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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; trabalho</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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	<itunes:subtitle>Dinheiro, educacao financeira e investimentos ao alcance de todos</itunes:subtitle>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; trabalho</title>
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		<title>Dinheirama entrevista: Helenita Fernandes, Coordenadora Acadêmica do Ibmec</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/17/dinheirama-entrevista-helenita-fernandes-coordenadora-academica-do-ibmec/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 15:05:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Dinheirama entrevista Helenita Fernandes, do Ibmec, e fala dos cursos de especialização, MBA e como a formação continuada pode fazer a diferença na carreira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama entrevista: Helenita Fernandes, Coordenadora Acadêmica do Ibmec" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_entrevista_helenita_fer_coordenadora_ibmec.jpg" alt="Dinheirama entrevista: Helenita Fernandes, Coordenadora Acadêmica do Ibmec" align="left" hspace="2" vspace="2" />Sempre recebemos sugestões de leitores interessados em formação profissional. Afinal, o que devemos levar em consideração quando o assunto é uma especialização ou MBA, por exemplo? É sabido que em nosso país investir em qualificação costuma dar excelentes resultados – e isso vale para quem gosta da área de finanças também, é claro.</p>
<p>Para falar sobre isso, conversei com <strong>Helenita Fernandes</strong>, Coordenadora Acadêmica do <a title="Conheça o Ibmec Online" href="http://migre.me/97iOe" target="_blank">Ibmec Business School</a> e líder do Movimento RH. Tratamos basicamente de como o Ibmec enxerga a questão dos <a title="Conheça os cursos online do Ibmec" href="http://migre.me/96N3a" target="_blank">cursos de MBA online</a> voltados para finanças e projetos, bem como dos ganhos que cursos deste tipo podem agregar ao legado profissional do participante.</p>
<p>Confira como foi nosso papo:</p>
<p><strong>Helenita, vocês oferecem hoje cursos online voltados para profissionais qualificados. Quais os públicos-alvo dos <a title="Conheça os MBAs Online do Ibmec" href="http://migre.me/96N3a" target="_blank">MBAs Online</a> de Finanças e Gestão de Projetos, por exemplo?</strong></p>
<p><strong>Helenita Fernandes:</strong> O público-alvo de ambos é composto por profissionais formados nas mais diversas áreas, o que promove diversidade nas turmas e novos olhares para as muitas questões que são trabalhadas nas disciplinas dos cursos. Finanças e Projetos são áreas importantes dentro de qualquer empresa, portanto podem trazer diferenciais competitivos para profissionais de destaque que queiram aperfeiçoar-se nesses quesitos.</p>
<p><strong>As pessoas estão mais habituadas a aprender da maneira tradicional, com aulas presenciais. Quais os principais alicerces da metodologia usada para os cursos online?</strong></p>
<p><strong>H. F.:</strong> Para que haja uma construção coletiva do conhecimento, temos como base uma proposta metodológica que une processos pedagógicos, tecnologias interativas e ferramentas diversas, sempre acompanhadas de tutoria e participação ativa dos professores.</p>
<p>Nossos alunos contam com curso modular, conteúdo aprofundado preparado por professores-autores, mediação especializada e campus virtual com atividades síncronas (reuniões online em tempo real) e assíncronas (fóruns de discussão). Com tudo isso, possibilitamos o alcance dos objetivos propostos com qualidade e muita atenção ao aprendizado do aluno.</p>
<p><strong>Outra curiosidade de nossos leitores: como é feita a avaliação de aprendizagem dos cursos online?</strong></p>
<p><strong>H. F.:</strong> Nossas reuniões em tempo real e as discussões propostas através do campus virtual preparam os alunos, de maneira mais imediata, para a avaliação pedagógica, que é feita por meio de prova presencial e atividades online.</p>
<p><strong>Pensando no profissional que busca cursos de MBA, como essa qualificação pode gerar ganho e gerar diferenciais em sua carreira?</strong></p>
<p><strong>H. F.:</strong> O <a title="Conheça o MBA em Finanças" href="http://migre.me/97fak" target="_blank">MBA em Finanças</a> prepara os alunos para assumir posições de destaque na área financeira de grandes corporações, para atuar como administradores de fundos e carteiras, gestores de fundos de pensão ou executivos de bancos, para atuar em empresas de consultoria e auditoria ou ainda como consultores de investimentos.</p>
<p>Já o <a title="Conheça o MBA Executivo em Gestão de Projetos" href="http://migre.me/97fb0" target="_blank">MBA Executivo em Gestão de Projetos</a> desenvolve profissionais com visão abrangente e estratégica do ambiente de negócios, habilitados a gerenciar projetos de alta complexidade e com domínio das mais avançadas técnicas de gestão. Promove dinamismo nos processos cíclicos, pensamento integrado e ações focadas no alcance dos objetivos propostos.</p>
<p>Além disso, enfatiza o trabalho em equipe e mobiliza competências de comunicação e gera conhecimentos necessários para uma avaliação adequada da viabilidade financeira e do dimensionamento dos riscos em projetos.</p>
<p>Ou seja, são cursos focados em competências capazes cruciais dentro de suas áreas de atuação. Os diferenciais na carreira virão do maior conhecimento e da possibilidade de colocar em prática esse aprendizado, obtido em uma instituição reconhecida e respeitada pelo mercado.</p>
<p><strong>Escolher onde estudar faz muita diferença e sempre lembramos nossos leitores disso. Quais as vantagens do Ibmec em relação aos demais MBAs Online?</strong></p>
<p><strong>H. F.:</strong> Nossos professores online, em conjunto com nossos alicerces metologógicos, são nosso grande diferencial. Eles são essenciais para podermos oferecer um serviço educacional de alto nível, pois atuam com mediadores das turmas online e orientadores do estudo (com base em conteúdos desenvolvidos pelos professores-autores).</p>
