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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; responsabilidade</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; responsabilidade</title>
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		<title>Economia doméstica e o desenvolvimento social sustentável</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/08/17/economia-domestica-e-o-desenvolvimento-social-sustentavel/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 12:39:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Sustentável]]></category>
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		<description><![CDATA[Como equilibrar desejos de consumo, necessidade de planejamento e uma vida sustentável, sem desperdícios e com alegria? O desafio é grande, mas vale a pena vivê-lo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Economia doméstica e o desenvolvimento social sustentável" src="http://dinheirama.com/files/2011/08/dinheirama_economia_domestica_vida_sustentavel.jpg" alt="Economia doméstica e o desenvolvimento social sustentável" align="left" hspace="2" vspace="2" />A economia doméstica tem suas raízes na revolução industrial, quando se estabeleceu como uma ação “higienista” destinada às famílias dos operários, visando orientá-los sobre as questões ligadas à higiene, alimentação, saúde e cuidado com as crianças. Essa ação foi motivada pelas más condições de vida dessas famílias e acabou estendendo-se para toda a sociedade, em um movimento de preservação dos bons costumes e do bem estar familiar.</p>
<p>No Brasil, a economia doméstica se fez presente na educação feminina conduzida por feiras francesas nos “colégios de moças”, com o principal objetivo de preparar as alunas para serem boas esposas e mães. A abordagem sempre envolveu mais que apenas contabilizar gastos.</p>
<p>Após a Segunda Guerra Mundial, a profissão Economista Doméstico foi introduzida no Brasil a partir das influências das escolas de economia doméstica americanas, com o intuito de formar profissionais para atuarem em programas de desenvolvimento rural mantidos pelo governo, em um caráter altamente assistencialista.</p>
<p><span id="more-6445"></span>Após passar por muitas mudanças, atualmente o profissional Economista Doméstico é comprometido com a qualidade de vida das famílias e indivíduos. Possui uma sólida formação e seus conhecimentos abrangem as ciências sociais, biológicas, nutrição, economia e administração. Esse profissional atua em programas de atendimento familiar, ONGs, educação do consumidor, administração familiar entre outros trabalhos.</p>
<p><strong>A importância da economia doméstica</strong><br />
Falar de economia doméstica é falar de saúde financeira e de qualidade de vida. Os aspectos tratados por ela vão além de saber fazer uma planilha de gastos mensais. Ela envolve o uso racional dos recursos, a escolha correta dos bens de consumo e de alimentos, as atitudes cotidianas que evitam o desperdício e as ações voltadas ao consumo consciente.</p>
<p>A introdução sobre a profissão do Economista Doméstico não significa que você tenha que se especializar para realmente melhorar sua relação de consumo e planejamento. Algumas práticas podem ajudar a controlar o orçamento doméstico, diminuir as despesas e colaborar para o desenvolvimento social sustentável:</p>
<ul>
<li><strong>Água:</strong> economize no banheiro, elimine vazamentos, use a vassoura e não a mangueira para varrer a calçada, não deixe torneiras pingando e opte por modelos com sensores automáticos;</li>
<li><strong>Alimentos:</strong> prefira produtos da estação, aproveite todas as partes de verduras e legumes, manuseie com cuidado os alimentos para não danificá-los, consuma produtos da região (ajudando a reduzir os custos de transporte), faça um cardápio para a semana (existe muito desperdício doméstico com frutas, legumes e verduras) e atenção à validade dos produtos;</li>
<li><strong>Reciclagem:</strong> priorize produtos ambientalmente corretos, consuma somente o necessário, evite mercadorias com muitas embalagens, separe seu lixo para coleta seletiva, doe o que não serve mais para você, use os dois lados da folha de papel, imprima somente o necessário e use sacolas ecológicas quando for às compras;</li>
