<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd"
xmlns:rawvoice="http://www.rawvoice.com/rawvoiceRssModule/"
>

<channel>
	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; recursos</title>
	<atom:link href="http://dinheirama.com/blog/tag/recursos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://dinheirama.com</link>
	<description>Só mais um site WordPress</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 15:53:56 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
<!-- podcast_generator="Blubrry PowerPress/2.0.4" -->
	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
	<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
	<itunes:image href="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/podcast/dinheirama_podcast_grande.jpg" />
	<itunes:owner>
		<itunes:name>Conrado Navarro</itunes:name>
		<itunes:email>navarro@dinheirama.com</itunes:email>
	</itunes:owner>
	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
	<copyright>www.dinheirama.com - 2010</copyright>
	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
	<itunes:keywords>dinheiro, financas pessoais, economia, educacao financeira, planejamento, educacao, mercado de acoes, investimento, investidor, bolsa de valores</itunes:keywords>
	<image>
		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; recursos</title>
		<url>http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/podcast/dinheirama_podcast_peq.jpg</url>
		<link>http://dinheirama.com</link>
	</image>
	<itunes:category text="Business">
		<itunes:category text="Investing" />
		<itunes:category text="Business News" />
		<itunes:category text="Management &amp; Marketing" />
	</itunes:category>
<xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" />
		<item>
		<title>Consumo e consumismo: como diferenciar?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/01/13/consumo-e-consumismo-como-diferenciar/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2010/01/13/consumo-e-consumismo-como-diferenciar/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 18:33:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[consumismo]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[disciplina]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[recursos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dinheirama.com/?p=3755</guid>
		<description><![CDATA[Você se acha uma pessoa consumista? Entender as origens do consumismo e porque ele é tão perigoso pode ajudá-lo a comprar com mais consciência. Dinheiro não merece desaforo! Nunca!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Consumo e consumismo: como diferenciar?" src="http://dinheirama.com/files/2010/01/dinheirama_consumismo_consumo.jpg" alt="Consumo e consumismo: como diferenciar?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Consumir é uma parte indissociável da vida. O reino mineral alimenta o reino vegetal, que por sua vez alimenta os reinos animal e humano. Durante muito tempo, fomos capazes de consumir sem provocar grandes impactos na natureza. Então como, em menos de dois séculos, nosso consumo passou de natural a nocivo?</p>
<p>A sociedade do consumo, caracterizada pelo desejo de adquirir mais do que precisamos, teve sua lógica originada a partir da Revolução Industrial, acelerando-se após a segunda metade do século XX. Nesse momento, observa-se uma revolução da maneira de se fazer o comércio, com a introdução do marketing e de estratégias de segmentação de mercado. A atividade de consumo deixa ser apenas uma atividade econômica para se tornar um campo de criação de significados.</p>
<p>O conceito de progresso se transforma em melhores condições materiais de vida, bem como a felicidade passa a ser associada a uma rotina confortável, fruto da aquisição de bens de consumo. Dessa forma, como podemos nos negar ao bem estar cada vez mais ao alcance do cartão de crédito? A busca pela felicidade passou a ser a busca por mais dinheiro, por mais crédito, por mais status. Ter conforto não é mais suficiente; é preciso ter a melhor <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/VFZfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-48">TV<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, o carro novo, o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2VsdWxhcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">celular<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> moderno.</p>
