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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; sucesso</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; sucesso</title>
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		<title>A vitimização como falso pilar de felicidade</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/23/a-vitimizacao-como-falso-pilar-de-felicidade/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 01:07:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A vitimização cria uma perigosa zona de conforto e torna as desculpas e justificativas um falso pilar de felicidade. Dinheiro exige atitude e disciplina, não a busca por culpados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="A vitimização como falso pilar de felicidade" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_a_vitimizacao_como_falso_pilar_de_felicidade.jpg" alt="A vitimização como falso pilar de felicidade" align="left" hspace="2" vspace="2" />Leonardo</strong> comenta:<em> &#8220;Navarro, não faz muito tempo tive uma discussão com minha esposa sobre nossa postura diante de nossos problemas financeiros, dívidas e falta de planejamento. A sensação que tenho é que não colocamos a mesma energia de outros tempos nessas questões. Preferimos jogar a culpa nos outros, no que deu errado, no que ainda não aconteceu e por ai vai. Preciso ler algumas verdades sobre isso. Obrigado&#8221;</em>.</p>
<p>Certa vez ouvi em uma palestra que o ser humano é o <em>&#8220;mestre na arte de encontrar justificativas para suas decisões&#8221;</em>. Você já deve ter percebido essa <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aGFiaWxpZGFkZV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">habilidade<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> em ação, afinal tomamos muitas decisões de forma impulsiva e logo em seguida tentamos criar as condições ideais para nos confortarmos com o que acabamos de fazer.</p>
<p><strong>Boas justificativas fazem o tempo passar&#8230;</strong><br />
Em se tratando de pequenas decisões cotidianas, tipo <em>&#8220;Comi aquele lanche rápido porque não ia dar tempo de almoçar&#8221;</em>, muitas justificativas até parecem fazer sentido &#8211; e seu uso acaba sendo essencial para que seja possível seguir adiante com as responsabilidades.</p>
<p>É muito comum observar esse &#8220;conceito&#8221; em nossa cultura. Muito de nossa prestação de serviços baseia-se na máxima &#8220;criar complexidades para vender simplicidade&#8221;. Porque é difícil, precisamos (e esperamos) dos outros para a solução (acontece com a abertura de empresas, declaração de imposto de renda, compra e venda de imóveis etc.).</p>
<p>Sem perceber (ou sem aceitar), estendemos isso ao dia a dia e buscamos &#8220;no sistema&#8221; a solução para problemas pessoais. A coisa começa a tomar proporções perigosas quando as desculpas viram muleta para a falta de bom senso e <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cGxhbmVqYW1lbnRvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">planejamento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Ao contrário do que temos discutido neste espaço, olhar-se como uma vítima só reforça o quanto você prefere esperar que uma solução apareça ao invés de buscá-la de forma pró-ativa.</p>
<p><strong>A culpa é do sistema?</strong><br />
Frases tipo<em> &#8220;Ele fala isso porque a situação dele é melhor que a minha&#8221;</em> ou <em>&#8220;A liquidação de 70% era imperdível&#8221;</em> trazem uma sensação de tranquilidade imediata porque transferem a culpa por uma decisão insensata para outra pessoa, entidade ou empresa.</p>
<p>A vítima prefere olhar os acontecimentos como sendo consequências de fatores alheios ao seu controle, permitindo assim que a culpa seja sempre de variáveis externas. Assim, dormir tranquilo fica mais fácil e a pose tipo &#8220;está tudo sob controle&#8221; permanece. Na prática, porém, os problemas continuam sem solução.</p>
<p><strong>Quem só se justifica vira um chato!</strong><br />
Existe ainda um agravante. O indivíduo afetado pela necessidade de justificar tudo se torna alguém desagradável e incapaz de enxergar nos outros as <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/b3BvcnR1bmlkYWRlc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">oportunidades<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> de melhorar. O convívio fica prejudicado porque quem não se sente culpado tende a cobrar demais.</p>
<p>Inventa-se desculpa para tudo. E se os problemas não são da vítima, ela não é capaz de agir. Logo, vai esperar e trabalhar que para os outros resolvam suas questões. Vai exigir mais dos outros, será mais inflexível, cobrará resultados cada vez mais claros e assim por diante.</p>
<p>Em finanças, esse comportamento também se traduz no pensamento <em>&#8220;devo não nego, pago quando puder&#8221;</em>. O problema existe, é sério e requer ações imediatas, mas e daí? Entram em cena as justificativas: este mês receberei hora extra, mês que vem finalmente fulano vai me pagar, o bico que eu estava procurando vai finalmente aparecer e assim por diante.</p>
<p>O &#8220;e se&#8221;, o &#8220;quando isso&#8221; ou o &#8220;assim que&#8221; acabam se tornando o <em>modus operandi</em> de muitos lares. Consegue enxergar gente assim no seu convívio pessoal? Infelizmente, isso é muito mais comum do que admitimos. Desnecessário dizer que quem prefere ser vítima dificilmente será reconhecido por fazer algo extraordinário ou será capaz de construir um legado.</p>
<p><strong>Cuidado com a interpretação do texto.</strong> Achar que estou apontando o dedo para você é transferir a culpa dos seus problemas para mim &#8211; e isso não vai adiantar nada. Comente no espaço abaixo e também no <em>Twitter</em> se a reflexão foi útil. Siga-me em <strong><a title="Siga-me no Twitter" href="http://www.twitter.com/Navarro" target="_blank">@Navarro</a></strong>. Até mais.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Você e o próprio negócio: o empreendedorismo perde força</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/22/voce-e-o-proprio-negocio-o-empreendedorismo-perde-forca/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 02:03:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitos brasileiros desejam independência través do próprio negócio, mas o empreendedorismo perde força e apresenta sinais de mudanças. O que é fato? O que é mito?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Você e o próprio negócio: o empreendedorismo perde força" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_voce_proprio_negocio_empreendedorismo_perde_forca.jpg" alt="Você e o próprio negócio: o empreendedorismo perde força" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Caros leitores, o título também me traz pesar. Mais do que isso, me assusta. Quando comecei a conceber esse texto, troquei algumas opiniões a respeito com parceiros e sócios, e de fato ali não observei sequer uma vírgula de desânimo, mas o universo empreendedor é muito grande e, por conta disso, alguns dados não podem passar sem o mínimo de observação.</p>
<p>Desde sempre escutei – e realmente presenciei todos os indícios – a máxima que coloca o Brasil como um dos países mais empreendedores do mundo. Uma gente criativa, impactada por múltiplas influências culturais, dotada de grande capacidade de adaptação a adversidades e invejável flexibilidade a circunstâncias.</p>
<p>E, como se não bastasse, um povo que ainda conta com um dos maiores <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2Fkb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">mercados<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> consumidores do mundo, além de um universo empresarial repleto de oportunidades e grande diversificação.</p>
<p><span id="more-7631"></span>Tudo absolutamente verdadeiro, assim como é efetivamente possível perceber o avanço do empreendedorismo como cultura e aspiração para jovens e também maduros, que anseiam independência e campo fértil para suas realizações e sonhos através das próprias “pernas” (empresas).</p>
