<p><strong>M.C.:</strong> O Brasil vive um momento único e muito positivo. Há oportunidades em todos os lados, mas é preciso ousar. O nosso momento chegou e precisamos agarrá-lo e agora! Bora fazer sucesso! Parabéns a vocês pelo trabalho sensacional e obrigado pela oportunidade. Até a próxima.</p>
<p>Foto: <strong>divulgação</strong>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Arrisque! A importância dos riscos na busca por melhores resultados</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/10/07/arrisque-a-importancia-dos-riscos-na-busca-por-melhores-resultados/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 19:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Risco e Retorno]]></category>
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		<description><![CDATA[Arrisque se quer realizar seus sonhos e atingir o sucesso merecido. Entenda a importância dos riscos na busca por melhores e mais duradouros resultados. Vença o medo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="Arrisque! A importância dos riscos na busca por melhores resultados" src="http://dinheirama.com/files/2011/10/dinheirama_arrisque_importancia_dos_riscos_busca_melhores_resultados.jpg" alt="Arrisque! A importância dos riscos na busca por melhores resultados" align="left" hspace="2" vspace="2" />Bruna</strong> comenta: <em>&#8220;Navarro, tenho uma carreira bastante promissora, mas meu desejo de mudar e arriscar ser feliz com um projeto diferenciado parece falar mais alto. No entanto, sou muito criticada quando decido abordar esta possível decisão com meus amigos e familiares. Já li que você passou por inúmeras mudanças em sua vida (fim de casamento, mudança total de carreira, problemas de saúde etc.) e gostaria de sua opinião sobre minha história. Como você se sentiu ao ter que enfrentar o risco, sem saber que resultados ele traria? Obrigada&#8221;</em>.</p>
<p>A abordagem tradicional do crescimento pessoal, que objetiva ações baseadas no conceito de causa e efeito – “faço isso, estudo aquilo e passo a ganhar mais” –, não deve ser levada ao pé da letra por quem pretende viver uma verdadeira guinada financeira. Enriquecer e atingir a independência financeira contando apenas com o salário é tarefa que poucos conseguem atingir, basta observar a realidade à sua volta.</p>
<p><span id="more-6663"></span>Apresento com mais intensidade essa opinião no artigo <a title="Sucesso, riqueza e bem-estar: só iniciativa não basta para vencer!" href="http://dinheirama.com/blog/2011/09/29/sucesso-riqueza-e-bem-estar-so-iniciativa-nao-basta-para-vencer/" target="_blank">“Sucesso, riqueza e bem-estar: só iniciativa não basta para vencer!”</a>, publicado semana passada. Hoje quero aprofundar o tema tratando de um aspecto pouco discutido nos papos sobre dinheiro: a importância de correr riscos! Convido-o a uma reflexão sincera sobre seus passos pessoais e profissionais. <strong>Quando foi que você realmente se arriscou a fim de encarar uma mudança?</strong> Qual foi o resultado?</p>
<ul>
<li><em><strong>“Não deu certo!”</strong></em>. Fracassou? Ok, as saídas são: lamentar-se, encontrando culpados por todo lado, escondendo-se atrás de desculpas de toda ordem e abrindo mão de suas responsabilidades, ou investigar as causas do insucesso, fortalecer os pontos que contribuíram com a ruína e tentar de novo. Aceitar a frustração reduz a ansiedade e torna mais humana a tarefa de “digerir” as trombadas;</li>
<li><strong><em>“Boas oportunidades surgiram”</em></strong>. Extraiu algo de positivo? Excelente. Assumir riscos então contribui para o amadurecimento e possibilita que exploremos melhor todas as nossas capacidades. Assusta, mas enriquece;</li>
<li><strong><em>“Não mudou nada”</em></strong>. Tem certeza? A tentativa de mudar e o risco corrido também não fizeram mal algum, certo? Logo, correr riscos desejando e trabalhando por algo melhor certamente agrega valor, ainda que seja “apenas” como amadurecimento e experiência.</li>