<p><span id="more-3755"></span>Se antes a aquisição de bens de consumo devia atender às necessidades das pessoas, o que observamos hoje é o consumo pelo consumo. Um desejo atendido gera outro quase que imediatamente, tornando o ato consumista a razão final para o consumo. Basta avaliar a facilidade com a qual trocamos itens perfeitamente funcionais por outros usando as mais diversas justificativas.</p>
<p>Ou como é forte o impulso para comprar itens dispensáveis, ou que serão pouco usados, como os tais multiprocessadores com um milhão de funções. Não é o atendimento ao desejo ou à necessidade; é a busca pela sensação de bem estar proporcionada pelo ato de consumir. Vale a pena dar uma lida no artigo <a title="Marketing e neurociência: um casamento perfeito?" href="http://dinheirama.com/blog/2009/11/02/marketing-e-neurociencia-um-casamento-perfeito/" target="_self">“Marketing e neurociência: um casamento perfeito?”</a>, que publiquei aqui mesmo alguns meses atrás.</p>
<p><strong>Como diferenciar consumo de consumismo</strong><br />
O dicionário <em><strong>Michaelis</strong></em> <a title="Consumismo segundo o Michaelis" href="http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=portugues-portugues&amp;palavra=consumismo" target="_blank">esclarece consumismo</a> como <em>“situação própria de países altamente industrializados, caracterizada pela produção e consumo ilimitados de bens duráveis, sobretudo artigos supérfluos”</em>. Já em outros artigos que procuram definir <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y29uc3VtaXNtb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">consumismo<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, encontramos também palavras como excedente e luxo, confirmando esse comportamento como o uso de muito mais do que se necessita para viver.</p>
<p>De forma a diferenciar o ato de consumir do nocivo comportamento consumista é preciso refletir sobre o que se deseja obter em cada ato de consumo. Para exemplificar, imagine que alguém quer comprar um automóvel. A necessidade que precisa ser atendida é conseguir chegar ao trabalho no horário e voltar mais cedo para casa. A partir desse raciocínio, qualquer veículo serve.</p>
<p>Um automóvel popular resolveria o problema. Preço adequado à renda, IPVA mais em conta, seguro razoável e motor econômico. Ótima opção para atender a necessidade, certo? Mas então porque acontece de se optar por modelos mais dispendiosos, acima da renda, e que até inviabilizam outras conquistas? A resposta está no apelo consumista pelo supérfluo, o excesso, o luxo, o “você merece”.</p>
<p>Claro, tem a questão do conforto, mas acho que entenderam o ponto principal do artigo: o consumismo pode nos fazer crer que tudo é ilimitado. Mas, como o consumo de bens duráveis pode ser ilimitado se os recursos existentes para produzi-los são escassos? Assim, os limites existem e é a nossa maneira de lidar com eles que determina se agimos como consumidores ou consumistas.</p>
<p><strong>Referências e leituras complementares:</strong></p>
<ul>
<li>RETONDAR, Anderson Moebus. <a title="A (re)construção do indivíduo" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0102-69922008000100006&amp;lng=pt&amp;nrm=iso" target="_blank">A (re)construção do indivíduo: a sociedade de consumo como &#8220;contexto social&#8221; de produção de subjetividades.</a></li>
<li>FONTENELLE, Isleide A.. <a title="Os paradoxos do consumo - SCIELO" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0034-75902008000300010&amp;lng=e&amp;nrm=iso" target="_blank">Os paradoxos do consumo.</a></li>
</ul>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de Stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
<!-- boo-widget start -->
          <script type="text/javascript">
            bb_keywords = "falar dinheiro, conrado navarro, cerbasi, bolsa valores, mercado ações";
            bb_bid  = "74";
            bb_lang = "pt-BR";
            bb_name = "custom";bb_limit = "7";bb_format = "bbc";
          </script>
          <script type="text/javascript" src="http://widgets.boo-box.com/javascripts/embed.js"></script>
          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Elaine Costa</b>.<br>

Administradora pós-graduada em Administração Industrial, com formação em Design em Permacultura pelo IPEMA - Instituto de Permacultura e Ecovilas da Mata Atlântica. Trabalha há mais de cinco anos com Clima Organizacional e Sistemas de Gestão para Qualidade, Meio ambiente, Saúde e Segurança. É fundadora do blog Mais Com Menos, no qual ensina como transformar resíduos orgânicos em adubo, entre outras práticas sustentáveis<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dinheirama.com/blog/2010/01/13/consumo-e-consumismo-como-diferenciar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