<p>Mas alguns fatos merecem atenção. Segundo algumas pesquisas, a maioria dos profissionais já formados e em atividades, estudantes e donas de casa, declaram o desejo de ter serem seus próprios patrões, mas pouquíssimos se animam a pôr a ideia em prática. Ao que tudo indica , o impulso perdeu intensidade nos últimos anos.</p>
<p>Durante muito tempo, muito antes do glamour empreendedor, diante das inúmeras e recorrentes crises econômicas, muitos brasileiros enxergavam no negócio próprio uma rota de fuga da consequente escassez de empregos formais. Para mim, semanas antes da formatura, é inesquecível a imagem da aglomeração de alunos disputando um mural que não continha mais do que alguns poucos anúncios de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZW1wcmVnb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">emprego<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Algo impensável nos dias de hoje.</p>
<p>O tempo passou, o Brasil passou a usufruir das poucas e essenciais reformas que foram implementadas nos últimos 17 anos, recebendo impacto direto na criação de empregos formais. Com isso, observamos o surgimento e o fortalecimento de grandes grupos empresariais. Estes também, frutos de forte e saudável cultura empreendedora.</p>
<p>Mas a dinâmica econômica precisa ser sempre observada em perspectiva e, ao que tudo indica e apesar dos avanços claros, estamos “ficando pra trás”. Em um estudo divulgado pelo Banco Mundial em 2011, sobre a facilidade para abrir e conduzir negócios em 183 países, o Brasil ocupou o longínquo 126º lugar no ranking, entre a Bósnia e a Tanzânia.</p>
<p>Além dos obstáculos criados pela nossa ineficiente burocracia, existem as questões tributárias e os encargos trabalhistas que, consumindo 35% da renda nacional, põem medo em muita gente corajosa. A parte paradoxal dessa história é que, segundo alguns levantamentos, não obstante o crescimento observado nos últimos anos, o número de brasileiros que declaram desejar montar as suas próprias empresas vem declinando na medida em que os empregos formais ganham força.</p>
<p>A conclusão aqui é a de que não atingiremos os patamares desejados de competitividade, diversidade industrial e tecnológica sem um forte e estruturado espírito <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZW1wcmVlbmRlZG9yXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">empreendedor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> capaz de ser colocado em prática, em ação.</p>
<p>Esse mesmo espírito deve ser potencializado por incentivos e um cenário minimamente fértil para o seu fortalecimento – ou, quem sabe, menos hostil. Mais do que tudo isso, o empreendedorismo saudável deve ser cada vez mais uma opção e menos uma simples solução.</p>
<p>Você já tentou abrir uma empresa por aqui? É atualmente um empresário? Pretende ser? Como enxerga essa situação? Vamos discutir o tema com mais cuidado? Use o espaço de comentários abaixo. Obrigado e até o próximo.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>TV Dinheirama: Como e com quem aprendemos sobre dinheiro e investimentos?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/16/tv-dinheirama-como-e-com-quem-aprendemos-sobre-dinheiro-e-investimentos/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 00:07:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste episódio da TV Dinheirama mostramos como e com quem os jovens aprendem sobre dinheiro e investimentos. Educação financeira precisa começar em casa! Sempre!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="TV Dinheirama: Como e com quem aprendemos sobre dinheiro e investimentos?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_tvdinheirama_como_com_quem_aprendemos_dinheiro_investimentos.jpg" alt="TV Dinheirama: Como e com quem aprendemos sobre dinheiro e investimentos?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Muitos lares brasileiros costumam subestimar a oportunidade de passar aos filhos bons exemplos relacionados ao dinheiro. Pior que isso, é usual ouvir de pais e mães que <em>&#8220;a responsabilidade de educar os filhos é da escola&#8221;</em>. E assim muitos brasileiros seguem endividados, enforcados no cheque especial, mas com o discurso de que &#8220;ensinam&#8221; seus filhos não serem adultos assim. Não adianta, não é mesmo?</p>
<p>Neste episódio da <strong><a title="Acesse e assine a TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">TV Dinheirama</a></strong>, agora mais leve e agradável, trato de como é importante assumir posturas positivas e coerentes diante de crianças e jovens. Além disso, também abordo os seguintes temas:</p>
<ul>
<li>Pesquisa mostra que os jovens buscam conhecimento e aprendizado sobre finanças e investimentos com os pais;</li>
<li>Investir só nos produtos que conhecemos vai nos levar até onde nossos pais já chegaram. Mas o Brasil mudou, a economia global mudou. Portanto, é preciso buscar aprendizado e investir de forma mais inteligente;</li>
<li>O exemplo dos pais é fundamental para criar nos filhos a cultura de poupança e planejamento financeiro. O que você faz neste sentido?</li>
</ul>
<p>Assista ao vídeo e comente:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=nx9Cj3u9gEQ">http://www.youtube.com/watch?v=nx9Cj3u9gEQ</a></p>
<p>Importante: Lembre-se de acessar nosso canal no YouTube – <strong><a title="Acesse a TV Dinheirama no YouTube" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">www.youtube.com/dinheirama</a></strong> – e se inscrever para receber nosso material. As gravações têm caráter didático e instrutivo. As dicas dadas deverão ser usadas sob sua total responsabilidade. Vem mais por ai. Espero que gostem! Até a próxima.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cinco características das pessoas ricas e bem-sucedidas</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/14/cinco-caracteristicas-das-pessoas-ricas-e-bem-sucedidas/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 18:24:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheça a realidade de pessoas ricas e bem-sucedidas e entenda porque suas características fazem tanta diferença em relação ao dinheiro e qualidade de vida.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="Cinco características das pessoas ricas e bem-sucedidas" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_cinco_caracteristicas_pessoas_ricas_bem_sucedidas.jpg" alt="Cinco características das pessoas ricas e bem-sucedidas" align="left" hspace="2" vspace="2" />Helena</strong> comenta: <em>“Navarro, costumo me informar sobre dinheiro em casa e com amigos mais entendidos, mas muitas vezes sinto falta de aprender com pessoas realmente especiais nessa área &#8211; gente rica, mas no sentido da qualidade de vida, da liberdade e da construção de um futuro sempre favorável. Afinal, existe segredo para lidar com o dinheiro sem que ele seja sempre um problema? Obrigada”</em>.</p>
<p>Entender a forma como as pessoas lidam com seu dinheiro tem proporcionado à nossa equipe excelentes reflexões. Uma delas particularmente me atrai: temos uma tendência natural a seguir a moda, baseando no consumo nossa referência de inclusão social – o resultado é que valorizamos muito as expectativas dos outros. Ao mesmo tempo, também tendemos a culpar os outros por nossos fracassos.</p>
<p>Fazemos mais e melhor porque é o que “esperam de nós” e quando algo “dá errado”, a culpa também é dos outros. Preferimos nos isentar das responsabilidades e apontar o dedo na direção do sistema. Frases tipo <em>“o preço estava ótimo”</em>, <em>“a promoção realmente valeu a pena”</em> e <em>“para ele é fácil falar, ele já nasceu rico”</em> são bastante comuns.</p>
<p><span id="more-7603"></span><strong>Quem é você para falar do MEU dinheiro?</strong><br />