</ul>
<p>Riscos são oportunidades de alcançar resultados diferentes a partir de decisões igualmente diversas. Não há um manual que ensina quem e quando devemos arriscar. Cada pessoa tem seus anseios e desejos e também seu grau de aversão ao risco, mas é importante que estes fatores sejam coerentes. Afinal, o conflito entre o tamanho de nossos sonhos e nossa determinação de arriscar para conquistá-los está entre as razões principais de sérios problemas emocionais.</p>
<p><strong>Encare o risco de forma prática!</strong><br />
Se jogar-se diante de oportunidades que exigem desprendimento ainda lhe parece uma decisão difícil, tente parametrizar sua abordagem de uma forma mais objetiva:</p>
<ul>
<li><strong>Ouça com atenção ao que os outros têm a dizer, mas decida-se sozinho.</strong> Participe ativamente dos círculos familiares e profissionais, mas faça-o de forma inteligente. Isto é, evite o ímpeto de avançar com suas verdades prontas e procure escutar mais que falar. Depois, filtre bem que informações são realmente relevantes para o que você pretende fazer e dê o passo por conta própria; você precisa ser capaz de arcar com as consequências de seus atos;</li>
<li><strong>Informe-se sobre oportunidades de gerar renda extra.</strong> Comece a pensar “fora da caixa” e envolva-se com as chances de abrir seu próprio negócio, investir mais etc. Você já visitou o SEBRAE de sua cidade/região? Já leu algum livro ou material que detalha as alternativas de investimento disponíveis no Brasil hoje? Tenha certeza de que seu desejo de transformação não é apenas uma tentativa de distanciar-se da realidade, dos problemas cotidianos. Em outras palavras, conheça o mundo real relacionado com a atividade que pretende exercer e veja se você tem o perfil para ela;</li>
<li><strong>Discorra e analise as possíveis consequências antes de arriscar.</strong> Gosto bastante de responder a três questões antes de dar um passo rumo ao novo: o que de bom pode acontecer? O que de ruim pode acontecer? Qual dos dois cenários é o mais provável? Funciona assim: eu reúno todas as informações possíveis e que julgo importantes para responder a essas perguntas e vou adiante só quando o quadro me traz confiança.</li>
</ul>
<p>Se você interpretou adequadamente este pequeno artigo, percebeu que ele é um convite à mudança. Quero que você leve em conta sua atual situação e questione-se: estou acomodado e contando mais com os outros que comigo mesmo para atingir minha independência financeira? <strong>Sou definido por minha luta e disciplina para correr atrás do meus objetivos ou pelo meu contracheque?</strong></p>
<blockquote><p>“Não há nada de errado em ter um contracheque estável, a não ser que ele interfira na capacidade que você possui de ganhar o que merece. É neste ponto que está o problema: ele geralmente interfere. Nunca estabeleça um teto para os seus rendimentos” – <strong>T. Harv Eker</strong></p></blockquote>
<p><strong>Faça, apesar do medo!</strong><br />
A sensação de que as coisas podem dar muito erradas ou os conselhos dos mais chegados tentando dissuadi-lo da arriscada decisão pesam, mas refletem expectativas externas. Em geral, a sociedade espera que você falhe &#8211; os que adoram apontar o dedo e dizer <em>&#8220;Não falei?&#8221;</em> são maioria, infelizmente. Se você acredita no potencial do projeto/ideia e está preparado para, dando certo ou errado, insistir e assumir responsabilidades, agradeça as interferências e use-as como motivação.</p>
<p>Gosto da história de um pamonheiro aqui da cidade, que antes trabalhava como operador de máquinas na indústria. O nascimento dos filhos aumentou o custo de vida e, ao lado de sua esposa, ele decidiu arriscar-se em um antigo hobby familiar: produzir pamonhas, mas dessa vez para vender. Durante algum tempo, ele manteve os dois trabalhos. Hoje o casal fatura quase cinco vezes mais que na época da indústria, ele tem mais tempo com a família e um padrão de vida melhor. Ele arriscou.</p>
