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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; risco</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; risco</title>
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		<title>As mudanças na rentabilidade da caderneta de poupança afetam sua vida?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/07/as-mudancas-na-rentabilidade-da-caderneta-de-poupanca-afetam-sua-vida/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 17:07:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entenda as mudanças na rentabilidade da caderneta de poupança e como elas afetam sua vida. A poupança continua melhor que fundos DI e renda fixa com alta taxa de administração.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="As mudanças na rentabilidade da caderneta de poupança afetam sua vida?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_as_mudancas_rentabilidade_caderneta_poupanca_afetam_sua_vida.jpg" alt="As mudanças na rentabilidade da caderneta de poupança afetam sua vida?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Thiago</strong> comenta: <em>&#8220;Navarro, os juros estão caindo, o governo finalmente mexeu na rentabilidade da caderneta de poupança e o crédito ficou mais barato. Como o pequeno investidor deve encarar esta realidade? Onde aplicar nosso dinheiro para garantir melhores retornos? A poupança continuará atraente? Em que situações? Obrigado&#8221;</em>.</p>
<p>Até pouco tempo atrás, coisa de uns 10 anos, investir no Brasil era relativamente simples. Bastava aplicar seu dinheiro em produtos de renda fixa, geralmente fundos conservadores oferecidos pelos bancos, e esperar pela virada do ano. Ao final de 2002, a Taxa Selic estava em 21%. Apesar da alta da inflação na mesma época (IPCA foi de 12,5%), era possível ganhar pelo menos 6% reais (sem impostos, taxas e descontada a inflação), ao ano, quase sem risco.</p>
<p>Em contrapartida, investir na poupança significava &#8220;perder&#8221; dinheiro. Em 2002, para ficarmos no mesmo exemplo de 10 anos atrás, a caderneta teve rentabilidade de 8,95%. Muito, mas pouco, já que a rentabilidade real, usando a inflação como parâmetro, foi negativa. O <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z2FuaGFyK2RpbmhlaXJvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-64">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> encareceu 12,5% (IPCA) e a poupança rendeu 8,95%, logo o dinheiro guardado &#8220;valia&#8221; ao final 3,55% menos.</p>
<p><span id="more-7584"></span><strong>A situação mudou!</strong><br />
Os juros básicos da economia (Selic) foram caindo, em um movimento iniciado com mais ímpeto na gestão de Henrique Meirelles (governo Lula) e seguido com ainda mais vigor pelo escolhido de Dilma, Alexandre Tombini. O <a title="Veja o histórico da queda de juros" href="http://www.bcb.gov.br/?COPOMJUROS" target="_blank">histórico da queda dos juros impressiona</a>: saímos do patamar de 30% em maio de 1998 para os atuais 9% em maio de 2012.</p>
<p>Com os juros em 9% ao ano, a rentabilidade da poupança (0,5% ao mês mais a variação da TR &#8211; Taxa Referencial) passa a ser muito interessante. Sem incidência de Imposto de Renda (IR) e taxas, ela já se equipara à rentabilidade líquida (descontado IR e taxa de administração) de muitos fundos de renda fixa tradicionais. No artigo <a title="Clique para ler o artigo" href="http://dinheirama.com/blog/2012/04/26/o-que-fazer-como-aproveitar-e-o-que-evitar-com-a-queda-dos-juros/" target="_blank">&#8220;O que fazer, como aproveitar e o que evitar com a queda dos juros&#8221;</a> abordo a questão dos juros bancários.</p>
<p>Diante deste cenário, muitos leitores enviaram questões relacionadas aos seus investimentos, às mudanças na caderneta de poupança e suas decisões financeiras daqui em diante. Aproveitarei este artigo para tentar responder algumas delas.</p>
<p><strong>Quais foram as mudanças anunciadas para a caderneta de poupança? Elas já estão em vigor?</strong><br />
Para poupanças abertas a partir de 04/05/2012, haverá um <a title="Leia mais sobre as mudanças na poupança" href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,governo-cria-gatilho-que-reduz-o-rendimento-da-caderneta-de-poupanca,o,governo-cria-gatilho-que-reduz-o-rendimento-da-caderneta-de-poupanca-,868450,0.htm" target="_blank">gatilho que diminuirá o retorno da poupança</a>. Quando a taxa de juros fixada pelo Banco Central, a Selic, for igual ou inferior a 8,5% ao ano, o rendimento dos novos depósitos será igual a 70% da Selic mais a variação da TR. Se a Selic voltar a subir e ultrapassar o patamar de 8,5% a.a., a regra antiga da poupança será usada para corrigir os valores depositados.</p>
<p><strong>Por que mexer no retorno da caderneta de poupança?</strong><br />
Imagine os juros (Selic) em 7% e a caderneta de poupança rendendo os mesmos 6% garantidos todo ano. A rentabilidade real de muitos produtos de renda fixa ficaria muito abaixo da caderneta, podendo levar investidores a migrar seus investimentos. Isso traria o risco de o governo passar a ter dificuldades para vender títulos públicos, que são a base de fundos de renda fixa e servem para &#8220;financiar&#8221; o Estado.</p>
<p>Assim, a rentabilidade da poupança acabou se tornando o piso da taxa de juros. Ou seja, sem mudar o retorno da poupança não seria possível levar os juros para níveis menores que os 6% até então garantidos da caderneta. Esse problema já havia sido discutido no governo Lula, que considerou o tema &#8220;impopular&#8221;. Dessa vez, a mudança gerou uma <a title="Leia mais sobre a MP e sua aprovação" href="http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2012/05/04/interna_politica,292575/aprovacao-da-medida-provisoria-da-poupanca-nao-sera-facil-diz-braga.shtml" target="_blank">Medida Provisória (MP), que está na Câmara dos Deputados e requer aprovação</a>.</p>
<p><strong>Cadernetas de poupança já existentes serão afetadas?</strong><br />
Sim. De acordo com a MP apresentada, a partir de 04/05/2012, aportes feitos em contas-poupança já existentes também serão rentabilizados a partir da nova mudança proposta. Tenha em mente, portanto, que as novas regras valem para novas contas e novos aportes em contas já existentes.</p>
<p><strong>Então, apesar de ser a mesma caderneta, os depósitos serão identificados de acordo com a data e assim rentabilizados de forma diferente?</strong><br />
Isso mesmo. Os valores já depositados antes da entrada em vigor da &#8220;nova poupança&#8221; terão sua rentabilidade mantida de acordo com as regras antigas. Novos aportes, porém, sofrerão ação do gatilho de 8,5% da Selic.</p>
<p><strong>Mas, como o banco vai distinguir o que é depósito novo e o que é depósito antigo?</strong><br />
Segundo o Banco Central, o banco será obrigado a apresentar ao poupador, em separado, o saldo da caderneta que está sob as regras antigas. Essa informação será apresentada nas consultas aos terminais de atendimento e no extrato bancário. Na prática, você terá dois saldos referentes à caderneta de poupança.</p>
<p><strong>E o que acontecerá quando eu for sacar dinheiro da poupança? O total sacado será retirado do montante mais novo (dentro das novas regras) ou da poupança mais antiga?</strong><br />
Em caso de saque, o dinheiro vai sair primeiro da parte sob as regras novas. O dinheiro “antigo” só sai da conta se o dinheiro “novo” não for suficiente.</p>
<p><strong>Em caso de transferência de poupanças de mesma titularidade, será usada a nova regra da poupança?</strong><br />
Sim. A movimentação caracteriza um saque (da poupança de origem) e um depósito (na poupança destino), sendo considerada uma nova movimentação. Logo, o gatilho originado da nova regra passará a valer para esta transação.</p>
<p><strong>E no caso dos rendimentos de dinheiro considerado &#8220;antigo&#8221;, ou seja, de uma caderneta já existente antes da data da mudança?</strong><br />
Os rendimentos do dinheiro aplicado antes da nova regra serão considerados &#8220;dinheiro antigo&#8221;, ou seja, somar-se-ão ao montante investido antes da regra e seguirão rendendo pela regra antiga até que sejam utilizados.</p>
<p><strong>Há possibilidade da Taxa Selic cair abaixo de 8,5% e subir novamente dentro do mesmo mês, dificultando o cálculo da rentabilidade do dinheiro aplicado?</strong><br />
Não, pois as reuniões que definem essa taxa são realizadas a cada 45 dias pelo Comitê de Política Monetária (Copom), inclusive com calendário já divulgado.</p>
<p><strong>Como o investidor deve encarar essa mudança na rentabilidade da poupança? Em que situações a caderneta será interessante?</strong><br />
A verdade é que o pequeno <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> não deve mudar muito sua concepção sobre o uso da caderneta de poupança. Para aplicações de curto prazo (até um ano), poupança para compra de bens à vista e fundo de reserva para emergências, a poupança continuará sendo uma excelente opção.</p>
<p>Vejamos alguns exemplos:</p>
<ul>
<li>Em caso de Selic a 8,5% ao ano, percentual que dispara o gatilho da poupança, fundos DI terão que oferecer taxas de administração menores que 1% ao ano para resgate em até um ano ou serão menos rentáveis que nova poupança. O mesmo acontece com CDBs (títulos privados) que paguem menos de 90% do CDI e operações com títulos públicos cujos custos sejam maiores que 0,5%;</li>
<li>Em caso de Selic a 8%, a rentabilidade da poupança (5,6%) praticamente empataria com de fundos de renda fixa com taxas de administração de 0,5% (5,7%) e ainda venceria CDBs que paguem menos de 96% do CDI.</li>