No fundo, tudo o que queremos é manter as aparências em dia e os problemas bem escondidos, especialmente aqueles relacionados ao <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aXIrZGluaGVpcm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Não se pode perceber, apenas olhando, quem está endividado. O dinheiro tem essa “vantagem” de ser assunto somente nas  horas em que desejamos abordá-lo. <em>“Do meu dinheiro, cuido eu”</em>, não é assim?</p>
<p>A zona de conforto torna os dias mais agradáveis e faz o tempo passar mais depressa, sem grandes sustos – sendo, pois, desejável. Trata-se de uma <a title="Leia mais" href="http://vocesa.abril.com.br/blog/voce-mais-rico/2012/04/23/zona-de-conforto-outro-sinonimo-para-hipocrisia/" target="_blank">hipocrisia sem tamanho</a>, conforme escrevi no blog <a title="Leia mais" href="http://migre.me/94XVO" target="_blank">&#8220;Você Mais Rico&#8221;</a>. Enquanto as famílias financeiramente destruídas insistem em manter o assunto “dinheiro” lacrado em sua caixa preta, gente bem-sucedida prefere ver nele um instrumento de liberdade.</p>
<p><strong>Cinco principais características das pessoas ricas e bem-sucedidas</strong><br />
São muitas as referências sobre pessoas de sucesso disponíveis na Internet e em bons livros. Investigar seus hábitos revela muito sobre como essas famílias lidam com o processo de tomada de decisões. Em essência, há sempre diálogo, reflexões e envolvimento.</p>
<p>Achei por bem listar, dentre as muitas coisas que já li até hoje, pontos comuns no relacionamento entre bem-estar, dinheiro e conquista de sonhos. Confira, então, as características que mais admiro nas pessoas realmente ricas e bem-sucedidas:</p>
<p><strong>1. Vivem abaixo de suas possibilidades</strong><br />
Eles realmente levam a sério a <a title="Leia mais no Dinheirama" href="http://dinheirama.com/blog/2010/07/19/gastar-menos-do-que-ganha-regra-de-ouro-das-financas-pessoais/" target="_blank">regra de ouro das finanças pessoais</a>: gastar menos do que se ganha e aprender a investir para sustentar o padrão de vida por muito tempo. A principal questão diz respeito à consciência plena de que as condições de vida precisam ser preservadas para que ela seja aproveitada em todas as suas fases.</p>
<p>Assim, o padrão de vida não é visto como medida de riqueza, mas como meio de criar uma vida sustentável durante todas as suas etapas (nascimento dos filhos, estudos, formação profissional, construção de patrimônio, viagens, velhice, hobbies etc.). Viver com menos do que o possível é o que permite que as prioridades sejam respeitadas e os objetivos alcançados.</p>
<p><strong>2. Alocam tempo, energia e dinheiro de forma eficiente, visando a construção de riqueza</strong><br />
Nem tudo dará certo na primeira vez. Muitas decisões terão que ser adiadas. Alguns sonhos simplesmente terão que “esperar”. Tais afirmações não causam a ansiedade e angústia comuns àqueles acostumados a viver das aparências e mediante exigências sociais.</p>
<p>As famílias bem-sucedidas entendem que o diálogo em torno das finanças é o que permitirá que todos possam unir-se em torno dos objetivos comuns. Assim, dedicam tempo para ensinar e aprender sobre dinheiro (frequentam palestras, conversam em casa e leem sobre o tema), sempre colocando em prática o conhecimento adquirido.</p>
<p><strong>3. Acreditam que a liberdade é mais importante que o status</strong><br />
Ao viverem dentro de um padrão de vida razoável e inteligente, o que fazem é construir os meios para que esse padrão dure por muito tempo. Mais que isso, que as fases da vida sejam aproveitadas de forma plena, desde a criação de um filho até os cuidados com a saúde na terceira idade.</p>
<p>Os bem-sucedidos entendem que viver para parecer custa muito dinheiro e gera problemas emocionais bem profundos (<a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZGVwcmVzcyVFM29fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-60">depressão<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, angústia, tristeza crônica, sentimento de inferioridade etc.). Ter tudo, mas sentir-se vazio não é ser rico. Assim, o endividamento para consumo não é uma opção, mas apenas usado em casos emergenciais.</p>
<p>O foco é na geração de renda passiva e nas condições de desfrutar a vida de forma sempre abundante e confortável. A independência financeira conquistada a partir do equilíbrio entre consumo e investimento permitirá que a família jamais incorra em problemas de ordem financeira. Isso é ser livre!</p>
<p><strong>4. Buscam e aproveitam oportunidades</strong><br />
A vantagem de manter-se sempre bem informado é clara: fica mais fácil avaliar o que acontece na economia (mundial e local), no entorno familiar ou em sua cidade e, assim, tomar decisões mais inteligentes e voltadas para os objetivos anteriormente traçados.</p>
<p>Uma oportunidade de iniciar um novo negócio, a aquisição de um novo imóvel capaz de acelerar a geração de renda passiva (aluguel), uma revisão na carteira de ações criada com o objetivo de gerar dividendos, são vários os passos que o investidor inteligente e bem-sucedido pode tomar para aproximar-se de suas metas. E é justamente isso que eles fazem.</p>
<p><strong>5. Permitem que seus filhos lidem com a frustração e entendam seu valor</strong><br />
Somos frequentemente bombardeados com a ideia de que educar é também mitigar os riscos e permitir acesso simplificado a tudo o que conquistamos com alguma dificuldade. Uma espécie de redenção. Corremos o risco, no entanto, de criar jovens sem a conduta de valor apropriada para a vida adulta. Prejudicamos mais que ajudamos.</p>
<p>Aprender implica encarar as responsabilidades presentes em nossas decisões. Consequências são acionadas a cada caminho escolhido e é importante que possamos encará-las de forma aberta e corajosa. Errar, portanto, será uma constante, e o aprendizado a partir dos erros acaba sendo o verdadeiro diferencial para a tarefa de dar sequência a projetos de vida mais interessantes e duradouros.</p>
<p>Defender quem amamos das situações de aprendizado pelo erro pode ser reconfortante e prazeroso, mas é também perigoso. Ao acostumar nossos <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y3JpYXIrZmlsaG9zXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">filhos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> com o sucesso fácil e sempre presente, transformamos o fracasso em vilão. Essa cultura criará adultos manipuladores, exigentes demais, pouco flexíveis e incapazes de reconhecer o valor das coisas. Gente materialista, completamente o oposto do conceito de riqueza aqui exposto.</p>
<p><strong>Pra encerrar&#8230;</strong><br />
Espero que as reflexões propostas tenham serventia no seu aprendizado. Tenha em mente que para as <a title="Leia o Blog &quot;Você Mais Rico&quot;" href="http://migre.me/94XVO" target="_blank">pessoas realmente ricas</a> (o que passa longe de ser milionário ou coisa do gênero), <strong>o dinheiro é sinônimo de possibilidades</strong>, chances de ser melhor, mais livre e fazer mais. <strong>Para os endividados, dinheiro é apenas uma solução</strong>. A diferença é monstruosa.</p>
<p>Que tal discutirmos melhor o assunto? Fale comigo no Twitter – <strong><a title="Siga-me no Twitter" href="http://www.twitter.com/Navarro" target="_blank">@Navarro</a></strong> – e também através do espaço de comentários do artigo logo abaixo. Educação financeira precisa ser um assunto mais discutido e valorizado. Concorda?</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Paulo Schiavon, Diretor do VivaReal</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 01:43:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Dinheirama entrevista Paulo Schiavon, Diretor de Marketing do portal VivaReal, que fala sobre empreendedorismo, investimentos no Brasil e compra e venda de imóveis pela Internet.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Paulo Schiavon, Diretor do VivaReal" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_entrevista_paulo_schiavon_diretor_vivareal.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Paulo Schiavon, Diretor do VivaReal" align="left" hspace="2" vspace="2" />Muitos leitores enviam comentários relacionados ao fato de o Brasil chamar tanta atenção. Questões que envolvem a solidez de nossa economia, os eventos esportivos que se avizinham (Copa e Olimpíadas), a realidade do mercado sob a ótica do investidor e as histórias de empresas de sucesso são frequentes. É fato que o Brasil tem hoje negócios muito interessantes, inclusive capazes de fazer sucesso fora daqui.</p>
