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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; trabalho</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; trabalho</title>
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		<title>Educação financeira para profissionais da área de saúde</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 12:34:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dinheirama e Gestão Hospitalar criam projeto para levar educação financeira para profissionais da área de saúde. Conheça a e apoie esta ideia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Educação financeira para profissionais da área de saúde" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/01/dinheirama_post_educacao_financeira_profissionais_saude.jpg" alt="Educação financeira para profissionais da área de saúde" align="left" hspace="2" vspace="2" />Você, leitor habitual do <em>Dinheirama</em>, já deve saber que, além de sermos um blog também oferecemos em todo território nacional palestras, cursos, seminários e consultoria relacionada à área de educação financeira. Felizmente, temos alcançado no mundo offline a mesma aceitação que alcançamos na Internet.</p>
<p>Por isso, gostaríamos de compartilhar com você a parceria firmada entre o Dinheirama e o blog <a title="Conheça o Blog Gestão Hospitalar" href="http://gehosp.com.br/" target="_blank">Gestão Hospitalar</a> com o objetivo de desenvolver projetos de educação financeira personalizados para os profissionais da área de saúde.</p>
<p><strong>O que podemos oferecer?</strong><br />
Com essa parceria, instituições de saúde poderão adotar o projeto de educação financeira feito sobe medida para os seus profissionais, contando com:</p>
<ul>
<li>Palestras de Educação Financeira e planejamento pessoal;</li>
<li>Cursos específicos de desenvolvimento financeiro (Planejamento, Investimentos, Negociação de Dívidas, Bolsa de Valores etc);</li>
<li>Consultorias pessoais;</li>
<li>Criação de conteúdo (artigos, vídeos, podcasts) para exposição na Intranet do Hospital;</li>
<li>Criação de cursos de educação financeira em DVD.</li>
</ul>
<p><span id="more-7151"></span><strong>Faça contato e conheça melhor essas possibilidades!</strong><br />
Se você trabalha em alguma instituição de saúde (hospitais, operadoras de plano de saúde, clínicas ou consultórios), converse com o departamento de pessoal (RH) e faça a sugestão para ter, em sua empresa, um beneficio que certamente fará diferença no futuro.</p>
<p>Para conhecer um pouco mais do projeto e desta parceria com o Dinheirama, entre em contato com <strong>Roberta</strong> através do e-mail <strong>roberta@gehosp.com.br</strong> ou com <strong>Ricardo</strong> pelo e-mail <strong>contato@dinheirama.com</strong>. Se precisar de ajuda para formular uma apresentação ou proposta, conte conosco.</p>
<p>Não perca essa oportunidade. Obrigado e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Alexandre Borin, CEO da Prestus</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 10:48:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Desempenho acima da média e cobranças sociais e familiares. Como fica a qualidade de vida? Equilibrar os afazeres profissionais e pessoais é um desafio e tanto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Alexandre Borin, CEO da Prestus" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_entrevista_alexandre_borin_ceo_prestus.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Alexandre Borin, CEO da Prestus" align="left" hspace="2" vspace="2" />Uma das características profissionais que mais gera angústia, especialmente nos jovens, é a produtividade com responsabilidade. Ao mesmo tempo em que se exige desempenho acima da média, aumentam também as cobranças sociais e familiares, especialmente no que tange a questão da qualidade de vida. Equilibrar os afazeres profissionais e a demanda por mais tempo fazendo o que gosta é um desafio e tanto.</p>
<p>Para aprofundar mais esse assunto, conversei com <strong>Alexandre Borin</strong>, formado pela UNICAMP em Engenharia Elétrica, pós-graduado em Marketing e MBA Executivo pelo IBMEC. É atualmente CEO da <strong><a title="Conheça a Prestus" href="http://migre.me/7ut0q" target="_blank">Prestus</a></strong>, uma empresa inovadora que provê serviços de concierge corporativo e um clube de especialistas em diversas áreas, para executivos de alto desempenho, além de prover atendimento profissionalizado a clientes, 24h/dia, para empresas.</p>
<p>Depois de atuar por oito anos na Ericsson Telecomunicações, indo de <em>trainee</em> a diretor em menos de 2 anos e partindo do acúmulo de responsabilidades, Alexandre teve a grande ideia de auxiliar na produtividade de profissionais e empresas e decidiu deixar o cargo para fundar a Prestus. Em menos de um ano, a Prestus ganhou um Prêmio de Inovação, dezenas de clientes e foi capa da revista PEGN de Setembro/2010.</p>
<p><span id="more-7016"></span>Acompanhe nosso papo:</p>
<p><strong>Alexandre, a percepção de que as pessoas estão cada vez mais ansiosas me faz crer que ficamos menos produtivos &#8211; pelo menos sob nosso próprio olhar. Como isso prejudica a organização das tarefas e sua consequente realização?</strong></p>
<p><strong>Alexandre Borin:</strong> Realmente, os níveis de ansiedade a que estamos expostos estão maiores, o que nos traz a sensação de que o volume de afazeres sempre aumenta, sem parar. A verdade é que estamos perdendo um bem muito importante, que é o nosso foco! Veja que os conceitos de “foco” (o que fazer e o que não fazer) e “organização” (como fazer) são conceitos bastante diferentes.</p>
<p>Em geral, uma pessoa bem organizada consegue sequenciar suas atividades e acaba assumindo diversas tarefas simultaneamente. É a sua falta de foco que cria a percepção de ansiedade e de que há problemas demais por resolver. Infelizmente, tratamos a nossa falta de foco tentando “organizar” nosso dia a dia, ao invés de priorizar o que efetivamente precisa ser feito. Ao buscarmos mais foco, a ansiedade se reduz e encadear tarefas fica mais fácil &#8211; sem realizá-las todas, é claro.</p>
<p><strong>Como empreendedor, alguém que quebrou certos paradigmas, você também concorda que, muitas vezes, as regras (explícitas ou não) limitam a criatividade e o potencial dos trabalhadores? Como equilibrar a cobrança por inovação e a importância dos resultados tangíveis?</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Esta é a eterna e saudável busca por equilíbrio entre as iniciativas e “acabativas”, diariamente. Os esforços por inovação são importantíssimos em um mundo onde as empresas se reinventam a cada dia. Mas o extremo também não é saudável. É comum empresas se esforçarem tanto para inovar e lançar produtos, que se esquecem de fazê-los dar certo em seguida. Já acompanhei lançamentos serem comemorados mais como um “finalmente” que como o que realmente deveriam ser: o começo, o lançamento. Devemos buscar “acabativa” em grau igual ou ainda maior do que buscamos a inovação.</p>
<p><strong>Qual foi o seu maior desafio profissional? Como você lidou com a questão e o que aprendeu?</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Sempre acumulei muitas tarefas e desafios simultâneos, seja na carreira executiva como no empreendedorismo, mas não tenho dúvidas em dizer que o maior desafio sempre foi “desenvolver competências” &#8211; tanto em mim, como nos membros do time. Por mais que tenhamos pouco tempo em nossa vida profissional, desenvolver pessoas deve ser prioridade. Só assim que se obtém comprometimento e resultados acima da média.</p>