</ul>
<p><strong>Apesar da mudança, os investimentos feitos na caderneta de poupança renderão mais que outros produtos conservadores de curto prazo?</strong><br />
Por enquanto, sim! A diferença é que essa situação não acontecia com tanta frequência, o que exigirá dos bancos uma mudança de postura em relação aos custos envolvidos em seus fundos de renda fixa voltados para o pequeno poupador. Taxas inferiores a 1,5% terão que ser prática comum ou a poupança continuará sendo mais interessante. O mesmo vale para a rentabilidade dos títulos privados (CDB), que terão que remunerar melhor o investidor (pelo menos 95% do CDI). Você pode ver outras simulações <a title="Veja mais simulações" href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1085518-novas-regras-da-poupanca-afetam-rendimentos-veja-simulacoes.shtml" target="_blank">clicando aqui</a>.</p>
<p><strong>Como sei quando vale a pena? O que devo levar em consideração?</strong><br />
Dois fatores merecem atenção: o Imposto de Renda &#8211; as alíquotas vão de 22,5% (resgate antes de seis meses) a 15% (após dois anos) do ganho &#8211; e custo do investimento &#8211; a taxa de administração no caso dos fundos e os custos operacionais (custódia e taxa de negociação) no caso da compra e venda de títulos públicos (Tesouro Direto).</p>
<p>Uma referência geral pode ser útil: para Selic entre 8% e 10% (situação esperada para 2012), fundos de renda fixa só serão tão ou mais interessantes que a poupança se oferecerem taxa de administração máxima de 1,5% (prazo acima de dois anos) e 1% (prazo de até um ano). Para os CDBs, só se oferecerem pelo menos 95% do CDI. A verdade é que <a title="Leia mais e veja outras simulações" href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1086533-r-100-bilhoes-em-fundos-vao-perder-para-a-nova-poupanca.shtml" target="_blank">muitos fundos perderão para a poupança</a> se não mudarem suas taxas.</p>
<p><strong>Ora, então a mudança da poupança pode ser considerada uma boa notícia?</strong><br />
Sim. Ao ser anunciada a medida, percebi que muitos brasileiros ficaram inquietos, alguns até preocupados. Primeiro, não há razão para pânico, afinal não se trata de confisco ou coisa parecida &#8211; felizmente, isso é passado. Segundo, muita calma com o discurso <em>&#8220;eles querem tirar dos pobres e não dos ricos&#8221;</em>, já que não é possível ser uma potência econômica e criar melhores condições para os negócios (empreendedores, concessão de crédito, expansão comercial etc.) com juros elevados.</p>
<p>Além disso, uma aplicação cujo retorno esteja sempre acima dos juros básicos, de forma garantida, geraria distorções no trânsito de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e, consequentemente, na economia. Ninguém compraria títulos públicos se a caderneta desse mais retorno (e sem taxas e impostos), certo? Sem vender seus papéis, o governo perderia sua capacidade de investir e rolar sua dívida, além do que haveriam recursos em excesso para o financiamento imobiliário (65% dos depósitos na poupança devem ser usados para este fim) e escassez para outras coisas.</p>
<p>O cenário &#8220;deixa como está&#8221; seria bem pior, acredite. Assim, mexer na rentabilidade da caderneta de poupança era essencial para permitir a queda de nossos juros reais, desonerando assim o custo do capital. A consequência mais perigosa ainda continua sendo a inflação, que por enquanto está sob controle, mas assusta economistas no que diz respeito ao ano de 2013. Até lá, façamos todos nossa lição de casa: ler sobre o tema e sobre as possibilidades de fazer render nosso dinheiro. Estamos juntos nessa.</p>
<p>Ajude-nos a compartilhar estas novidades e participe da discussão. Deixe seus comentários no espaço abaixo e siga-nos no Twitter &#8211; <strong><a title="Siga o @Dinheirama" href="http://www.twitter.com/Dinheirama" target="_blank">@Dinheirama</a></strong> &#8211; e Facebook &#8211; <a title="Siga o Dinheirama" href="http://www.facebook.com/dinheirama" target="_blank">www.facebook.com/dinheirama</a>. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Aline Rabelo, Executiva do Investmania</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 18:20:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aline Rabelo, Executiva do Investmania, fala da importância da informação para o investidor e de como ele pode criar estratégias de investimentos mais inteligentes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Aline Rabelo, Executiva do Investmania" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/02/dinheirama_post_entrevista_aline_rabelo_executiva_investmania.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Aline Rabelo, Executiva do Investmania" align="left" hspace="2" vspace="2" />Sempre defendemos a importância da informação para o investidor que deseja criar estratégias vencedoras para seus investimentos. O aprendizado é a principal condição para que resultados cada vez melhores sejam alcançados, especialmente no longo prazo.</p>
<p>Para melhor abordar a realidade da educação financeira focada no investidor, conversei com <strong>Aline Rabelo</strong>, executiva do <strong><a title="Conheça o Investmania" href="http://migre.me/7L9fc" target="_blank">Investmania</a></strong>, um site cujo objetivo é concentrar, em um só lugar e em tempo real, o máximo de informações necessárias para a tomada de decisão de um investidor. Tudo isso com foco no relacionamento entre os participantes.</p>
<p>Aline é formada em Administração de Empresas e possui mais de sete anos de experiência profissional no mercado financeiro, trabalhando em grandes corretoras e proferindo palestras em eventos do setor, como o Circuito Expo Money. Atualmente, dedica-se exclusivamente à coordenação do Investmania.</p>
<p><span id="more-7178"></span>Confira como foi nosso papo:</p>
<p><strong>Aline, apesar da migração social ocorrida na última década e do aumento na renda da população, o brasileiro ainda poupa e investe pouco. Como chamar atenção para o futuro, para a importância do investimento, quando consumir passa a ser possível e divertido?</strong></p>
<p><strong>Aline Rabelo:</strong> As pessoas, principalmente os jovens, devem sempre se perguntar: <em>“O que eu quero conquistar? Como quero viver quando estiver aposentado? Como imagino o meu futuro?”</em>. Estas perguntas provocarão você a olhar mais para o longo prazo e despertarão sua atenção para a importância de se planejar e começar a investir.</p>
<p><strong>Nós acreditamos que o desafio de convencer os investidores a investir na bolsa de valores passa pela educação financeira. Notei que esta é também a principal preocupação do site <a title="Conheça o InvestMania" href="http://migre.me/7L9fc" target="_blank">Investmania</a>. O investidor brasileiro participa mesmo dos recursos oferecidos (chats, videos, relatórios etc.)? O que ele valoriza mais?</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> A principal preocupação do Investmania é mostrar aos participantes as oportunidades de investimentos, sejam em ações (renda variável), renda fixa, imóveis ou câmbio. Tenho notado uma excelente participação de investidores no site, inclusive os mais experientes. Todos aproveitam os recursos disponibilizados.</p>
<p>Afinal de contas, o mais importante para qualquer investidor são as boas oportunidades e as chances de lucro. O <a title="Conheça o Investmania" href="http://migre.me/7L9fc" target="_blank">Investmania</a> é exatamente isso: um meio sério, responsável e constantemente atualizado para o investidor encontrar as melhores oportunidades de investimentos.</p>
<p><strong>Uma outra análise sugere que o investidor brasileiro tem um relacionamento muito fiel com os bancos de varejo, que normalmente não oferecem investimentos diretos em ações, mas seus produtos (fundos). Além disso, os juros ainda elevados garantem altos ganhos sem risco. Como você vê o desafio de popularizar a bolsa de valores?</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> A popularização da Bolsa de Valores já vem ocorrendo há algum tempo e os próprios bancos passaram a oferecer estes investimentos aos clientes que os solicitam. A popularização dos investimentos mais sofisticados é um reflexo da necessidade de quem quer ter um futuro melhor.</p>
<p>Neste sentido, o investimento em ações é, sem dúvida, um dos mais importantes para se atingir este objetivo. É sempre bom lembrar que em momentos de crise é que surgem as melhores oportunidades para investir em renda variável, momento em que é possível comprar ações de excelentes empresas a preços normalmente defasados e mais baixos.</p>
<p><strong>É consenso entre especialistas que nosso mercado de ações atualmente oferece boas possibilidades de compra para quem tem uma carteira de longo prazo. Ao mesmo tempo, notícias sobre a crise frequentemente assustam e mexem com o mercado. O que dizer ao jovem investidor que nos lê? Como encarar a realidade dos fatos e criar uma estratégia de investimentos inteligente?</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> Como disse, durante as crises é que surgem as melhores oportunidades. O investidor precisa entender seus objetivos e confrontá-los com a estratégia que pretende usar para alcançá-los. O passo seguinte é se informar com especialistas e acompanhar o noticiário para tomar decisões mais inteligentes.</p>