<p>Além disso, também agem como coaches e dinamizadores da inteligência coletiva, além de possuírem ampla experiência acadêmica e de mercado. São pessoas reconhecidas, com extenso conhecimento prático e teórico do que ensinam.</p>
<p><strong>Como anda o mercado para os profissionais de Finanças e Gerência de Projetos? O que um MBA como este pode representar no futuro do aluno?</strong></p>
<p><strong>H. F.:</strong> O mercado está extremamente competitivo, e estar preparado e atualizado profissionalmente é uma exigência cada vez mais forte. O básico relacionado a cada uma das áreas é normalmente aprendido em cursos tradicionais de graduação, então o diferencial precisa vir na formação opcional do profissional.</p>
<p>Neste sentido, os cursos online que oferecemos vão além, pois trabalham competências inerentes a seus estudantes muito buscadas nas empresas, como disciplina, autonomia, fluidez digital e interação.</p>
<p><strong>Obrigado pela disponibilidade e parabéns pelo trabalho.</strong></p>
<p><strong>H. F.:</strong> Eu que agradeço pela oportunidade e os parabenizo por insistirem tanto, e com tanta qualidade, na educação financeira de nossos brasileiros. Convido o leitor a conhecer mais sobre nosso trabalho em <a title="Conheça melhor nossos cursos. Acesse." href="http://migre.me/97iOe" target="_blank">www.ibmeconline.com.br</a>. Com relação aos cursos mencionados, as inscrições se encerram amanhã, dia 18 de maio de 2012. Para matricular-se, use os links abaixo:</p>
<ul>
<li>Inscreva-se no <a title="Clique e inscreva-se" href="http://migre.me/97fak" target="_blank">MBA Online de Finanças (clique aqui)</a>;</li>
<li>Inscreva-se no <a title="Inscreva-se no MBA Online de Gestão de Projetos" href="http://migre.me/97fb0" target="_blank">MBA Online de Gestão de Projetos (clique aqui)</a>.</li>
</ul>
<p>Obrigada e até a próxima.</p>
<p>Crédito da foto: divulgação.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Emprego e renda, uma relação linear? Estados Unidos mostram que não!</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/30/emprego-e-renda-uma-relacao-linear-estados-unidos-mostram-que-nao/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 18:30:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Rizzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Dados recentes da economia dos Estados Unidos mostram que a Lei de Okun, sobre relação linear entre emprego e renda, foi novamente quebrada. Entenda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Emprego e renda, uma relação linear? Estados Unidos mostram que não!" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_emprego_renda_relacao_linear_EUA_mostram_nao.jpg" alt="Emprego e renda, uma relação linear? Estados Unidos mostram que não!" align="left" hspace="2" vspace="2" />Dados iniciais de 2012 indicam descasamento dessas variáveis nos EUA. Entenda os porquês. Se um dia, seu pai chegar em casa com o paletó molhado, a princípio, você não saberá o que de fato ocorreu. Mas, após uma rápida olhada na janela, você nota que está chovendo. Pronto. Isso já é suficiente para você se sentir confortável na compreensão (mesmo que teórica) do que acabara de ocorrer.</p>
<p>Os dois dados (paletó molhado e chuva) são analisados de forma a estabelecer uma relação de causa e efeito. Faz parte da <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bmF0dXJlemFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">natureza<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> humana relacionar dados, estabelecer uma razão entre eles e tirar conclusões. Agir assim nos ajuda a compreender o mundo que nos cerca e a isso convencionou-se chamar de o uso da razão, ou simplesmente, racionalidade.</p>
<p>Na macroeconomia, existem duas variáveis que costumeiramente se relacionam de forma tão harmônica como chuva e paletó molhado: Emprego e Renda (PIB). Pode até parecer óbvio dizer que quando a renda aumenta, o nível geral de emprego também sobe, assim como em fases de recessão, o desemprego cresce.</p>
<p><span id="more-7563"></span>Essa relação positivamente linear entre Emprego e Renda foi muito bem exposta pelo economista americano <strong>Arthur Okun</strong> no início dos anos 60, que acabou por dar seu nome a uma lei mercadológica, a <a title="Conheça mais sobre a Lei de Okun" href="http://migre.me/8Tzrw" target="_blank">Lei de Okun</a>. Porém, como em toda lei, existem aqueles que não a respeitam.</p>
<p>Nos últimos dois trimestres, o “criminoso” em questão é um velho conhecido, inclusive reincidente: os EUA. No atual ciclo econômico, os americanos deixaram de ser réus primários nos três trimestres entre julho de 2009 e março de 2010, quando o desemprego crescia mesmo no início de uma observável recuperação econômica.</p>
<p>Os EUA voltaram a quebrar a lei neste ano. Dados do primeiro trimestre de 2012 mostram um aumento significativo no nível geral de emprego, mas sem o devido (e esperado, conforme Okun) crescimento proporcional do PIB. O que teria ocorrido?</p>
<p>O fundamento essencial da lei em questão é que, com um maior nível geral de emprego, a demanda aumenta, gerando necessidade de uma <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cHJvZHUlRTclRTNvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">produção<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> ainda maior, o que estimula uma expansão econômica – que, por sua vez, aumenta o emprego e assim prossegue. Porém, há uma série de inter-relações que precisam ser exploradas para melhor compreender Emprego e Renda, e aqui cito três:</p>
<ul>
<li>A primeira delas é que a geração de renda não depende somente do nível de emprego em si (quantidade de pessoas empregadas), mas também da produtividade individual do trabalho;</li>
<li>A segunda é que o nível de emprego pode ser decomposto entre quantidade de pessoas empregadas e número de horas trabalhadas;</li>