<p>Acredito ser importante evitar pensamentos egoístas e simplistas tipo <em>“se quer bem feito, faça você mesmo”</em>. Melhor é desenvolver as pessoas que estão ao nosso lado e pensar <em>“se quer bem feito 100 vezes, ensine você mesmo – e duas vezes, com paciência, se necessário”</em>. No médio e longo prazo a empresa terá muito mais gente capaz de fazer bem feito, o que aumentará seu retorno e satisfação de seus clientes.</p>
<p><strong>Você diria que o fracasso também é fundamental para crescer e prosperar? Tem algum exemplo pessoal neste sentido?</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Gosto do pensamento de que devemos reconhecer o sucesso das pessoas não pelas coisas que conquistaram, mas pelas coisas de que abriram mão para conquistar o que tanto queriam. Falhar e cometer erros estão entre as experiências que mais nos ajudam crescer, não tenho dúvida disso.</p>
<p>Um exemplo pessoal? Bem, ainda antes de completar 18 anos abandonei o curso de engenharia no ITA, pois achava as disciplinas difíceis demais. Meses depois, entrei novamente para a engenharia na escola que sempre tinha sonhado (Unicamp). E qual não foi a minha surpresa ao descobrir que o difícil era mesmo o curso, e não a escola? Fracasso ou sucesso? Decisões difíceis nos fazem crescer e nos abrem outras oportunidades incríveis.</p>
<p><strong>A sobrecarga de informação parece vir acompanhada de uma enxurrada de atividades e demandas complementares. Você percebeu nesse problema um nicho, uma oportunidade. Delegar não faz parte de nossa natureza? Podemos mudar isso?</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Sempre fui obcecado por ser produtivo ao máximo. Quando atuei como diretor em uma multinacional de telecomunicações, por cerca de 7 anos, eu não tinha uma assistente dedicada e, frequentemente, eu me via fazendo coisas para as quais minha hora de trabalho era &#8220;cara&#8221; demais.</p>
<p>Foi aí que comecei a perceber que a maioria dos profissionais desperdiçava tempo por falta de retaguarda e decidi fundar a <a title="Conheça a Prestus" href="http://migre.me/7ut0q" target="_blank">Prestus</a>. Eu queria justamente fornecer retaguarda (assistentes) 24h por dia, para todo tipo de profissional. O objetivo era dar produtividade e permitir que os profissionais pudessem focar seu esforço nas tarefas que realmente fossem relacionadas ao seu conhecimento e trabalho.</p>
<p>Uma coisa é termos que fazer algo por falta de opções. Outra coisa é a nossa recusa interior em colaborarmos mais com as outras pessoas. Nesta “Era da Colaboração”, não faz sentido fazermos as coisas sozinhos! Assim como a especialização do trabalho, delegar tarefas é uma opção natural para quem busca ter foco e alta produtividade.</p>
<p><strong>Posições de destaque exigem profissionais mais capazes, mas também equipes mais preparadas para compartilhar responsabilidades. Quais os principais passos para que delegar realmente funcione?</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Delegar é uma experiência, um “quantum” de liderança. Para delegar bem, o indivíduo deve entender, dividir, programar, alocar, motivar, acompanhar, cobrar e por ai vai. O que impressiona mais, nestas palavras, é que o verbo “fazer” (a atividade em si) não está entre elas. Para delegar bem, temos que buscar o equilíbrio entre “focar” (o que fazer) e “organizar” (como fazer).</p>
<p>Há pessoas que tem dificuldade em delegar tarefas, pois se preocupam mais em “como os outros vão fazer” do que com “o que” elas mesmas devem deixar de fazer. Assim, o primeiro passo é refletir qual deve ser o seu foco e, a partir deste exercício, listar as diversas tarefas que são &#8220;terceirizáveis&#8221;.</p>
<p>Outra dica importantíssima é que mantenhamos um controle (costumo recomendar um caderno, de papel mesmo) para que, depois de entendido e dividido o problema, programados e alocados os recursos, possamos nos lembrar de acompanhar e cobrar os resultados. Delegar significa contar com o apoio dos outros, mas também reconhecer seu esforço. Só é possível fazer isso se houver controle.</p>
<p><strong>Alexandre, muito obrigado pela disponibilidade e excelente conversa. Deixe uma mensagem final aos leitores do <em>Dinheirama</em>.</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Temos que ter clareza sobre o que buscamos (isto é foco) e o que queremos primeiro (isto é priorização) em nossos desafios e em nossa vida. A pessoa que administra bem o seu tempo não é a que é mais organizada para realizar tudo, mas sim a que decide melhor o que fazer e o que deixar de fazer.</p>
<p>E, veja que interessante: no final, o nosso sucesso talvez possa ser melhor medido não pelas coisas que conquistamos, mas pelas coisas das quais abrimos mão nesta jornada de conquistas. Obrigado pela oportunidade e parabéns pelo belo trabalho realizado no <em>Dinheirama</em>.</p>
<p>Fotos: <strong>divulgação</strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Os meus votos e alguns pedidos para 2012</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/12/27/os-meus-votos-e-alguns-pedidos-para-2012/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 15:34:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Sustentável]]></category>
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		<description><![CDATA[Receba os votos de um Feliz 2012, mas também a responsabilidade de lutar por um ano melhor. Conheça os desafios e oportunidades do Brasil na economia e no cotidiano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Os meus votos e alguns pedidos para 2012" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_meus_votos_alguns_pedidos_2012.jpg" alt="Os meus votos e alguns pedidos para 2012" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>No final do ano passado, quando 2010 chegava aos seus últimos dias, publiquei aqui uma matéria na qual declarava um conjunto de pedidos para o ano que estava chegando. Foi um desabafo consciente de quem, apesar do tom eventualmente irônico e do humor cáustico presente na maioria dos textos, crê e muito na força transformadora da sociedade brasileira e dos seus empreendedores e amantes da livre iniciativa, essa gente corajosa.</p>
<p>Mas, agora estamos aqui, no final do ano para o qual fiz aqueles pedidos todos. E 2012 começa a bater na porta &#8211; e com ele seus desafios, venturas e desventuras.</p>
<p>Em um ano, muita coisa mudou. No campo político, uma normalidade pouco a pouco se estabelece, o que não quer dizer que estejamos satisfeitos com a troca de parcela tão significativa de ministros por conta de denúncias de corrupção. Mas ela se estabelece na medida em que o senso crítico e a indignação voltam a tomar conta do consciente coletivo, o que fortalece o sistema democrático e, por final, as próprias instituições.</p>
<p><span id="more-6973"></span>Na economia, apesar do atoleiro europeu e norte-americano, estamos nos mantendo, mais maduros ao que parece. Pouco a pouco, não tenho mais escutado os berros e sanfonas ufanistas do Brasil potência, mas no seu lugar surge um sentimento de nação estruturada, realista, com menos samba, menos fanfarra e mais realidade e percepção sobre o valor do dever de casa que deve ser feito sempre (e que nunca chega ao fim).</p>
