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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; sucesso</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; sucesso</title>
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		<title>Pouca atenção aos detalhes: erro comum e perigoso nas empresas</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 13:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<description><![CDATA[Conhecer bem os detalhes da empresa e o cliente é fundamental para vender mais e melhor. A falta de atenção pode significar queda nas vendas e problemas de relacionamento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Pouca atenção aos detalhes: erro comum e perigoso nas empresas" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/02/dinheirama_post_pouca_atencao_detalhes_erro_comum_perigoso_empresas.jpg" alt="Pouca atenção aos detalhes: erro comum e perigoso nas empresas" align="left" hspace="2" vspace="2" />O tema não é novo, mas é sempre bom escrever sobre ele para lembrar a todos sobre a importância da atenção aos clientes. Percebo que, mesmo com tantas informações, alguns aspectos básicos ainda deixam a desejar; e sabemos que cliente insatisfeito é sinônimo de propaganda negativa. Pois bem, é consenso que empresas vitoriosas são aquelas que efetivamente primam pela qualidade de seus produtos e serviços.</p>
<p>O especialista em marketing e professor <strong>David Kotler</strong> alerta sobre a importância da fidelização dos clientes, já que um consumidor insatisfeito causa muitos prejuízos à empresa (ele influência negativamente, em média, outros 10 consumidores). Observa-se que, apesar dos esforços empreendidos na busca pela qualidade, muitas empresas falham e acabam perdendo clientes por não darem a atenção merecida a detalhes da cadeia produtiva.</p>
<p>O objetivo desse artigo é abordar alguns itens que poderão contribuir para a melhoria dos serviços prestados através da discussão de aspectos importantes do cotidiano empresarial. Fatores que muitas vezes são vistos como detalhes e não recebem a atenção devida, fazendo com que a empresa comprometa a qualidade dos serviços oferecidos.</p>
<p><span id="more-7191"></span><strong>Atendimento ao cliente interno</strong><br />
Os funcionários são a base de toda empresa, pois é através de cada um deles que os produtos e serviços são elaborados e oferecidos. Costuma-se ver que as causas mais comuns de afastamentos, absenteísmo, acidentes de trabalho e desmotivação residem na pouca atenção oferecida a eles por parte da gerência. É preciso investir não apenas em remuneração adequada, mas também no reconhecimento de seus esforços e na oportunidade de expressão de suas ideias.</p>
<p>Programas frequentes de treinamento e desenvolvimento, reuniões semanais e melhoria da comunicação interna são eficazes e provocam mudança significativa na postura em relação ao trabalho. Somente funcionários felizes são capazes de transmitir satisfação aos clientes.</p>
<p><strong>Atenção à cadeia produtiva</strong><br />
Muitas vezes, os produtos são entregues aos clientes com pequenas imperfeições, algo que pode ser resolvido com a atenção maior aos detalhes da produção. Pequenos desvios são facilmente resolvidos através da padronização dos processos, das reuniões freqüentes com os funcionários e da adoção de novas formas de atuação.</p>
<p><strong>Pontualidade</strong><br />
Empresas comprometem sua relação com os clientes quando não cumprem os prazos de entrega combinados. A organização interna e o comprometimento de todos da empresa costumam garantir o tempo determinado.</p>
<p><strong>Alto rigor nas normas</strong><br />
Normas e padrões são importantes, mas quando são engessados e não dão margem para pequenas negociações podem comprometer o relacionamento com clientes internos e externos. A opção pelo bom senso é sempre bem vinda.</p>
<p><strong>Repasse das atividades</strong><br />
Funcionário não costuma adivinhar o que se espera dele e isso provoca muita confusão no cotidiano empresarial. O colaborador é encaminhado para suas atividades naturalmente, como se ele soubesse tudo que precisa ser executado e como comportar-se. Esse pequeno problema pode ser resolvido com uma breve explicação do que precisa ser feito.</p>
<p><strong>Pouca atenção às reclamações dos clientes</strong><br />
Um dos caminhos para a excelência é ouvir os consumidores. Não despreze as reclamações de seus clientes e não os considere exigentes demais. Veja-os como aliados na identificação de falhas e possíveis melhorias.</p>
<p><strong>A sustentabilidade veio para ficar!</strong><br />
A preocupação com a sustentabilidade e o meio ambiente também são fatores ganhadores de clientes e algumas atitudes relativamente simples podem ser determinantes na consolidação da marca de uma empresa no mercado:</p>
<ul>
<li><strong>Adoção de sacolas ecológicas.</strong> Principalmente para os comerciantes do setor alimentício, onde o uso de sacolas plásticas é alto, a iniciativa pela adoção de sacolas ecológicas estimula os clientes na questão ambiental e reduz despesas com as sacolas descartáveis. Além de cuidar do meio ambiente, o financeiro da empresa também será beneficiado, vale a pena fazer as contas;</li>
<li><strong>Iluminação correta.</strong> Existem muitas maneiras de diminuir gastos com energia elétrica: utilização da luz natural no ambiente, uso de cores claras nas paredes e móveis, espelhos em locais estratégicos, uso de lâmpadas fluorescentes, aumento ou troca de janelas de lugar são algumas delas;</li>
<li><strong>Conscientização interna.</strong> O uso consciente dos recursos durante a execução das tarefas é um aspecto que precisa ser ensinado e amplamente divulgado dentro das empresas. Desde o uso excessivo de impressões, matérias primas, telefone até o desperdiço de comida e danos nas ferramentas de trabalho pelo mau uso têm um impacto ambiental e um custo mensal alto para as empresas;</li>
<li><strong>Qualidade nas relações internas e externas.</strong> A relação saudável com os funcionários e a preocupação com as condições adequadas de trabalho são itens que merecem atenção. Os cuidados com a comunidade onde a empresa está inserida e ações ligadas ao seu bem estar também agregam muito valor à empresa. Cuidar das relações internas e externas também coloca a empresa em um caminho ecologicamente correto.</li>
</ul>
<p>A melhor maneira de buscar e manter a qualidade de produtos e serviços é o envolvimento de todos da empresa em torno desse objetivo. A gestão participativa é um modelo altamente eficaz nesse sentido, já que preza pela atenção todos em torno do bem mais precioso de uma companhia: o cliente. Estar atento aos detalhes pode ser a diferença entre prosperar ou não. Abraço e até a próxima!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Dinheirama Entrevista: Aline Rabelo, Executiva do Investmania</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/02/01/dinheirama-entrevista-aline-rabelo-executiva-do-investmania/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 18:20:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Derivativos]]></category>
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		<description><![CDATA[Aline Rabelo, Executiva do Investmania, fala da importância da informação para o investidor e de como ele pode criar estratégias de investimentos mais inteligentes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Aline Rabelo, Executiva do Investmania" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/02/dinheirama_post_entrevista_aline_rabelo_executiva_investmania.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Aline Rabelo, Executiva do Investmania" align="left" hspace="2" vspace="2" />Sempre defendemos a importância da informação para o investidor que deseja criar estratégias vencedoras para seus investimentos. O aprendizado é a principal condição para que resultados cada vez melhores sejam alcançados, especialmente no longo prazo.</p>
<p>Para melhor abordar a realidade da educação financeira focada no investidor, conversei com <strong>Aline Rabelo</strong>, executiva do <strong><a title="Conheça o Investmania" href="http://migre.me/7L9fc" target="_blank">Investmania</a></strong>, um site cujo objetivo é concentrar, em um só lugar e em tempo real, o máximo de informações necessárias para a tomada de decisão de um investidor. Tudo isso com foco no relacionamento entre os participantes.</p>
<p>Aline é formada em Administração de Empresas e possui mais de sete anos de experiência profissional no mercado financeiro, trabalhando em grandes corretoras e proferindo palestras em eventos do setor, como o Circuito Expo Money. Atualmente, dedica-se exclusivamente à coordenação do Investmania.</p>