<li><strong>Energia:</strong> economize ao lavar e passar roupa, lavando e passando uma grande quantidade de roupas de uma vez e não exagerando no sabão em pó. Use o ar condicionado com moderação, não deixe os aparelhos em <em>stand by</em>, diminua o tempo do banho, não abra muito a geladeira para ela gastar menos energia e use somente aparelhos com selo Procel;</li>
<li><strong>Dinheiro:</strong> faça sua planilha de gastos mensais, prefira compras à vista, use o cartão de crédito com responsabilidade, pesquise as melhores ofertas, avalie bem quando comprar a prazo, não despreze as moedas e não consuma produtos piratas.</li>
</ul>
<p>Considerando esses aspectos, estaremos no caminho da prática de uma economia doméstica mais sustentável e contribuindo para a construção de um mundo melhor. Você pode ter ficado curioso para pesquisar mais sobre o Economista Doméstico ou simplesmente motivado a melhorar suas decisões financeiras e de consumo. O importante agora é agir. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>2010 quase ai: o que eu quero para minha vida?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/12/16/2010-quase-ai-o-que-eu-quero-para-minha-vida/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 13:34:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
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		<description><![CDATA[Chega o final do ano e muita gente reclama do ambiente de trabalho, dos compromissos com os colegas e das promessas não cumpridas pela empresa. Será que chegou a hora de reavaliar seu posicionamento profissional?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="2010 quase ai: o que eu quero para minha vida?" src="http://dinheirama.com/files/2009/12/dinheirama_2010_trabalho_realizacao_pessoal.jpg" alt="2010 quase ai: o que eu quero para minha vida?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Observo que quando um novo ano se aproxima é comum alguma insatisfação pessoal ficar evidente, talvez porque temos a ilusão de que tudo será diferente. É como se, num passe de mágica, no <em>réveillon</em> nossos descontentamentos ficassem para traz. Falo isso, pois tenho ouvido muita gente reclamar a respeito da vida profissional.</p>
<p>Falam sobre o tédio da participação nas festas de confraternização, da certeza de que no ano novo a rotina de trabalho será a mesma, da carga de trabalho que só aumenta, entre outras lamentações. Acontece que viver reclamando da situação de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/dHJhYmFsaG8rY2FycmVpcmFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">trabalho<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e não fazer nada para mudá-la são posturas que só reforçam a sensação de inutilidade.</p>
<p>Essas atitudes negativas dificultam muito a busca por melhores oportunidades, já que também prejudicam nossa autoestima. Quem de nós nunca presenciou conversas repletas de queixas durante o cafezinho? Tratam-se de atitudes de passividade e vitimização que acabam contaminando o clima organizacional.</p>
<p><span id="more-3606"></span>Que fique claro que eu não vejo problema em partilhar o descontentamento com os colegas de trabalho. O problema é que existem certas pessoas que só fazem isso! Na hora da reunião com o gerente, por exemplo, são incapazes de uma palavra ou de uma sugestão para melhorar a qualidade das atividades e tentar reverter o quadro que julga ruim. Não são capazes nem mesmo de cuidarem de sua vida buscando a satisfação pessoal. Estão ali somente para reclamar!</p>
<p>O cotidiano profissional tem seus momentos de alegria, satisfação, tédio e monotonia. É ilusão acreditarmos que seremos felizes para sempre em nossa <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cHJvZmlzcyVFM29fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-60">profissão<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, pois os descontentamentos fazem parte da vida. É preciso aprender com eles e amadurecer nosso olhar e sentimentos nesse sentido. Mas, se mesmo assim a situação causa sofrimento, siga o conselho de <strong>Max Gehringer</strong>: <em>“se a empresa não muda, mude você.” </em></p>
<p><strong>O que fazer quando tudo fica sem sentido</strong><br />
Quando as pessoas trazem-me suas queixas profissionais, costumo dizer que se desejamos ter tranqüilidade e satisfação em nosso trabalho é preciso responder a seguinte pergunta: <span style="color: #339966;"><strong>&#8220;O que eu quero para minha vida?&#8221;</strong></span></p>