<p>Neste campo, o ano de 2012 não parece prometer grandes comemorações. A história recente (eu vivi na pele tanto a crise dos anos 90 como as do início deste século) mostra que a nossa capacidade de surpreender expectativas econômicas são mesmo surpreendentes. Certamente chegaremos bem ao final do ano que vai começar.</p>
<p>Mas há muito ainda para evoluirmos. Nos falta o senso de cobrança que um contribuinte honesto deve ter. Aquela altivez diante do Estado e suas instituições, que não as deixa de respeitar, mas que contém no seu conjunto um ceticismo saudável misturado a uma boa dose de severidade e baixa tolerância diante da ocorrência dos desmandos, dos desatinos e da ridícula incompetência. Sim, leitor, somos tolerantes demais.</p>
<p>Por fim, consciente de que a vida econômica e empresarial se dá no dia-a-dia, num conjunto de pequenos gestos, atitudes, fatos e ocorrências, me reservo direito de repetir abaixo os mesmos pedidos que fiz ao final de 2010. Mais uma vez, sei que vou incomodar alguns, arrancar gargalhadas de outros, mas também sei que muitos se identificarão com a minha lista absolutamente genuína de resoluções de Ano Novo:</p>
<ol>
<li><strong>Que não sejamos constantemente abordados por modinhas de gestão</strong> cuja importância se dilui na mesma intensidade com que são anunciadas;</li>
<li><strong>Que as pessoas envolvidas com o mundo dos negócios abandonem o uso irresponsável e massacrante do gerúndio</strong> em suas comunicações. Algo como: “Estamos fazendo, alinhando, providenciando”, usados sempre para criar a imagem de movimento e ação para algo que já se sabe totalmente paralisado ou engavetado;</li>
<li><strong>Que as empresas abandonem a instabilidade como cultura permanente</strong> e passem a entendê-la como um problema a ser resolvido e não como uma solução ou qualidade sem nexo algum. E, em consequência, que nunca mais escutemos em uma reunião ou encontro de negócios expressões do tipo “Sou um cara movido por mudanças”, como se a mesma representasse um adjetivo qualitativo;</li>
<li><strong>Que o desempenho cênico nunca mais vença o fato</strong>. Que ninguém se permita ser persuadido ou seduzido pela oratória ou capacidade de expressão de alguém, mas sim convencido pela clareza dos fatos apresentados e pela lógica dos argumentos;</li>
<li><strong>Que o mundo empresarial abandone a ideia de que a política é lugar apenas para políticos profissionais, sindicalistas, ativistas ou agitadores desta ou daquela tendência</strong>. É justamente por essa falta de participação e engajamento que vivemos no Brasil, absurdos como: a) Meses para se abrir uma empresa; b) Uma massacrante burocracia para se tirar qualquer ideia empreendedora do papel; c) Uma legislação trabalhista absolutamente antiquada e desestimulante para a geração de empregos formais; d) Uma brutal insegurança jurídica; e e) A maior carga tributária do planeta, sem retorno em benefícios públicos. (Não para por aqui, existem muitos outros);</li>
<li><strong>Que tenhamos mais personalidade e altivez</strong>, longe do nacionalismo barato, mas abandonando de vez, ou sempre que possível, o hábito de usar outros idiomas para expressar ideias, conceitos ou o que quer que seja, estimulando com isso o neo-analfabetismo (dificuldade de expressão no idioma nativo, verificado em pessoa dotada de instrução);</li>
<li><strong>Que as reuniões sejam objetivas e estruturadas</strong>, sem espaço para ações performáticas ou recitais de frases de efeito, deixando as artes cênicas para o momento apropriado;</li>
<li><strong>Que chefes sejam simplesmente bons chefes</strong>, dotados de aptidões para a liderança (já estaria de bom tamanho), sem as propaladas pretensões rocambolescas de se tornar “O Líder”, “O Grande Líder” ou quem sabe “O Grande Timoneiro”;</li>
<li><strong>Que tenhamos um pouco mais de autoconfiança</strong>, tratando com naturalidade as opiniões divergentes, as críticas ou embates de natureza profissional, fazendo com que essa atitude saia do discurso e entre para a vida real;</li>
<li><strong>Que ninguém seja cobrado para ser politicamente correto</strong>, mas estimulado a dizer a verdade, a ser honesto, mesmo que não agrade;</li>
<li><strong>Que abandonemos as frases feitas e o lugar comum</strong> em troca de cultura, aprofundamento e senso de precisão.</li>
</ol>
<p>Com muita esperança e os meus melhores votos, que venha 2012!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Um desabafo sobre nós e Steve Jobs: somos todos geniais e difíceis!</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 11:18:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Steve Jobs era mesmo um gênio, mas também um chefe bem difícil. Mas, somos todos geniais e difíceis, não? Então como fica a gestão de pessoas e recursos humanos?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Um desabafo sobre nós e Steve Jobs: somos todos geniais e difíceis!" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_desabafo_nos_steve_jobs_somos_todos_geniais_dificeis.jpg" alt="Um desabafo sobre nós e Steve Jobs: somos todos geniais e difíceis!" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Carlos Jenezi</strong>, empresário, consultor e colaborador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Nesses dois meses que se passaram desde a morte de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/U3RldmUrSm9ic18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">Steve Jobs<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, muito se falou e escreveu sobre ele. A maioria falava de sua genialidade, seu espírito inovador, sua revolução no mundo da tecnologia. Tentando usar um pouco mais de seu já desgastado perfil, peço licença póstuma pra discorrer sobre um tema que Jobs também era mestre: sua irascibilidade enquanto chefe (o seu biógrafo, Walter Isaacson confirma).</p>
<p>Sua personalidade difícil e por vezes imatura já é de pleno conhecimento de todos há muitos anos. Jobs era genial, não temos como discordar. Quem conhece minimamente sua história de vida (que vai muito além de seus gadgets) sabe do que estou falando. Mas Jobs também era um cara muito complicado; era dificílimo enquanto gestor de pessoas. Uma característica que sua humanidade preservou, afinal, ele (como todos) carregou consigo a prerrogativa da imperfeição humana.</p>
<p>Eu nunca tive a sorte de trabalhar com chefes verdadeiramente geniais. Meus ex-superiores variavam entre a normalidade e a mediocridade. Por outro lado, tive a infelicidade de trabalhar com chefes que foram péssimos no gerenciamento de pessoas. Talvez eles fossem geniais enquanto esportistas, pais, maridos, mas como gestores dos tais “recursos humanos”, infelizmente não.</p>
<p>Se eu pudesse ter escolhido entre trabalhar com Jobs (genial e irascível) e outra pessoa qualquer (mediano, mas que gerenciasse bem sua equipe), o que teria preferido? Sinceramente, não sei. Provavelmente um pouco de cada, de acordo com a fase da minha vida profissional.</p>
<p><span id="more-6792"></span>De qualquer forma, sempre que ouço falar de pessoas como Jobs e meus ex-chefes fico me perguntando: onde teriam chegado se fossem melhores gestores de suas equipes? Quantas oportunidades não perderam? Quantas pessoas extremamente competentes – normais ou geniais – não repeliram com suas atitudes imaturas e irracionais?</p>
<p>Também me pergunto sobre o que as motiva a agirem dessa forma. Será que nunca ouviram <em>feedbacks</em> de que sua postura era contraproducente? Duvido. Ouviram muitas vezes, mas preferiram se manter iguais, seja por preguiça, descaso ou simplesmente incapacidade de mudar, a opção na qual mais acredito. Vamos aos fatos.</p>