<p><span id="more-7178"></span>Confira como foi nosso papo:</p>
<p><strong>Aline, apesar da migração social ocorrida na última década e do aumento na renda da população, o brasileiro ainda poupa e investe pouco. Como chamar atenção para o futuro, para a importância do investimento, quando consumir passa a ser possível e divertido?</strong></p>
<p><strong>Aline Rabelo:</strong> As pessoas, principalmente os jovens, devem sempre se perguntar: <em>“O que eu quero conquistar? Como quero viver quando estiver aposentado? Como imagino o meu futuro?”</em>. Estas perguntas provocarão você a olhar mais para o longo prazo e despertarão sua atenção para a importância de se planejar e começar a investir.</p>
<p><strong>Nós acreditamos que o desafio de convencer os investidores a investir na bolsa de valores passa pela educação financeira. Notei que esta é também a principal preocupação do site <a title="Conheça o InvestMania" href="http://migre.me/7L9fc" target="_blank">Investmania</a>. O investidor brasileiro participa mesmo dos recursos oferecidos (chats, videos, relatórios etc.)? O que ele valoriza mais?</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> A principal preocupação do Investmania é mostrar aos participantes as oportunidades de investimentos, sejam em ações (renda variável), renda fixa, imóveis ou câmbio. Tenho notado uma excelente participação de investidores no site, inclusive os mais experientes. Todos aproveitam os recursos disponibilizados.</p>
<p>Afinal de contas, o mais importante para qualquer investidor são as boas oportunidades e as chances de lucro. O <a title="Conheça o Investmania" href="http://migre.me/7L9fc" target="_blank">Investmania</a> é exatamente isso: um meio sério, responsável e constantemente atualizado para o investidor encontrar as melhores oportunidades de investimentos.</p>
<p><strong>Uma outra análise sugere que o investidor brasileiro tem um relacionamento muito fiel com os bancos de varejo, que normalmente não oferecem investimentos diretos em ações, mas seus produtos (fundos). Além disso, os juros ainda elevados garantem altos ganhos sem risco. Como você vê o desafio de popularizar a bolsa de valores?</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> A popularização da Bolsa de Valores já vem ocorrendo há algum tempo e os próprios bancos passaram a oferecer estes investimentos aos clientes que os solicitam. A popularização dos investimentos mais sofisticados é um reflexo da necessidade de quem quer ter um futuro melhor.</p>
<p>Neste sentido, o investimento em ações é, sem dúvida, um dos mais importantes para se atingir este objetivo. É sempre bom lembrar que em momentos de crise é que surgem as melhores oportunidades para investir em renda variável, momento em que é possível comprar ações de excelentes empresas a preços normalmente defasados e mais baixos.</p>
<p><strong>É consenso entre especialistas que nosso mercado de ações atualmente oferece boas possibilidades de compra para quem tem uma carteira de longo prazo. Ao mesmo tempo, notícias sobre a crise frequentemente assustam e mexem com o mercado. O que dizer ao jovem investidor que nos lê? Como encarar a realidade dos fatos e criar uma estratégia de investimentos inteligente?</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> Como disse, durante as crises é que surgem as melhores oportunidades. O investidor precisa entender seus objetivos e confrontá-los com a estratégia que pretende usar para alcançá-los. O passo seguinte é se informar com especialistas e acompanhar o noticiário para tomar decisões mais inteligentes.</p>
<p>O <a title="Conheça o Investmania" href="http://migre.me/7L9fc" target="_blank">Investmania</a> nasceu para auxiliar estes investidores, provendo conteúdo qualificado e informação relevante para quem quer saber como lidar com o mercado e traçar uma estratégia diferenciada. A aproximação com o investidor através da Internet possibilita compartilhar experiências e o aprendizado, tarefas essenciais para quem quer ter uma carteira de investimentos interessante.</p>
<p><strong>Ainda sobre a estratégia de investimentos, como deve ser a correta alocação de recursos do pequeno investidor. Pensando nos valores ainda mais baixos que ele tem para investir, como a bolsa de valores pode ser uma opção atraente?</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> Todo o investidor deve ponderar o capital que tem disponível para investir, o prazo desejado do investimento e o risco que ele está disposto a assumir. Para aqueles que estão iniciando e para os que dispõem de poucos recursos os ETFs, que replicam os índices de Bolsa, são uma boa opção.</p>
<p><strong>Você acredita no potencial de alternativas com os ETFs (Fundos de Índice) e FIIs (Fundos de Investimento Imobiliário), ambos negociados em bolsa? Para o pequeno investidor, estes podem ser bons pontos de entrada no mundo da renda variável? Por quê?</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> Sim, estas alternativas são ótimas opções de investimento. Particularmente, gosto dos ETFs porque permitem que você tenha a composição de uma carteira de ativos com baixo custo. Todo mundo conhece a lei da diversificação (não se coloca todos os ovos em uma mesma cesta), mas com pouco recurso fica caro diversificar.</p>
<p>Desta forma, quem está começando e ainda não tem muito capital para investir pode dar seus primeiros passos no mercado de ações através de ETF´s. O investidor vai encontrar nestes ativos a diversificação ideal para os seus investimentos sem ter que, para isso, comprar lotes ou frações de ativos de diversas empresas.</p>
<p><strong>Aline, muito obrigado pela disponibilidade e participação. Por favor, deixe seus conselhos finais sobre investimentos e renda variável ao nosso leitor.</strong></p>
<p><strong>A. R.:</strong> Um conselho importante para quem pretende começar a investir é conversar com quem já tem alguma experiência e entende de investimentos. Converse com quem já investe e dedique parte de seu tempo para aprender e conhecer melhor as alternativas de investimentos, suas características, riscos, modo de operação e possibilidades de retorno.</p>
<p>Essa troca de experiências também é algo que valorizamos muito no Investmania, onde o investidor pode tirar suas dúvidas com especialistas ou investidores mais experientes para encontrar excelentes oportunidades de investimento. Convido os leitores a conhecerem nosso trabalho em <a title="Conheça o Investmania" href="http://migre.me/7L9fc" target="_blank">www.investmania.com.br</a>. Obrigado pelo espaço e parabéns pelo trabalho. Bons investimentos a todos!</p>
<p><strong>Crédito da foto:</strong> divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Engajamento empreendedor: a força que falta para o verdadeiro sucesso</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/01/26/engajamento-empreendedor-a-forca-que-falta-para-o-verdadeiro-sucesso/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 16:51:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Empreendedores são indivíduos dotados de energia e talento de sobra, o que lhes confere muitas oportunidades. Como torná-los verdadeiros cidadãos engajados?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Engajamento empreendedor: a força que falta para o verdadeiro sucesso" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_engajamento_empreendedor_forca_que_falta_verdadeiro_sucesso.jpg" alt="Engajamento empreendedor: a força que falta para o verdadeiro sucesso" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Caros leitores, antes de tudo peço calma e compreensão. Solicito isso logo no início do texto, pois conheço o potencial explosivo (ou quem sabe sonífero) dessa temática. E, diante de reações mais agressivas ou bocejos de sono, devo aqui reconhecer o fato de que os empreendedores de uma forma geral simplesmente não suportam mais a carga de cobranças, chateações oficiais e aporrinhações de toda espécie e gênero. Sendo assim, seria muito natural o olhar enviesado de um leitor que observe, logo no título, uma convocação ao seu engajamento.</p>
<p>Da mesma forma, posso garantir que nesse texto você estará protegido dos ataques da ditadura do politicamente correto, com seus clichês insistentes, superficiais e suas modinhas de ocasião. Prometo não incomodá-los com esse “bobajal”. Afirmaria até que o que abordarei traz, em última análise, desoneração. Exatamente isso, desoneração empreendedora, assim como um balão que para subir necessita jogar fora parte da bagagem de seus passageiros. Mas a questão é que essa desoneração não se conquista sem um pouco de esforço.</p>