<p><strong>Então mãos à obra!</strong> É hora de tirar da gaveta aquele plano de negócios, fazer o tão falado curso de extensão, começar logo a graduação na nova carreira, investir naquela sociedade e por ai vai. O que você quer fazer? Precisa de autorização para isso? Está esperando o quê?</p>
<p>Convido todos os leitores a contar qual é seu modo de encarar os riscos. Eles influenciam sua tomada de decisões? Você já arriscou? O que fez? Se não teve coragem, por quê ainda é reticente em relação a tentar mudar? Use o espaço de comentários abaixo e também o Twitter para alongarmos esse papo: sou o <strong><a title="Siga-me no Twitter" href="http://www.twitter.com/Navarro" target="_blank">@Navarro</a></strong> por lá.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Trabalho em casa: como lidar com distrações no Home-Office</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/10/03/trabalho-em-casa-como-lidar-com-distracoes-no-home-office/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 17:08:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Borin Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Como evitar distrações e problemas com a opção de trabalho em casa, ou home office? Disciplina, foco, local de trabalho apropriado e gestão do tempo são fundamentais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Trabalho em casa: como lidar com distrações no Home-Office" src="http://dinheirama.com/files/2011/10/dinheirama_trabalho_em_casa_como_lidar_distracoes_home_office.jpg" alt="Trabalho em casa: como lidar com distrações no Home-Office" align="left" hspace="2" vspace="2" />Trabalhar em casa pode parecer, à primeira vista, um sinônimo de produtividade: sem perdas de tempo com trânsito, sem distrações de colegas, sem chefes com exigências de última hora, autonomia total nos horários etc. Enfim, um paraíso. Porém, ao trabalhar em casa, qualquer profissional se depara, rapidamente, com um enorme desafio: <strong>a disciplina para manter o foco e para evitar tanto desgaste como distrações</strong>.</p>
<p>Pensando nisso, listo aqui algumas sugestões para escapar de tentações enquanto em <em>Home-Office</em>:</p>
<p><strong>Não misture lazer com trabalho</strong><br />
Mesmo que você tenha montado seu escritório num cômodo específico da casa, é imperativo que ele seja usado apenas para o trabalho. Mantenha a área de lazer separada – e isso inclui a televisão, videogames e outras formas de entretenimento. O seu ambiente de trabalho deve ser separado ao máximo em sua casa e sua família deve ser educada para respeitar o seu horário de trabalho.</p>
<p><span id="more-6643"></span><strong>Estabeleça pausas regulares</strong><br />
Sabe aquela hora do cafezinho, quando você trabalhava no escritório? Pois é, ela é fundamental para manter a sua produtividade. Mesmo estando em casa, você não deve abdicar dela.</p>
<p><strong>Configure a Internet para trabalhar</strong><br />
Existem várias formas de driblar a avalanche de distrações que a Internet oferece, desde evitar o uso de aplicativos que causam interrupções constantes até sistemas de rastreamento do tempo despendido nas tarefas.</p>
<p>O mais importante é definir horas certas para lidar com os sistemas de mensagens instantâneas, reduzir o número de vezes que você checa seu email e responde suas mensagens, separar tempo para pesquisar conteúdo na web e também para se atualizar com as notícias de seu setor. Tudo isso inserido numa rotina que amplie sua produtividade.</p>
<p><strong>Não se torne um &#8220;Super-homem&#8221;</strong><br />
Lembre-se que mesmo trabalhando em casa, você será mais produtivo se mantiver seu foco no que é importante e no que faz bem. Transfira para a secretária da empresa ou mesmo para um assistente virtual todas as tarefas (principalmente os afazeres pessoais que pipocarão à volta de seu <em>home-office</em>), além das coisas que tomam tempo e que não precisam ser executadas por você.</p>