<p>Quando prego que os chefes em geral devem olhar mais atentamente para suas equipes, não o faço como defensor dos direitos humanos. Acredito que o mercado de trabalho é lugar pra “gente grande”, pra pessoas que devem estar preparadas para suportar pressão e cobrança por resultado. Em troca, receberão seus salários, direitos e, quem sabe, alguns mimos adicionais.</p>
<p>Quem não estiver disposto, que mude de ocupação. Quando defendo o olhar atento para a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z2VzdCVFM28rcGVzc29hc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">gestão de pessoas<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, defendo antes de qualquer coisa a eficiência. Produtos e serviços são grandes diferenciais de uma empresa, mas quem os desenvolve e executa são as pessoas.</p>
<p>Salários altos seguram talentos, porém por pouco tempo. Escolher pessoas talentosas, treiná-las de acordo com a cultura da empresa, mantê-las motivadas de verdade (através de salário, desafios e um ambiente estimulante) são com certeza os maiores desafios dos gestores atuais. São também os grandes diferenciais que qualquer empresa pode ter. A má notícia é que poucas empresas se dão conta dessa realidade e cobram dos chefes esse tipo de conhecimento.</p>
<p>Todos nós, chefes ou subordinados, devemos ter sempre essa realidade em mente. Como subordinados, devemos olhar nossos superiores e tentar enxergar se eles de fato estão à altura de nosso valor ou se devemos simplesmente “demiti-los” de nossa história profissional (acredite, existem muitas empresas em todo o mundo!).</p>
<p>Como <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2hlZmVfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-52">chefes<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, devemos olhar o exemplo de Jobs e tentar enxergar em nós a genialidade, a normalidade ou a mediocridade. A boa notícia é que, no caso da gestão de pessoas, a diferença entre um e outro não está na vontade divina, e sim na sincera e pragmática decisão de ser mais eficiente.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Marcelo Cuellar, Headhunter na Michael Page</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 18:55:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<description><![CDATA[Marcelo Cuellar, Headhunter na Michael Page, fala da escolha da profissão, do desenvolvimento da carreira e da importância de ficar atento às oportunidades.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Marcelo Cuellar, Headhunter na Michael Page" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_entrevista_marcelo_cuellar_headhunter_michael_page.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Marcelo Cuellar, Headhunter na Michael Page" align="left" hspace="2" vspace="2" />Que rumo tomar quando o assunto é nossa carreira? Você, jovem leitor, já deve ter se questionado bastante sobre suas escolhas profissionais. Acontece sempre, não é mesmo? Tivemos a oportunidade de conversar sobre isso com <strong>Marcelo Cuellar</strong>, administrador pela Universidade Federal do Paraná, pós-graduado em Recursos Humanos pelo Instituto Presbiteriano Mackenzie em São Paulo e <a title="Conheça o Blog do Cuellar" href="http://vocesa.abril.com.br/blog/marcelo-cuellar/" target="_blank">blogueiro do site da Revista Você S/A</a> (Ed. Abril).</p>
<p>Marcelo Cuellar faz parte do corpo gerencial da <strong><a title="Conheça a Michael Page" href="http://www.michaelpage.com.br/" target="_blank">Michael Page</a></strong>, consultoria multinacional de recrutamento de executivos, onde é responsável por projetos em empresas dos mais variados segmentos da economia, diferentes culturas organizacionais, nacionais e multinacionais. Cuellar é também músico, com muitos cursos completos relacionados ao tema, como harmonia, improvisação, teoria musical, história da música entre outros.</p>
<p>As transformações pessoais ao longo da carreira e a necessidade de fazer algo que traga retorno financeiro e emocional desperta excelentes discussões nas rodas de amigos. Cuellar deu sua opinião sobre isso nesta entrevista. Acompanhe nosso papo e faça contato com o autor pelo <a title="Siga o Cuellar no Twitter" href="http://www.twitter.com/marcelocuellar" target="_blank">@marcelocuellar</a> (<em>Twitter</em>) e através de seu <a title="Acesse o perfil no LinkedIn" href="http://br.linkedin.com/in/marcelocuellar" target="_blank">perfil no LinkedIn</a>.</p>
<p><span id="more-6764"></span><strong>Marcelo, recentemente perdemos Steve Jobs, uma pessoa com uma trajetória profissional brilhante. Ele criou uma cultura que transformou a forma como as pessoas lidam com informática e influenciou toda uma geração. No famoso discurso aos formandos da Universidade de Stanford, Jobs mostra a importância de trabalhar naquilo que realmente se faz com amor. Em sua opinião, trabalhar com o que se gosta é indispensável para se tornar um profissional de sucesso? Por quê?</strong></p>
<p><strong>Marcelo Cuellar:</strong> Indispensável é uma palavra forte, mas com certeza faz toda a diferença. Parafraseando Confúcio, <em>“se você trabalhar naquilo que você gosta, nunca mais precisará trabalhar”</em>.</p>
<p>Imagine você trabalhar em alguma coisa que você faria até de graça! Agora imagine ainda alguém pagar você para fazer isto! É talvez como se sente o Ronaldinho Gaúcho. Pagam – e muito bem – para ele fazer o que ele ama. É o que acredito que todos devem ter como ideal profissional.</p>
<p><strong>Muito se fala da Geração Y e seu desapego com as corporações. Existe a ideia de que as pessoas dessa geração lidam com a troca de emprego de uma forma diferente (nem só o salário importa). Essa imagem é realmente verdadeira? O que levou a termos uma transformação significativa entre as gerações X e Y?</strong></p>
<p><strong>M. C.:</strong> Não sou um especialista no tema Geração Y, mas acredito que independente da geração, o mundo hoje busca o equilíbrio como nunca visto antes. Há protestos em <em>Wall Street</em> contra os banqueiros, novas seitas e religiões surgindo, explosão da venda dos livros de auto-ajuda e muito mais. Não acho que é uma exclusividade da Geração Y.</p>
<p>Além disso, o mundo nunca ofereceu tantas oportunidades como hoje. Com um clip feito em casa você pode fazer sucesso no mundo todo via <em>YouTube</em>, por exemplo. Mixar seu próprio CD ou mesmo montar e distribuir um filme nunca foram atividades tão acessíveis. Assim, a geração dos jovens de hoje (Y) não sabe qual alternativa seguir. O mundo corporativo é só mais uma entre todas as oportunidades que um jovem talentoso possui hoje para aproveitar tudo o que o mundo oferece.</p>
<p><strong>Um dos principais gargalos para o crescimento do Brasil é a falta de mão de obra especializada. Como as empresas estão “remediando” essa situação? Importar mão de obra de outros países já é uma tendência?</strong></p>
<p><strong>M.C.:</strong> Importar já é uma realidade, mas a legislação brasileira – para o bem e para o mal – apresenta diversos entraves. O que as empresas têm feito é treinar na base e apostar em um número de retenção que faça sentido pelo investimento feito. Retenção também é um tema muito discutido.</p>