<li>A terceira é que o nível de desemprego é uma razão entre quantidade de pessoas empregadas e tamanho da mão de obra.</li>
</ul>
<p>Desta forma, é possível quebrar a Lei de Okun através de um pequeno aumento (ou queda) do desemprego em um cenário de baixo (ou alto) crescimento econômico através de uma combinação de crescimento da produtividade, aumento nas horas trabalhadas e crescimento da massa de mão-de-obra.</p>
<p>Nos EUA, a questão das horas trabalhadas por empregado torna-se um ponto crucial. Apesar da economia estar usando um contingente maior de mão-de-obra, o número médio de horas trabalhadas tem sido reduzido nos últimos 40 anos. Em 2009 e 2010, porém, este número aumentou.</p>
<p>Isso explica os eventos de quebra da Lei de Okun em 2009/2010: aumento de desemprego em termos de número de pessoas empregadas, mas devido ao aumento da produtividade individual do trabalho, observou-se crescimento do PIB. Isso aconteceu porque, receosos de contratar mais funcionários, os empregadores passaram a pressionar o contingente existente, aumentando assim a sua produtividade individual. Naquele cenário, meses após a crise de 2008, essa parecia ser a solução mais sensata.</p>
<p>Em 2012, com o cenário econômico mais favorável (quando comparado a 2009), os empregadores não temeram mais contratações. Muito pelo contrário. Através de ações governamentais de incentivo a geração de emprego, as empresas contrataram fortemente. Mas, apesar do aumento do nível de emprego, a produtividade geral do trabalho caiu muito, e por isso o PIB não reagiu como deveria.</p>
<p>E quem paga a conta é o nível geral de salários. O Governo democrata de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QmFyYWNrK09iYW1hXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">Barack Obama<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> dá indícios de que está satisfeito com essa escolha, afinal entende que em ano de eleição, o nível de emprego passa a importar mais que o PIB. Resta saber se a população concorda com o nível salarial mais baixo, consequência natural desta ação. O pleito de seis de novembro tirará esta dúvida.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Gustavo Rizzo</b>.<br>

Economista pela UNICAMP, tem MBA em Gestão do Risco pela FGV. Trabalha há 10 anos no mercado financeiro, com passagens por grandes instituicoes financeiras no Brasil, Holanda, Reino Unido e EUA. Atualmente trabalha com Investment Banking e análise econômico-financeira em Nova York.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Empreendedorismo digital: Brasil, a “Arroba” da vez!</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/11/empreendedorismo-digital-brasil-a-arroba-da-vez/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 12:43:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Kepler</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Somos a "arroba" da vez em empreendedorismo digital. São cada vez mais bem-sucedidos os projetos de tecnologia criados e executados no Brasil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Empreendedorismo digital: Brasil, a “Arroba” da vez!" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_empreendedorismo_digital_brasil_arroba_da_vez.jpg" alt="Empreendedorismo digital: Brasil, a “Arroba” da vez!" align="left" hspace="2" vspace="2" />Tenho lido diversas matérias em publicações internacionais sobre o Brasil. Edições especializadas ou não em tecnologia, a voz geral diz que chegou a nossa vez. O Brasil deixou de ser apenas referência em Carnaval, o país da Amazônia, do futebol, das empresas internacionais, como Petrobrás, Embraer e Vale, que muito nos orgulham, para ser referência em tecnologia e mercado digital.</p>
<p>O Brasil já ocupa o sétimo maior mercado de TI no mundo. Os bancos brasileiros são os mais inovadores nessa área, nossas eleições são informatizadas (com o resultado saindo quase que instantaneamente), temos produtos, empresas e profissionais de destaque em todo o ecossistema da tecnologia mundial.</p>
<p>Exatamente por isso, em muito em breve o Brasil será um dos três centros globais de tecnologia para pesquisa e desenvolvimento no mundo, disputando essa posição com a India e China, perdendo apenas para os EUA e o Japão.</p>
<p><span id="more-7474"></span>Por outro lado e apesar de todo esse &#8220;boom brazuca&#8221;, infelizmente ainda temos vários problemas: legislação tributária ultrapassada, leis trabalhistas impeditivas e pouco ou quase nenhum apoio governamental (Federal, Estadual e Municipal).</p>
<p>Para completar os desafios, li uma nota em que o Ministério do Trabalho informava que não estamos formando engenheiros e e bacharéis em ciências da computação com rapidez suficiente para atender este crescimento e demanda. Precisamos de gente qualificada e com boa formação.</p>
<p>Os empreendedores, no entanto, estáo fazendo cada vez melhor a sua parte e têm colaborado bastante com iniciativas independentes e projetos tão bons quanto os similares nos grandes centros no mundo. Isso também tem atraido cada vez mais a atenção de investidores para o Brasil.</p>
<p>Vamos em frente! Somos a bola da vez! Arr@ba Brasil&#8230; ops&#8230; Arriba Brasil!</p>
<p>Até a próxima &#8211; <a title="Siga-me no Twitter" href="http://www.twitter.com/JoaoKepler" target="_blank">@JoaoKepler</a>.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>João Kepler</b>.<br>

Investidor anjo, empreendedor serial, palestrante, CEO do Show de Ingressos, especialista em e-business e mídias socias.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Tempo é dinheiro: saiba quando economizar pode ser prejudicial a você</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/02/09/tempo-e-dinheiro-saiba-quando-economizar-pode-ser-prejudicial-a-voce/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 20:47:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negociação]]></category>
		<category><![CDATA[custo]]></category>