<p>É este o caso do <strong><a title="Conheça o VivaReal" href="http://migre.me/8Wtj8" target="_blank">VivaReal</a></strong>, um portal imobiliário voltado para anúncios de venda e locação de imóveis em toda a América Latina e mercado hispânico norte-americano. O VivaReal brasileiro compõe a rede internacional de portais imobiliários que iniciaram suas operações, em 2007, nos Estados Unidos. O site tem mais de 500 mil imóveis em suas ofertas e mais de dois milhões de visitas por mês.</p>
<p>Conversamos com <strong>Paulo Schiavon</strong>, Diretor de Marketing do VivaReal, portal imobiliário com ofertas em mais de 20 países nas Américas e Caribe, palestrante e professor de Marketing Digital. É Bacharel em Tecnologia e Mídias Digitais, com especialização em Arte e Tecnologia pela PUC-SP, pós-graduado em Gestão Empresarial e Inovação pela ESPM, com extensões nas áreas de Gestão de Projetos e Gestão do Conhecimento.</p>
<p><span id="more-7577"></span>Paulo &#8211; <a title="Siga o Paulo no Twitter" href="http://twitter.com/pauloschiavon" target="_blank">@pauloschiavon</a> &#8211; atua nas áreas de Comunicação e Marketing Digital desde 1998 e há cinco anos colabora com empresas no segmento imobiliário. Já atuou em empresas como Tecnisa, Gafisa, SOCOG (Comitê Olímpico organizador das Olimpíadas de Sydney/Austrália), Loducca Publicidade, entre outras.</p>
<p>Veja como foi nosso papo:</p>
<p><strong>Nos últimos anos, o mercado brasileiro de imóveis se desenvolveu bastante, apoiado no crescimento da renda do brasileiro e na facilidade do acesso ao crédito. A perspectiva de crescimento do país continua positiva no curto e médio prazo e a redução dos juros para consumidor parece garantir a procura por imóveis. Como o VivaReal encara esse momento do Brasil e qual a perspectiva de crescimento do portal para os próximos anos?</strong></p>
<p><strong>Paulo Schiavon:</strong> O momento pelo qual o Brasil passa em sua economia, e por consequência no mercado imobiliário, é muito positivo e talvez único por algumas décadas. Entramos em um ciclo vigoroso, com um mercado interno crescente e forte, baixo desemprego, baixo juros, além de hospedarmos nos próximos anos os dois maiores eventos esportivos mundiais.</p>
<p>Todos esses fatores criam oportunidades indiscutíveis em diversas áreas de negócios e o <a title="Conheça o VivaReal" href="http://migre.me/8Wtj8" target="_blank">VivaReal</a> busca expandir sua posição e se consolidar como maior e melhor portal imobiliário em um segmento ainda em desenvolvimento. O país já possui exemplos regionais de projetos que prosperaram, mas o VivaReal quer prosperar em todo o Brasil, respeitando suas complexidades e diferenças regionais através de um posicionamento ousado e inovador.</p>
<p>Estamos trilhando um caminho que nunca foi trilhado, por isso o crescimento deve ser intenso em todos os aspectos, sejam eles financeiros, em audiência ou em volume de negócios. Consideramos um crescimento contínuo na casa dos dois ou três dígitos nos próximos anos, mas é difícil precisar ainda.</p>
<p><strong>Falando ainda sobre o crescimento do país, alguns dados interessantes foram recentemente divulgados. Por exemplo, fica clara a migração internacional, em que profissionais começam a enxergar no Brasil um país de oportunidades para desenvolvimento de carreira. No primeiro trimestre de 2012, o VivaReal brasileiro recebeu acessos de 174 países, segundo você nos contou. Esse dado mostra que o Brasil efetivamente entrou no mapa mundial de oportunidades como um destino interessante?</strong></p>
<p><strong>P. S.:</strong> Sem dúvidas. O Brasil é a &#8220;bola da vez&#8221; e é comum ouvir dos principais executivos de grandes empresas que não há melhor lugar no mundo para se estar e fazer negócios nessa década. A busca por imóveis e oportunidades de trabalho por pessoas de todo o mundo vêm se intensificando, especialmente nos últimos dois ou três anos &#8211; e esse movimento trará grandes ganhos para a economia local.</p>
<p>O mercado imobiliário, por sua representatividade e importância, acaba sendo um dos setores mais beneficiados por essa nova dinâmica de negócios. Os ganhos acontecem rapidamente em toda a cadeia que depende dessa indústria, como serviços especializados, móveis, insumos e outros tipos de fornecedores posicionados acima ou abaixo na cadeia da construção civil.</p>
<p><strong>Vivemos na era da informação e da tecnologia. Dados recentes mostram o expressivo crescimento dos aparelhos celulares, uma boa parte deles os smartphones. O VivaReal acaba de lançar uma versão móvel do site, seguindo essa tendência. Nós também queremos aperfeiçoar nossas ferramentas mobile, então seria muito legal contar com seus comentários a esse respeito.</strong></p>
<p><strong>P. S.:</strong> O <a title="Conheça o VivaReal" href="http://migre.me/8Wtj8" target="_blank">VivaReal</a> vai sempre estar onde o consumidor estiver nos meios digitais, unindo anunciantes a clientes de maneira direta, não importa a tela. A versão móvel de nosso site é o primeiro passo por ser a plataforma mais versátil, colocando cerca de 400 mil ofertas de imóveis na mão de aproximadamente 30 milhões de usuários de internet móvel no país.</p>
<p>O site reconhece a localização do usuário, preenchendo automaticamente certos campos de busca, oferece as fichas completas dos imóveis, opções de contato direto com os anunciantes, permite o compartilhamento dos imóveis via redes sociais, além de filtros para segmentação de resultados, entre outros recursos.</p>
<p>Certamente é a melhor e mais completa experiência de busca por imóveis em smartphones disponível no Brasil atualmente. Para acessá-lo, basta digitar <a title="Conheça o VivaReal" href="http://migre.me/8Wtj8" target="_blank">vivareal.com.br</a> diretamente no navegador Internet do seu smartphone. E parabéns por levarem a educação financeira de forma tão responsável a milhões de brasileiros, isso é fundamental para que bons negócios sejam realizados.</p>
<p><strong>Acreditamos que não se pode desprezar o poder das redes sociais nesse “admirável mundo novo”. A interação entre usuário e empresa tem papel importante na estratégia de vocês? Nossos leitores, empreendedores ou não, devem prestar atenção nisso?</strong></p>
<p><strong>P. S.:</strong> Sim, sem dúvida! O VivaReal já tem presença oficial em 14 redes sociais, pelo qual nossos usuários podem se relacionar com a marca. No nosso caso, que pode servir de exemplo, nossos serviços permitem o compartilhamento de imóveis pelas três principais redes da atualidade: Facebook, Twitter e Google+.</p>
<p>Com isso, já temos a presença mais completa do setor, porém estamos ampliando significativamente o aspecto &#8216;social&#8217; de nossos produtos e serviços para anunciantes e usuários nos próximos meses. Devemos lançar novos serviços exclusivos integrados com as redes sociais, recursos inéditos no Brasil que ainda não podemos divulgar.</p>
<p><strong>Recentemente, o VivaReal recebeu investimentos dos fundos Monashees e Kaszek. A partir desse novo degrau alcançado, é correto afirmar que a empresa aumentará seu quadro de colaboradores e continuará investindo pesado em criar mecanismos inovadores de busca de imóveis?</strong></p>
<p><strong>P. S.:</strong> Sim, vamos ser o maior e melhor portal imobiliário do Brasil. Para uma empresa de publicidade e serviços como a nossa, pessoas e tecnologia são as bases desse objetivo. Acreditamos que serviços prestados com qualidade e uma equipe realmente apaixonada podem fazer a diferença. E, claro, chamar atenção, despertando interesse de investidores e parceiros.</p>