<p>Com isto, além de hábitos saudáveis que melhorarão sua qualidade de vida, você manterá níveis de produtividade acima da média, o que será algo positivo pra você e para sua empresa. Se você utiliza de outras técnicas para manter sua concentração em casa, por favor compartilhe-as conosco no espaço de comentários. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Alexandre Borin Cardoso</b>.<br>

CEO da Prestus®, empresa inovadora e pioneira mundial no conceito de Clube de Serviços, com Assistentes Pessoais 24h/dia e Consultores para apoiar profissionais de alta-performance. Formado pela UNICAMP em Engenharia Elétrica, pós-graduado em Marketing e MBA Executivo pelo IBMEC.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A política e você: a omissão jamais será lucrativa</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/09/16/a-politica-e-voce-a-omissao-jamais-sera-lucrativa/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/09/16/a-politica-e-voce-a-omissao-jamais-sera-lucrativa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 14:30:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[As pessoas pró-ativas e engajadas parecem cada vez menos se interessar pela política. Sobram os inaptos. Por que isso é perigoso e o que deve mudar para garantirmos um futuro melhor?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A política e você: a omissão jamais será lucrativa" src="http://dinheirama.com/files/2011/09/dinheirama_a_omissao_jamais_sera_lucrativa.jpg" alt="A política e você: a omissão jamais será lucrativa" align="left" hspace="2" vspace="2" />Caro leitor, desde muito cedo na jornada profissional, seja ela no mundo corporativo ou empresarial, aprendemos o valor da iniciativa. O valor da não passividade, a aversão ao comodismo. Com isso, ao longo do tempo foi-se construindo uma cultura de ativismo no trabalho, onde os acomodados passaram a ser (evidentemente que sempre foram) rotulados com o carimbo do baixo potencial. Por outro lado os profissionais tidos como ativos foram selecionados para ser a ponta de lança em um universo de implacável competição.</p>
<p>Esses últimos, também rotulados, receberam um carimbo diferente, carregando nas costas a responsabilidade pelos riscos, pelas derrapadas e pelas trombadas. Sim, a vida desses abnegados não é nada fácil e um dos maiores riscos que enfrentam é justamente o do não reconhecimento. Mas mesmo assim, corajosos, decidiram protagonizar e com isso alimentar o pavor de serem coadjuvantes.</p>
<p>Recentemente, esse ser ativo, destemido e voluntarioso – aqui excluo os acomodados de sempre, pois destes pouco se espera mesmo – passou a carregar, nas mesmas costas onde se alojam seus rótulos, alguns pesos extras. Então, pouco a pouco, não bastava mais ter iniciativa, era necessária também a consciência socioambiental. Não bastava mais ter coragem para tomar decisões e disposição para trabalhar onze horas por dia, era importante também se dedicar a algum trabalho voluntário.</p>
<p><span id="more-6568"></span>Não bastava arcar com a tradicional forte tributação brasileira (sempre acompanhada da tradicional falta de retorno em serviços públicos de qualidade), mas também lidar, não apenas com o seu brutal crescimento, mas também com a equação inversamente proporcional da queda acentuada na qualidade dos mesmos serviços públicos.</p>
<p>Como consequência, diante de tantas cobranças e atribuições, e seguro de seu legítimo (e bem vindo, aproveito para deixar bem claro) empenho socioambiental &#8211; se não em trabalho voluntário, ao menos em sensibilidade ao tema –, pouco a pouco se distanciou do universo onde as grandes decisões com impacto direto na sua vida privada, familiar e empresarial são tomadas: o universo público-político.</p>
<p><strong>Política.</strong> Queiram ou não, é nela que a decisão sobre os impostos que você paga são tomadas. É nela que, por descuido ou conveniente esquecimento, nenhuma decisão ou iniciativa é tomada para melhorar os serviços públicos pelos quais você paga.</p>