		<category><![CDATA[desconto]]></category>
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		<description><![CDATA[Economizar nem sempre significa um bom negócio para seu desempenho profissional e pessoal. Será que economizar pode ser prejudicial a você?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Tempo é dinheiro: saiba quando economizar pode ser prejudicial a você" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/02/dinheirama_post_tempo_dinheiro_saiba_quando_economizar_pode_ser_prejudicial_a_voce.jpg" alt="Tempo é dinheiro: saiba quando economizar pode ser prejudicial a você" align="left" hspace="2" vspace="2" />Fomos criados e acostumados a pensar que economizar sempre vale a pena. Porém, minha intenção neste artigo é mostrar que certos tipos de economia podem ter justamente o efeito contrário. Elas podem ser prejudiciais a você, podendo até mesmo retardar o seu crescimento pessoal e profissional.</p>
<p>E eu sei que falar sobre não economizar aqui no Dinheirama pode soar como uma heresia. Mas, fique tranquilo, eu tenho ótimos pontos para sustentar esta visão. Continue lendo o artigo para saber quando economizar pode ser ruim para você e saiba o que fazer para evitar estas situações.</p>
<p><strong>Cópia a R$ 0,30 ou a R$ 0,60?</strong><br />
Parece uma pergunta idiota, não é mesmo? Afinal, dada a mesma qualidade do material, é claro que você optaria pela cópia de R$ 0,30. Porém, o caso é:</p>
<ul>
<li>Você está na faculdade e a empresa que faz a cópia de R$ 0,60 fica ao lado de sua sala de aula;</li>
<li>Já a papelaria que faz a cópia por R$ 0,30 fica a uma hora (30 minutos de ida e 30 minutos de volta).</li>
</ul>
<p>Sabendo que você precisará de 10 páginas copiadas, você manteria a opção de R$ 0,30, para economizar? Note que você está diante de um<strong><em> trade-off</em></strong>, ou seja, uma relação de <strong>custo-oportunidade</strong>:</p>
<ul>
<li>Opção 1: gastar R$ 6,00;</li>
<li>Opção 2: gastar uma hora adicional e gastar R$ 3,00 (economizando outros R$ 3,00).</li>
</ul>
<p>E então? Analisarei os resultados em breve, mas antes vejamos outro exemplo que ocorre frequentemente.</p>
<p><strong>Gasolina a R$ 2,90 o litro ou a R$ 3,00 o litro?</strong><br />
Você decidiu sair de viagem com sua família e deve decidir em qual posto irá abastecer durante a viagem. Sua intenção é abastecer 50 litros de combustível e deve optar entre dois postos.</p>
<ul>
<li>Posto #1: o posto fica exatamente no caminho da viagem, porém o preço é de R$ 3,00 o litro;</li>
<li>Posto #2: É preciso desviar 1 hora do trajeto original para abastecer a R$ 2,90 o litro.</li>
</ul>
<p>Note o seguinte custo-oportunidade:</p>
<ul>
<li>Opção 1: gastar R$ 150,00 (R$ 3,00 x 50 litros);</li>
<li>Opção 2: gastar 1 hora adicional e R$ 145 (economizando R$ 5,00).</li>
</ul>
<p>Qual opção você escolheria?</p>
<p><strong>Tempo é Dinheiro!</strong><br />
Você certamente já ouviu a frase <em>&#8220;Time is Money&#8221;</em> ou <em>&#8220;Tempo é Dinheiro&#8221;</em>. Talvez ela não tenha feito muito sentido quando você a escutou pela primeira vez, mas ela é essencial em finanças pessoais e <a title="Acesse o HC Investimentos" href="http://migre.me/7RzuW" target="_blank">investimentos</a>. Compreender esta frase é saber que o seu tempo é o ativo mais importante. E sabe por quê? Porque ele não tem volta. Você está sempre correndo contra o tempo e não há mágica para recuperar um tempo perdido.</p>
<p>Lembre-se da frase &#8220;Tempo é Dinheiro&#8221; como um custo-oportunidade. Toda vez que você decidir gastar seu tempo em alguma atividade, saiba que ela possui um custo-oportunidade. Por exemplo: você possui uma prova amanhã, mas decide assistir uma hora de novela. Este tempo tem um custo, já que você está perdendo a oportunidade de estudar mais para garantir uma melhor nota na prova. A relação é simples assim.</p>
<p><em>“E como aplicar este conceito de custo-oportunidade aos dois casos que analisamos?”</em>. Achei que você não fosse perguntar. Vamos lá&#8230;</p>
<p><strong>Você pode estar trocando seu tempo por menos do que o salário mínimo!</strong><br />
Talvez você tenha escolhido economizar dinheiro em ambos exemplos. Afinal, é natural do ser humano querer obter vantagem. No caso da cópia, você poderia falar com seu amigo que pagou R$ 0,60 pela cópia algo tipo: <em>&#8220;Nossa, você é louco, eu consegui aqui perto pela metade do preço&#8221;</em>. Ou, no caso da gasolina: <em>&#8220;Tá louco, você pagou R$ 3,00 o litro? Não conhece o posto de R$ 2,90?&#8221;</em>.</p>
<p>Porém, precisamos analisar ambas as situações através do custo-oportunidade, ou pensando na frase <em>“Tempo é Dinheiro”</em>. No caso da cópia:</p>
<ul>
<li>Opção 1: gastar R$ 6,00;</li>
<li>Opção 2: gastar 1 hora adicional e gastar R$ 3,00 (economia de R$ 3,00).</li>
</ul>
<p>Veja claramente como <strong>na opção 2 você está trocando uma hora do seu tempo por R$ 3,00</strong>. Você acha que vale a pena economizar neste caso? Se você ainda respondeu &#8220;sim&#8221;, acredito que os números a seguir podem mudar sua opinião.</p>
<p>O salário mínimo atual é de R$ 622,73. Logo, se considerarmos um trabalhador de 40 horas semanais, ou 168 horas por mês, temos a seguinte relação de R$ 3,71 por hora de trabalho. Então, <strong>o trabalhador que recebe o salário mínimo troca uma hora de seu tempo por R$ 3,71</strong>.</p>
<p>Surpreendente, não é mesmo? Assim, se você prefere gastar uma hora a mais de seu dia para economizar apenas R$ 3,00, você está trocando o seu tempo por menos do que uma pessoa que recebe o salário mínimo. Este é o seu custo-oportunidade.</p>
<p>Ao invés de trocar R$ 3,00 por hora, você poderia gastar esta hora estudando mais para, futuramente, conseguir um salário melhor. Ou, se você recebe por hora, esta relação fica ainda mais fácil de compreender: se você recebe R$ 10,00 por hora, este tipo de economia custaria a você R$ 7,00 (R$ 10,00 que você poderia receber trabalhando – R$ 3,00 que você efetivamente economizou).</p>
<p><strong>Economizar nem sempre vale a pena</strong><br />