<p>Queremos transformar a busca por imóveis no país, oferecendo o portal mais completo e simples do mercado, com ferramentas poderosas e muito conteúdo onde o usuário estiver, seja na tela do computador no trabalho, na comodidade de sua casa com um tablet no fim do dia ou em um smartphone durante o trânsito.</p>
<p><strong>Agradecemos a oportunidade de conversar. Peço que deixe uma mensagem para os leitores do Dinheirama.</strong></p>
<p><strong>P. S.:</strong> É sempre um prazer participar de uma conversa agradável com profissionais e leitores inteligentes e experientes como os do Dinheirama. Parabéns por insistirem tanto na educação financeira dos brasileiros. Aproveito para convidar os leitores a experimentarem nossos serviços. Basta acessar <a title="Conheça o VivaReal" href="http://migre.me/8Wtj8" target="_blank">www.vivareal.com.br</a>. Até a próxima.</p>
<p>Foto: divulgação.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Nacionalismo latino-americano, uma história sonolenta e assustadora</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/02/nacionalismo-latino-americano-uma-historia-sonolenta-e-assustadora/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 22:20:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[O nacionalismo latino-americano, sempre acompanhado de populismo e medidas questionáveis, atinge novamente a Argentina. A nacionalização da YPF traz à tona o jeito "choramingão" de ser dos latinos?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Nacionalismo latino-americano, uma história sonolenta e assustadora" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_nacionalismo_latino_americano_historia_sonolenta_assustadora.jpg" alt="Nacionalismo latino-americano, uma história sonolenta e assustadora" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Caros leitores, é antiga a tradição que evoca o nacionalismo latino-americano, sempre estridente, sempre provocado pela sensível e melindrosa vitimização &#8211; aquela velha e aparentemente lucrativa ladainha do eterno expropriado, explorado, vilipendiado. Em resumo, uma retórica tão antiga e chata como as velhas histórias dos bandoleiros de chapelão na cabeça e vasto bigode, onde a agressividade convive pateticamente com a ingenuidade típica de um emotivo patológico.</p>
<p>Tudo sempre muito trágico, com muitas lágrimas, sofrimento, grande perdas, gritos de bravura e berros de bravata. Um cenário sempre previsível – e claro, terrivelmente estigmatizante. No entanto, convenhamos, os fatos são os fatos.</p>
<p><strong>Governos de novela?</strong><br />
Fico aqui imaginando a alegria que os funcionários (e seus familiares) da embaixada brasileira sentiam ao escutar, madrugada adentro, segundo contam alguns veículos de imprensa que acompanharam o episódio, <a title="Leia mais" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u671281.shtml" target="_blank">as cantorias e violas do presidente deposto de Honduras</a>, Manuel Zelaya.</p>
<p><span id="more-7571"></span>Refugiado em nossa representação diplomática em 2009, Zelaya encarnava o típico caudilho latino-americano colocado à forra por gente apavorada com os desdobramentos de sua condução política-econômica. Não vou tomar partido sobre o assunto, se deveria ou não ser deposto, mas posso imaginar a alegria sem fim em escutá-lo cantando e tocando violão com suas trovas bolivarianas.</p>
<p><strong>A vez dos hermanos. De novo!</strong><br />
De fato, um conjunto de cenas e cenários sempre permeados por muita música. Porém, de tempos em tempos os personagens decidem trocar o disco. Desta vez, parece que o tango vai tocar.</p>
<p>A mesma trilha sonora da guerra que nos anos 80 estremeceu o continente – popularmente conhecida como “A Guerra das Malvinas”, travada entre a Argentina e o Reino Unido –, hoje toca embalando não apenas a retomada das hostilidades com o antigo desafeto, mas também trocando grossas farpas com o ocidente circunstancialmente na berlinda, <a title="Leia mais" href="http://www.dci.com.br/argentina-estatiza-ypf-por-reduzir-investimento-id290296.html" target="_blank">estatizando a petroleira espanhola YPF</a> e desrespeitando contratos internacionais.</p>
<p>Um processo abrasivo que traz consigo um encadeamento de consequências pouco estimulantes. O fato é que nosso vizinho necessita de investimentos, e sabemos como os investidores ficam assustados com comportamentos assim. Mas, independentemente disso, a popularidade da mandatária parece não ceder, alcançando bons patamares.</p>
<p>Ao que tudo indica, a nacionalização de empresas estrangeiras é mais importante para o grupo político vigente do que qualquer outra coisa. Um triste repertório para uma nação que nos anos 40 e 50 <a title="Leia mais sobre a decadência da Argentina" href="http://www.espacoacademico.com.br/009/09bertonha.htm" target="_blank">despontava como uma futura grande potência</a>, na época absolutamente destacada do lamaçal latino.</p>
<p><strong>Que tal trabalhar ao invés de se lamentar?</strong><br />
Mas a tristeza maior se origina de um contexto mais amplo, repleto de bravatas contraproducentes, “choramingos” contra os ianques maldosos e suplicas por reconhecimento da própria história.</p>
<p>Mais do que isso, com ou sem tango, a realidade convenientemente esquecida é a de que grandes nações, fortes e reconhecidas, são constituídas por vigoroso trabalho, incentivos e fértil ambiente ao empreendedorismo, investimento maciço em educação, ciência e inovação, tributação equilibrada, mas, sobretudo, por um modelo governamental servidor, preocupado em ser eficiente e prestar contas ao invés de “chorar as pitangas”.</p>
<p>Até o próximo “hasta la vista”. Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Conseguiu gastar menos? Que tal agora ganhar mais?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/27/conseguiu-gastar-menos-que-tal-agora-ganhar-mais/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2012/04/27/conseguiu-gastar-menos-que-tal-agora-ganhar-mais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 19:59:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio De Julio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Agora que você aprendeu e conseguiu gastar menos, como aproveitar a educação financeira para ganhar mais? Subir na carreira ou ter o próprio negócio fazem sentido?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Conseguiu gastar menos? Que tal agora ganhar mais?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_conseguiu_gastar_menos_que_tal_ganhar_mais.jpg" alt="Conseguiu gastar menos? Que tal agora ganhar mais?" align="left" hspace="2" vspace="2" />Esse artigo é dedicado àqueles que conseguiram controlar seus gastos, que adquiriram (pelo menos até esse instante) bons hábitos financeiros e saíram do vermelho. Isso é ótimo, ainda mais com os altos índices de inadimplência que temos atualmente no Brasil. Ter as contas em dia é poder dormir melhor, se concentrar mais no trabalho e até ter um <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cmVsYWNpb25hbWVudG9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-64">relacionamento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> mais tranquilo.</p>
<p><strong>Mas, e depois? O que vem depois das contas em dia? Parar de dever é o suficiente?</strong><br />
Se hoje você consegue enxugar seus gastos até o seu orçamento dar conta e sobrar uma pequena parte, você pode até ter o sono dos deuses (o que é ótimo para a saúde), mas infelizmente pode estar bloqueando o seu <strong>“desenvolvimento consumista”</strong>. Esse é um termo novo e pode soar um pouco estranho, mas resumidamente, seria o mesmo que “limitar o horizonte dos seus sonhos”.</p>
<p>Nós vivemos de sonhos: sonhamos em conhecer lugares novos, ter um carro melhor, roupas melhores, uma casa melhor e por ai vai. Assim como os animais se desenvolvem para subir na cadeia alimentar, nós nos desenvolvemos financeiramente para gastar (e comer está incluso) melhor. De certa forma, é como a lei do mais forte, quanto mais recursos nós temos, mais podemos ter.</p>
<p><span id="more-7558"></span><strong>Que tal ganhar mais?</strong><br />