<p>O <a title="Conheça o Investmania" href="http://migre.me/7L9fc" target="_blank">Investmania</a> nasceu para auxiliar estes investidores, provendo conteúdo qualificado e informação relevante para quem quer saber como lidar com o mercado e traçar uma estratégia diferenciada. A aproximação com o investidor através da Internet possibilita compartilhar experiências e o aprendizado, tarefas essenciais para quem quer ter uma carteira de investimentos interessante.</p>
<p><strong>Ainda sobre a estratégia de investimentos, como deve ser a correta alocação de recursos do pequeno investidor. Pensando nos valores ainda mais baixos que ele tem para investir, como a bolsa de valores pode ser uma opção atraente?</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> Todo o investidor deve ponderar o capital que tem disponível para investir, o prazo desejado do investimento e o risco que ele está disposto a assumir. Para aqueles que estão iniciando e para os que dispõem de poucos recursos os ETFs, que replicam os índices de Bolsa, são uma boa opção.</p>
<p><strong>Você acredita no potencial de alternativas com os ETFs (Fundos de Índice) e FIIs (Fundos de Investimento Imobiliário), ambos negociados em bolsa? Para o pequeno investidor, estes podem ser bons pontos de entrada no mundo da renda variável? Por quê?</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> Sim, estas alternativas são ótimas opções de investimento. Particularmente, gosto dos ETFs porque permitem que você tenha a composição de uma carteira de ativos com baixo custo. Todo mundo conhece a lei da diversificação (não se coloca todos os ovos em uma mesma cesta), mas com pouco recurso fica caro diversificar.</p>
<p>Desta forma, quem está começando e ainda não tem muito capital para investir pode dar seus primeiros passos no mercado de ações através de ETF´s. O investidor vai encontrar nestes ativos a diversificação ideal para os seus investimentos sem ter que, para isso, comprar lotes ou frações de ativos de diversas empresas.</p>
<p><strong>Aline, muito obrigado pela disponibilidade e participação. Por favor, deixe seus conselhos finais sobre investimentos e renda variável ao nosso leitor.</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> Um conselho importante para quem pretende começar a investir é conversar com quem já tem alguma experiência e entende de investimentos. Converse com quem já investe e dedique parte de seu tempo para aprender e conhecer melhor as alternativas de investimentos, suas características, riscos, modo de operação e possibilidades de retorno.</p>
<p>Essa troca de experiências também é algo que valorizamos muito no Investmania, onde o investidor pode tirar suas dúvidas com especialistas ou investidores mais experientes para encontrar excelentes oportunidades de investimento. Convido os leitores a conhecerem nosso trabalho em <a title="Conheça o Investmania" href="http://migre.me/7L9fc" target="_blank">www.investmania.com.br</a>. Obrigado pelo espaço e parabéns pelo trabalho. Bons investimentos a todos!</p>
<p><strong>Crédito da foto:</strong> divulgação.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Marco Gomes, fundador da boo-box</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 21:28:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marco Gomes, fundador da boo-box, fala sobre empreendedorismo, captação de recursos com investidores para alavancar sua startup e sobre as características do negócio vencedor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Marco Gomes, fundador da boo-box" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_entrevista_marco_gomes_fundador_boo_box.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Marco Gomes, fundador da boo-box" align="left" hspace="2" vspace="2" />Histórias inspiradoras são ideais para o momento que vivemos. O ano de 2012 já está chegando e, como não poderia deixar de ser, com ele chegam a esperança e o desejo de um ano mais completo, rico e recheado de felicidade, realizações e alegria. Mas não podemos esquecer que histórias de sucesso também são feitas de desafios, disciplina e muita persistência. Os leitores que aspiram empreender e cuidar do próprio negócio sabem muito bem do que estamos falando.</p>
<p>Inspiração e muito trabalho! É isso que queremos trazer a você com o papo de hoje, com <strong>Marco Gomes</strong>, fundador e executivo da <strong><a title="Conheça a boo-box" href="http://boo-box.com/" target="_blank">boo-box</a></strong>, empresa de tecnologia para publicidade com operações no Brasil e América Latina. A empresa fundada por Marco quando ele tinha apenas 20 anos, exibe cerca de 3 bilhões de anúncios em mais de 200 mil sites e blogs.</p>
<p>Marco, que teve uma infância bastante dura em Gama, cidade-satélite no Distrito Federal, abandonou o curso de computação na Universidade de Brasília depois de três anos e resolveu correr atrás de seu sonho em São Paulo. A boo-box hoje é uma referência quando se fala de empreendedorismo digital no Brasil. E com a humildade característica de um grande empreendedor, Marco nos conta mais sobre esse feito. Aprenda com ele:</p>
<p><span id="more-6978"></span><strong>Marco, você abandonou a universidade e mudou-se de cidade para correr atrás dos seus sonhos de empreendedor. Foi difícil tomar essas decisões? O que levou em conta e como atravessou esse processo?</strong></p>
<p><strong>Marco Gomes:</strong> Fácil nunca foi, mas posso dizer que foi natural. Eu tinha um objetivo claro e minha melhor chance era estar em São Paulo, próximo dos clientes, investidores e parceiros. Na minha cabeça era muito simples: ou saía do DF para tentar fazer a empresa em São Paulo ou continuava com a mesma vida por lá. Eu quis tentar, até agora tem dado certo.</p>
<p><strong>Você é um dos exemplos mais marcantes de sucesso da Internet brasileira. Olhando um pouco para trás, como surgiu a ideia para criar a boo-box? Aconteceram mudanças de modelo de negócio durante o planejamento e desenvolvimento da empresa?</strong></p>
<p><strong>M. G.:</strong> Mudamos muito, no empreendedorismo chamamos isso de pivot. Há até um neologismo em português, dizemos que “pivotamos muito”. Em 2007, antes de abordar o mercado, nosso palpite era que o mercado principal seria o de e-commerce, intermediando a venda de produtos relacionados ao conteúdo dos blogs.</p>
<p>Durante 2008, ouvindo o mercado, percebemos que a tração com agências de publicidade era muito maior; era imenso o interesse dos publicitários em fazer anúncios nos blogs e redes sociais. Aproveitamos o interesse, adaptamos o produto para campanhas de publicidade e lançamos em 2009 o sistema de publicidade para mídias sociais.</p>
<p>Hoje o sistema de publicidade da boo-box é usado em 280 mil sites, apresenta anúncios de centenas de anunciantes para 65 milhões de pessoas no Brasil, mensalmente, e agora está sendo expandido para o restante da América Latina.</p>
<p><strong>Em uma recente entrevista você diz que aprendeu a lidar com o risco e que hoje não se assusta facilmente com qualquer situação. Em sua opinião, olhando o desenvolvimento econômico do Brasil e tudo as promessas do mercado de Internet, agora é o momento certo para arriscar?</strong></p>
<p><strong>M. G.:</strong> Em uma análise macro sim, o Brasil está em um momento incrível e a atenção internacional voltada para nós. É fácil conseguir reuniões com investidores brasileiros, europeus e americanos, e vemos mais de um anúncio de investimento por semana em startups de tecnologia e internet.</p>
<p>Mas, é claro que cada pessoa é diferente e tem questões pessoais que precisa analisar muito bem antes de “se jogar”. Muita gente diz que empreendedorismo é como montar um avião em queda livre, mas antes de se jogar na queda você precisa ter segurança que tem o conhecimento e as peças necessárias.</p>
<p><strong>Como não poderia ser diferente, você lidou no início com algumas dificuldades, mas encontrou no momento certo a oportunidade de contar com o investimento do fundo Monashees. Como deve ser a aproximação de alguém que tenha um grande projeto junto aos investidores e o que eles levam em conta na hora de decidir ou não em investir?</strong></p>
<p><strong>M. G.:</strong> O investidor vai avaliar alguns elementos:</p>
<ul>
<li>Seu brilho no olho;</li>
<li>O tamanho do mercado que você pretende abordar;</li>
<li>Seu conhecimento do mercado;</li>
<li>Seu protótipo;</li>
<li>A qualidade do seu trabalho passado;</li>
<li>Seu histórico e passado profissional.</li>
</ul>
<p>Falo mais sobre isso no meu blog, nos textos <a title="Leia mais no blog do Marco" href="http://marcogomes.com/blog/2010/o-que-e-venture-capital-e-como-sua-empresa-pode-receber-investimento/" target="_blank">&#8220;O que é Venture Capital e como sua empresa pode receber investimento&#8221;</a> e <a title="Leia mais no blog do Marco" href="http://marcogomes.com/blog/2011/como-criar-uma-startup-na-internet/" target="_blank">&#8220;Como criar uma startup de serviço na Internet&#8221;</a>.</p>
<p><strong>Nesse ano, quem teve a oportunidade de acompanhar a boo-box percebeu o crescimento e a presença de pessoas com experiência para compor a equipe da empresa, como é o caso do amigo Edney Souza (ou Interney). Vocês também concordam que o trunfo de uma startup é sua equipe? Pode falar mais sobre isso?</strong></p>
<p><strong>M. G.:</strong> É importante você estar cercado dos profissionais mais competentes do mercado. Criar uma empresa a partir do zero e ser bem sucedido em um mercado competitivo exige muita energia, conhecimento e dedicação. Sempre recomendo que os empreendedores estejam próximos dos melhores profissionais do mercado em que estão atuando, se possível trazendo-os para o time como conselheiros ou até executivos e acionistas.</p>