<p>O gap entre a necessidade das empresas e a oferta de mão de obra especializada faz com que as empresas apostem no treinamento de qualidade e acelerem a carreira dos profissionais. Nunca se viu tantos gestores novos como hoje. Como tudo na carreira e na vida, isto tem seu lado bom e ruim.</p>
<p><strong>Muitos de nossos leitores são jovens que estão terminando a graduação, se preparando para entrar no mercado de trabalho. Qual o caminho para encontrar uma boa colocação? Os programas de <em>trainee</em> podem oferecer um desenvolvimento interessante? O que mais?</strong></p>
<p><strong>M.C.:</strong> Programa de <em>Trainee</em> não é garantia de sucesso, mas pode ser uma boa porta para quem busca crescer no mundo corporativo. Mas, como eu disse antes, o mundo corporativo é apenas uma das alternativas existentes hoje para jovens brasileiros. O Brasil precisa de muitas outras profissões que nem sempre são abarcadas pelo mundo corporativo.</p>
<p>A dica para encontrar uma boa colocação é fazer algo que você goste. É um pouco do que conversamos no começo da entrevista. Com isso, o sucesso é quase garantido.</p>
<p>E outra coisa: gente talentosa <strong>vai</strong> fazer sucesso, independentemente de empresa ou profissão. O Brasil vive um momento único e precisa de gente talentosa em várias áreas do conhecimento. Lembrando também que o crescimento hoje se dá mais fora do eixo Rio-São Paulo. Tem muita oportunidade fora dos grandes centros.</p>
<p><strong>E as sempre muito comentadas “profissões do futuro”? Existem áreas que podem ser destaques e oportunidades de “ouro” para quem puder ainda escolher esse caminho? Basta escolher? E como ficam a afinidade e o talento para a profissão?</strong></p>
<p><strong>M.C.:</strong> Você pode ter sua aptidão ou talento alinhado às profissões do futuro. O envelhecimento da população é um fato. Isto não quer dizer que só haverá médicos e casas de repouso. Idosos precisarão de Internet, diversão, informação de fácil acesso e entendimento, consultoria financeira, alimentação balanceada, como hoje, apenas com outra orientação.</p>
<p>É o mesmo com o segmento de Óleo e Gás após a descoberta do pré-sal. É lógico que algumas profissões ficaram mais atrativas, mas diversas outras profissões também foram positivamente impactadas com o pré-sal. Tome o exemplo dos pilotos de helicópteros. Volto a dizer: gente talentosa sempre vai enxergar as oportunidades e aproveitá-las.</p>
<p>As dicas são:</p>
<ol>
<li>O caminho se faz ao caminhar. Por isso comece a andar agora;</li>
<li>Errar faz parte. Mas só valem erros novos;</li>
<li>Nunca é tarde para mudar. Por isto não há uma responsabilidade de escolher agora a profissão da vida toda. Até porque, segundo estudos, ela deve mudar no mínimo sete vezes ao longo da vida.</li>
</ol>
<p><strong>Como você disse, é cada vez mais comum encontrarmos profissionais que, no meio da vida profissional, resolveram mudar de carreira. A que devemos esse movimento? Qual o caminho apropriado para quem se decide por esse caminho?</strong></p>
<p><strong>M.C.:</strong> Tem um texto no meu blog, <a title="Leia o texto completo" href="http://vocesa.abril.com.br/blog/marcelo-cuellar/?p=152" target="_blank">“Quero mudar de carreira. E agora?”</a>, que fala justamente sobre isso. Querer mudar de profissão vai ser cada vez mais normal. Como falei anteriormente, as possibilidade são muitas e serão cada vez maiores. O mundo ficou menor, as distâncias encurtaram e as possibilidades se multiplicaram.</p>
<p>Como falo no artigo, o caminho a trilhar não é o ímpeto nem a decisão emocional. É preciso refletir. Mas só refletir também não dá, até porque você nunca terá todas as respostas. A ação é o mais importante. Há <a title="Leia os comentários" href="http://vocesa.abril.com.br/blog/marcelo-cuellar/?p=152#comments" target="_blank">comentários bem interessantes</a> no texto que indiquei, em específico de gente que tentou e conseguiu!</p>
<p><strong>Marcelo, muito obrigado pela entrevista e parabéns pelo seu excelente trabalho. Por favor, deixe uma mensagem final para nossos leitores.</strong></p>
<p><strong>M.C.:</strong> O Brasil vive um momento único e muito positivo. Há oportunidades em todos os lados, mas é preciso ousar. O nosso momento chegou e precisamos agarrá-lo e agora! Bora fazer sucesso! Parabéns a vocês pelo trabalho sensacional e obrigado pela oportunidade. Até a próxima.</p>
<p>Foto: <strong>divulgação</strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Trabalho em casa: como lidar com distrações no Home-Office</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 17:08:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Borin Cardoso</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como evitar distrações e problemas com a opção de trabalho em casa, ou home office? Disciplina, foco, local de trabalho apropriado e gestão do tempo são fundamentais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Trabalho em casa: como lidar com distrações no Home-Office" src="http://dinheirama.com/files/2011/10/dinheirama_trabalho_em_casa_como_lidar_distracoes_home_office.jpg" alt="Trabalho em casa: como lidar com distrações no Home-Office" align="left" hspace="2" vspace="2" />Trabalhar em casa pode parecer, à primeira vista, um sinônimo de produtividade: sem perdas de tempo com trânsito, sem distrações de colegas, sem chefes com exigências de última hora, autonomia total nos horários etc. Enfim, um paraíso. Porém, ao trabalhar em casa, qualquer profissional se depara, rapidamente, com um enorme desafio: <strong>a disciplina para manter o foco e para evitar tanto desgaste como distrações</strong>.</p>
<p>Pensando nisso, listo aqui algumas sugestões para escapar de tentações enquanto em <em>Home-Office</em>:</p>
<p><strong>Não misture lazer com trabalho</strong><br />
Mesmo que você tenha montado seu escritório num cômodo específico da casa, é imperativo que ele seja usado apenas para o trabalho. Mantenha a área de lazer separada – e isso inclui a televisão, videogames e outras formas de entretenimento. O seu ambiente de trabalho deve ser separado ao máximo em sua casa e sua família deve ser educada para respeitar o seu horário de trabalho.</p>
<p><span id="more-6643"></span><strong>Estabeleça pausas regulares</strong><br />
Sabe aquela hora do cafezinho, quando você trabalhava no escritório? Pois é, ela é fundamental para manter a sua produtividade. Mesmo estando em casa, você não deve abdicar dela.</p>
<p><strong>Configure a Internet para trabalhar</strong><br />
Existem várias formas de driblar a avalanche de distrações que a Internet oferece, desde evitar o uso de aplicativos que causam interrupções constantes até sistemas de rastreamento do tempo despendido nas tarefas.</p>
<p>O mais importante é definir horas certas para lidar com os sistemas de mensagens instantâneas, reduzir o número de vezes que você checa seu email e responde suas mensagens, separar tempo para pesquisar conteúdo na web e também para se atualizar com as notícias de seu setor. Tudo isso inserido numa rotina que amplie sua produtividade.</p>
<p><strong>Não se torne um &#8220;Super-homem&#8221;</strong><br />
Lembre-se que mesmo trabalhando em casa, você será mais produtivo se mantiver seu foco no que é importante e no que faz bem. Transfira para a secretária da empresa ou mesmo para um assistente virtual todas as tarefas (principalmente os afazeres pessoais que pipocarão à volta de seu <em>home-office</em>), além das coisas que tomam tempo e que não precisam ser executadas por você.</p>