<p><strong>Qual o papel do empreendedor?</strong><br />
A dura realidade é que somos permanentemente empurrados para a linha de frente da solução de problemas. Empurrados (está no plural, pois me incluo na categoria) para tratar das questões sociais, cobrados a adotar procedimentos sustentáveis e inquiridos sobre os estímulos socialmente responsáveis que estamos disponibilizando aos nossos colaboradores. Mas quase ninguém nos empurra para cobrar a exigir direitos.</p>
<p><span id="more-7059"></span>Não basta a carga tributária infernal – e para alguns verdadeiramente insuportável – sem retorno em bons serviços públicos, infraestrutura, saúde, segurança, educação etc. Não bastam as dificuldades resultantes de não poder contar com uma mão de obra qualificada, a falta de incentivos tributários reais e a existência de uma antológica, firme e sólida burocracia.</p>
<p><strong>Qual é o motivo de tantas cobranças e tanta expectativa depositada?</strong><br />
A resposta é simples: o nosso distanciamento das questões públicas, que no final das contas nos afetam diretamente, o nosso excessivo apego com o curtíssimo prazo e suas inerentes e objetivas questões e a nossa ilusão em achar que o poder de fato reside apenas nas mãos do empresariado e seus retumbantes resultados reduziram a nossa capacidade de <strong>existir exigindo</strong>. Em troca disso, passamos a <strong>existir absorvendo</strong>, tal qual uma esponja grossa e resistente. Sem tempo para pensar, refletir e acumular indignação.</p>
<p>Algo como: “Trabalhem, ganhem seu dinheiro e depois paguem uma considerável parte em impostos e outras contribuições! Não percam tempo pensando. Vocês precisam ganhar dinheiro para consumir e nos sustentar!”.</p>
<p>Hora de refletir:</p>
<ul>
<li>A quem interessa a nossa despolitização?</li>
<li>Quem ganha com a nossa desunião?</li>
</ul>
<p>As respostas também são simples, sabemos disso. A mesma sociedade que nos enxerga de forma tão estoica, como indivíduos repletos de energia e apetite pelo risco, acaba por nos convocar para solucionar, com criatividade, esforço e dinheiro, aqueles problemas que já deveriam estar solucionados (ou pelo menos a caminho da solução).</p>
<p><strong>Seria essa mesmo a nossa melhor contribuição?</strong><br />
Que tal usarmos os nossos atributos para, ao invés de aceitar passivamente a montanha de cobranças, passarmos a refutá-las e, na contraofensiva, efetivar reclamações e exigências? E fazer isso mantendo nossa forma de ser, com criatividade, apetite pelo risco, inovação, energia, disciplina e capacidade de organização. Quem topa?</p>
<p>Perceba que o texto relata uma conta que não fecha. Como empreendedores, a nossa eficiência e a nossa disposição jamais compensarão a ineficiência pública de nossas instituições. É urgente a necessidade de invertermos essa lógica, caso contrário jamais seremos uma potência em valor agregado, governos e poderes instituídos eficientes e servidores aos seus contribuintes, qualidade de vida, oferta de oportunidades e cidadania.</p>
<p>Onde queremos chegar? Pensemos nisso. Até o próximo.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

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<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A Importância da Educação Financeira para o recém-formado &#8211; Parte 2</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 09:26:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Diniz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Lidar com as finanças pessoais de forma inteligente pode fazer a diferença se você quiser terminar sua graduação com a carreira já alavancada. Preste atenção!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A Importância da Educação Financeira para o recém-formado - Parte 2" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_importancia_educacao_financeira_recem_formado_parte2.jpg" alt="A Importância da Educação Financeira para o recém-formado - Parte 2" align="left" hspace="2" vspace="2" />No <a title="Leia a primeira parte do artigo" href="http://dinheirama.com/blog/2012/01/24/a-importancia-da-educacao-financeira-para-o-recem-formado-parte-1/" target="_blank">texto anterior</a>, abordei de maneira generalizada os conceitos de educação financeira e de como obtê-la ainda no período estudantil. Hoje, darei foco a outras questões como alavancagem profissional e as consequências da falta de educação financeira. Como leiga no assunto, encontrei na explicação a seguir uma boa forma de compreender este conceito tão complexo.</p>
<p>A alavanca é um instrumento que potencializa uma força. Por exemplo, usa-se um macaco para levantar um carro. A força que é feita para usar o macaco é muito menor do que a utilizada diretamente no levantamento do carro. Mas, como o macaco é uma alavanca, o resultado é potencialmente maior. Ou seja, o carro, que é muito pesado, é levantado com menor esforço.</p>
<p>O princípio econômico da alavancagem é o mesmo: investe-se um valor pequeno diante do retorno, bem maior, que será obtido. Exemplo: um profissional de design de interiores, com uma pequena quantia, poderá imprimir cerca de 1.000 cartões e fazer seu marketing a qualquer momento. Com seu primeiro projeto de design, certamente conseguirá pagar este gasto com os cartões e, se for um projeto bem sucedido, já terá um cliente para indicá-lo a outros. E ainda terá cartões restantes para distribuir.</p>
<p><span id="more-7055"></span><strong>A alavancagem profissional depende de você!</strong><br />
A alavancagem, no caso de um profissional recém-formado, representa a força que ele precisará para mostrar-se ao mercado. No exemplo acima, a alavancagem foi a impressão dos cartões de visitas para divulgação. Esta força motora inicial vem sob a forma de dinheiro investido, ou seja, uma dívida, um empréstimo que deverá ser realizado para que o passo inicial seja dado.</p>
<p>No Brasil, a família e o cônjuge costumam prover o dinheiro para essa alavancagem, mas atenção: a boa alavancagem considera que o valor investido deve ser recuperado por inteiro e ainda trazer lucros. Ficar dependente de terceiros sempre que precisar dar um passo maior ou errar nos cálculos gastando mais do que irá de fato recuperar são erros frequentes. O que ocorre, muitas vezes, é que, por falta de educação financeira, essa alavancagem acaba se tornando uma despesa fixa ao invés de uma ferramenta de aumento de receita.</p>
<p><strong>O perigo do endividamento para quem está começando</strong><br />
Sabe-se que muitos recém-formados iniciam suas carreiras já endividados, na maioria das vezes por desconhecer técnicas de gestão de finanças pessoais – fruto da falta de educação financeira. Quem não consegue fazer uma boa gestão financeira pessoal, fatalmente terá dificuldades de gerir financeiramente o próprio negócio, mesmo que ele esteja dentro de casa. Os desdobramentos do endividamento são muitos. Veja alguns, a seguir:</p>
<ul>
<li><strong>Estar mal preparado para negociar com o cliente.</strong> Uma vez que a necessidade de ganhar dinheiro é urgente, o profissional poderá assinar contratos ruins, propondo-se fazer trabalhos mal remunerados, fechando contratos a “qualquer custo”;</li>
<li><strong>Receber solicitações de cancelamentos de contratos por parte dos clientes.</strong> A urgência em ganhar dinheiro leva o profissional a pressionar os clientes a assinarem os contratos. Estes, por sua vez, podem cancelá-los durante o processo de trabalho, por perceberem que sua decisão foi fruto de muita pressão;</li>
<li><strong>Tornar-se um profissional avarento financeiramente.</strong> Em função da pouca remuneração e do excesso de dívidas, o profissional pode tornar-se mal pagador e explorar fornecedores, estagiários e prestadores de serviço, sendo, aos poucos, abandonados por eles;</li>
<li><strong>Ter pouca ou nenhuma especialização.</strong> Com recursos escassos, o recém-formado não tem capital para investir em conhecimentos alavancadores como, por exemplo, cursos de alta especialização, pós-graduações renomadas, congressos nacionais e internacionais de grande reconhecimento e, portanto, mais caros.</li>
</ul>
<p><strong>Por que insistir em na educação financeira vale a pena?</strong><br />
Colocadas todas essas questões, é necessário ter em mente as seguintes premissas:</p>
<ul>
<li>O nível de conhecimento sobre educação financeira está diretamente relacionado à quantidade de horas a que o profissional se dedicou ao estudo do tema, formal ou informalmente;</li>
<li>O nível de conhecimento sobre educação financeira influencia a qualidade das decisões tomadas pelos profissionais em relação às questões financeiras;</li>