A saída para você ter mais recursos é partir para o passo seguinte dentro da “escala evolutiva”, que é ganhar mais. Existem algumas maneiras de fazer isso acontecer: receber uma herança, lançar uma música “chiclete” no mercado e ela explodir nas rádios, jogar bola muito bem, casar com alguém rico, ganhar na loteria, partir para o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZW1wcmVlbmRlZG9yaXNtb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">empreendedorismo<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> ou subir na carreira.</p>
<p>Vamos focar nas duas últimas. Tanto subir na carreira quando se tornar um empreendedor requer uma certa dose de ousadia e disposição para assumir riscos. Às vezes, a empresa atual se torna pequena para nossas ambições e é necessário largar o conforto daquele emprego “seguro” por outro, desconhecido.</p>
<p>Abrir uma empresa requer não só coragem, mas muitos cálculos, um bom plano de negócios e sangue frio para a emoção não atrapalhar. Ter o negócio próprio implica gerenciar e lidar com funcionários, contabilidade e outros temas relacionados às melhores práticas de gestão empresarial.</p>
<p><strong>Educação financeira é fundamental!</strong><br />
Em ambos em casos, a educação financeira é que vai permitir que você dê esse passo. Imagine um time de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZnV0ZWJvbF8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">futebol<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> sem reservas, que só pode contar com seus jogadores titulares. Ele tem que torcer para ninguém se machucar. O mesmo acontece com quem deseja evoluir e ganhar mais. Nem sempre as coisas acontecem na velocidade que desejamos e é através de nossas reservas que a evolução terá tempo suficiente para acontecer.</p>
<p>A educação financeira não é somente a chave para um sono tranquilo. É a chave também para o seu futuro. Sucesso e até a próxima!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Antonio De Julio</b>.<br>

Instrutor da MoneyFit, conselheiro da Associação Comercial de São Paulo e co-autor do livro "Por dentro da Bolsa de Valores".<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Capital, Capital de Giro, Capital de Giro Líquido e Outros Temas Capitais</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/26/capital-capital-de-giro-capital-de-giro-liquido-e-outros-temas-capitais/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 13:27:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[capital de giro]]></category>
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		<description><![CDATA[Como deve ser feita a gestão e controle do capital de giro, ativos e passivos de uma empresa bem administrada? A gestão é a chave para o sucesso!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Capital, Capital de Giro, Capital de Giro Líquido e Outros Temas Capitais" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_capital_de_giro_outros_temas.jpg" alt="Capital, Capital de Giro, Capital de Giro Líquido e Outros Temas Capitais" align="left" hspace="2" vspace="2" />O gestor é o guardião do capital a ele confiado pelos acionistas e é imprescindível que cuide deste com carinho e diligência. Para cuidar, é preciso conhecê-lo e é isso que vou abordar nesse artigo em relação ao capital de giro.</p>
<p>O capital, nome genérico atribuído aos recursos financeiros investidos numa empresa, pode vir dos acionistas e dos credores (Origem &#8211; lado esquerdo do balanço). Ele é então investido (Aplicação &#8211; lado direito do balanço) nos ativos em contas classificadas segundo sua liquidez, isto é, contas mais líquidas, como caixa, são colocadas em primeiro lugar e contas menos líquidas, como imóveis e equipamentos numa indústria, por exemplo, por último.</p>
<p>Assim, o valor total investido numa empresa é representado por todo o ativo que, por ser de natureza distinta, é classificado em ativo circulante e não circulante. Como já ressaltamos, a regra geral nos negócios é minimizar o investimento (capital), buscando, com isso, aumentar o retorno (para o mesmo lucro, quanto menor o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">investimento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, maior vai ser o retorno).</p>
<p><span id="more-7546"></span>Os lucros da operação da empresa devem vir, preferencialmente, da eficiência e eficácia no uso dos ativos não circulantes (máquinas, equipamentos, softwares e marca, por exemplo) e, portanto, dado que o capital é escasso, quanto menor o capital investido no ativo circulante, maior é a parcela disponível para investimento no capital permanente.</p>
<p><strong>Capital de Giro ou &#8220;de Trabalho&#8221;, como diriam os gringos</strong><br />
Os ativos circulantes dizem respeito àqueles ativos mais líquidos e que no curso normal das operações de uma empresa vão se transformar em caixa num período de até um ano. É por isso que esses ativos compõem aquilo que se denominou capital de giro, pois eles giram ao longo de um ano, sustentando a necessidade de liquidez (caixa) da empresa.</p>
<p>Numa empresa comercial, por exemplo, o caixa se transforma em estoque pela compra, que por sua vez se transforma num contas a receber pela venda, para finalmente se transformar em caixa novamente, completando o ciclo. Capital de giro, portanto, é o ativo circulante que dá liquidez às operações do dia a dia da empresa.</p>
<p><strong>CAPITAL DE GIRO = ATIVO CIRCULANTE (CAIXA, CONTAS A RECEBER, ESTOQUES).</strong></p>
<p><strong>Capital de Giro Líquido (CGL)</strong><br />
Todos os ativos de uma empresa são financiados por recursos (fontes) representados no passivo. Os recursos do acionista no patrimônio líquido, e os recursos de terceiros de curto e de longo prazo representados no exigível a curto e no exigível a longo prazo. Aos recursos que se originam de terceiros e são exigíveis (têm que ser pagos até uma determinada data) em até um ano, convencionou-se chamar de passivo circulante.</p>
<p>Deste modo, dá-se o nome de capital de giro líquido à diferença entre o ativo circulante e o passivo circulante, e este representa em que medida o passivo circulante financia o capital de giro (ativo circulante).</p>
<p><strong>CAPITAL DE GIRO LÍQUIDO = ATIVO CIRCULANTE (-) PASSIVO CIRCULANTE</strong></p>
<p><strong>Gestão de Capital de Giro</strong><br />
O objetivo da administração financeira de curto prazo é gerir cada um dos itens do ativo circulante (caixa, bancos, aplicações financeiras, contas a receber, estoques etc.) e do passivo circulante (fornecedores, salários e impostos a pagar, empréstimos etc.) a fim de alcançar um equilíbrio, entre rentabilidade e risco, que contribua positivamente para aumentar o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/dmFsb3IrZW1wcmVzYV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">valor da empresa<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>.</p>
<p>Um investimento alto demais em ativos circulantes reduz a lucratividade (mais investimento em ativos líquidos e, portanto, menos rentáveis), enquanto um investimento baixo demais em ativos circulantes aumenta o risco de a empresa não poder honrar suas obrigações nos prazos pactuados (perder crédito e até se tornar inadimplente). Ambas as situações conduzem à redução do valor da empresa, que é exatamente o oposto da missão dos gestores.</p>
<p><strong>Capital de Giro Positivo e Capital de Giro Negativo</strong><br />
Quando o valor do ativo circulante supera o do passivo circulante, significa que a empresa possui um capital de giro positivo. Essa situação (ativo circulante maior que o passivo circulante) é mais comum, por conta de dois motivos:</p>
<ul>
<li>O primeiro, denominado descasamento, diz respeito à impossibilidade de conciliar as datas de pagamento com as de recebimento;</li>
<li>O segundo refere-se à incerteza associada ao recebimento dos recursos de clientes nas datas acordadas e à necessidade de a empresa honrar seus pagamentos nas datas compromissadas, sob pena de sofrer os efeitos de perda de reputação, pagamento de multa e juros cada vez mais altos e, por fim, perda do crédito e inadimplência.</li>