<p>Com isto, além de hábitos saudáveis que melhorarão sua qualidade de vida, você manterá níveis de produtividade acima da média, o que será algo positivo pra você e para sua empresa. Se você utiliza de outras técnicas para manter sua concentração em casa, por favor compartilhe-as conosco no espaço de comentários. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Alexandre Borin Cardoso</b>.<br>

CEO da Prestus®, empresa inovadora e pioneira mundial no conceito de Clube de Serviços, com Assistentes Pessoais 24h/dia e Consultores para apoiar profissionais de alta-performance. Formado pela UNICAMP em Engenharia Elétrica, pós-graduado em Marketing e MBA Executivo pelo IBMEC.<br>

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		<title>Os modismos corporativos não reconhecem limites</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/09/02/os-modismos-corporativos-nao-reconhecem-limites/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 21:44:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
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		<description><![CDATA["Especialistas" dizem que executivos que gostam de Rock tendem a ser líderes melhores. O modismo corporativo é perigoso e só prejudica quem é realmente sério.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Os modismos corporativos não reconhecem limites" src="http://dinheirama.com/files/2011/09/dinheirama_modismos_corporativos_sem_limites.jpg" alt="Os modismos corporativos não reconhecem limites" align="left" hspace="2" vspace="2" />Caro leitor, esse artigo tem uma história toda própria. Na ultima quinta-feira, preocupado em poupá-los da temática político-econômica (para a qual retornarei tão logo os recentes acontecimentos se consolidem, afinal de contas, com novo imposto sobre saúde chegando, ímpetos de controle da imprensa em pauta e mudança de ação monetária para fiscal, não faltarão assuntos!), me peguei observando a manhã ensolarada pela janela, com uma imensa dúvida sobre o que escrever.</p>
<p>Meus dedos coçavam para fazer esse texto, mas eu estava sem saber que caminho adotar. Tudo bem, quem escreve é assim mesmo, se expressa pelo seu texto, mas não pode ser qualquer texto, qualquer coisa. Nada mais que caprichos, assumo, mas em seu benefício, tenha certeza.</p>
<p>E, no meio dessa dúvida, ainda acordando, fui salvo por uma notícia postada no Twitter. Li uma vez, depois outra sem acreditar no que estava ali afirmado. A notícia era exatamente assim: <em>“Pessoas que gostam de Rock resultam em melhores líderes, pois são mais antenadas, afirma especialista em recrutamento e seleção”</em>. Você pode <a title="Leia mais" href="http://blogs.estadao.com.br/combate_rock/gostar-de-rock-comeca-a-pesar-na-avaliacao-profissional/" target="_blank">ler mais sobre a notícia no blog Combate Rock</a>.</p>
<p><span id="more-6512"></span>O susto me acordou de vez, afastando a natural indisposição de uma noite de pouquíssimas horas de sono para, em seguida, trazer o alívio: <em>aqui está</em>, pensei, <em>é sobre isso que escreverei</em>.</p>
<p>Arrumei-me rapidamente, organizando na cabeça as ideias que estruturariam o texto (como essa historinha, por exemplo). Em vinte minutos, cheguei ao escritório e comecei a pensar na “ciência” que deve embasar a afirmativa feita pelo especialista e divulgada no Twitter.</p>
<p>Fiquei imaginando, não sem conter algumas risadas, no candidato a cargo executivo preocupado em ser aceito para a vaga, mas apreciador de música clássica (ou, quem sabe, de uma boa MPB), porém com o discurso pronto para convencer o entrevistador de sua familiaridade com a guitarra &#8211; ou da forma como se sente livre para inovar quando escuta alguns “hits” antológicos dos anos setenta.</p>
<p>Pensei também no entrevistador, que na verdade gosta de samba e não perde a oportunidade de comprar CDs raros de bossa nova, com ar compenetrado e analítico, tomando nota para reportar aos superiores de que o líder que estavam procurando pode estar ali, bem na frente dele, afinal <em>“ele gosta de rock, portanto é mais antenado e tem mais capacidade de liderança”</em>.</p>
<p>Depois da historinha e da cena cômica da entrevista, só me restam alguns questionamentos que divido com vocês: Onde vamos chegar com isso? É razoável que um processo de contratação seja ancorado em um “bobajal” dessa magnitude?</p>
<p>Evidentemente que não tenho nada contra o gênero musical “Rock”, do qual confesso gostar bastante, mas pessoas “antenadas” são forjadas por curiosidade intelectual, por cultura geral, por conhecimento do processo histórico, com farta e diversificada leitura, por não alienação, por coragem em pensar por conta própria. Pela fuga aos “lugares comuns”, enfim.</p>
<p>Contratar profissionais executivos é atividade séria – e de alto risco. Não pode estar sujeita a superficialidades ou à modinhas de ocasião. Trata-se de um processo importantíssimo, que não pode estar ancorado em preconceitos comportamentais desse tamanho.</p>
<p>Precisamos de empresas fortes de verdade. Para isso, precisamos de especialistas e profissionais embasados e sólidos. Precisamos com urgência fugir e renegar esse teatro sem sentido, que não atrai nem líderes, nem bons técnicos e muito menos gente séria e comprometida. Forma atores, isso sim, e bons roteiros. Às vezes nem isso&#8230;</p>
<p>Até o próximo.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Pós-graduação: relação entre tempo, dinheiro e empregabilidade</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/07/28/pos-graduacao-relacao-entre-tempo-dinheiro-e-empregabilidade/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/07/28/pos-graduacao-relacao-entre-tempo-dinheiro-e-empregabilidade/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 20:30:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renata Alonso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Sustentável]]></category>
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		<description><![CDATA[Cursos de pós-graduação contribuem para o aumento do salário, mas devem ser escolhidos com atenção e no tempo certo. Veja como incrementar sua vida profissional!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Pós-graduação: relação entre tempo, dinheiro e empregabilidade" src="http://dinheirama.com/files/2011/07/dinheirama_educacao_empregabilidade.jpg" alt="Pós-graduação: relação entre tempo, dinheiro e empregabilidade" align="left" hspace="2" vspace="2" />Todos sabemos que empregabilidade e altos salários estão correlacionados com maior nível educacional. Por isso, buscamos fazer uma boa faculdade, aprofundar os conhecimentos com uma pós-graduação ou MBA e estar em constante aprendizado através de cursos de atualização profissional.</p>
<p>Quem já é formado certamente se assusta ao se deparar com mensalidades de R$ 1500,00 para cursos de extensão em uma faculdade de renome. Se considerarmos o investimento em uma pós-graduação de dois anos, o profissional terá desembolsado uma soma de quase R$ 40 mil reais.</p>
<p><strong>Pós-graduação faz mesmo diferença?</strong><br />
Mas, apesar da alta quantia que se investe em um curso de pós-graduação, o retorno é certamente recompensado. Segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV), <a title="Leia mais sobre a pesquisa" href="http://management.fgv.br/node/238" target="_blank">os salários de pós-graduados são em média 66% mais altos</a> em comparação com quem apenas possui o diploma de graduação, podendo chegar a promover um aumento de até 100% nos vencimentos.</p>