<p>Na boo-box, fizemos isso desde o princípio. Logo no início da empresa, nós convidamos o Edney Souza para ser nosso conselheiro de Publishers, recebendo seu feedback periodicamente e tendo-o como um evangelista entre os produtores de conteúdo. Em 2011, ele se juntou ao time de executivos no dia-a-dia da boo-box como VP de Publishers.</p>
<p>Temos também proximidade com <a title="Quem é Anibal Messa" href="http://www.pcapital.com.br/nossotime.htm" target="_blank">Anibal Messa</a>, investidor inicial do BuscaPé e um dos mais experientes <em>venture capitalists</em> do Brasil. Até o final de 2010, éramos 3 executivos na boo-box; em 2011, trouxemos mais 4 executivos, totalizando 7 profissionais altamente capacitados no comando da empresa, inclusive através da incorporação da empresa argentina Popego. (os detalhes estão no site da holding, <a title="Conheça o Grupo 42" href="http://grupo42.com/" target="_blank">Grupo 42</a>). Com isso, nós estamos com uma taxa de crescimento de mais de 6 vezes ao ano.</p>
<p><strong>O que dizer aos jovens leitores que buscam inspiração em histórias como a sua e que desejam também empreender e fundar suas startups? Quais são as fases críticas? Há uma hora certa para profissionalizar a gestão?</strong></p>
<p><strong>M. G.:</strong> Tenha coragem e inteligência para mudar, muito e rápido. Veja as oportunidades pairando no ar (há muitas). Lembre-se que não é o mais forte que sobrevive, mas o mais adaptado às mudanças. Profissionalize a gestão o quanto antes! No empreendedorismo de alto impacto não há excesso de profissionalismo &#8211; lembrando que profissionalismo é diferente de burocracia.</p>
<p><strong>Marco, obrigado pela entrevista e parabéns pelo sucesso à frente da boo-box. Por favor, deixe uma mensagem final de incentivo aos nossos leitores.</strong></p>
<p><strong>M. G.:</strong> Não se prenda em desculpas. Se você tentar, em cinco anos vai ter uma história, de sucesso ou de fracasso. Se você não fizer <em>&#8220;porque não tem dinheiro&#8221;</em>, <em>&#8220;não está no lugar certo&#8221;</em>, <em>&#8220;não tem a formação necessária&#8221;</em>, <em>&#8220;não tem sócio&#8221;</em> ou porque <em>&#8220;não sabe programar&#8221;</em>, por exemplo, daqui cinco anos vai continuar tendo só uma desculpa.</p>
<p>Agradeço imensamente a oportunidade, estou honrado em participar, afinal acompanho o site desde os primeiros posts. Fico muito feliz também em ser parceiro há tantos anos. O <em>Dinheirama</em> – com seu conteúdo segmentado e de alta qualidade – está sempre em minhas apresentações de melhores cases de uso da boo-box. Um exemplo para todos que querem produzir conteúdo profissionalmente no Brasil. Parabéns!</p>
<p>Crédito das fotos: divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Dinheirama Entrevista: Romero Rodrigues, fundador e CEO do Buscapé</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:04:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Romero Rodrigues, fundador e CEO do Buscapé, fala sobre empreendedorismo, negócios na Internet, venture capital, investidores e sucesso! Como chegar lá?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Romero Rodrigues, fundador e CEO do Buscapé" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_entrevista_romero_rodrigues_ceo_buscape.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Romero Rodrigues, fundador e CEO do Buscapé" align="left" hspace="2" vspace="2" />O fim de ano continua muito especial para nós do Dinheirama. Sempre pensando em compartilhar conhecimento e aprender mais, buscamos conhecer pessoas importantes e modelos de sucesso acessíveis e dispostos a incentivar a disseminação da educação financeira e empreendedora. Tivemos a grande honra de conversar com <strong>Romero Rodrigues</strong>, fundador e CEO do <strong><a title="Conheça o Buscape" href="http://www.buscape.com.br/" target="_blank">Buscapé</a></strong>, que começou como um comparador de preços e hoje engloba diversos serviços de Internet.</p>
<p>Romero é Engenheiro Elétrico com ênfase em Computação pela Universidade de São Paulo (USP) &#8211; Escola Politécnica. Criou o Buscapé em 1998, ainda com 21 anos e ao lado de dois colegas de faculdade. O site só começou mesmo a operar em 1999, com 35 lojas parceiras e 35.000 produtos. Dez anos depois, em 2009, uma fatia de 91% da empresa foi vendida ao grupo africano Naspers por US$ 342 milhões.</p>
<p>Atualmente, o grupo <a title="Conheça o Buscapé Company" href="http://migre.me/79luI" target="_blank">Buscapé</a> está presente em 28 países e conta com empresas como QueBarato!, Pagamento Digital, FControl, BondFaro, Lomadee, ebit, entre outras. Nosso papo com Romero foi sobre a possibilidade de novos empreendedores de Internet despontarem no Brasil. O que impede que isso aconteça mais? Confira abaixo:</p>
<p><span id="more-6919"></span><strong>Romero, sabemos como todo começo de um negócio de Internet é difícil. Aqui no Brasil, podemos dizer que é ainda mais difícil? Por quê? Quais as diferenças e o que devemos melhorar?</strong></p>
<p><strong>Romero Rodrigues:</strong> As condições melhoraram muito no Brasil. As barreiras que existiam antes hoje são muito mais fáceis de serem transpostas, como os custos de hospedagem, de aluguel de um escritório e do link de Internet. Além disso, a Internet rápida propicia acesso fácil aos consumidores. As dificuldades, hoje, são de se encontrar as grandes ideias e implementá-las sem perder o time-to-market.</p>
<p>Mas uma coisa é certa: o cenário de estabilização e crescimento da economia brasileira, somado à crise na Europa e nos Estados Unidos, colocou o país entre as prioridades de investimentos do capital de risco, atraindo, inclusive, modelos de investimento que antes não existiam por aqui, como os investidores anjo.</p>
<p><strong>Você e seus sócios entraram e criaram uma grande empresa de internet justamente no período do estouro da bolha. Qual foi a decisão mais difícil que tiveram que tomar e quais as consequências disso?</strong></p>
<p><strong>R. R.:</strong> A decisão mais complicada é sempre a de prosseguir. Às vezes, desistir é mais fácil. Se fôssemos ouvir conselhos, dicas e sugestões, não persistiríamos durante as tempestades que enfrentamos, não só no estouro da bolha, como também em outras ditas crises mundiais que, nós, por opção e insistência, decidimos ficar de fora.</p>
<p><strong>Um dos momentos mais importante de uma startup é a busca por investimentos e podemos dizer que o Buscapé foi uma das pioneiras em conseguir bons parceiros. Qual a dica para quem está justamente buscando investidores para fazer o negócio crescer?</strong></p>
<p><strong>R. R.:</strong> Acredite realmente no projeto, revise, repense; deixe-o perfeito. Fique antenado nas notícias do setor em que sua startup atuará. Monte um plano detalhado, mas não prolixo. Busque ajuda, troque experiência, crie sinergias. Os investidores são consequência do trabalho bem feito durante estas etapas.</p>
<p>Entendo que o principal diferencial de qualquer empreendedor é a paixão por seu negócio. Nenhum investidor apóia uma empresa na qual não enxerga paixão nos olhos do empresário. Inovação também é um requisito importante quando se trata da Indústria da Internet. É preciso estar sempre se antecipando às tendências, já que, neste mercado, quem chega primeiro com um serviço realmente inovador é quem tem a maior chance de se consolidar na liderança. Na Internet, dificilmente os últimos serão os primeiros.</p>
<p><strong>Há um consenso que diz que fundos e investidores internacionais se preocupam muito mais com a equipe e o produto do que com a geração de receita e retorno financeiro (no primeiro momento), enquanto os financiadores brasileiros querem um plano de negócios muito amarrado. Isso é real? Como o empreendedor web deve encarar essa questão?</strong></p>
<p><strong>R. R.:</strong> Sim. Os investidores internacionais veem um passo além. São menos imediatistas e procuram equipes e produtos aptos e capacitados. Apesar dessa diferença, os financiadores brasileiros, que prioritariamente buscam planos de negócios detalhados, estão exigindo cada vez mais capacitação e foco da equipe. São grupos diferentes, mas igualmente focados em resultados.</p>
<p><strong>Como deve ser a gestão financeira do negócio web que pretende crescer e atrair a atenção de um investidor?</strong></p>
<p><strong>R. R.:</strong> Deve ser ousada, mas sem extremos. O investidor percebe de longe quando uma startup apresenta risco maior ou menor. O grande desafio é mostrar que esse risco vale a pena. Existem investidores para todos os perfis de gestão financeira. Um plano sólido e bem coerente, que justifique bem um determinado posicionamento, é o melhor caminho.</p>
<p><strong>O que dizer do atual momento de crise em relação aos investidores de risco? O dinheiro continua disponível no Brasil? Você pode listar alguns requisitos para que o empreendedor se diferencie na hora de buscar apoio?</strong></p>
<p><strong>R. R.:</strong> O Brasil tem sido um dos principais alvos, quando não o principal, dos investidores de risco. De certa forma, o Buscapé ajudou a reabrir as portas do Brasil para o capital de risco nos últimos anos por conta da venda da empresa para a Naspers, ocorrida em 2009.</p>
<p>Nos últimos anos temos assistido a entrada no país de Venture Capitals dispostas a apoiar startups na indústria da Internet que tenham modelos de negócios inovadores e/ou que estejam replicando no mercado brasileiro modelos de comprovado sucesso em outros mercados internacionais, como Europa e Estados Unidos. Além disso, empresas internacionais também estão chegando ao Brasil dentro de uma estratégia de expansão em que o país se apresenta não apenas como uma economia emergente, mas também como o principal mercado da América Latina.</p>