<p>Essa questão óbvia não é levada a sério quando o desgaste e descontentamento no trabalho começam a surgir. Ela é ponto de partida para uma série de questionamentos e definição de metas a serem atingidas. Por não saberem o que querem para sua vida, muitos profissionais inteligentes e talentosos terminam por funcionar em câmera lenta, incertos de seu papel no mundo e contribuindo muito pouco para a melhoria de sua vida e, conseqüentemente, da sociedade em geral.</p>
<p>Não caia nessa armadilha simplista da reclamação. Se você não está satisfeito em seu trabalho, procure traçar um plano pessoal de mudança, afinal ninguém merece passar horas do dia preso a uma atividade detestável o que traz quase nenhum sentimento de realização.</p>
<p><strong>Sonhos difíceis normalmente geram idéias muito criativas </strong><br />
Ao responder a questão <em>“o que quero para minha vida?”</em> talvez você julgue que a solução seja complicada. Para isso, <strong>Oscar Motomura</strong> ensina que, normalmente, a melhor equação para transformar nossa vida dá a impressão de ser impossível de ser resolvida, mas só no primeiro momento, já que nossa capacidade de realização é infinita, basta o querer.</p>
<p>Descubra o sentido de sua vida antes que o vazio existencial acabe em anos de trabalho sem satisfação. Tente responder as questões:</p>
<ul>
<li>Você está procurando sentido para sua vida no lugar certo ou é um espelho do que os outros julgam ser o melhor para você?</li>
<li>Quais os valores que guiam sua vida?</li>
<li>Você assume sua parcela de culpa nessa insatisfação profissional?</li>
<li>O que tem feito para mudar a situação?</li>
<li>Quais são suas alternativas de mudança?</li>
<li>Administra bem suas <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZmluYW4lRTdhcytwZXNzb2Fpc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-68">finanças<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> para investir em seus sonhos?</li>
<li>Vai esperar o ano novo para começar a agir?</li>
</ul>
<p>Espero que eu tenha conseguido inspirar você a cuidar com muita dedicação de sua vida pessoal e profissional para que todos os seus dias sejam Ano Novo! E chega de reclamação, combinado?</p>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de Stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>7 Benefícios da educação financeira</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/12/07/7-beneficios-da-educacao-financeira/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 13:03:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hotmar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[A educação financeira não é apenas uma nova forma de lidar com seu dinheiro, mas uma mudança completa de atitudes e decisões em relação ao seu padrão de vida e futuro financeiro! Conheça sete benefícios de sua aplicação!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="7 Benefícios da educação financeira" src="http://dinheirama.com/files/2009/12/dinheirama_beneficios_educacao_financeira.jpg" alt="7 Benefícios da educação financeira" hspace="2" vspace="2" align="left" />Inicialmente, eu quero agradecer ao meu amigo <strong>Conrado Navarro</strong> pela honra e pelo tremendo privilégio de poder escrever aqui no <em>Dinheirama</em> com o objetivo de contribuir para a cultura da educação financeira no Brasil. O <em>Dinheirama</em> teve (e tem) papel fundamental na minha educação financeira, pois foi com a leitura dos artigos do Navarro, lá nos idos de 2007, que despertei a minha curiosidade para o tema &#8220;finanças pessoais&#8221;. Quero aproveitar o ensejo, então, para agradecer por todo o empenho em produzir e transmitir conhecimento de qualidade para todos os leitores, ajudando-os a lidar melhor com as finanças!</p>
<p>Esse convite, ao mesmo tempo em que é a realização de um sonho, traz consigo enormes responsabilidades, já que o público do blog está acostumado a ler textos de alta qualidade. Procurarei, assim, fazer o meu melhor. Quaisquer dúvidas, críticas e comentários serão sempre bem-vindos na caixa de comentários ao final do artigo. Neste primeiro artigo tratarei de alguns dos benefícios advindos da educação financeira. Vamos lá?</p>