<p>Não é em outro lugar que, vez ou outra, surge a ideia “brilhante” de criar mecanismos de censura à imprensa, para que você não possa acompanhar em profundidade (e talvez nem saber da existência) escândalos e desvios efetivados com o dinheiro pago com as suas onze horas diárias de trabalho.</p>
<p>É ali que surgem as determinações com força de lei que influem na forma como você deve ou não criar seus filhos. É ali que, vira e mexe, surge a ideia de um novo imposto, uma nova taxa, uma nova obrigação para o seu dia-a-dia tão tranquilo. É lá que, por displicência, a concorrência desleal, e eventualmente ilegal, pode simplesmente não ser devidamente reprimida.</p>
<p>Evidentemente que a preocupação e o engajamento ambiental são não apenas legítimos e bem vindos, mas também necessários. Da mesma forma, o trabalho voluntário é preciso, até porque existem circunstâncias emergenciais &#8211; é muito louvável que alguém tenha a desprendimento de se dedicar a isso, sem se preocupar com o retorno, a não ser o de conviver em uma comunidade mais equilibrada e justa.</p>
<p>Mas chamo a atenção para que essas pessoas, as de iniciativa, as protagonistas cuja saga tentei descrever no início do texto, <strong>não se omitam em relação à política</strong>, as causas públicas de uma forma geral. Vivemos, felizmente, em uma democracia, mas é fundamental compreendermos que sua força cresce ou decai na proporção de nossa participação, de nossa indignação.</p>
<p>Estão nos públicos e não nos institutos empresariais as forças políticas necessárias para aplacar, se não definitivamente ou ao mesmo em grande parte, as mazelas sociais que presenciamos no nosso cotidiano. O mundo empresarial tem grande parte dos recursos, vontade, além de competência gestora de sobra.</p>
<p>Mas não nos enganemos. Os grandes fóruns de decisão que podem realmente transformar esse país para enfrentar os desafios do futuro, envolvendo saúde pública razoável, um melhor modelo educacional, desenvolvimento tecnológico-científico e as condições para o desenvolvimento industrial e de serviços de valor agregado (e não apenas extrativista), estão nos gabinetes cafonas de nossos administradores e parlamentares eleitos, e não nos belíssimos condomínios corporativos.</p>
<p>Até o próximo.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Os modismos corporativos não reconhecem limites</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/09/02/os-modismos-corporativos-nao-reconhecem-limites/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/09/02/os-modismos-corporativos-nao-reconhecem-limites/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 21:44:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA["Especialistas" dizem que executivos que gostam de Rock tendem a ser líderes melhores. O modismo corporativo é perigoso e só prejudica quem é realmente sério.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Os modismos corporativos não reconhecem limites" src="http://dinheirama.com/files/2011/09/dinheirama_modismos_corporativos_sem_limites.jpg" alt="Os modismos corporativos não reconhecem limites" align="left" hspace="2" vspace="2" />Caro leitor, esse artigo tem uma história toda própria. Na ultima quinta-feira, preocupado em poupá-los da temática político-econômica (para a qual retornarei tão logo os recentes acontecimentos se consolidem, afinal de contas, com novo imposto sobre saúde chegando, ímpetos de controle da imprensa em pauta e mudança de ação monetária para fiscal, não faltarão assuntos!), me peguei observando a manhã ensolarada pela janela, com uma imensa dúvida sobre o que escrever.</p>
<p>Meus dedos coçavam para fazer esse texto, mas eu estava sem saber que caminho adotar. Tudo bem, quem escreve é assim mesmo, se expressa pelo seu texto, mas não pode ser qualquer texto, qualquer coisa. Nada mais que caprichos, assumo, mas em seu benefício, tenha certeza.</p>