<p><strong>7) Romero, obrigado pela disponibilidade. Por favor deixe uma mensagem final aos nossos jovens leitores que sonham ser empreendedores web de sucesso.</strong></p>
<p><strong>R. R.:</strong> Existe uma palavra que, sempre que a escuto, ligo meu radar: impossível. Se alguém disser que sua ideia ou que o que você está construindo é algo impossível, acelere. O impossível é o caminho para o sucesso.</p>
<p>Crédito das fotos: divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Arrisque! A importância dos riscos na busca por melhores resultados</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 19:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Arrisque se quer realizar seus sonhos e atingir o sucesso merecido. Entenda a importância dos riscos na busca por melhores e mais duradouros resultados. Vença o medo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="Arrisque! A importância dos riscos na busca por melhores resultados" src="http://dinheirama.com/files/2011/10/dinheirama_arrisque_importancia_dos_riscos_busca_melhores_resultados.jpg" alt="Arrisque! A importância dos riscos na busca por melhores resultados" align="left" hspace="2" vspace="2" />Bruna</strong> comenta: <em>&#8220;Navarro, tenho uma carreira bastante promissora, mas meu desejo de mudar e arriscar ser feliz com um projeto diferenciado parece falar mais alto. No entanto, sou muito criticada quando decido abordar esta possível decisão com meus amigos e familiares. Já li que você passou por inúmeras mudanças em sua vida (fim de casamento, mudança total de carreira, problemas de saúde etc.) e gostaria de sua opinião sobre minha história. Como você se sentiu ao ter que enfrentar o risco, sem saber que resultados ele traria? Obrigada&#8221;</em>.</p>
<p>A abordagem tradicional do crescimento pessoal, que objetiva ações baseadas no conceito de causa e efeito – “faço isso, estudo aquilo e passo a ganhar mais” –, não deve ser levada ao pé da letra por quem pretende viver uma verdadeira guinada financeira. Enriquecer e atingir a independência financeira contando apenas com o salário é tarefa que poucos conseguem atingir, basta observar a realidade à sua volta.</p>
<p><span id="more-6663"></span>Apresento com mais intensidade essa opinião no artigo <a title="Sucesso, riqueza e bem-estar: só iniciativa não basta para vencer!" href="http://dinheirama.com/blog/2011/09/29/sucesso-riqueza-e-bem-estar-so-iniciativa-nao-basta-para-vencer/" target="_blank">“Sucesso, riqueza e bem-estar: só iniciativa não basta para vencer!”</a>, publicado semana passada. Hoje quero aprofundar o tema tratando de um aspecto pouco discutido nos papos sobre dinheiro: a importância de correr riscos! Convido-o a uma reflexão sincera sobre seus passos pessoais e profissionais. <strong>Quando foi que você realmente se arriscou a fim de encarar uma mudança?</strong> Qual foi o resultado?</p>
<ul>
<li><em><strong>“Não deu certo!”</strong></em>. Fracassou? Ok, as saídas são: lamentar-se, encontrando culpados por todo lado, escondendo-se atrás de desculpas de toda ordem e abrindo mão de suas responsabilidades, ou investigar as causas do insucesso, fortalecer os pontos que contribuíram com a ruína e tentar de novo. Aceitar a frustração reduz a ansiedade e torna mais humana a tarefa de “digerir” as trombadas;</li>
<li><strong><em>“Boas oportunidades surgiram”</em></strong>. Extraiu algo de positivo? Excelente. Assumir riscos então contribui para o amadurecimento e possibilita que exploremos melhor todas as nossas capacidades. Assusta, mas enriquece;</li>
<li><strong><em>“Não mudou nada”</em></strong>. Tem certeza? A tentativa de mudar e o risco corrido também não fizeram mal algum, certo? Logo, correr riscos desejando e trabalhando por algo melhor certamente agrega valor, ainda que seja “apenas” como amadurecimento e experiência.</li>
</ul>
<p>Riscos são oportunidades de alcançar resultados diferentes a partir de decisões igualmente diversas. Não há um manual que ensina quem e quando devemos arriscar. Cada pessoa tem seus anseios e desejos e também seu grau de aversão ao risco, mas é importante que estes fatores sejam coerentes. Afinal, o conflito entre o tamanho de nossos sonhos e nossa determinação de arriscar para conquistá-los está entre as razões principais de sérios problemas emocionais.</p>
<p><strong>Encare o risco de forma prática!</strong><br />
Se jogar-se diante de oportunidades que exigem desprendimento ainda lhe parece uma decisão difícil, tente parametrizar sua abordagem de uma forma mais objetiva:</p>
<ul>
<li><strong>Ouça com atenção ao que os outros têm a dizer, mas decida-se sozinho.</strong> Participe ativamente dos círculos familiares e profissionais, mas faça-o de forma inteligente. Isto é, evite o ímpeto de avançar com suas verdades prontas e procure escutar mais que falar. Depois, filtre bem que informações são realmente relevantes para o que você pretende fazer e dê o passo por conta própria; você precisa ser capaz de arcar com as consequências de seus atos;</li>
<li><strong>Informe-se sobre oportunidades de gerar renda extra.</strong> Comece a pensar “fora da caixa” e envolva-se com as chances de abrir seu próprio negócio, investir mais etc. Você já visitou o SEBRAE de sua cidade/região? Já leu algum livro ou material que detalha as alternativas de investimento disponíveis no Brasil hoje? Tenha certeza de que seu desejo de transformação não é apenas uma tentativa de distanciar-se da realidade, dos problemas cotidianos. Em outras palavras, conheça o mundo real relacionado com a atividade que pretende exercer e veja se você tem o perfil para ela;</li>
<li><strong>Discorra e analise as possíveis consequências antes de arriscar.</strong> Gosto bastante de responder a três questões antes de dar um passo rumo ao novo: o que de bom pode acontecer? O que de ruim pode acontecer? Qual dos dois cenários é o mais provável? Funciona assim: eu reúno todas as informações possíveis e que julgo importantes para responder a essas perguntas e vou adiante só quando o quadro me traz confiança.</li>
</ul>
<p>Se você interpretou adequadamente este pequeno artigo, percebeu que ele é um convite à mudança. Quero que você leve em conta sua atual situação e questione-se: estou acomodado e contando mais com os outros que comigo mesmo para atingir minha independência financeira? <strong>Sou definido por minha luta e disciplina para correr atrás do meus objetivos ou pelo meu contracheque?</strong></p>
<blockquote><p>“Não há nada de errado em ter um contracheque estável, a não ser que ele interfira na capacidade que você possui de ganhar o que merece. É neste ponto que está o problema: ele geralmente interfere. Nunca estabeleça um teto para os seus rendimentos” – <strong>T. Harv Eker</strong></p></blockquote>
<p><strong>Faça, apesar do medo!</strong><br />
A sensação de que as coisas podem dar muito erradas ou os conselhos dos mais chegados tentando dissuadi-lo da arriscada decisão pesam, mas refletem expectativas externas. Em geral, a sociedade espera que você falhe &#8211; os que adoram apontar o dedo e dizer <em>&#8220;Não falei?&#8221;</em> são maioria, infelizmente. Se você acredita no potencial do projeto/ideia e está preparado para, dando certo ou errado, insistir e assumir responsabilidades, agradeça as interferências e use-as como motivação.</p>
<p>Gosto da história de um pamonheiro aqui da cidade, que antes trabalhava como operador de máquinas na indústria. O nascimento dos filhos aumentou o custo de vida e, ao lado de sua esposa, ele decidiu arriscar-se em um antigo hobby familiar: produzir pamonhas, mas dessa vez para vender. Durante algum tempo, ele manteve os dois trabalhos. Hoje o casal fatura quase cinco vezes mais que na época da indústria, ele tem mais tempo com a família e um padrão de vida melhor. Ele arriscou.</p>
<p><strong>Então mãos à obra!</strong> É hora de tirar da gaveta aquele plano de negócios, fazer o tão falado curso de extensão, começar logo a graduação na nova carreira, investir naquela sociedade e por ai vai. O que você quer fazer? Precisa de autorização para isso? Está esperando o quê?</p>
<p>Convido todos os leitores a contar qual é seu modo de encarar os riscos. Eles influenciam sua tomada de decisões? Você já arriscou? O que fez? Se não teve coragem, por quê ainda é reticente em relação a tentar mudar? Use o espaço de comentários abaixo e também o Twitter para alongarmos esse papo: sou o <strong><a title="Siga-me no Twitter" href="http://www.twitter.com/Navarro" target="_blank">@Navarro</a></strong> por lá.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Falando em ações: Ordens de stop no mercado de ações</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/07/18/falando-em-acoes-ordens-de-stop-no-mercado-de-acoes/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 22:58:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Derivativos]]></category>
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		<description><![CDATA[Entenda o que são as ordens de stop (stop loss e stop gain) e como elas podem fazer parte de sua estratégia de investimentos na bolsa de valores. Maximize seus lucros e minimize suas perdas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Falando em ações: Ordens de stop no mercado de ações" src="http://dinheirama.com/files/2011/07/dinheirama_falando_acoes_ordens_stop_loss_gain.jpg" alt="Falando em ações: Ordens de stop no mercado de ações" hspace="2" vspace="2" align="left" />Hoje publicamos, com exclusividade e autorização, mais um episódio do podcast <strong>&#8220;Falando em Ações&#8221;</strong>, produzido e criado pela Elas &amp; Lucros com a participação do economista e analista de investimentos CNPI <strong>Leandro Martins</strong>. No bate papo de hoje, Leandro explica como funcionam as ordens de stop e porque é importante que elas façam parte das estratégias de investimento de qualquer investidor na bolsa de valores. O material criado pela Elas &amp; Lucros é publicado com exclusividade e autorização pelo Dinheirama.com.</p>