<p>Para ter sucesso nos <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvcytkaW5oZWlyb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-72">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, não basta apenas investir dinheiro, é preciso também investir tempo &#8211; e tempo não apenas nas opções oferecidas pelo mercado financeiro para seus investimentos, mas também no seu próprio processo de educação financeira. Em outros termos, mudar a mentalidade na forma como você lida com o dinheiro é uma atitude necessária para você viver mais e melhor, priorizando os valores que lhe são mais importantes, sem descuidar da construção de um patrimônio que lhe dê segurança e conforto.</p>
<p><span id="more-3538"></span>A educação financeira proporciona uma série de benefícios a quem está disposto a trilhar o caminho pelo aperfeiçoamento pessoal no trato com o dinheiro. Dentre os inúmeros benefícios gerados a partir da busca de conhecimento nas finanças pessoais, irei destacar sete que considero mais importantes:</p>
<p><strong>1. Você melhora a qualidade de seu consumo.</strong> Educando-se financeiramente, você tem um melhor controle de seu orçamento doméstico, cortando itens desnecessários, além de ter um melhor controle de seus investimentos. Ou seja, faz seu dinheiro render mais, tendo em vista seus planos de vida. A combinação de maximização de renda com minimização de despesas faz com que sobre mais dinheiro para você, ampliando seu orçamento para compras. É verdade, você compra mais e melhor.</p>
<p>Mas o interessante é que você passa a comprar não só bens com um preço melhor, mas também com um valor melhor, pois itens sem valor ou com valor supérfluo tendem a ser eliminados de seu <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/b3IlRTdhbWVudG8rZG9tJUU5c3RpY29fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-76">orçamento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Você passa a consumir com mais qualidade e a ser mais seletivo na hora de fazer compras.</p>
<p><strong>2. Você diminui o estresse. </strong>A educação financeira permite às pessoas fazer investimentos com mais consciência. Por exemplo: ela sabe que oscilações na Bolsa de Valores são comuns, mas ela não se estressa demasiadamente quando a Bolsa sofre uma queda abrupta. Pelo contrário: ela enxerga aí uma oportunidade de comprar  mais ações a um preço mais baixo para, quando o mercado se recuperar, vender a um preço mais alto &#8211; e embolsar o lucro.</p>
<p>Já aquele que não teve educação financeira e nem se preocupou em estudar previamente o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2FkbythJUU3JUY1ZXNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">mercado de ações<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> certamente entrará em desespero ao saber que o preço de sua ação caiu de forma brusca. Ele fica mais estressado, não sabe se realiza o prejuízo e vende, se fica parado esperando a Bolsa subir etc. Observem que o fato é exatamente o mesmo, mas as reações são diferentes. Se a pessoa se estressa menos, automaticamente ela vive com menos preocupações. Logo, ela tem mais saúde nos planos mental, emocional e físico.</p>
<p><strong>3. Você passa a dar maior valor a bens imateriais.</strong> Quem se educa financeiramente, além de ter um melhor controle de seus investimentos e de suas despesas, passa a perceber que o dinheiro tem um valor limitado: ele só é realmente útil nas áreas em que é necessário. Com menos preocupações em relação a dívidas, cartões, aplicações financeiras etc., o educado financeiramente tem mais disposição para curtir aquilo que não tem preço: um passeio com o filho, uma conversa com amigos, uma noite de sono bem dormida, uma caminhada no parque com a família, dentre outras coisas.</p>
<p><strong>4. Você passa a ter uma vida mais equilibrada. </strong>Um dos sintomas de quem não é educado financeiramente é o descontrole de seus gastos: excesso de consumo de roupas, contas telefônicas demasiadamente altas, tarifas bancárias &#8220;pipocando&#8221; no extrato bancário, parcelamento exagerado no financiamento de veículos etc. Outro sintoma se localiza nos investimentos, e normalmente é associado a: venda de ações abaixo do preço pago, baixa rentabilidade nos produtos aplicados, más escolhas em compra de imóveis etc.</p>
<p>A educação financeira permite às pessoas terem uma vida mais equilibrada, na medida em que as decisões de investimentos passam a levar em conta objetivos não-financeiros (por exemplo: aplicação no produto &#8220;x&#8221; durante um período &#8220;y&#8221; visando ao usufruto das férias da família na praia), e também mediante a constatação de que os gastos são realizados de uma forma mais consciente, tendo em vista aquilo que é importante para a pessoa e para a família.</p>