<li>A qualidade de vida está diretamente relacionada à tranquilidade financeira. Quem vive endividado ou no limite do orçamento sofre mais as consequências das instabilidades dos mercados e do mundo;</li>
<li>A criação de um portfólio diferenciado é consequência, também, de um profissional emocionalmente tranquilo e capaz de direcionar suas energias para o bom atendimento e a criatividade;</li>
<li>A tranquilidade emocional gera boa administração, e a boa administração traz como resultado a fidelidade de fornecedores e prestadores de serviços;</li>
<li>A tranquilidade financeira possibilita o acesso a pós-graduações e especializações diferenciadas, trazendo como resultado melhor posicionamento no mercado e mais bagagem profissional.</li>
</ul>
<p><strong>Educação financeira é importante, simples assim!</strong><br />
Acredito que todo cidadão, independente de sua formação profissional, deve inteirar-se a respeito de educação financeira. Quanto mais cedo estudar finanças e se dedicar ao planejamento financeiro familiar, melhor. Realizar sonhos é consequência de conhecimento aplicado e muito esforço, raramente de sorte! Sucesso e até a próxima.</p>
<p><strong>Créditos da foto:</strong> cofrinhos clássicos e luxuosos, em formato de galinhas, feitos em porcelana sem esmalte e banhados a ouro, criados pela conceituada Oxford Porcelanas.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Luciana Diniz</b>.<br>

Mineira de Belo Horizonte, designer de interiores, designer gráfico, poeta e sócia da Livro-objeto Atelier e Design.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A Importância da Educação Financeira para o recém-formado &#8211; Parte 1</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/01/24/a-importancia-da-educacao-financeira-para-o-recem-formado-parte-1/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 16:04:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Diniz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Como devem fazer os alunos de graduação que desejam equilibrar suas finanças e colocar em prática a educação financeira? Onde buscar ajuda? ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A Importância da Educação Financeira para o recém-formado - Parte 1" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_importancia_educacao_financeira_recem-formado.jpg" alt="A Importância da Educação Financeira para o recém-formado - Parte 1" align="left" hspace="2" vspace="2" />Acredito que conhecer os conceitos da educação financeira e aplicá-los no dia a dia tornou-se uma necessidade no Brasil. Digo isso devido ao fato de um novo público acessar as diversas linhas de crédito disponíveis em bancos, concessionárias, lojas de eletrodomésticos etc. Inclusive, sobre o tema, foi criada pelo Governo Federal, no final de 2010, a <a title="Conheça melhor a ENEF" href="http://www.vidaedinheiro.gov.br/Enef/default.aspx" target="_blank">Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF)</a>.</p>
<p>Quando estudei <em>design</em> de interiores, observei que as escolas de design não ofereciam material didático e específico sobre finanças pessoais. Exceto pelas escolas de administração e economia, não havia material disponível nem no meu curso, nem nos outros. As poucas matérias voltadas para o assunto englobavam mais as questões de marketing e posicionamento de mercado que de educação financeira.</p>
<p><strong>Onde aprender sobre finanças pessoais e dinheiro?</strong><br />
Sabemos que a riqueza de um profissional recém-formado é o seu conhecimento atualizado, trazido do seu curso de formação, somado a sua criatividade livre, leve, solta e sem amarras. Mas, sua formação, muitas vezes, distancia-se de temas ligados às leis da economia. O crescimento econômico de um recém-formado está subordinado tanto as suas aptidões, como também à sistematização e organização dos ganhos e gastos financeiros que vier a realizar.</p>
<p><span id="more-7046"></span>Constatando a carência de fontes de informação sobre este tema, busquei-as em caminhos alternativos, próprios para quem ainda está iniciando suas atividades no mercado de trabalho e, portanto, com pouco capital de investimento. O propósito deste texto é incentivar você, recém-formado, a trilhar caminhos financeiramente mais saudáveis, independentemente de sua formação e interesses.</p>
<p>Para os curiosos, sou designer de interiores por formação, designer gráfico por vocação, escritora e poeta (já publiquei quatro livros e assino regularmente uma página sobre livros de arte para uma revista especializada em arquitetura e design de interiores). Há sete anos, encerrei um bem-sucedido consultório de psicologia, com 10 anos de mercado, para trabalhar com o que gosto, o design. Tardiamente, desenvolvi minha educação financeira e aos poucos fui estruturando minha nova vida e a nova empresa. Valeu a pena!</p>
<p>Por entender que a educação financeira consiste em um conjunto amplo de orientações e esclarecimentos sobre posturas e atitudes adequadas no planejamento e uso dos recursos financeiros pessoais, acho que todos devemos dedicar atençao ao tema. Mas atenção: a capacidade de tomar decisões apropriadas na gestão das próprias finanças não deve ser confundida com o ensino de técnicas de como ganhar e gastar dinheiro.</p>
<p><strong>Fontes de conhecimento para sua educação financeira</strong><br />
Depois de separar e compreender bem a diferença que a educação financeira pode trazer ao cotidiano, compartilho as principais referências que tenho usado para aprender e praticar, ainda que de forma autodidata:</p>
<p><strong>1. Blogs especializados</strong><br />
Atualizados diariamente ou semanalmente, podem ser acessados gratuitamente. Gosto bastante deste blog, Dinheirama, que eu já sigo há algum tempo e do <a title="Leia o Blog da Miriam Leitão" href="http://oglobo.globo.com/economia/miriam/" target="_blank">blog sobre economia da jornalista Miriam Leitão</a>. Sugiro que busque suas próprias fontes, leia diversos blogs diferentes e procure identificar-se com a linha proposta por seus autores. E participe das discussões regularmente.</p>
<p><strong>2. Cursos on-line gratuitos</strong><br />
Desenvolvidos com capricho e muita didática, podem ser cursados no escritório ou em casa. Os <a title="Conheça os cursos online do Sebrae" href="http://www.ead.sebrae.com.br/hotsite/" target="_blank">Cursos on line do Sebrae</a>, por exemplo, estão disponíveis para todo tipo de público. Quando eu ainda exercia o ofício de psicóloga e decidi dedicar-me ao que realmente gosto, o design, matriculei-me em todos eles e acabei criando a <a title="Conheça meu trabalho" href="http://www.livro-objeto.com.br/" target="_blank">Livro-objeto Atelier e Design</a>, meu atual escritório.</p>
<p>Meu plano de negócios ficou com 45 páginas e eu estava ciente de que a jornada não seria fácil, afinal percebi que, ao longo de minha formação de psicóloga, eu não tive qualquer contato com questões ligadas à economia. Além dos cursos do SEBRAE, constatei que vários bancos oferecem educação financeira. Claro que estes cursos têm como objetivo direcionar o cliente para investir nos produtos oferecidos pelas agências, mas o posicionamento diante destas ofertas também deve ser consciente.</p>
<p>Os cursos on line oferecem vantagens interessantes:</p>
<ul>
<li>O aluno é sujeito de seu processo de aprendizagem, pois pode adequar o curso à sua rotina e estabelecer o seu próprio ritmo de estudo;</li>
<li>A qualidade de vida é aumentada, pois o curso pode ser frequentado em casa ou no escritório, e o aluno não terá contato com outras tensões, como as de trânsito, por exemplo;</li>
<li>Há a oportunidade real de fazer economia, pois não há gasto com combustível, tarifas de transporte e tarifas de estacionamento;</li>
<li>Pode-se ter acesso a bons cursos a preços mais acessíveis, já que algumas opções são planejadas com antecedência e têm conteúdos bem elaborados e explicativos ocorrendo com muitas opções de datas.</li>
</ul>
<p>Por outro lado, as vantagens dos cursos gratuitos incluem prover conhecimento com pouco ou nenhum gasto financeiro e respeitar a motivação subjetiva do aluno: o aluno estuda, porque está mental e emocionalmente envolvido com o conteúdo do curso e com as possibilidades reais de transformação que ele representa.</p>
<p><strong>3. Videos na Internet</strong><br />
Os videos disponíveis em sites especializados são ao mesmo tempo dinâmicos e didáticos, além de se aproveitarem da popularidade do método de aprendizado áudio-visual. Há muitos programas interessantes que podem ser baixados a qualquer hora do dia e assistidos quando você tiver tempo e interesse. Eu, por exemplo, assisti e recomendo os muitos videos oferecidos pelo site do <a title="Assista aos videos" href="http://www.endeavor.org.br" target="_blank">Instituto Empreender Endeavor Brasil</a>.</p>