<p><span id="more-6366"></span>As vantagens de quem tem um curso de pós-graduação não param por aí. As possibilidades de recolocação no mercado de trabalho para esses profissionais também são maiores.</p>
<p>Além disso, cursar uma pós proporciona algo fundamental na carreira de qualquer pessoa: o <em>networking</em> &#8211; <a title="Leia mais sobre contratações" href="http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/networking-e-o-principal-meio-de-contratacao-em-empresas-brasileiras-aponta-pesquisa-da-catho/46421/" target="_blank">a principal ferramenta de contratação</a> nas empresas brasileiras, respondendo por cerca de 70% das admissões, segundo pesquisa da Catho. Isso faz da rede de relacionamentos de um profissional, que pode ser construída no ambiente de um MBA, por exemplo, tão importante quanto o conhecimento adquirido.</p>
<p><strong>E qual é o momento de se iniciar uma pós?</strong><br />
Especialistas dizem que o ideal é não emendá-la com a graduação. A vivência profissional ajuda a definir melhor que curso fazer e também a aproveitá-lo de uma maneira mais eficaz, possibilitando troca de experiências e um aprendizado mais maduro.</p>
<p>Mas também não é qualquer curso que será um divisor de águas na carreira. Apesar de a instituição de ensino ter um peso importante na escolha, também se deve levar em conta as disciplinas oferecidas, quais são os professores e se o conteúdo programado está dentro das expectativas.</p>
<p>E vale a reflexão: <strong>o curso que você pretende fazer realmente pode ser um diferencial para o seu currículo?</strong> A resposta será positiva se o potencial conhecimento adquirido trouxer resultados para o seu dia-a-dia profissional ou para o futuro que você almeja. Afinal, não é só o dinheiro que está em jogo, mas o tempo investido.</p>
<p>Que curso fazer? Existem cursos interessantes a preços mais acessíveis? Pois é, a dificuldade para encontrar bons cursos levou-me a criar o site <strong><a title="Conheça o Rede de Cursos" href="http://www.rededecursos.com.br/" target="_blank">Rede de Cursos</a></strong>, um guia on-line gratuito que reúne palestras, eventos e cursos em um formato inédito: os visitantes podem avaliar, opinar e compartilhar cada evento diretamente nas redes sociais. Visite <a title="Conheça o Rede de Cursos" href="http://www.rededecursos.com.br/" target="_blank">www.rededecursos.com.br</a> e procure algo em sua área.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Renata Alonso</b>.<br>

Formada em Rádio e TV (FAAP) e pós-graduada em Gestão Empresarial (FGV), é produtora dos programas Ensaio e Móbile, da TV Cultura/SP. Fundou, em 2011, o site Rede de Cursos, guia de cursos, palestras e eventos.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Um ano sem compras &#8211; A polícia do consumo</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/07/12/um-ano-sem-compras-a-policia-do-consumo/</link>
		<comments>http://dinheirama.com/blog/2011/07/12/um-ano-sem-compras-a-policia-do-consumo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 17:56:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[compra]]></category>
		<category><![CDATA[consumismo]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
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		<description><![CDATA[Como o comportamento das pessoas influencia as decisões de compra, consumo e o consumismo em geral? Defina prioridades e viva apenas com suas expectativas!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Um ano sem compras - A polícia do consumo" src="http://dinheirama.com/files/2011/07/dinheirama_compras_consumo_policia.jpg" alt="Um ano sem compras - A polícia do consumo" hspace="2" vspace="2" align="left" />Você já teve a sensação de estar consumindo somente para preencher as expectativas dos outros ou porque se sentiu, de alguma forma, constrangido ou impelido a comprar? Eu já. Quando decidi <a title="Um ano sem compras" href="http://umanosemcompras.blogspot.com/" target="_blank">ficar um ano sem comprar supérfluos</a> e contei às pessoas com quem convivo sobre o meu projeto, as reações foram variadas – e isso me fez refletir sobre muitas coisas.</p>
<p>O que eu descobri rapidamente é que as pessoas realmente querem que você consuma e a idéia de alguém passar um longo período de tempo sem comprar itens desnecessários incomoda alguns indivíduos. Após essa constatação inicial, comecei a pesquisar para entender melhor o impacto que a atitude das pessoas com quem convivemos tem no nosso próprio padrão de consumo e de que forma isso acontece.</p>
<p>Inicialmente, entrei em contato com as noções de <strong>obsolescência programada</strong> e <strong>obsolescência percebida</strong>. Esses conceitos remetem a práticas da indústria e do comércio que muitas vezes são desconhecidas pelo consumidor.</p>
<p><span id="more-6291"></span>A <strong>obsolescência programada</strong> consiste tanto em criar um produto que logo se tornará obsoleto, pois suas funcionalidades rapidamente serão consideradas ultrapassadas, quanto em criar produtos projetados para durar pouco tempo. Podemos observar essa prática de forma muito clara nas áreas de eletrônicos e informática:</p>
<ul>
<li>O celular que em um ano é considerado “top de linha” se torna, no ano seguinte, ultrapassado em função do lançamento de uma “versão mais moderna”, com mais funcionalidades que a original.</li>
<li>Outro exemplo é a máquina fotográfica maravilhosa (e cara) que foi adquirida há um ano e que estraga logo após o período de garantia. O conserto é tão caro que vale mais à pena comprar uma nova.</li>
</ul>
<p>Já a <strong>obsolescência percebida</strong>, conceito mais relevante para a reflexão proposta neste artigo, consiste basicamente em criar um produto para que logo ele se torne obsoleto do ponto de vista do estilo ou do design. É uma estratégia mais sutil, porém extremamente eficaz, pois aposta em gerar sentimentos de inferioridade nas pessoas como forma de incentivá-las a consumir. Uma espécie de inclusão social pelo consumo.</p>
<p>Isso quer dizer, por exemplo, que se em um ano todos os sapatos têm saltos finos, no outro ano a moda provavelmente será usar sapatos com saltos largos, gerando uma situação na qual a pessoa que tem os saltos da estação passada fique exposta e possa ser identificada como alguém que está usando um produto fora de moda. Muitas vezes, é devido à obsolescência percebida que as pessoas se sentem impelidas a comprar e acabam gastando dinheiro em produtos desnecessários.</p>
<p>Sei que lendo o que foi escrito até agora fica fácil pensar que somente pessoas frívolas se deixam levar pela pressão da sociedade para que consumam, mas isso talvez não seja exatamente o que acontece.</p>
<p>Um consultor que chega a uma reunião usando um celular grande e antigo muitas vezes será recebido com reserva por novos clientes; um menino que continua usando o vídeo game antigo vai ser alvo de gozação do coleguinha que vem em casa para uma visita; e a mulher que usa um tênis de corrida por anos a fio poderá escutar de uma amiga que já passou da hora de trocar aquele calçado, independentemente do seu estado.</p>
<p>Todas essas situações citadas aqui como exemplos mostram o poder da “polícia do consumo” e o ciclo vicioso que muitas vezes leva as pessoas a consumirem e a gastarem com coisas e serviços que não desejam ou que não precisam.</p>