Retornando ao início do artigo, economizar pode até mesmo ser prejudicial ao seu crescimento pessoal e profissional. Principalmente quando a economia potencial é muito pequena em termos absolutos.</p>
<p><strong>Erro #1: Pensar em termos relativos ao invés de absolutos na economia de pequenos valores.</strong><br />
Note que no caso da cópia, a economia absoluta é de R$ 3,00. Porém, em termos relativos é de 50%. Ou seja, metade do preço economizado. Este é um erro fundamental que muita gente comete.</p>
<p>Pela natureza do ser humano &#8211; de querer obter vantagem ou contar vantagem para os outros -, ele tende a “esquecer” que, mesmo que ele esteja pagando metade do preço, ele estaria economizando apenas R$ 3,00. E, assim, decide “contar vantagem” usando os 50% como justificativa.</p>
<p><strong>Erro #2: Trocar seu maior ativo (tempo) por pouco dinheiro.</strong><br />
Trata-se de um erro decorrente do primeiro. Seu valioso tempo não tem volta, certo? A afirmação fica ainda mais séria quando se troca seu tempo por menos do que o salário mínimo, como vimos na explicação ali em cima.</p>
<p><strong>O que fazer para evitar estes erros?</strong><br />
Primeiramente, quero deixar um conceito bem claro: <strong>não estou dizendo que você nunca deve economizar</strong>. Eu mesmo sou um grande poupador e invisto cada centavo guardado para aproveitar o máximo do magnífico benefício dos <a title="Leia mais sobre juros compostos" href="http://migre.me/7Rzwu" target="_blank">juros compostos</a>.</p>
<p>A questão é que você deve saber <strong>quando</strong> economizar. E não, você não precisa ficar maluco calculando a relação entre tempo e dinheiro ou o custo-oportunidade a cada momento. Você precisa lembrar apenas deste simples conceito: ao economizar é preciso pensar mais em termos absolutos do que relativos.</p>
<p>Não importa se o desconto é de 90% quando o preço do produto é R$ 5,00. Afinal, você economizaria &#8220;apenas&#8221; R$ 4,50. Digo &#8220;apenas&#8221; porque é preciso avaliar o que você deixaria de fazer (e ganhar) para conquistar este desconto.</p>
<p>De uma forma geral, prefira gastar seu tempo para economizar em compras de alto valor (um desconto de 10% em um produto que custa R$ 1.000,00 é excelente) ou em negociações cujos esforços são mínimos (uma cópia de R$ 0,50 do lado da de R$ 0,60 é um bom negócio, claro!).</p>
<p>Assim, sempre pesquise preços de TVs, aparelhos domésticos, eletroeletrônicos, carros, imóveis e afins. E perceba que, ainda que soe estranho, não vai haver muita vantagem em economizar na compra de canetas, refrigerantes, pão etc.</p>
<p>Mais uma vez reitero: <strong>o tempo é seu bem mais valioso</strong>; quando bem utilizado, no que realmente importa para você, ele só tem a acrescentar em sua vida. Aproveito para convidá-lo a comentar o texto e dar sua opinião sobre a questão de quando economizar. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Henrique Carvalho</b>.<br>

Autor do Blog <a title="HC Investimentos" href="http://www.hcinvestimentos.com">HC Investimentos</a>. No Twitter: <a title="Siga no Twitter" href="http://www.twitter.com/hcinvestimentos">@hcinvestimentos</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Educação financeira para profissionais da área de saúde</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/01/30/educacao-financeira-para-profissionais-da-area-de-saude/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 12:34:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dinheirama e Gestão Hospitalar criam projeto para levar educação financeira para profissionais da área de saúde. Conheça a e apoie esta ideia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Educação financeira para profissionais da área de saúde" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/01/dinheirama_post_educacao_financeira_profissionais_saude.jpg" alt="Educação financeira para profissionais da área de saúde" align="left" hspace="2" vspace="2" />Você, leitor habitual do <em>Dinheirama</em>, já deve saber que, além de sermos um blog também oferecemos em todo território nacional palestras, cursos, seminários e consultoria relacionada à área de educação financeira. Felizmente, temos alcançado no mundo offline a mesma aceitação que alcançamos na Internet.</p>
<p>Por isso, gostaríamos de compartilhar com você a parceria firmada entre o Dinheirama e o blog <a title="Conheça o Blog Gestão Hospitalar" href="http://gehosp.com.br/" target="_blank">Gestão Hospitalar</a> com o objetivo de desenvolver projetos de educação financeira personalizados para os profissionais da área de saúde.</p>
<p><strong>O que podemos oferecer?</strong><br />
Com essa parceria, instituições de saúde poderão adotar o projeto de educação financeira feito sobe medida para os seus profissionais, contando com:</p>
<ul>
<li>Palestras de Educação Financeira e planejamento pessoal;</li>
<li>Cursos específicos de desenvolvimento financeiro (Planejamento, Investimentos, Negociação de Dívidas, Bolsa de Valores etc);</li>
<li>Consultorias pessoais;</li>
<li>Criação de conteúdo (artigos, vídeos, podcasts) para exposição na Intranet do Hospital;</li>
<li>Criação de cursos de educação financeira em DVD.</li>
</ul>
<p><span id="more-7151"></span><strong>Faça contato e conheça melhor essas possibilidades!</strong><br />
Se você trabalha em alguma instituição de saúde (hospitais, operadoras de plano de saúde, clínicas ou consultórios), converse com o departamento de pessoal (RH) e faça a sugestão para ter, em sua empresa, um beneficio que certamente fará diferença no futuro.</p>
<p>Para conhecer um pouco mais do projeto e desta parceria com o Dinheirama, entre em contato com <strong>Roberta</strong> através do e-mail <strong>roberta@gehosp.com.br</strong> ou com <strong>Ricardo</strong> pelo e-mail <strong>contato@dinheirama.com</strong>. Se precisar de ajuda para formular uma apresentação ou proposta, conte conosco.</p>