<p><strong>A verdade é que você precisa correr atrás!</strong><br />
Quando um recém-formado inicia sua carreira já com dívidas, o seu raciocínio fica bloqueado e o discernimento afetado. O resultado são contratos mal feitos, relacionamentos ruins com clientes, fornecedores, parceiros, sócios e funcionários. O profissional recém-formado que está estável financeiramente pode se aventurar com mais tranquilidade nos novos desafios que surgirem, usando bom senso e discernimento.</p>
<p>De preferência, o novo profissional deve desenvolver sua educação financeira antes de entrar no mercado, paralelamente à sua formação acadêmica. Essa decisão certamente fará muita diferença. Aproveite que é possível colocá-la em prática sem a necessidade de muito dinheiro. No próximo texto, darei foco às consequências profissionais da falta de educação financeira na vida de um recém-formado. Até lá.</p>
<p><strong>Créditos da foto:</strong> cofrinhos cor de rosa, arrojados e espirituosos, estilo “focinho de porco”, assinados pelo premiado escritório Nendo, do renomado arquiteto e <em>designer</em> japonês Oky Sato.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Luciana Diniz</b>.<br>

Mineira de Belo Horizonte, designer de interiores, designer gráfico, poeta e sócia da Livro-objeto Atelier e Design.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Alexandre Borin, CEO da Prestus</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/01/11/dinheirama-entrevista-alexandre-borin-ceo-da-prestus/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 10:48:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Desempenho acima da média e cobranças sociais e familiares. Como fica a qualidade de vida? Equilibrar os afazeres profissionais e pessoais é um desafio e tanto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Alexandre Borin, CEO da Prestus" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_entrevista_alexandre_borin_ceo_prestus.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Alexandre Borin, CEO da Prestus" align="left" hspace="2" vspace="2" />Uma das características profissionais que mais gera angústia, especialmente nos jovens, é a produtividade com responsabilidade. Ao mesmo tempo em que se exige desempenho acima da média, aumentam também as cobranças sociais e familiares, especialmente no que tange a questão da qualidade de vida. Equilibrar os afazeres profissionais e a demanda por mais tempo fazendo o que gosta é um desafio e tanto.</p>
<p>Para aprofundar mais esse assunto, conversei com <strong>Alexandre Borin</strong>, formado pela UNICAMP em Engenharia Elétrica, pós-graduado em Marketing e MBA Executivo pelo IBMEC. É atualmente CEO da <strong><a title="Conheça a Prestus" href="http://migre.me/7ut0q" target="_blank">Prestus</a></strong>, uma empresa inovadora que provê serviços de concierge corporativo e um clube de especialistas em diversas áreas, para executivos de alto desempenho, além de prover atendimento profissionalizado a clientes, 24h/dia, para empresas.</p>
<p>Depois de atuar por oito anos na Ericsson Telecomunicações, indo de <em>trainee</em> a diretor em menos de 2 anos e partindo do acúmulo de responsabilidades, Alexandre teve a grande ideia de auxiliar na produtividade de profissionais e empresas e decidiu deixar o cargo para fundar a Prestus. Em menos de um ano, a Prestus ganhou um Prêmio de Inovação, dezenas de clientes e foi capa da revista PEGN de Setembro/2010.</p>
<p><span id="more-7016"></span>Acompanhe nosso papo:</p>
<p><strong>Alexandre, a percepção de que as pessoas estão cada vez mais ansiosas me faz crer que ficamos menos produtivos &#8211; pelo menos sob nosso próprio olhar. Como isso prejudica a organização das tarefas e sua consequente realização?</strong></p>
<p><strong>Alexandre Borin:</strong> Realmente, os níveis de ansiedade a que estamos expostos estão maiores, o que nos traz a sensação de que o volume de afazeres sempre aumenta, sem parar. A verdade é que estamos perdendo um bem muito importante, que é o nosso foco! Veja que os conceitos de “foco” (o que fazer e o que não fazer) e “organização” (como fazer) são conceitos bastante diferentes.</p>
<p>Em geral, uma pessoa bem organizada consegue sequenciar suas atividades e acaba assumindo diversas tarefas simultaneamente. É a sua falta de foco que cria a percepção de ansiedade e de que há problemas demais por resolver. Infelizmente, tratamos a nossa falta de foco tentando “organizar” nosso dia a dia, ao invés de priorizar o que efetivamente precisa ser feito. Ao buscarmos mais foco, a ansiedade se reduz e encadear tarefas fica mais fácil &#8211; sem realizá-las todas, é claro.</p>
<p><strong>Como empreendedor, alguém que quebrou certos paradigmas, você também concorda que, muitas vezes, as regras (explícitas ou não) limitam a criatividade e o potencial dos trabalhadores? Como equilibrar a cobrança por inovação e a importância dos resultados tangíveis?</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Esta é a eterna e saudável busca por equilíbrio entre as iniciativas e “acabativas”, diariamente. Os esforços por inovação são importantíssimos em um mundo onde as empresas se reinventam a cada dia. Mas o extremo também não é saudável. É comum empresas se esforçarem tanto para inovar e lançar produtos, que se esquecem de fazê-los dar certo em seguida. Já acompanhei lançamentos serem comemorados mais como um “finalmente” que como o que realmente deveriam ser: o começo, o lançamento. Devemos buscar “acabativa” em grau igual ou ainda maior do que buscamos a inovação.</p>
<p><strong>Qual foi o seu maior desafio profissional? Como você lidou com a questão e o que aprendeu?</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Sempre acumulei muitas tarefas e desafios simultâneos, seja na carreira executiva como no empreendedorismo, mas não tenho dúvidas em dizer que o maior desafio sempre foi “desenvolver competências” &#8211; tanto em mim, como nos membros do time. Por mais que tenhamos pouco tempo em nossa vida profissional, desenvolver pessoas deve ser prioridade. Só assim que se obtém comprometimento e resultados acima da média.</p>
<p>Acredito ser importante evitar pensamentos egoístas e simplistas tipo <em>“se quer bem feito, faça você mesmo”</em>. Melhor é desenvolver as pessoas que estão ao nosso lado e pensar <em>“se quer bem feito 100 vezes, ensine você mesmo – e duas vezes, com paciência, se necessário”</em>. No médio e longo prazo a empresa terá muito mais gente capaz de fazer bem feito, o que aumentará seu retorno e satisfação de seus clientes.</p>
<p><strong>Você diria que o fracasso também é fundamental para crescer e prosperar? Tem algum exemplo pessoal neste sentido?</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Gosto do pensamento de que devemos reconhecer o sucesso das pessoas não pelas coisas que conquistaram, mas pelas coisas de que abriram mão para conquistar o que tanto queriam. Falhar e cometer erros estão entre as experiências que mais nos ajudam crescer, não tenho dúvida disso.</p>
<p>Um exemplo pessoal? Bem, ainda antes de completar 18 anos abandonei o curso de engenharia no ITA, pois achava as disciplinas difíceis demais. Meses depois, entrei novamente para a engenharia na escola que sempre tinha sonhado (Unicamp). E qual não foi a minha surpresa ao descobrir que o difícil era mesmo o curso, e não a escola? Fracasso ou sucesso? Decisões difíceis nos fazem crescer e nos abrem outras oportunidades incríveis.</p>
<p><strong>A sobrecarga de informação parece vir acompanhada de uma enxurrada de atividades e demandas complementares. Você percebeu nesse problema um nicho, uma oportunidade. Delegar não faz parte de nossa natureza? Podemos mudar isso?</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Sempre fui obcecado por ser produtivo ao máximo. Quando atuei como diretor em uma multinacional de telecomunicações, por cerca de 7 anos, eu não tinha uma assistente dedicada e, frequentemente, eu me via fazendo coisas para as quais minha hora de trabalho era &#8220;cara&#8221; demais.</p>
<p>Foi aí que comecei a perceber que a maioria dos profissionais desperdiçava tempo por falta de retaguarda e decidi fundar a <a title="Conheça a Prestus" href="http://migre.me/7ut0q" target="_blank">Prestus</a>. Eu queria justamente fornecer retaguarda (assistentes) 24h por dia, para todo tipo de profissional. O objetivo era dar produtividade e permitir que os profissionais pudessem focar seu esforço nas tarefas que realmente fossem relacionadas ao seu conhecimento e trabalho.</p>