<p><strong>Existe uma associação entre consumir e ser feliz/bem sucedido no mundo contemporâneo.</strong> É freqüente o raciocínio de que quem consome mais é mais feliz e, nessa linha, há muita incompreensão quando pessoas dotadas de grandes recursos financeiros decidem viver a vida de forma simples e discreta.</p>
<p>Em tempos de realidade travestida de show (reality show), a indústria do comércio se mascara de indústria da felicidade e do conforto e busca vender o impossível: a completude, o &#8220;ter tudo&#8221;, o final feliz que todos nós queremos.</p>
<p>O mais sério é que nós acreditamos nisso tudo e nosso questionamento passa a ser tão tênue que passamos a ser reprodutores dessa lógica, vigiando o comportamento uns dos outros e notificando as pessoas sobre as reposições de produtos que, acreditamos, devem ser feitas. Em essência, <strong>acabamos por fazer com que as pessoas se sintam mal por estarem satisfeitas com o que possuem e com a vida que levam</strong>.</p>
<p>Não se trata de esquecer as ambições e de viver em frangalhos, é claro, mas de refletir sobre a transitoriedade dos bens no mundo atual e da cultura de reposição e descarte constante em que estamos mergulhados. Existe um abismo entre viver bem, ter conforto e consumir de forma agradável e prazerosa (isso é possível!) e estar à mercê de modismos, aprisionado entre o olhar dos outros e uma visão distorcida do sucesso.</p>
<p>Fazendo um paralelo com a sabedoria popular, que garante que <em>&#8220;o pior cego é aquele que não quer ver&#8221;</em>, talvez o pior consumidor seja aquele que ajuda a incrementar a lógica de que imagem é tudo.</p>
<p>A “polícia do consumo” é ativa, atuante e perversa. Seus principais aliados não são a indústria, as empresas, o comércio ou a publicidade. Somos nós. Assim como historicamente os movimentos repressivos só foram possíveis com a adesão de uma parcela significativa da população às ideias que os norteavam, também o consumismo desenfreado só está na ordem do dia porque muitos de nós aceitamos e defendemos que se consuma cada vez mais.</p>
<p>Como <strong>Hobbes</strong> já dizia em uma de suas expressões mais célebres, <em>&#8220;o homem é o lobo do homem&#8221;</em>. Até a próxima! Grande abraço!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Marina Paula</b>.<br>

Psicóloga com ênfase Clínica, tem pós-graduação em Metodologia de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes. Atualmente trabalha no SUS, em um projeto de Psicologia Comunitária, e atende em seu consultório particular. É autora do blog Um Ano Sem Compras.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Liberdade de expressão e capacitação corporativa</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/06/16/liberdade-de-expressao-e-capacitacao-corporativa/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 13:13:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[administração]]></category>
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		<description><![CDATA[Já nos livramos das verdades absolutas da gestão ou elas simplesmente foram repaginadas e rebatizadas? Como conduzir a liberdade de expressão em um ambiente repleto de preconceitos?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Liberdade de expressão e capacitação corporativa" src="http://dinheirama.com/files/2011/06/dinheirama_liberdade_expressao_comunicacao_corporativa.jpg" alt="Liberdade de expressão e capacitação corporativa" hspace="2" vspace="2" align="left" />Conforme prometido no artigo anterior, abordarei desta vez o impacto da mesma liberdade de expressão, mas agora pelo viés de sua aplicação no processo da capacitação corporativa. Sou então obrigado a reativar a memória, me recordando do meu próprio processo de capacitação.</p>
<p>Encerrei a graduação no final do século passado (sim, é verdade, faço parte da geração X), precisamente em 94, no nascedouro do Plano Real &#8211; o plano que debelou o processo inflacionário brasileiro, lançando o país em uma era de estabilidade econômica sem precedentes, possibilitando a colheita (por enquanto) dos seus frutos até hoje.</p>
<p>Não faço a contextualização do momento econômico por acaso, pois ela esclarece, ao menos para a minha compreensão, muito do que hoje se observa. Naquele instante, onde a colheita dos resultados empresariais não podiam mais contar com o componente inflacionário, empresários e gestores brasileiros mergulharam de cabeça no universo da busca incessante pela eficiência gestora.</p>
<p><span id="more-6215"></span>A partir daquele momento, os ganhos eram reais e a economia entrava em um período de exposição à competitividade nunca antes visto. Com o fim da inflação e o surgimento da economia real, nascia, nos ambientes da capacitação de gestores, um conjunto de dogmas e “leis fundamentais”, cuja defesa de seus princípios tratava de condenar ao foço da ignorância qualquer questionamento, oposição ou ponderação.</p>
<p>Estava inaugurada a era das verdades absolutas, dos “gurus” da administração e, no seu rastro, a indústria do “management”. Eram terminantemente abominados e relegados ao segundo plano tudo o que colocasse à prova os fundamentos da <strong>Reengenharia</strong> (lembram?), da <strong>Qualidade Total</strong>, da <strong>Instabilidade dos Cargos Executivos como Vetor de Desenvolvimento Empresarial</strong> e das <strong>Oportunidades da Globalização</strong> (sobre suas ameaças, nenhum comentário).</p>
<p>O que dizer então da <strong>Supremacia das Economias Baseadas em Serviços</strong> (na época ninguém falava sobre a China e a expressão Brics não existia, assim como a importância dos seus signatários) e, em alguns ambientes mais radicais, da <strong>Importância do Cosmos na Seleção de Executivos</strong>? Eu poderia dar inúmeros outros exemplos&#8230;</p>
<p>Nas salas de aula, pouquíssimos se atreviam a criticar e apenas um ou outro educador ousava estimular o debate. Havia, logicamente, cochichos e piadinhas, mas sempre em voz baixa, pois ninguém queria ser rotulado de retrogrado ou reativo.</p>
<p>Os defensores desse modelo, sem saber e mesmo sendo fiéis escudeiros da livre iniciativa e da democracia, reeditavam, sem saber, uma nova forma de trotskismo, que no melhor estilo das ditaduras socialistas, incentivava a patrulha ideológica oprimindo o contraditório e os efeitos do bom e saudável senso crítico.</p>
<p>Os anos se passaram, o processo de estabilidade econômica consolidou-se definitivamente (?) e a educação corporativa ocupou definitivamente um lugar de grande destaque. No entanto, salvo algumas exceções, percebo que a mesma dinâmica persiste em alguns ambientes, insistindo nos mesmos dogmas repaginados ou rebatizados &#8211; naturalmente contando com o acréscimo de outros novos, mas sempre necessitando importar de além mar os pacotes de soluções e ideias.</p>
<p>Contudo, a resultante de uma estrutura educacional que avança na contramão dos princípios do livre pensamento e da ponderação das contradições é a própria atrofia da capacidade intelectual dos seus principais agentes e o desestímulo à pesquisa e o desenvolvimento no âmbito da administração.</p>
<p>O fato é que esse cenário não traz apenas bocejos às salas de aula, mas com o tempo acaba por entediar o processo econômico como um todo, asfixiado pela carência de inteligência própria e energia criativa. Ou não?</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

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<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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