<p>Não perca essa oportunidade. Obrigado e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Alexandre Borin, CEO da Prestus</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 10:48:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Desempenho acima da média e cobranças sociais e familiares. Como fica a qualidade de vida? Equilibrar os afazeres profissionais e pessoais é um desafio e tanto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Alexandre Borin, CEO da Prestus" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_entrevista_alexandre_borin_ceo_prestus.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Alexandre Borin, CEO da Prestus" align="left" hspace="2" vspace="2" />Uma das características profissionais que mais gera angústia, especialmente nos jovens, é a produtividade com responsabilidade. Ao mesmo tempo em que se exige desempenho acima da média, aumentam também as cobranças sociais e familiares, especialmente no que tange a questão da qualidade de vida. Equilibrar os afazeres profissionais e a demanda por mais tempo fazendo o que gosta é um desafio e tanto.</p>
<p>Para aprofundar mais esse assunto, conversei com <strong>Alexandre Borin</strong>, formado pela UNICAMP em Engenharia Elétrica, pós-graduado em Marketing e MBA Executivo pelo IBMEC. É atualmente CEO da <strong><a title="Conheça a Prestus" href="http://migre.me/7ut0q" target="_blank">Prestus</a></strong>, uma empresa inovadora que provê serviços de concierge corporativo e um clube de especialistas em diversas áreas, para executivos de alto desempenho, além de prover atendimento profissionalizado a clientes, 24h/dia, para empresas.</p>
<p>Depois de atuar por oito anos na Ericsson Telecomunicações, indo de <em>trainee</em> a diretor em menos de 2 anos e partindo do acúmulo de responsabilidades, Alexandre teve a grande ideia de auxiliar na produtividade de profissionais e empresas e decidiu deixar o cargo para fundar a Prestus. Em menos de um ano, a Prestus ganhou um Prêmio de Inovação, dezenas de clientes e foi capa da revista PEGN de Setembro/2010.</p>
<p><span id="more-7016"></span>Acompanhe nosso papo:</p>
<p><strong>Alexandre, a percepção de que as pessoas estão cada vez mais ansiosas me faz crer que ficamos menos produtivos &#8211; pelo menos sob nosso próprio olhar. Como isso prejudica a organização das tarefas e sua consequente realização?</strong></p>
<p><strong>Alexandre Borin:</strong> Realmente, os níveis de ansiedade a que estamos expostos estão maiores, o que nos traz a sensação de que o volume de afazeres sempre aumenta, sem parar. A verdade é que estamos perdendo um bem muito importante, que é o nosso foco! Veja que os conceitos de “foco” (o que fazer e o que não fazer) e “organização” (como fazer) são conceitos bastante diferentes.</p>
<p>Em geral, uma pessoa bem organizada consegue sequenciar suas atividades e acaba assumindo diversas tarefas simultaneamente. É a sua falta de foco que cria a percepção de ansiedade e de que há problemas demais por resolver. Infelizmente, tratamos a nossa falta de foco tentando “organizar” nosso dia a dia, ao invés de priorizar o que efetivamente precisa ser feito. Ao buscarmos mais foco, a ansiedade se reduz e encadear tarefas fica mais fácil &#8211; sem realizá-las todas, é claro.</p>
<p><strong>Como empreendedor, alguém que quebrou certos paradigmas, você também concorda que, muitas vezes, as regras (explícitas ou não) limitam a criatividade e o potencial dos trabalhadores? Como equilibrar a cobrança por inovação e a importância dos resultados tangíveis?</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Esta é a eterna e saudável busca por equilíbrio entre as iniciativas e “acabativas”, diariamente. Os esforços por inovação são importantíssimos em um mundo onde as empresas se reinventam a cada dia. Mas o extremo também não é saudável. É comum empresas se esforçarem tanto para inovar e lançar produtos, que se esquecem de fazê-los dar certo em seguida. Já acompanhei lançamentos serem comemorados mais como um “finalmente” que como o que realmente deveriam ser: o começo, o lançamento. Devemos buscar “acabativa” em grau igual ou ainda maior do que buscamos a inovação.</p>
<p><strong>Qual foi o seu maior desafio profissional? Como você lidou com a questão e o que aprendeu?</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Sempre acumulei muitas tarefas e desafios simultâneos, seja na carreira executiva como no empreendedorismo, mas não tenho dúvidas em dizer que o maior desafio sempre foi “desenvolver competências” &#8211; tanto em mim, como nos membros do time. Por mais que tenhamos pouco tempo em nossa vida profissional, desenvolver pessoas deve ser prioridade. Só assim que se obtém comprometimento e resultados acima da média.</p>
<p>Acredito ser importante evitar pensamentos egoístas e simplistas tipo <em>“se quer bem feito, faça você mesmo”</em>. Melhor é desenvolver as pessoas que estão ao nosso lado e pensar <em>“se quer bem feito 100 vezes, ensine você mesmo – e duas vezes, com paciência, se necessário”</em>. No médio e longo prazo a empresa terá muito mais gente capaz de fazer bem feito, o que aumentará seu retorno e satisfação de seus clientes.</p>
<p><strong>Você diria que o fracasso também é fundamental para crescer e prosperar? Tem algum exemplo pessoal neste sentido?</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Gosto do pensamento de que devemos reconhecer o sucesso das pessoas não pelas coisas que conquistaram, mas pelas coisas de que abriram mão para conquistar o que tanto queriam. Falhar e cometer erros estão entre as experiências que mais nos ajudam crescer, não tenho dúvida disso.</p>
<p>Um exemplo pessoal? Bem, ainda antes de completar 18 anos abandonei o curso de engenharia no ITA, pois achava as disciplinas difíceis demais. Meses depois, entrei novamente para a engenharia na escola que sempre tinha sonhado (Unicamp). E qual não foi a minha surpresa ao descobrir que o difícil era mesmo o curso, e não a escola? Fracasso ou sucesso? Decisões difíceis nos fazem crescer e nos abrem outras oportunidades incríveis.</p>