<p>E, no meio dessa dúvida, ainda acordando, fui salvo por uma notícia postada no Twitter. Li uma vez, depois outra sem acreditar no que estava ali afirmado. A notícia era exatamente assim: <em>“Pessoas que gostam de Rock resultam em melhores líderes, pois são mais antenadas, afirma especialista em recrutamento e seleção”</em>. Você pode <a title="Leia mais" href="http://blogs.estadao.com.br/combate_rock/gostar-de-rock-comeca-a-pesar-na-avaliacao-profissional/" target="_blank">ler mais sobre a notícia no blog Combate Rock</a>.</p>
<p><span id="more-6512"></span>O susto me acordou de vez, afastando a natural indisposição de uma noite de pouquíssimas horas de sono para, em seguida, trazer o alívio: <em>aqui está</em>, pensei, <em>é sobre isso que escreverei</em>.</p>
<p>Arrumei-me rapidamente, organizando na cabeça as ideias que estruturariam o texto (como essa historinha, por exemplo). Em vinte minutos, cheguei ao escritório e comecei a pensar na “ciência” que deve embasar a afirmativa feita pelo especialista e divulgada no Twitter.</p>
<p>Fiquei imaginando, não sem conter algumas risadas, no candidato a cargo executivo preocupado em ser aceito para a vaga, mas apreciador de música clássica (ou, quem sabe, de uma boa MPB), porém com o discurso pronto para convencer o entrevistador de sua familiaridade com a guitarra &#8211; ou da forma como se sente livre para inovar quando escuta alguns “hits” antológicos dos anos setenta.</p>
<p>Pensei também no entrevistador, que na verdade gosta de samba e não perde a oportunidade de comprar CDs raros de bossa nova, com ar compenetrado e analítico, tomando nota para reportar aos superiores de que o líder que estavam procurando pode estar ali, bem na frente dele, afinal <em>“ele gosta de rock, portanto é mais antenado e tem mais capacidade de liderança”</em>.</p>
<p>Depois da historinha e da cena cômica da entrevista, só me restam alguns questionamentos que divido com vocês: Onde vamos chegar com isso? É razoável que um processo de contratação seja ancorado em um “bobajal” dessa magnitude?</p>
<p>Evidentemente que não tenho nada contra o gênero musical “Rock”, do qual confesso gostar bastante, mas pessoas “antenadas” são forjadas por curiosidade intelectual, por cultura geral, por conhecimento do processo histórico, com farta e diversificada leitura, por não alienação, por coragem em pensar por conta própria. Pela fuga aos “lugares comuns”, enfim.</p>
<p>Contratar profissionais executivos é atividade séria – e de alto risco. Não pode estar sujeita a superficialidades ou à modinhas de ocasião. Trata-se de um processo importantíssimo, que não pode estar ancorado em preconceitos comportamentais desse tamanho.</p>
<p>Precisamos de empresas fortes de verdade. Para isso, precisamos de especialistas e profissionais embasados e sólidos. Precisamos com urgência fugir e renegar esse teatro sem sentido, que não atrai nem líderes, nem bons técnicos e muito menos gente séria e comprometida. Forma atores, isso sim, e bons roteiros. Às vezes nem isso&#8230;</p>
<p>Até o próximo.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Liberdade de expressão e capacitação corporativa</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/06/16/liberdade-de-expressao-e-capacitacao-corporativa/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 13:13:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Já nos livramos das verdades absolutas da gestão ou elas simplesmente foram repaginadas e rebatizadas? Como conduzir a liberdade de expressão em um ambiente repleto de preconceitos?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Liberdade de expressão e capacitação corporativa" src="http://dinheirama.com/files/2011/06/dinheirama_liberdade_expressao_comunicacao_corporativa.jpg" alt="Liberdade de expressão e capacitação corporativa" hspace="2" vspace="2" align="left" />Conforme prometido no artigo anterior, abordarei desta vez o impacto da mesma liberdade de expressão, mas agora pelo viés de sua aplicação no processo da capacitação corporativa. Sou então obrigado a reativar a memória, me recordando do meu próprio processo de capacitação.</p>