<p>Uma coisa é termos que fazer algo por falta de opções. Outra coisa é a nossa recusa interior em colaborarmos mais com as outras pessoas. Nesta “Era da Colaboração”, não faz sentido fazermos as coisas sozinhos! Assim como a especialização do trabalho, delegar tarefas é uma opção natural para quem busca ter foco e alta produtividade.</p>
<p><strong>Posições de destaque exigem profissionais mais capazes, mas também equipes mais preparadas para compartilhar responsabilidades. Quais os principais passos para que delegar realmente funcione?</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Delegar é uma experiência, um “quantum” de liderança. Para delegar bem, o indivíduo deve entender, dividir, programar, alocar, motivar, acompanhar, cobrar e por ai vai. O que impressiona mais, nestas palavras, é que o verbo “fazer” (a atividade em si) não está entre elas. Para delegar bem, temos que buscar o equilíbrio entre “focar” (o que fazer) e “organizar” (como fazer).</p>
<p>Há pessoas que tem dificuldade em delegar tarefas, pois se preocupam mais em “como os outros vão fazer” do que com “o que” elas mesmas devem deixar de fazer. Assim, o primeiro passo é refletir qual deve ser o seu foco e, a partir deste exercício, listar as diversas tarefas que são &#8220;terceirizáveis&#8221;.</p>
<p>Outra dica importantíssima é que mantenhamos um controle (costumo recomendar um caderno, de papel mesmo) para que, depois de entendido e dividido o problema, programados e alocados os recursos, possamos nos lembrar de acompanhar e cobrar os resultados. Delegar significa contar com o apoio dos outros, mas também reconhecer seu esforço. Só é possível fazer isso se houver controle.</p>
<p><strong>Alexandre, muito obrigado pela disponibilidade e excelente conversa. Deixe uma mensagem final aos leitores do <em>Dinheirama</em>.</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Temos que ter clareza sobre o que buscamos (isto é foco) e o que queremos primeiro (isto é priorização) em nossos desafios e em nossa vida. A pessoa que administra bem o seu tempo não é a que é mais organizada para realizar tudo, mas sim a que decide melhor o que fazer e o que deixar de fazer.</p>
<p>E, veja que interessante: no final, o nosso sucesso talvez possa ser melhor medido não pelas coisas que conquistamos, mas pelas coisas das quais abrimos mão nesta jornada de conquistas. Obrigado pela oportunidade e parabéns pelo belo trabalho realizado no <em>Dinheirama</em>.</p>
<p>Fotos: <strong>divulgação</strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O ano de 2012 será especial para você e para o Dinheirama</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 12:40:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
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		<description><![CDATA[Ajude o Dinheirama a criar ferramentas capazes de ajudar você a atingir sua independência financeira. Seja um beta-tester e faça de 2012 um ano especial.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O ano de 2012 será especial para você e para o Dinheirama" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_ano_2012_especial_voce_dinheirama.jpg" alt="O ano de 2012 será especial para você e para o Dinheirama" align="left" hspace="2" vspace="2" />Amigo leitor, muito obrigado pela companhia em mais um ano. Ao seu lado fizemos de 2011 um ano histórico, muito positivo para o <em>Dinheirama</em>. Com seu apoio, alçamos voos Brasil afora, levando materiais, artigos e livros de educação financeira, empreendedorismo, investimentos, entre outros assuntos, de maneira simples e direta para milhões de pessoas.</p>
<p>Aumentamos também nossa lista de produtos, criamos o <strong><a title="Conheça o Dinheirama Shop" href="http://www.dinheirama.com/loja" target="_blank">Dinheirama Shop</a></strong>, a primeira loja online de educação financeira no Brasil, sempre com preços justos e frete grátis. Solidificamos a marca <em>Dinheirama</em> nas redes sociais, chegando ao número expressivo de <strong>13,5 mil</strong> seguidores no Twitter &#8211; <strong><a title="Siga-nos no Twitter" href="http://www.twitter.com/Dinheirama" target="_blank">@Dinheirama</a></strong> &#8211; e <strong>5 mil</strong> fãs no Facebook &#8211; <strong><a title="Acesse nossa fan page" href="http://www.facebook.com/dinheirama" target="_blank">www.facebook.com/dinheirama</a></strong> -, números que crescem a cada dia. O <strong><a title="Assista aos nossos videos" href="http://www.youtube.com/Dinheirama" target="_blank">TV Dinheirama</a></strong> também foi um enorme sucesso. Nosso canal no Youtube alcançou mais de <strong>57 mil</strong> visualizações, um número muito expressivo para o nosso nicho.</p>
<p>Nossos livros <a title="Compre o livro" href="http://dinheirama.com/loja/index.php?route=product/product&amp;product_id=52" target="_blank">“Dinheirama”</a> e <a title="Compre o livro" href="http://dinheirama.com/loja/index.php?route=product/product&amp;product_id=50" target="_blank">“Vamos Falar de Dinheiro?”</a> caíram no gosto dos leitores e se tornaram sucesso de venda em nossa loja e na Internet brasileira. O Blog alcançou uma marca que consideramos incrível, especialmente se considerarmos que o assunto que abordamos ainda é pouco procurado no Brasil: <strong>somamos mais de 5 milhões de visitantes</strong>.</p>
<p><span id="more-7002"></span>O trabalho foi tão bem recebido que chegamos à final do <a title="Conheça o Prêmio CNH" href="http://www.premiocnh.com.br/" target="_blank">Prêmio Case New Holland (CNH) de Jornalismo Econômico</a> na categoria Blog, fato que nos encheu de orgulho, já que fomos indicados por diversos jornalistas, de diversos veículos, e que já consideram o <em>Dinheirama</em> como fonte para suas matérias.</p>
<p><strong>E 2012 ainda reserva muitas novidades&#8230;</strong><br />
Diante de tudo isso, decidimos apostar alto e fazer de 2012 um ano ainda melhor. É nossa meta fazer o <em>Dinheirama</em> crescer mais e oferecer mais serviços para que as pessoas tenham acesso a ótimas informações e ferramentas que possam ajudá-las a criar um futuro mais rico e feliz. De cara, estamos trabalhando em uma nova versão de nosso site, muito mais leve, acessível, com design atualizado e mais fácil de ler e compartilhar textos e opiniões.</p>
<p>E que tal nos ajudar a construir nossa grande novidade? Queremos convidar você, leitor do <em>Dinheirama</em>, para ser um dos <em>beta-testers</em> de uma nova ferramenta que, em breve, estará a disposição de todos no Brasil. Para que possamos refiná-la e aperfeiçoá-la, precisamos de leitores que estejam dispostos e tenham tempo disponível para que, nos próximos dias, façam uma minuciosa utilização da ferramenta.</p>
<p>Por que você? Ora, você é a razão de nossa existência, então nada mais natural que sua opinião e suas críticas sejam aproveitadas para criar uma nova ferramenta. Por essa ajuda, além do acesso antecipado ao projeto e nosso reconhecimento público, os leitores escolhidos receberão como brinde um cupom de 10% de desconto em qualquer produto do <a title="Acesse a loja" href="http://dinheirama.com/loja/" target="_blank">Dinheirama Shop</a>.</p>
<p>Então, gostou da ideia? Se a resposta for afirmativa, envie um e-mail para <strong>contato@dinheirama.com</strong> com endereço completo, telefone e uma breve mensagem do porquê gostaria de participar dos testes e da criação desta ferramenta. Os selecionados irão conhecer e ter acesso total a ferramenta.</p>
<p>Que 2012 seja repleto de realizações, desafios e muita educação financeira. Reiteramos nosso compromisso de publicar artigos e materiais de qualidade para ajudar você a realizar seus sonhos e objetivos.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O Brasil do presente e do futuro: a sexta maior economia do mundo</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/12/29/o-brasil-do-presente-e-do-futuro-a-sexta-maior-economia-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 00:37:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Brasil ultrapassa o Reino Unido e se torna a sexta maior economia do mundo. O que é verdade e o que é mito sobre essa notícia? Ainda temos desafios a vencer!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="O Brasil do presente e do futuro: a sexta maior economia do mundo" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_brasil_presente_futuro_sexta_maior_economia_mundo.jpg" alt="O Brasil do presente e do futuro: a sexta maior economia do mundo" align="left" hspace="2" vspace="2" />O ano de 2011 se encerra com a notícia de que o Brasil alcançou o posto de sexta maior economia do mundo, ultrapassando o Reino Unido, conforme <a title="Leia mais" href="http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,brasil-bate-reino-unido-e-se-torna-6-maior-economia-do-mundo-diz-jornal,97257,0.htm" target="_blank">matéria publicada pelo jornal “The Guardian”</a>. Como não poderia ser diferente, a notícia foi recebida com entusiasmo por parte do governo e com algumas críticas por boa parte da sociedade – que nos fez lembrar que ainda possuímos graves problemas em diversas áreas como educação, saúde, infraestrutura, saneamento básico, entre outras.</p>