</ul>
<p>Assim, um ativo circulante maior que o passivo circulante dá fôlego para o gestor lidar com o descasamento e as incertezas das entradas de caixa. Nessa situação, ativo circulante maior que o passivo circulante, o capital de giro líquido representa a parcela dos ativos circulantes da empresa financiada com recursos de longo prazo (soma do exigível a longo prazo com patrimônio líquido), os quais excedem as necessidades de financiamento dos ativos permanentes. Veja a figura abaixo:</p>
<p><img style="float: none;" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_figura_capital_de_giro.gif" alt="Detalhes sobre Capital de Giro" /></p>
<p>Quando o valor do ativo circulante é menor que o do passivo circulante, significa que a empresa possui capital de giro líquido negativo. Nessa situação, menos usual, o capital de giro líquido é a parcela dos ativos permanentes da empresa que está sendo financiada com passivos circulantes, ou seja, com capitais de curto prazo, o que denota um quadro de risco, pois dívidas de curto prazo vencem antes que os ativos não circulantes comecem a gerar caixa.</p>
<p><strong>Gestão de Capital de Giro no Brasil</strong><br />
No Brasil, provavelmente em função de nossa memória inflacionária e da elevada taxa de juros real, a gestão de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2FwaXRhbCtkZStnaXJvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-64">capital de giro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> torna-se ainda mais relevante. Primeiro, nós, gestores, temos que entender o capital de giro como um mal necessário (precisamos ter estoques para amortecer desvios da demanda e falhas na cadeia de suprimentos, além de precisarmos conceder crédito e vender a prazo se quisermos vender mais e batermos nosso concorrente).</p>
<p>Isto posto, a meta é otimizar o capital de giro, buscando eficiência na gestão de estoques e de contas a receber de um lado, e passivos circulantes que nos financiem, de preferência sem custo do outro. Como já mencionei, nossa taxa de juros exorbitante faz com que os fornecedores de matéria-prima e serviços incluam encargos financeiros, hoje em dia de até 2% ao mês quando optamos por compras a curto prazo (30/60 dias), coisa que no exterior dificilmente ocorre. Assim, apenas as contas de salários em geral e de impostos e encargos a pagar podem ser ditos como de custo zero no financiamento do capital de giro.</p>
<p>Como otimizar contas circulantes (caixa, estoques, contas a receber, contas a pagar etc.) é o “X” da questão, e que pretendo explorar em futuros artigos. Até lá.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Clayton Nogueira</b>.<br>

Diretor financeiro para a America Latina da Valspar Corporation. Graduado em Administração de Empresas com mestrado em Controladoria pela USP, MBA em Marketing pela ESPM-SP, conselheiro fiscal e de administração certificado pelo IBGC. É professor de Planejamento e Controle na FIAP e da FIA, conselheiro fiscal da Abrafati e diretor vogal no IBEF-SP.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Brian Chesky, CEO e co-fundador da Airbnb</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/23/dinheirama-entrevista-brian-chesky-ceo-e-co-fundador-da-airbnb/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 12:52:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Brian Chesky, CEO e co-fundador da Airbnb, fala sobre como aproveitar o que você já tem (espaço) para ganhar mais dinheiro e maximizar seus ganhos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Brian Chesky, CEO e co-fundador da Airbnb" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_entrevista_brian_chesky_ceo_airbnb.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Brian Chesky, CEO e co-fundador da Airbnb" align="left" hspace="2" vspace="2" />A visão de nossa equipe sempre foi a de equilibrar as posses com as possibilidades de realizar sonhos sem a necessidade de acumular coisas demais. As despesas de manter uma casa de campo ou apartamento na praia compensam as poucas vezes que você vai até lá? Por que não procurar por uma boa acomodação (não necessariamente um hotel) e negociar diretamente a estadia com o seu proprietário?</p>
<p>Com a Internet, compartilhar bens também é possível. Sobre isso conversamos com <strong>Brian Chesky</strong>, CEO e co-fundador da <strong><a title="Conheça a Airbnb" href="http://migre.me/8NpzC" target="_blank">Airbnb</a></strong>, uma das mais badaladas <em>startups</em> do momento. Brian é bacharel em Belas Artes e Desenho Industrial pela Rhode Island School of Design e, antes da Airbnb, gerenciou uma loja de design industrial em Los Angeles. Brian dirige a visão, estratégia e crescimento da empresa.</p>
<p>Para compreender completamente o impacto e experiência da Airbnb, Brian se livrou do seu apartamento e está morando nas casas dos membros da comunidade Airbnb desde junho de 2010. Fundada em agosto de 2008 e com sede em São Francisco, na Califórnia, a Airbnb é um mercado comunitário, de confiança, para as pessoas anunciarem, descobrirem e reservarem acomodações exclusivas em todo mundo – online ou de um telefone celular.</p>
<p><span id="more-7532"></span>Veja como foi nossa conversa:</p>
<p><strong>Nos últimos anos EUA e Europa bem como boa parte dos países mais ricos atravessaram uma grave crise financeira. Ao mesmo tempo, muitas grandes empresas de tecnologia tiveram ótimos resultados e crescimento no mundo todo. A <a title="Conheça a Airbnb" href="http://migre.me/8NpzC" target="_blank">Airbnb</a> conseguiu em pouco espaço de tempo se destacar em um mercado agressivo e em constante transformação. Ao que se deve o crescimento e sucesso da empresa?</strong></p>
<p><strong>Brian Chesky:</strong> Nós acreditamos que, durante uma crise financeira, muitas pessoas devem procurar por novas formas de gerar receita &#8211; e a Airbnb é a solução perfeita para criar novas fontes de renda ao usar algo que você já tem: espaço. O crescimento e o sucesso da empresa são simplesmente um subproduto do poder da ideia por trás da Airbnb. Nós somos bem-sucedidos como uma empresa porque ajudamos as pessoas a alcançarem o sucesso em suas próprias vidas.</p>
<p><strong>O brasileiro sempre foi muito receptivo as empresas que oferecem seus produtos e serviços na Internet, mesmo ainda tendo por aqui muitos problemas com acessibilidade. Nos últimos anos muitas startups desembarcaram no país. O que a Airbnb espera encontrar no país é possível afirmar que o mercado brasileiro pode ser estratégico para a empresa?</strong></p>
<p><strong>B. C.:</strong> Nós acreditamos que o Brasil será um dos maiores mercados da <a title="Conheça a Airbnb" href="http://migre.me/8NpzC" target="_blank">Airbnb</a> no mundo todo. O país está se expandindo muito, assim como a Airbnb. Ao crescer, mais e mais brasileiros serão receptivos a novas ideias, novas formas de pensar e, com grandes eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas no horizonte, temos expectativa de um intenso crescimento aqui. Nós já somos o maior marketplace de acomodações no Brasil e esperamos crescer ainda mais.</p>
<p><strong>O Presidente Obama há pouco tempo atrás utilizou o serviço da Airbnb para reservar uma casa no Havaí para passar o Natal com a família. Esse cliente ilustre mostra as possibilidades e a diversidade de público da empresa, isto é desde um jovem que procura um local para ficar durante a faculdade até o presidente da maior potencia do mundo?</strong></p>
<p><strong>B. C.:</strong> Sim, sem dúvidas. Algumas pessoas presumem que a Airbnb é mais popular entre jovens viajantes, mas nossos índices demográficos estão muito além desse quadro. Na verdade, mulheres com idade entre 35-44 anos constituem nosso principal público consumidor. A verdade é que com a Airbnb você tem uma grande variedade de opções. Se você deseja reservar um quarto vago no apartamento de alguém da cidade por algumas noites, você pode fazê-lo. Se você deseja reservar um castelo na Inglaterra por dois meses, você também consegue. As possibilidades na Airbnb são infinitas!</p>