<p>Dentre os assuntos abordados no papo de hoje, estão:</p>
<ul>
<li>O que são e como funcionam as ordens de stop no mercado de ações e bolsa de valores?</li>
<li>Por que estratégias vencedoras fazem uso de ordens de stop?</li>
<li>Qual a diferença entre ordens stop loss e stop gain e como utilizá-las para maximizar lucros e minimizar perdas?</li>
<li>Principais diferenças entre um investidor e um especulador no mercado de renda variável.</li>
</ul>
<p><strong>Opções para ouvir</strong><br />
Decidimos disponibilizar o material de duas formas. Para aqueles que preferem a comodidade do próprio post ou YouTube, o podcast de hoje também está disponível na <strong><a title="Assine a TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">TV Dinheirama</a></strong> (assista abaixo). Para aqueles que preferem ouvir o arquivo MP3 em seu aparelho portátil compatível com RSS ou iTunes, basta assinar <a title="Assine via iTunes" href="http://itunes.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=342293035" target="_blank">nosso canal de podcasts no iTunes (Apple Store)</a> ou usar o link RSS &#8211; <a title="Assine via feed" href="http://dinheirama.com/feed/podcast" target="_blank">http://dinheirama.com/feed/podcast</a> &#8211; e aproveitar!</p>
<p><strong>Vídeo:</strong></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=YLEXoyNvOjg">http://www.youtube.com/watch?v=YLEXoyNvOjg</a></p>
<p><strong>Player do áudio:</strong></p>

<p><strong>Cursos on-line de investimento em ações</strong><br />
Você pode aprender a investir em ações com o <em>Dinheirama</em> e o analista Leandro Martins. Conheça nossos <a title="Conheça os cursos on-line de investimentos" href="http://dinheirama.com/cursos-on-line/" target="_blank">cursos on-line</a>, compostos de video-aulas preparadas com recursos multimídia, lições didáticas e exemplos reais que ensinam você a negociar ações, avaliar tendências e investir mirando rentabilidade e segurança. São três os cursos disponíveis atualmente:</p>
<ul>
<li><a title="Conheça o curso de introdução à Bolsa de Valores" href="http://dinheirama.com/curso-on-line-introducao-a-bolsa-de-valores/" target="_blank"><strong>Mercado à Vista de Ações </strong>[clique e conheça]</a></li>
<li><a title="Conheça o curso Intensivo Análise Gráfica" href="http://dinheirama.com/curso-on-line-intensivo-analise-grafica/" target="_blank"><strong>Intensivo Análise Gráfica</strong> (Técnica) [clique e conheça]</a></li>
<li><a title="Conheça o curso Day Trade com Ações e Opções" href="http://dinheirama.com/curso-on-line-day-trade-com-acoes-e-opcoes/" target="_blank"><strong>Day Trade com Ações e Opções</strong> [clique e conheça]</a></li>
</ul>
<p>Qualquer dúvida, <a title="Entre em contato" href="http://dinheirama.com/contato" target="_blank">entre em contato conosco</a> e teremos prazer em colaborar. Aprenda a investir com segurança e ao lado de quem entende. Valeu. Até a próxima.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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		<title>TV Dinheirama: Fundo de Investimento – Vale a pena investir seu dinheiro?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/02/15/tv-dinheirama-fundo-de-investimento-vale-a-pena-investir-seu-dinheiro/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 18:36:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Investir em fundo de investimentos vale a pena? Como analisar o risco, prospecto, taxa de administração e estratégia de um fundo? Que cuidados ter na escolha?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="TV Dinheirama: Fundo de Investimento - Vale a pena investir seu dinheiro?" src="http://dinheirama.com/files/2011/02/dinheirama_tvdinheirama_fundos_de_investimento.jpg" alt="TV Dinheirama: Fundo de Investimento - Vale a pena investir seu dinheiro?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Há uma discussão muito importante quando o assunto são investimentos. Afinal, vale a pena investir em fundo de investimentos ou devemos sempre tentar construir nosso patrimônio em aplicações diretas, sem a gestão de instituições especializadas? A questão ganhou uma edição do <strong><a title="Assista à TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">TV Dinheirama</a></strong>, onde meu principal objetivo é apontar a importância de se conhecer muito bem o fundo de investimento, seu prospecto, carteira de ativos, taxas, objetivos, risco e estratégia. O conhecimento facilitará sua decisão. Assista:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=vsJ_2uffwkY">http://www.youtube.com/watch?v=vsJ_2uffwkY</a></p>
<p><strong>Importante: </strong>Lembre-se de acessar nosso canal no YouTube &#8211; <strong><a title="Assista e assine à TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">www.youtube.com/dinheirama</a></strong> &#8211; e se inscrever para receber nosso material. As gravações têm caráter didático e instrutivo. As dicas dadas deverão ser usadas sob sua total responsabilidade. Vem mais por ai. Espero que gostem! Até a próxima.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Desafio, o verdadeiro combustível do sucesso</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/01/04/desafio-o-verdadeiro-combustivel-do-sucesso/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 18:30:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Risco e Retorno]]></category>
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		<description><![CDATA[Quanto você realmente enfrenta de desafios ou deixa de fazê-lo preferindo a autossabotagem? Você tem medo de errar? Agrada demais os outros? Cuidado!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="Desafio, o verdadeiro combustível do sucesso" src="http://dinheirama.com/files/2011/01/dinheirama_desafio_sucesso.jpg" alt="Desafio, o verdadeiro combustível do sucesso" hspace="2" vspace="2" align="left" />Feliz Ano Novo! </strong>De novo! Afinal, nada melhor que um Réveillon bastante agitado, com <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2hhbXBhbmhlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">champanhe<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e ao lado de familiares e amigos de longa data para reforçar o compromisso de vencer, fazer melhor e ir mais longe. Foi assim com você? Época de promessas ocas e desejos exagerados, a virada de ano também traz alento, esperança e motivos de alegria. Afinal, a vida segue – razão máxima para comemorar.</p>
<p>Além dos usuais votos de paz, prosperidade, alegria e sucesso, tenho o costume de desejar a todos os amigos e familiares que o Ano Novo seja repleto de desafios. Ora, o que seria de nossas realizações não fossem os desafios que somos obrigados a enfrentar? São eles que nos fazem crescer e melhorar nossas habilidades; são eles que nos lembram do quanto somos capazes de “dar a volta por cima” ou de improvisar, resolver.</p>
<p><strong>Desafio e autossabotagem</strong><br />
Tenho para mim que desafio é uma palavra intimamente relacionada a risco e oportunidade. Tente se lembrar das suas principais conquistas nos anos passados. Como as atingiu? Foi fácil? Precisou de ajuda? Provavelmente, você teve de enfrentar alguma situação nova, inesperada ou ao menos diferente. Observando os acontecimentos do dia a dia dá pra perceber que ao removermos os riscos de nossas vidas, eliminamos também as oportunidades.</p>
<p><span id="more-5532"></span>O que fazer? Esconder-se nas desculpas tipo <em>“Isso não acontece comigo”</em> ou <em>“Papo furado de autoajuda”</em> costuma funcionar bem, mas até certo ponto apenas. São muitas as figuras que preferem posar, passar uma imagem inabalável, agradável, quando na verdade sofrem problemas pessoas de perigosas consequências. Para estes, a zona de conforto consiste em “deixar rolar”, mesmo que não haja nada de confortável no passar dos dias. A isso <a title="Leia mais sobre autossabotagem" href="http://www.abril.com.br/noticias/comportamento/autossabotagem-compromete-crescimento-profissional-417365.shtml" target="_blank">alguns especialistas chamam autossabotagem</a>.</p>
<p><strong>Arriscar mais ajuda. Ser mais preciso também. </strong>Aproveite que a energia que o Ano Novo injetou em sua vida e encare as atitudes transformadoras que tanto empurrou com a barriga no passado. Sugiro que você encare o desafio de realmente mudar sua vida e:</p>
<ul>
<li><strong>Gaste sua energia criando objetivos mais concretos e menos abstratos.</strong> Muitos brasileiros colocam como meta do ano “entrar em forma”. Muito abstrato. Prefira apontar ações mais diretas, como: caminhar 30 minutos diariamente ou correr 20 minutos, duas vezes por semana. Outro exemplo: troque a meta “gastar menos” por anotar durante 30 dias suas receitas e despesas do período;</li>