<p><strong>A sobrecarga de informação parece vir acompanhada de uma enxurrada de atividades e demandas complementares. Você percebeu nesse problema um nicho, uma oportunidade. Delegar não faz parte de nossa natureza? Podemos mudar isso?</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Sempre fui obcecado por ser produtivo ao máximo. Quando atuei como diretor em uma multinacional de telecomunicações, por cerca de 7 anos, eu não tinha uma assistente dedicada e, frequentemente, eu me via fazendo coisas para as quais minha hora de trabalho era &#8220;cara&#8221; demais.</p>
<p>Foi aí que comecei a perceber que a maioria dos profissionais desperdiçava tempo por falta de retaguarda e decidi fundar a <a title="Conheça a Prestus" href="http://migre.me/7ut0q" target="_blank">Prestus</a>. Eu queria justamente fornecer retaguarda (assistentes) 24h por dia, para todo tipo de profissional. O objetivo era dar produtividade e permitir que os profissionais pudessem focar seu esforço nas tarefas que realmente fossem relacionadas ao seu conhecimento e trabalho.</p>
<p>Uma coisa é termos que fazer algo por falta de opções. Outra coisa é a nossa recusa interior em colaborarmos mais com as outras pessoas. Nesta “Era da Colaboração”, não faz sentido fazermos as coisas sozinhos! Assim como a especialização do trabalho, delegar tarefas é uma opção natural para quem busca ter foco e alta produtividade.</p>
<p><strong>Posições de destaque exigem profissionais mais capazes, mas também equipes mais preparadas para compartilhar responsabilidades. Quais os principais passos para que delegar realmente funcione?</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Delegar é uma experiência, um “quantum” de liderança. Para delegar bem, o indivíduo deve entender, dividir, programar, alocar, motivar, acompanhar, cobrar e por ai vai. O que impressiona mais, nestas palavras, é que o verbo “fazer” (a atividade em si) não está entre elas. Para delegar bem, temos que buscar o equilíbrio entre “focar” (o que fazer) e “organizar” (como fazer).</p>
<p>Há pessoas que tem dificuldade em delegar tarefas, pois se preocupam mais em “como os outros vão fazer” do que com “o que” elas mesmas devem deixar de fazer. Assim, o primeiro passo é refletir qual deve ser o seu foco e, a partir deste exercício, listar as diversas tarefas que são &#8220;terceirizáveis&#8221;.</p>
<p>Outra dica importantíssima é que mantenhamos um controle (costumo recomendar um caderno, de papel mesmo) para que, depois de entendido e dividido o problema, programados e alocados os recursos, possamos nos lembrar de acompanhar e cobrar os resultados. Delegar significa contar com o apoio dos outros, mas também reconhecer seu esforço. Só é possível fazer isso se houver controle.</p>
<p><strong>Alexandre, muito obrigado pela disponibilidade e excelente conversa. Deixe uma mensagem final aos leitores do <em>Dinheirama</em>.</strong></p>
<p><strong>A. B.:</strong> Temos que ter clareza sobre o que buscamos (isto é foco) e o que queremos primeiro (isto é priorização) em nossos desafios e em nossa vida. A pessoa que administra bem o seu tempo não é a que é mais organizada para realizar tudo, mas sim a que decide melhor o que fazer e o que deixar de fazer.</p>
<p>E, veja que interessante: no final, o nosso sucesso talvez possa ser melhor medido não pelas coisas que conquistamos, mas pelas coisas das quais abrimos mão nesta jornada de conquistas. Obrigado pela oportunidade e parabéns pelo belo trabalho realizado no <em>Dinheirama</em>.</p>
<p>Fotos: <strong>divulgação</strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Os meus votos e alguns pedidos para 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 15:34:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Receba os votos de um Feliz 2012, mas também a responsabilidade de lutar por um ano melhor. Conheça os desafios e oportunidades do Brasil na economia e no cotidiano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Os meus votos e alguns pedidos para 2012" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_meus_votos_alguns_pedidos_2012.jpg" alt="Os meus votos e alguns pedidos para 2012" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Gustavo Chierighini</strong>, fundador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>No final do ano passado, quando 2010 chegava aos seus últimos dias, publiquei aqui uma matéria na qual declarava um conjunto de pedidos para o ano que estava chegando. Foi um desabafo consciente de quem, apesar do tom eventualmente irônico e do humor cáustico presente na maioria dos textos, crê e muito na força transformadora da sociedade brasileira e dos seus empreendedores e amantes da livre iniciativa, essa gente corajosa.</p>
<p>Mas, agora estamos aqui, no final do ano para o qual fiz aqueles pedidos todos. E 2012 começa a bater na porta &#8211; e com ele seus desafios, venturas e desventuras.</p>
<p>Em um ano, muita coisa mudou. No campo político, uma normalidade pouco a pouco se estabelece, o que não quer dizer que estejamos satisfeitos com a troca de parcela tão significativa de ministros por conta de denúncias de corrupção. Mas ela se estabelece na medida em que o senso crítico e a indignação voltam a tomar conta do consciente coletivo, o que fortalece o sistema democrático e, por final, as próprias instituições.</p>
<p><span id="more-6973"></span>Na economia, apesar do atoleiro europeu e norte-americano, estamos nos mantendo, mais maduros ao que parece. Pouco a pouco, não tenho mais escutado os berros e sanfonas ufanistas do Brasil potência, mas no seu lugar surge um sentimento de nação estruturada, realista, com menos samba, menos fanfarra e mais realidade e percepção sobre o valor do dever de casa que deve ser feito sempre (e que nunca chega ao fim).</p>
<p>Neste campo, o ano de 2012 não parece prometer grandes comemorações. A história recente (eu vivi na pele tanto a crise dos anos 90 como as do início deste século) mostra que a nossa capacidade de surpreender expectativas econômicas são mesmo surpreendentes. Certamente chegaremos bem ao final do ano que vai começar.</p>