<p>Encerrei a graduação no final do século passado (sim, é verdade, faço parte da geração X), precisamente em 94, no nascedouro do Plano Real &#8211; o plano que debelou o processo inflacionário brasileiro, lançando o país em uma era de estabilidade econômica sem precedentes, possibilitando a colheita (por enquanto) dos seus frutos até hoje.</p>
<p>Não faço a contextualização do momento econômico por acaso, pois ela esclarece, ao menos para a minha compreensão, muito do que hoje se observa. Naquele instante, onde a colheita dos resultados empresariais não podiam mais contar com o componente inflacionário, empresários e gestores brasileiros mergulharam de cabeça no universo da busca incessante pela eficiência gestora.</p>
<p><span id="more-6215"></span>A partir daquele momento, os ganhos eram reais e a economia entrava em um período de exposição à competitividade nunca antes visto. Com o fim da inflação e o surgimento da economia real, nascia, nos ambientes da capacitação de gestores, um conjunto de dogmas e “leis fundamentais”, cuja defesa de seus princípios tratava de condenar ao foço da ignorância qualquer questionamento, oposição ou ponderação.</p>
<p>Estava inaugurada a era das verdades absolutas, dos “gurus” da administração e, no seu rastro, a indústria do “management”. Eram terminantemente abominados e relegados ao segundo plano tudo o que colocasse à prova os fundamentos da <strong>Reengenharia</strong> (lembram?), da <strong>Qualidade Total</strong>, da <strong>Instabilidade dos Cargos Executivos como Vetor de Desenvolvimento Empresarial</strong> e das <strong>Oportunidades da Globalização</strong> (sobre suas ameaças, nenhum comentário).</p>
<p>O que dizer então da <strong>Supremacia das Economias Baseadas em Serviços</strong> (na época ninguém falava sobre a China e a expressão Brics não existia, assim como a importância dos seus signatários) e, em alguns ambientes mais radicais, da <strong>Importância do Cosmos na Seleção de Executivos</strong>? Eu poderia dar inúmeros outros exemplos&#8230;</p>
<p>Nas salas de aula, pouquíssimos se atreviam a criticar e apenas um ou outro educador ousava estimular o debate. Havia, logicamente, cochichos e piadinhas, mas sempre em voz baixa, pois ninguém queria ser rotulado de retrogrado ou reativo.</p>
<p>Os defensores desse modelo, sem saber e mesmo sendo fiéis escudeiros da livre iniciativa e da democracia, reeditavam, sem saber, uma nova forma de trotskismo, que no melhor estilo das ditaduras socialistas, incentivava a patrulha ideológica oprimindo o contraditório e os efeitos do bom e saudável senso crítico.</p>
<p>Os anos se passaram, o processo de estabilidade econômica consolidou-se definitivamente (?) e a educação corporativa ocupou definitivamente um lugar de grande destaque. No entanto, salvo algumas exceções, percebo que a mesma dinâmica persiste em alguns ambientes, insistindo nos mesmos dogmas repaginados ou rebatizados &#8211; naturalmente contando com o acréscimo de outros novos, mas sempre necessitando importar de além mar os pacotes de soluções e ideias.</p>
<p>Contudo, a resultante de uma estrutura educacional que avança na contramão dos princípios do livre pensamento e da ponderação das contradições é a própria atrofia da capacidade intelectual dos seus principais agentes e o desestímulo à pesquisa e o desenvolvimento no âmbito da administração.</p>
<p>O fato é que esse cenário não traz apenas bocejos às salas de aula, mas com o tempo acaba por entediar o processo econômico como um todo, asfixiado pela carência de inteligência própria e energia criativa. Ou não?</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

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