<p><strong>Você destacou em sua recente visita ao Brasil a importância de ter uma equipe sempre motivada. É possível afirmar que o ambiente de trabalho atualmente é um dos segredos de sucesso das Startups? Como encontrar os talentos necessários para esse desafio?</strong></p>
<p><strong>B. C.:</strong> Acreditamos que nossa cultura é absolutamente vital para o desenvolvimento de nossa empresa. Nossos colaboradores são a chave de tudo o que torna a Airbnb excelente, até porque contratamos pessoas intensamente apaixonadas e que sempre pensam “grande” e globalmente em tudo o que fazem.</p>
<p><strong>Sempre que abordamos o assunto empreendedorismo pensamos que o grande diferencial é uma ótima ideia. Na prática já observamos muitas ótimas ideias afundarem porque os lideres da empresa não se organizaram e encararam o trabalho com profissionalismo. Como a <a title="Conheça a Airbnb" href="http://migre.me/8NpzC" target="_blank">Airbnb</a> conseguiu transformar uma ótima ideia em uma empresa de sucesso?</strong></p>
<p><strong>B. C.:</strong> Nós ouvimos atentamente à nossa comunidade. Paul Graham, um de nossos mentores, contou a Nate, Joe e eu que é bem melhor ter 100 pessoas que realmente te amam e admiram do que 10.000 pessoas que gostam mais ou menos de você. Nós trabalhamos duro, desde o início, para conseguir essas 100 pessoas. Fomos para Nova York, as visitamos e permanecemos com elas. Nós fomos encontrar e conhecer cada um de nossos anfitriões pessoalmente e eles nos guiaram para tornar a Airbnb ainda melhor.</p>
<p><strong>O Brasil terá em breve dois grandes eventos mundiais a Copa do mundo de futebol e as Olimpíadas. Os eventos trarão muitos turistas que poderão utilizar os serviços da Airbnb. Existe uma expectativa ou projeto por parte da Airbnb para aproveitar esse momento especial no Brasil?</strong></p>
<p><strong>B. C.:</strong> Sim, achamos que a Copa do Mundo e as Olimpíadas serão oportunidades incríveis para nós no Brasil. Já se sabe que muitas cidades anfitriãs da Copa do Mundo simplesmente não têm quartos de hotéis suficientes para atender a demanda dos viajantes que chegarão para isso. O mesmo ocorre com o Rio de Janeiro e as Olimpídas. Sabemos que isso é um grande problema para o Brasil e percebemos que a Airbnb é extremamente estratégica e bem posicionada para ajudar nisso.</p>
<p>A Airbnb estará presente não só para oferecer acomodações para milhões de visitantes que virão para o Brasil, mas também para disponibilizar acomodações que mostrarão aos visitantes o Brasil de forma autêntica e original. Além disso, os brasileiros poderão participar diretamente no grande fluxo de capital de turismo que irá entrar no país ao alugar seus espaços para visitantes através da Airbnb.</p>
<p><strong>Brian, muito obrigado pela entrevista. Deixe uma mensagem final para os nossos leitores que estão curiosos para saber um pouco mais sobre a Airbnb.</strong></p>
<p><strong>B. C.:</strong> Eu que agradeço pela oportunidade e os parabenizo pelo trabalho. Aproveito e convido seus leitores a conferir de perto a Airbnb. Experimente, cadastre seu espaço ou simplesmente saia para viajar. Mais em <a title="Conheça a Airbnb" href="http://migre.me/8NpzC" target="_blank">www.airbnb.com.br</a>. Abraços.</p>
<p>Crédito das fotos: divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
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<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Planejamento financeiro: você ainda pode salvar o seu ano!</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 14:37:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio De Julio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças Pessoais]]></category>
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		<description><![CDATA[O primeiro trimestre já se foi, mas seu planejamento financeiro para o ano ainda pode dar certo. Você pode salvar o seu ano tomando decisões financeiras mais simples e inteligentes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Planejamento financeiro: você ainda pode salvar o seu ano!" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_planejamento_financeiro_voce_ainda_pode_salvar_ano.jpg" alt="Planejamento financeiro: você ainda pode salvar o seu ano!" align="left" hspace="2" vspace="2" />Acabamos de completar ¼ do ano ou, se preferirem, passamos pelo primeiro trimestre e pelo tradicional dia da mentira, dia primeiro de abril. Agora, que tal fazer como muitas empresas, encarar a verdade e verificar como suas finanças estão indo? Ainda dá tempo de salvar o seu ano.</p>
<p>O grande período de turbulências nos gastos já se foi (as festas de fim de ano, muitos impostos, gastos com materiais e matrículas escolares, Carnaval, Páscoa e etc.). Seguem algumas dicas para você passar um final de ano diferente, com a consciência tranquila de ter as finanças em ordem.</p>
<p><strong>1) Aproveite o feriado que está chegando e marque uma reunião com sua família para tratar de dinheiro.</strong> Se for a primeira vez, vá com calma e explique que é importante para a família saber o quanto está gastando e traçar os planos para o futuro, seja para a aposentadoria, seja para a viagem de fim de ano, seja para colocar as finanças em ordem.</p>
<p><span id="more-7514"></span><strong>2) Nessa reunião, é importante que todos falem</strong>, expliquem como estão gastando seu dinheiro e sejam incentivados a dar ideias de como podem contribuir para o orçamento doméstico. É interessante ter posse dos extratos dos três primeiros meses do ano para saber o quanto de dinheiro a família precisa para manter a casa “funcionando”.</p>
<p>Se sobrar alguma grana, como ela pode ser aplicada em benefício de todos? Acredite em mim, a parte chata é fazer sobrar. Depois que isso acontece, acaba virando uma rotina natural, pois todos saem ganhando.</p>
<p><strong>3) Muitos dos problemas financeiros acontecem pela simples falta de diálogo.</strong> Às vezes, as pessoas não sabem o que estão fazendo ou estão com algum problema de ordem familiar e acabam descontando a “raiva” no cartão de crédito. Ou isso ou não tem muita experiência para entender que rotativo de cartão não é uma maneira de crédito, e sim um fundo de emergência.</p>
<p>Ou seja, as pessoas só deixam para conversar quando a bomba orçamentária explode. Evite esse comportamento e coloque o tema “finanças pessoais” na pauta das discussões familiares tradicionais. Ao invés de esconder a situação e defender-se com justificativas, prefira compartilhar para encontrar melhores saídas ao lado de quem ama.</p>
<p><strong>4) Aprenda com quem tem mais experiência.</strong> Nessa reunião, se algum membro da família precisa de crédito, será que algum outro membro poderia colaborar sem ter que recorrer a um empréstimo com juros? Ou, se não tiver alternativa, alguém tem mais experiência para poder indicar outros meios e pesquisar qual a melhor saída?</p>
<p><strong>5) Não deixe para depois!</strong> É interessante ver a situação da família AGORA, antes de investir em mais uma viagem de férias ou algum gasto que possa ser adiado. Qual o fôlego das finanças de sua casa? Será que a família ainda aguenta mais uma “maratona de gastos”? Ou seria melhor repensar um pouco, fazer uma viagem mais simples e deixar para fazer “a grande viagem” no final do ano ou mesmo no ano que vem?</p>
<p>Lembrem-se: o diálogo pode salvar seu ano, seu casamento e a sua saúde. Não deixe para conversar somente quando o dinheiro for sinônimo de problema, ou ele será sempre razão de discussões e dificuldade. Você ainda pode salvar as suas finanças, sempre há tempo, mas é preciso começar já, agora! Sucesso e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Antonio De Julio</b>.<br>

Instrutor da MoneyFit, conselheiro da Associação Comercial de São Paulo e co-autor do livro "Por dentro da Bolsa de Valores".<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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