<li><strong>Pare de temer o fracasso como se errar fosse um pecado. </strong>Prefira cercar-se de informação, <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y29uaGVjaW1lbnRvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">conhecimento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e aceite riscos calculados. Para cada objetivo proposto, experimente pontuar o que de melhor pode acontecer, o que de pior pode acontecer e o que tem mais probabilidade de acontecer. Se o cenário lhe agradar, faça! É como fazem os gestores profissionais antes de tomar uma decisão. Funciona;</li>
<li><strong>Agrade menos os outros e mais a si mesmo.</strong> Reconhecimento é fundamental, mas quando é exagerado só serve para evidenciar a presença de baixa autoestima. Continue sendo uma pessoa “boa praça”, de bom convívio, mas que prioriza também suas metas e não só o bem-estar do próximo. Cuidado com a interpretação de texto: estou dizendo que você precisa fazer sempre mais que o possível pelo bem, mas deve incluir seus desejos nessa missão. Só você sabe o quanto você é importante;</li>
<li><strong>Experimente mais e melhor as vitórias.</strong> É comum notar um acúmulo de energia no planejamento e tentativa de explorar a oportunidade do tipo “bola da vez”. Ficamos obcecados pelo “grande passo” e nos esquecemos de comemorar os pequenos passos. Alguém certa vez disse que <em>“as grandes tacadas dão fama, as pequenas dão grana”</em>. Quebre seus grandes sonhos em pequenas metas, várias delas, e comemore cada vez que atingi-las.</li>
</ul>
<p>Não sei se percebeu minha intenção com as provocantes ações que propus. É simples: todas elas são perturbadoras na medida em que alteram completamente nosso <em>“modus operandi”</em>, nossa programação mental padrão. Elas representam, pois, um desafio. E como todo bom desafio, há o risco de que nada disso funcione para você &#8211; e você me tenha como um sonhador &#8211; e de que os resultados apareçam logo e com frequência maior do que você imaginava &#8211; e terei dito apenas o óbvio. Prefiro assim.</p>
<p>Finalmente, se nada disso fizer sentido, deixo aqui minha última tentativa de sensibilizá-lo para a importância dos desafios e da exposição ao não usual: experimente ler <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/YmlvZ3JhZmlhXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">biografias<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> de pessoas que você admira, seja pela riqueza, beleza ou impacto na mídia. Mas prepare-se para passagens dolorosas, tristes, pesadas. Repare em quantos e quão difíceis foram os desafios da personalidade escolhida. As pessoas bem-sucedidas – aquelas que inspiram outras com sua história – são lembradas porque arriscam mais que a média. <strong>O desafio de viver precisa valer a pena!</strong></p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Entendendo como funciona o Capital de Risco (Venture Capital)</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/09/29/entendendo-como-funciona-o-capital-de-risco-venture-capital/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2010/09/29/entendendo-como-funciona-o-capital-de-risco-venture-capital/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 17:01:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Biscaia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Entenda como funciona o Venture Capital, conhecido no Brasil como capital de risco. Empreendedor, investidor e mercado trabalham juntos pelo sucesso dos negócios visando lucro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Venture Capital, capital empreendedor ou de oportunidade" src="http://dinheirama.com/files/2010/09/dinheirama_venture_capital.jpg" alt="Venture Capital, capital empreendedor ou de oportunidade" hspace="2" vspace="2" align="left" />Escrevi este artigo de uma forma bem direta, visando desmistificar o que é <em>Venture Capital</em> e como o processo de seleção de projetos ocorre no Brasil. O empreendedorismo vem aos poucos se consolidando com uma cultura neste país e, assim, esse assunto precisa ser discutido sempre que possível. O texto está bem enxuto, a ideia é explicar os conceitos envolvidos e apresentar por quais etapas passam o empreendedor ao se inscrever em uma seleção de projetos deste tipo. Aproveitem a leitura e deixem seus comentários ao final.</p>
<p><strong>O que é Venture Capital?</strong><br />
No Brasil, a tradução foi feita de forma não literal: capital de risco. Apesar de implicar riscos para o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, a melhor tradução seria capital empreendedor ou capital de oportunidade. O <em>venture capital</em> é uma oportunidade para empresas que estão em estágios iniciais, que tem grande potencial ou que estão em crescimento acentuado, mas precisam de dinheiro para dar o próximo passo rumo ao topo.</p>
<p>Recursos financeiros são aportados em negócios potenciais. O “financiamento” de longo prazo, normalmente de dois a dez anos, é feito com a intenção de que ao final desse período a empresa seja vendida, totalmente ou parcialmente, ou então que seja feita uma oferta de ações no mercado.</p>
<p><span id="more-5071"></span><strong>O que é um Venture Capitalist?</strong><br />
É uma pessoa ou empresa de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> que compra participações em projetos/empresas que têm grande potencial ou estão em crescimento, investindo neles de forma temporária com o objetivo de lucrar com a valorização da empresa e viabilizar o projeto.</p>
<p><strong>Estrutura genérica de um Venture Capitalist:</strong></p>
<ul>
<li>Gerencia um ou mais fundos de investimento, constituídos por investidores de longo prazo, cada qual com um foco específico – o tempo de investimento de cada fundo é de cerca de 10 anos;</li>
<li>O portfólio de investimentos deve ser bastante diversificado para diluir o risco;</li>
<li>Possui um comitê de investimento constituído por representantes dos investidores que tem o poder de decidir se irão ou não investir em uma determinada empresa.</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Etapas e processos na visão do Venture Capitalist (financiador):</strong></p>
<ol>
<li>Seleção de projetos;</li>
<li>Preparação do investimento para a empresa selecionada;</li>
<li>Negociação com a empresa selecionada;</li>
<li>Auditoria contábil/fiscal e legal na empresa selecionada;</li>
<li>Aprovação do investimento;</li>
<li>Investimento;</li>
<li>Desinvestimento.</li>
</ol>
<p><strong>Etapas e processos na visão do empreendedor (empresário):</strong></p>
<ol>
<li>Seleção de projetos – baseada no foco do fundo de investimento em questão.</li>
<li>Critérios para seleção
<ol>
<li>Empreendedor</li>
<li>Mercado</li>
<li>Potencial de Crescimento</li>
<li>Saída</li>
</ol>
</li>
<li>Preparação do Investimento
<ol>
<li>Plano de Negócio</li>
<li>Modelo de Negócios</li>
</ol>
</li>
<li>Negociação
<ol>
<li>Participação</li>
<li>Clausulas
<ol>
<li><em>Tag Along</em>: nesta clausula, todos os sócios têm que aprovar a venda da empresa</li>
<li><em>Drag Along</em>: nesta clausula, se apenas um dos sócios quiser realizar a venda da empresa, ela é vendida</li>
</ol>
</li>
</ol>
</li>
<li>Auditoria Contábil/Fiscal</li>
<li>Aprovação do Investimento – normalmente feita por um comitê</li>
<li>Desinvestimento</li>
</ol>
<p><strong>Meu ponto de vista sobre Venture Capital (VC):</strong></p>
<ul>
<li>Ao ler/ouvir o que sua empresa faz, o investidor tem que ficar louco para te conhecer e saber mais sobre você e sua empresa – se esforce para conseguir isso;</li>
<li>O mais importante para um projeto ter sucesso na busca por VC é possuir um ótimo modelo de negócio, tecnologia e empresários com perfil <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZW1wcmVlbmRlZG9yXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">empreendedor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>;</li>
<li>Aposte suas fichas nos segmentos em que o Brasil faz a diferença. Você consegue identificar quais são esses segmentos?</li>
<li>Os investidores estão nesse mercado para ganhar dinheiro, portanto, não adianta seu foco ser salvar o mundo – faça isso, mas de uma forma muito lucrativa;</li>
<li>Se a empresa/projeto não tiver comprometimento com sustentabilidade ou poluir o meio ambiente em algum de seus processos ou produtos, o investimento deixa de ser interessante, porque provavelmente esta empresa terá problemas no futuro;</li>
<li>Pode acontecer uma remodelagem do seu negócio caso seja percebido que existe um grande potencial de mercado para a sua empresa, mas que você está planejando e executando da forma incorreta. Portanto, não se apaixone pelo seu produto, mas sim pela sua tecnologia e pelo seu objetivo para com a empresa;</li>
<li>De novo: os investidores estão nesse mercado para ganhar dinheiro. Mostre a eles o que eles querem!</li>
</ul>
<p><strong>Para complementar este artigo e a sua leitura:</strong><br />
Em reportagem da Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios (Ed. Globo), <a title="Leia mais na PEGN" href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI102938-17157,00-COMO+FISGUEI+UM+FUNDO+DE+VENTURE+CAPITAL.html" target="_blank">três empresários revelam como capitalizaram o negócio com a venda de participação acionária a sócios capitalistas</a>. Assista também à <a title="Mais no blog Startupi" href="http://startupi.com.br/2009/compreendendo-o-capital-empreendedor/" target="_blank">apresentação criada por <strong>Simon Olson</strong></a> da DFJ Fir Capital publicada no excelente blog <a title="Conheça o Startupi" href="http://startupi.com.br/" target="_blank">Startupi</a> em linguagem bastante simples sobre Venture Capital.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Bruno Biscaia</b>.<br>