<p><strong>O Brasil mudou e mudará ainda mais em 20 anos</strong><br />
O ministro Guido Mantega foi rapidamente a público afirmar que <a title="Leia mais" href="http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2011/12/26/brasileiro-pode-levar-20-anos-para-ter-padrao-de-vida-europeu-diz-mantega.jhtm" target="_blank">o Brasil levará pelo menos 20 anos para alcançar o mesmo padrão de vida europeu</a>. Isso, é claro, se mantivermos o mesmo nível de crescimento atual.</p>
<p>Confesso que tenho uma opinião extremamente prática sobre o assunto: os números de crescimento da <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZWNvbm9taWErYnJhc2lsZWlyYV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-68">economia brasileira<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> nos últimos 20 anos são suficientes para acreditar que, sim, avançamos consideravelmente nas questões econômicas. Mas, sim, poderíamos estar em patamares melhores. Ok, dentro de um contexto de crise que se arrasta por boa parte do mundo, conseguimos evoluir e apresentar a boa parte da população condições necessárias para acreditar no país.</p>
<p><span id="more-6988"></span>A verdade é que concordo com aqueles que mostram o noticiário recheado de milhares de pessoas que são vítimas do mau atendimento público e se desesperam esperando atendimento no SUS; notícias de muitos brasileiros ainda desamparados pelo Estado, muitas vezes passando fome, também chamam minha atenção. Mas, se olharmos o Brasil de vinte anos atrás, é nítida a diferença: o desenvolvimento de nosso país tornou muita coisa possível.</p>
<p>E não é difícil descobrir qual é o grande e grave problema do Brasil: a corrupção. Dados preliminares apontam que, só em 2011, houve <a title="Leia mais" href="http://oglobo.globo.com/pais/investigacoes-em-5-ministerios-apontam-desvios-de-11-bilhao-3513380" target="_blank">indícios de desvios que somam R$ 1,1 bilhão</a>, em cinco ministérios investigados pela CGU (Controladoria Geral da União).</p>
<p>Para manter o exercício do tempo, imagine o transcorrer dos últimos 20 anos. Quanto de dinheiro público seguiu o caminho da corrupção em detrimento das reais necessidades do país? Pense adiante: mantendo o mesmo padrão nos próximos 20 anos, quanto ainda será desviado se continuarmos tolerando essas práticas?</p>
<p><strong>O desenvolvimento da sociedade</strong><br />
Está mais do que claro que para chegarmos a níveis europeus de crescimento, a população brasileira precisa também crescer como <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c29jaWVkYWRlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">sociedade<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> organizada – isso para que tenhamos atitudes que nos dêem o direito de cobrar os governantes. Chega de ser o “país do jeitinho” ou da imagem malandra, de querer levar vantagem em tudo. Precisamos avançar.</p>
<p>Cabe lembrar que apesar do tamanho da economia – e da notícia de que ultrapassamos o Reino Unido –, <a title="Leia mais" href="http://www.jcnet.com.br/detalhe_opiniao.php?codigo=219644" target="_blank">a comparação do PIB per capita de nosso país e dos países europeus</a> dá a dimensão do desafio que temos pela frente. O Reino Unido ocupa a 20ª posição, com US$ 32 mil de renda per capita, enquanto o Brasil está em 70º lugar, com renda anual de US$ 13 mil.</p>
<p>Se já crescemos, agora precisamos nos desenvolver, melhorar a renda da população e avançar com projetos sociais que garantam mais do que uma simples bolsa no final do mês. É preciso garantir que tenhamos uma nação composta por verdadeiros cidadãos, com direitos e deveres claros e amparados pelo Estado de uma forma inteligente e sustentável.</p>
<p>O Brasil avançou muito e encarou a crise de forma inteligente. Somos a sexta <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZWNvbm9taWFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">economia<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> do mundo. O ano de 2011 termina com excelentes notícias, mas também com desafios ainda maiores se considerarmos o potencial e a oportunidade que temos nas mãos. Torço para que 2012 seja um ano convincente no sentido de colocar o Brasil como uma realidade, não como uma aposta.</p>
<p>Feliz 2012 e até lá!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Romero Rodrigues, fundador e CEO do Buscapé</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:04:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Romero Rodrigues, fundador e CEO do Buscapé, fala sobre empreendedorismo, negócios na Internet, venture capital, investidores e sucesso! Como chegar lá?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Romero Rodrigues, fundador e CEO do Buscapé" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_entrevista_romero_rodrigues_ceo_buscape.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Romero Rodrigues, fundador e CEO do Buscapé" align="left" hspace="2" vspace="2" />O fim de ano continua muito especial para nós do Dinheirama. Sempre pensando em compartilhar conhecimento e aprender mais, buscamos conhecer pessoas importantes e modelos de sucesso acessíveis e dispostos a incentivar a disseminação da educação financeira e empreendedora. Tivemos a grande honra de conversar com <strong>Romero Rodrigues</strong>, fundador e CEO do <strong><a title="Conheça o Buscape" href="http://www.buscape.com.br/" target="_blank">Buscapé</a></strong>, que começou como um comparador de preços e hoje engloba diversos serviços de Internet.</p>
<p>Romero é Engenheiro Elétrico com ênfase em Computação pela Universidade de São Paulo (USP) &#8211; Escola Politécnica. Criou o Buscapé em 1998, ainda com 21 anos e ao lado de dois colegas de faculdade. O site só começou mesmo a operar em 1999, com 35 lojas parceiras e 35.000 produtos. Dez anos depois, em 2009, uma fatia de 91% da empresa foi vendida ao grupo africano Naspers por US$ 342 milhões.</p>
<p>Atualmente, o grupo <a title="Conheça o Buscapé Company" href="http://migre.me/79luI" target="_blank">Buscapé</a> está presente em 28 países e conta com empresas como QueBarato!, Pagamento Digital, FControl, BondFaro, Lomadee, ebit, entre outras. Nosso papo com Romero foi sobre a possibilidade de novos empreendedores de Internet despontarem no Brasil. O que impede que isso aconteça mais? Confira abaixo:</p>
<p><span id="more-6919"></span><strong>Romero, sabemos como todo começo de um negócio de Internet é difícil. Aqui no Brasil, podemos dizer que é ainda mais difícil? Por quê? Quais as diferenças e o que devemos melhorar?</strong></p>
<p><strong>Romero Rodrigues:</strong> As condições melhoraram muito no Brasil. As barreiras que existiam antes hoje são muito mais fáceis de serem transpostas, como os custos de hospedagem, de aluguel de um escritório e do link de Internet. Além disso, a Internet rápida propicia acesso fácil aos consumidores. As dificuldades, hoje, são de se encontrar as grandes ideias e implementá-las sem perder o time-to-market.</p>
<p>Mas uma coisa é certa: o cenário de estabilização e crescimento da economia brasileira, somado à crise na Europa e nos Estados Unidos, colocou o país entre as prioridades de investimentos do capital de risco, atraindo, inclusive, modelos de investimento que antes não existiam por aqui, como os investidores anjo.</p>
<p><strong>Você e seus sócios entraram e criaram uma grande empresa de internet justamente no período do estouro da bolha. Qual foi a decisão mais difícil que tiveram que tomar e quais as consequências disso?</strong></p>
<p><strong>R. R.:</strong> A decisão mais complicada é sempre a de prosseguir. Às vezes, desistir é mais fácil. Se fôssemos ouvir conselhos, dicas e sugestões, não persistiríamos durante as tempestades que enfrentamos, não só no estouro da bolha, como também em outras ditas crises mundiais que, nós, por opção e insistência, decidimos ficar de fora.</p>