<p><strong>5. Você se conhece melhor.</strong> A educação financeira é um processo que envolve muitas e variadas reflexões, e que tem como alvo principal a pessoa que está buscando o conhecimento, ou seja: você. Quem se educa financeiramente passa a refletir melhor não só sobre sua relação com o dinheiro, mas também sua relação com as coisas – e, mais importante, a sua relação com as pessoas. Nesse processo de auto-conhecimento, ela muitas vezes percebe que está gastando tempo &#8211; e dinheiro &#8211; demais com coisas, e deixando de lado a convivência com a família e amigos.</p>
<p>A verdade também está na outra ponta: ela anda tão preocupada em como ganhar mais dinheiro, economizar ao máximo e <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aXIrZGluaGVpcm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">investir melhor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, que muitas vezes abandona a sua relação com as pessoas que estão à sua volta. E, quando percebe, tem dinheiro, mas não tem tempo. Esse não volta mais. Isso tem a ver com ter uma vida mais equilibrada, mas tem muito mais a ver com o auto-conhecimento, porque a pessoa educada financeiramente passa a desenvolver atitudes e hábitos que, além de fazer bem aos outros, farão bem a ela própria, antes de tudo.</p>
<p><strong>6. Você planeja melhor o seu futuro. </strong>Ter metas, sonhos e planos faz parte da natureza do ser humano. Infelizmente, não são todos que têm essa visão muito clara, muitas vezes por falta de informação, ou mesmo de educação financeira. O processo de educação financeira funciona como um verdadeiro incentivo para que a pessoa busque concretizar planos para o futuro, para que ela invista na realização de seus sonhos pessoais, e isso acaba sendo uma decorrência natural de suas próprias atitudes a partir do momento em que ela põe em prática aquilo que lê, estuda e observa.</p>
<p>Ela consome melhor e investe melhor. Logo, sobra mais dinheiro e também mais tempo para se preparar para o futuro. Como resultado do benefício citado anteriormente &#8211; você se conhece melhor &#8211; a pessoa fica mais motivada para concretização de seus projetos de vida. Em outras palavras, sua vida passa a ter um senso de direção. E você tem a certeza de que está no comando.</p>
<p><strong>7. Você vive melhor o presente.</strong> Assim como o aprendizado de um idioma, o aprendizado da educação financeira não ocorre da noite para o dia, num piscar de olhos. Pelo contrário, as lições da educação financeira são aprendidas diuturnamente, ou seja, no dia-a-dia. Os resultados acontecem gradualmente, mas acontecem. E sabe o mais interessante? Quanto mais você se educa financeiramente, mais você vive melhor. O &#8220;viver&#8221; aqui não é o viver o futuro, mas sim o presente.</p>
<p>O dinheiro que você tem hoje, decorrente do cafezinho que deixou de tomar ontem porque, afinal, já tem uma cafeteira na copa do escritório, pode ser utilizado para contribuir na construção daquele plano de férias do ano que vem (ao invés de tomar um café aqui, eu tomarei uma água de côco naquela praia paradisíaca), ou ser utilizado para comprar o jornal de domingo. Quando as escolhas envolvem a inteligência desenvolvida a partir da educação financeira, o seu dia-a-dia passa a ser melhor aproveitado.</p>
<p>Quero destacar, por fim, que a educação financeira, evidentemente, não resolve tudo. Até porque nem todos os problemas são resolvidos com uma vida financeira saudável. Porém, certamente ela ajuda em muitos e muitos casos, principalmente naqueles em que a raiz do problema está no mau uso do dinheiro. O meu desejo é que você continue sua jornada de educação financeira, porque os frutos dessa sua iniciativa de melhorar seus hábitos financeiros logo serão colhidos!</p>
<p>É isso aí! Um grande abraço e que Deus lhes abençoe!</p>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de Stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Hotmar</b>.<br>

Autor do blog Valores Reais, colaborador no blog Aquela Passagem e moderador dos fóruns PDA Brasil e Clube do Pai Rico<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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