Graduando em Engenharia de Produção Mecânica na Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), coautor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), e editor de empreendedorismo do Dinheirama. No Twitter: twitter.com/BrunoBiscaia<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Responsabilidades do investidor diante dos juros baixos</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2009/07/31/responsabilidades-do-investidor-diante-dos-juros-baixos/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2009/07/31/responsabilidades-do-investidor-diante-dos-juros-baixos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 14:22:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Renda Fixa]]></category>
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		<category><![CDATA[fundos]]></category>
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		<description><![CDATA[Anderson comenta: “Navarro, não parece que a queda da Selic vai se transformar em benefícios ao tomador de crédito, afinal o spread continua alto. No entanto, parece que os bancos já estão se mexendo para evitar que correntistas e investidores migrem seus recursos para a poupança. E, claro, para que mantenham seus investimentos em produtos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/dinheirama_investidor_renda_fixa_selic.jpg" alt="Responsabilidades do investidor diante dos juros baixos" hspace="2" vspace="2" align="left" />Anderson</strong> comenta: <em>“Navarro, não parece que a queda da Selic vai se transformar em benefícios ao tomador de crédito, afinal o spread continua alto. No entanto, parece que os bancos já estão se mexendo para evitar que correntistas e investidores migrem seus recursos para a poupança. E, claro, para que mantenham seus investimentos em produtos com taxa de administração (ainda que menor). Devemos prestar atenção a este movimento? Parabéns pelo blog. Obrigado”</em>.</p>
<p>As sucessivas quedas dos juros básicos da economia (taxa Selic) e seu atual patamar de um dígito &#8211; nível mais baixo da história &#8211; sugerem que consumidores e empresas terão benefícios importantes ao tomar <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aXIrZGluaGVpcm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> emprestado. Bom, assim deveria ser. Com a justificativa (plausível, é verdade) de que a inadimplência ainda está em níveis elevados, bancos e instituições financeiras pouco fazem para diminuir o famoso <em>spread</em> &#8211; diferença média entre quanto o banco paga pelo dinheiro e por quanto ele o empresta. Há queda, mas em ritmo muito menor do que o da taxa Selic.</p>
<p>Tomar dinheiro emprestado requer cautela e muita pesquisa, já que cenários econômicos favoráveis tornam a concorrência mais acirrada. Os bancos estatais lidam com a missão declarada de forçar a queda dos juros dos empréstimos e financiamentos, ao mesmo tempo em que tentam se manter lucrativos e bem administrados. A verdade é que reflexos mais incisivos da forte queda dos juros básicos só serão vistos no decorrer do ano ou em anos seguintes, se a tendência se confirmar &#8211; o que é discutível, já que 2010 é um ano de eleição presidencial. Mas como fica a Selic para quem recebe juros e investe?</p>
<p><span id="more-2689"></span><strong>O outro lado da história</strong><br />
Se pouco muda para quem deseja tomar dinheiro emprestado, muito se modifica a questão dos <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Quem vê na multiplicação de seu capital a porta para realizar seus objetivos e garantir um futuro melhor deve prestar muita atenção às sucessivas quedas da Selic. A popularização dos fundos DI e de renda fixa em geral, decorrente dos altos retornos sem risco e da agressiva estratégia dos bancos, deve ser questionada. Produtos conservadores e que sustentam características do passado hoje podem render muito pouco.</p>
<p>Até então era natural encontrar produtos acessíveis, com aporte inicial exigido relativamente baixo, cujas taxas de administração ficavam entre 2,5% e 4%. Fundos cujos aportes iniciais exigidos eram mais altos ofereciam taxas de administração mais interessantes, da ordem de 2% ou pouco menos. Com a Selic em 8,75% ao ano, produtos com essas características apresentam rendimento líquido menor que o da caderneta de poupança &#8211; cabe lembrar que nos fundos de renda fixa existe incidência de Imposto de Renda semestral (come cotas) e no ato do resgate.</p>
<p><strong>Como garantir a competitividade?</strong><br />
Os bancos e instituições financeiras já começaram a mexer em seus produtos conservadores, mudando principalmente o valor do aporte inicial de produtos cujas taxas de administração são mais baixas. Poucos optaram por diminuir a própria taxa de administração, o que representaria perda imediata de arrecadação para os cofres das instituições, como explica o jornalista <strong>Fabricio Vieira</strong> em reportagem da <a title="jornal Folha de S. Paulo" href="http://www.folha.com.br" target="_blank">Folha de S. Paulo</a> de 20 de julho:</p>
<blockquote><p>“Para analistas consultados, as medidas tomadas foram mais interessantes para os bancos do que se eles simplesmente tivessem baixado as taxas cobradas em todos os fundos. A simples redução das taxas de administração dos fundos significaria perda imediata e global para as instituições. Já as possíveis perdas com os ganhos das taxas decorrentes das alterações tomadas vão ocorrer apenas se os clientes decidirem mudar de aplicação”</p></blockquote>
<p><strong>Investidor, atenção redobrada!</strong><br />
Se você já é cliente de um grande banco e tem seu dinheiro investido em um produto de renda fixa conservador, procure visitar o gerente e discuta a situação atual de seu patrimônio:</p>
<ul>
<li><strong>A taxa de administração do fundo continua a mesma?</strong> Discuta as mudanças econômicas apresentadas neste texto com o objetivo de entender as ações do banco diante da queda da Selic. Procure compreender o que os gestores da instituição estão fazendo para manter as aplicações competitivas;</li>
<li><strong>Há algum produto semelhante, adequado ao seu perfil e que ofereça taxa de administração mais interessante?</strong> Seu produto pode não ter sofrido alteração, mas outro sim. Agora é possível achar um fundo com taxa de administração menor &#8211; e que antes exigia aportes altos &#8211; com novos limites para o investimento inicial. Acesse o site do banco, pesquise os produtos e estabeleça um diálogo capaz de colocar à sua disposição novas oportunidades de investimento;</li>
<li><strong>Será que vale a pena migrar parte do capital ancorado em renda fixa para a caderneta de poupança?</strong> A resposta passa por uma importante avaliação matemática, já que ao resgatar seu capital do fundo de renda fixa você terá que pagar IR. Faça bem as contas, mas não deixe de considerar esta possibilidade;</li>
<li><strong>Você já pensou na possibilidade de investir com mais arrojo?</strong> Pode ser hora de definir objetivos e metas de longo prazo e encarar os riscos da renda variável (<a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2FkbythJUU3JUY1ZXNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">mercado em ações<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, por exemplo). Sempre lembrando de não colocar ali capital destinado para acontecimentos de curto prazo e manter ativos uma reserva de emergência e investimentos conservadores, menos arriscados.</li>
</ul>
<p><strong>Mauro Calil</strong>, professor e educador financeiro, deu excelente contribuição para a matéria <a title="Leia a matéria na Folha" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u597429.shtml" target="_blank">“Bancos se mexem para evitar fuga de fundo”</a>, publicada pela <a title="jornal Folha de S. Paulo" href="http://www.folha.com.br" target="_blank">Folha de S. Paulo</a> no dia 20 de julho:</p>
<blockquote><p>“Os bancos têm buscado um caminho indireto para reduzir as taxas. O cliente atento, que mudar de aplicação aproveitando as medidas que os bancos têm tomado, conseguirá pagar uma taxa de administração menor para o mesmo montante que tem para aplicar. É normal no mercado que os fundos que exigem maiores aportes dos clientes cobrem taxas menores”</p></blockquote>
<p>Portanto, caro <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, a ordem do dia é: pesquise os produtos oferecidos pela instituição onde mantém seu dinheiro aplicado e considere migrar seus recursos. A avaliação constante dos investimentos e do planejamento financeiro é parte da rotina de quem quer tirar o máximo de seu capital. Bons negócios!</p>
<p>&#8212;&#8212;<strong><br />
Conrado Navarro</strong>, educador financeiro, tem MBA em Finanças e é mestrando em Produção (Economia e Finanças) pela <a title="Conheça a UNIFEI" href="http://www.unifei.edu.br" target="_blank">UNIFEI</a>. Sócio-fundador do <em>Dinheirama</em>, autor do livro <a title="Compre o livro do Navarro!" href="http://www.novatec.com.br/livros/vamosfalardinheiro/" target="_blank">&#8220;Vamos falar de dinheiro?&#8221;</a> (Novatec),  Navarro atingiu sua independência financeira antes dos 30 anos e adora motivar seus amigos e leitores a encarar o mesmo desafio. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente.</p>
<ul>
<li><a title="Quem é Conrado Navarro?" href="http://dinheirama.com/blog/sobre">Quem é Conrado Navarro?</a></li>
<li><a title="Leia todos os artigos do Navarro" href="http://dinheirama.com/blog/author/navarro/">Leia todos os artigos do Navarro</a></li>
</ul>
<p>Crédito da foto para <a title="foto de stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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