<p><strong>Um dos momentos mais importante de uma startup é a busca por investimentos e podemos dizer que o Buscapé foi uma das pioneiras em conseguir bons parceiros. Qual a dica para quem está justamente buscando investidores para fazer o negócio crescer?</strong></p>
<p><strong>R. R.:</strong> Acredite realmente no projeto, revise, repense; deixe-o perfeito. Fique antenado nas notícias do setor em que sua startup atuará. Monte um plano detalhado, mas não prolixo. Busque ajuda, troque experiência, crie sinergias. Os investidores são consequência do trabalho bem feito durante estas etapas.</p>
<p>Entendo que o principal diferencial de qualquer empreendedor é a paixão por seu negócio. Nenhum investidor apóia uma empresa na qual não enxerga paixão nos olhos do empresário. Inovação também é um requisito importante quando se trata da Indústria da Internet. É preciso estar sempre se antecipando às tendências, já que, neste mercado, quem chega primeiro com um serviço realmente inovador é quem tem a maior chance de se consolidar na liderança. Na Internet, dificilmente os últimos serão os primeiros.</p>
<p><strong>Há um consenso que diz que fundos e investidores internacionais se preocupam muito mais com a equipe e o produto do que com a geração de receita e retorno financeiro (no primeiro momento), enquanto os financiadores brasileiros querem um plano de negócios muito amarrado. Isso é real? Como o empreendedor web deve encarar essa questão?</strong></p>
<p><strong>R. R.:</strong> Sim. Os investidores internacionais veem um passo além. São menos imediatistas e procuram equipes e produtos aptos e capacitados. Apesar dessa diferença, os financiadores brasileiros, que prioritariamente buscam planos de negócios detalhados, estão exigindo cada vez mais capacitação e foco da equipe. São grupos diferentes, mas igualmente focados em resultados.</p>
<p><strong>Como deve ser a gestão financeira do negócio web que pretende crescer e atrair a atenção de um investidor?</strong></p>
<p><strong>R. R.:</strong> Deve ser ousada, mas sem extremos. O investidor percebe de longe quando uma startup apresenta risco maior ou menor. O grande desafio é mostrar que esse risco vale a pena. Existem investidores para todos os perfis de gestão financeira. Um plano sólido e bem coerente, que justifique bem um determinado posicionamento, é o melhor caminho.</p>
<p><strong>O que dizer do atual momento de crise em relação aos investidores de risco? O dinheiro continua disponível no Brasil? Você pode listar alguns requisitos para que o empreendedor se diferencie na hora de buscar apoio?</strong></p>
<p><strong>R. R.:</strong> O Brasil tem sido um dos principais alvos, quando não o principal, dos investidores de risco. De certa forma, o Buscapé ajudou a reabrir as portas do Brasil para o capital de risco nos últimos anos por conta da venda da empresa para a Naspers, ocorrida em 2009.</p>
<p>Nos últimos anos temos assistido a entrada no país de Venture Capitals dispostas a apoiar startups na indústria da Internet que tenham modelos de negócios inovadores e/ou que estejam replicando no mercado brasileiro modelos de comprovado sucesso em outros mercados internacionais, como Europa e Estados Unidos. Além disso, empresas internacionais também estão chegando ao Brasil dentro de uma estratégia de expansão em que o país se apresenta não apenas como uma economia emergente, mas também como o principal mercado da América Latina.</p>
<p><strong>7) Romero, obrigado pela disponibilidade. Por favor deixe uma mensagem final aos nossos jovens leitores que sonham ser empreendedores web de sucesso.</strong></p>
<p><strong>R. R.:</strong> Existe uma palavra que, sempre que a escuto, ligo meu radar: impossível. Se alguém disser que sua ideia ou que o que você está construindo é algo impossível, acelere. O impossível é o caminho para o sucesso.</p>
<p>Crédito das fotos: divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A herança e seus herdeiros: compreendemos o real valor do legado?</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 23:07:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enquanto muitos herdeiros alavancam o patrimônio deixado e transformam o legado, outros tantos simplesmente ignoram o esforço familiar e deitam em berço esplêndido. E ai?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A herança e seus herdeiros: compreendemos o real valor do legado?" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_heranca_herdeiros_compreendemos_real_valor_legado.jpg" alt="A herança e seus herdeiros: compreendemos o real valor do legado?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Instituto secular presente nos mais antigos registros jurídicos e normativos da conduta civil, o direito a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aGVyYW4lRTdhXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">herança<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> sobrevive firme e forte em todas as sociedades onde o mínimo de civilidade e senso patrimonial vigora. Herança essa que é um alicerce fundamental no sistema de sucessão, mas muitas vezes também um fardo, na medida em que gera problemas para muitas famílias.</p>
<p>É claro que receber uma herança significa herdar direitos e deveres, o que é essencialmente interessante, mas também complicado: o estresse e as confusões aparecem precisamente por conta das consequências futuras que podem se originar em uma mentalidade pautada na certeza (muitas vezes ingênua) de um futuro economicamente forrado de recursos.</p>
<p>Explico. Existem diferentes formas de se encarar um potencial patrimonialmente confortável. Alguns encaram como uma plataforma para prosseguir em uma trajetória sólida e crescente de geração de riqueza e realização. Estes, em geral, estão ancorados em formação, educação financeira, apetite <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZW1wcmVlbmRlZG9yXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">empreendedor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e trabalho, muito trabalho. Eles sabem o que é respeitar um legado. Mais, sabem o que é dar valor ao que a família construiu.</p>
<p><span id="more-6903"></span><strong>Mas há os acomodados.</strong> E, não nos enganemos, não se trata necessariamente de preguiça ou indisposição individual, mas na maioria das vezes de pura e brutal ingenuidade. Uma ingenuidade econômica que não considera a possibilidade de nenhuma pedra no caminho, não compreende os ciclos da acumulação patrimonial e desconhece os mecanismos da avassaladora mobilidade social que vivenciamos, desde sempre.</p>
<p>O fracasso em lidar com o patrimônio nasce na perigosa acomodação, muitas vezes dotada de raízes culturais. Essa realidade acaba por resultar em uma dinâmica deficiente, onde um grupo menos abastado encontra a sua ascensão no momento em que outro mais rico se enfraquece e mergulha. E é bom deixar claro que não torço contra os ascendentes, mas seria bem melhor que não houvesse o mergulho daqueles um dia ocuparam o topo.</p>
<p>Trata-se, portanto, de uma questão de musculatura econômica e patrimonial, onde uma sociedade mais rica se forma pela soma e não pela decadência cíclica. Quem não conhece a velha história do velho trabalhador, sucedido por um filho rico que gerou um neto nobre e que, dependendo da mentalidade, gerará um bisneto pobre? Uma história triste construída com absoluta ignorância financeira, e perfeitamente evitável. Um desrespeito ao legado.</p>
<p>Tampouco defendo a sucessão cega, onde herdeiros precisem abrir mão de suas aspirações próprias para se enterrarem vivos em trabalhos e responsabilidades que detestam. Penso que a preservação patrimonial passa longe da necessidade de se seguir a mesma trajetória profissional dos nossos progenitores; ela passa, ai sim, na educação econômica – que propicia a nítida percepção de que o dinheiro não suporta desaforos e de que nada substitui a força criadora do trabalho.</p>
<p><strong>Que não existam ilusões!</strong> Nesse exato momento, fortunas estão sendo construídas nos <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c29uaG9zXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-52">sonhos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, no esforço e na capacidade criadora daqueles que anseiam por um lugar ao sol. E, também nesse exato momento, inúmeros herdeiros afortunados tomam o seu banho de sol, distraídos e cegos na certeza de que nenhuma nuvem o ofuscará. Será?</p>
<p>Você provavelmente conhece histórias bastante interessantes sobre herdeiros e heranças. Que tal compartilhar seu aprendizado conosco no espaço de comentários abaixo? Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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