<p>Mas há muito ainda para evoluirmos. Nos falta o senso de cobrança que um contribuinte honesto deve ter. Aquela altivez diante do Estado e suas instituições, que não as deixa de respeitar, mas que contém no seu conjunto um ceticismo saudável misturado a uma boa dose de severidade e baixa tolerância diante da ocorrência dos desmandos, dos desatinos e da ridícula incompetência. Sim, leitor, somos tolerantes demais.</p>
<p>Por fim, consciente de que a vida econômica e empresarial se dá no dia-a-dia, num conjunto de pequenos gestos, atitudes, fatos e ocorrências, me reservo direito de repetir abaixo os mesmos pedidos que fiz ao final de 2010. Mais uma vez, sei que vou incomodar alguns, arrancar gargalhadas de outros, mas também sei que muitos se identificarão com a minha lista absolutamente genuína de resoluções de Ano Novo:</p>
<ol>
<li><strong>Que não sejamos constantemente abordados por modinhas de gestão</strong> cuja importância se dilui na mesma intensidade com que são anunciadas;</li>
<li><strong>Que as pessoas envolvidas com o mundo dos negócios abandonem o uso irresponsável e massacrante do gerúndio</strong> em suas comunicações. Algo como: “Estamos fazendo, alinhando, providenciando”, usados sempre para criar a imagem de movimento e ação para algo que já se sabe totalmente paralisado ou engavetado;</li>
<li><strong>Que as empresas abandonem a instabilidade como cultura permanente</strong> e passem a entendê-la como um problema a ser resolvido e não como uma solução ou qualidade sem nexo algum. E, em consequência, que nunca mais escutemos em uma reunião ou encontro de negócios expressões do tipo “Sou um cara movido por mudanças”, como se a mesma representasse um adjetivo qualitativo;</li>
<li><strong>Que o desempenho cênico nunca mais vença o fato</strong>. Que ninguém se permita ser persuadido ou seduzido pela oratória ou capacidade de expressão de alguém, mas sim convencido pela clareza dos fatos apresentados e pela lógica dos argumentos;</li>
<li><strong>Que o mundo empresarial abandone a ideia de que a política é lugar apenas para políticos profissionais, sindicalistas, ativistas ou agitadores desta ou daquela tendência</strong>. É justamente por essa falta de participação e engajamento que vivemos no Brasil, absurdos como: a) Meses para se abrir uma empresa; b) Uma massacrante burocracia para se tirar qualquer ideia empreendedora do papel; c) Uma legislação trabalhista absolutamente antiquada e desestimulante para a geração de empregos formais; d) Uma brutal insegurança jurídica; e e) A maior carga tributária do planeta, sem retorno em benefícios públicos. (Não para por aqui, existem muitos outros);</li>
<li><strong>Que tenhamos mais personalidade e altivez</strong>, longe do nacionalismo barato, mas abandonando de vez, ou sempre que possível, o hábito de usar outros idiomas para expressar ideias, conceitos ou o que quer que seja, estimulando com isso o neo-analfabetismo (dificuldade de expressão no idioma nativo, verificado em pessoa dotada de instrução);</li>
<li><strong>Que as reuniões sejam objetivas e estruturadas</strong>, sem espaço para ações performáticas ou recitais de frases de efeito, deixando as artes cênicas para o momento apropriado;</li>
<li><strong>Que chefes sejam simplesmente bons chefes</strong>, dotados de aptidões para a liderança (já estaria de bom tamanho), sem as propaladas pretensões rocambolescas de se tornar “O Líder”, “O Grande Líder” ou quem sabe “O Grande Timoneiro”;</li>
<li><strong>Que tenhamos um pouco mais de autoconfiança</strong>, tratando com naturalidade as opiniões divergentes, as críticas ou embates de natureza profissional, fazendo com que essa atitude saia do discurso e entre para a vida real;</li>
<li><strong>Que ninguém seja cobrado para ser politicamente correto</strong>, mas estimulado a dizer a verdade, a ser honesto, mesmo que não agrade;</li>
<li><strong>Que abandonemos as frases feitas e o lugar comum</strong> em troca de cultura, aprofundamento e senso de precisão.</li>
</ol>
<p>Com muita esperança e os meus melhores votos, que venha 2012!</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Plataforma Brasil</b>.<br>

A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Um desabafo sobre nós e Steve Jobs: somos todos geniais e difíceis!</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 11:18:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plataforma Brasil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Steve Jobs era mesmo um gênio, mas também um chefe bem difícil. Mas, somos todos geniais e difíceis, não? Então como fica a gestão de pessoas e recursos humanos?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Um desabafo sobre nós e Steve Jobs: somos todos geniais e difíceis!" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_desabafo_nos_steve_jobs_somos_todos_geniais_dificeis.jpg" alt="Um desabafo sobre nós e Steve Jobs: somos todos geniais e difíceis!" align="left" hspace="2" vspace="2" />Por <strong>Carlos Jenezi</strong>, empresário, consultor e colaborador da Plataforma Brasil Editorial.</p>
<p>Nesses dois meses que se passaram desde a morte de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/U3RldmUrSm9ic18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">Steve Jobs<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, muito se falou e escreveu sobre ele. A maioria falava de sua genialidade, seu espírito inovador, sua revolução no mundo da tecnologia. Tentando usar um pouco mais de seu já desgastado perfil, peço licença póstuma pra discorrer sobre um tema que Jobs também era mestre: sua irascibilidade enquanto chefe (o seu biógrafo, Walter Isaacson confirma).</p>
<p>Sua personalidade difícil e por vezes imatura já é de pleno conhecimento de todos há muitos anos. Jobs era genial, não temos como discordar. Quem conhece minimamente sua história de vida (que vai muito além de seus gadgets) sabe do que estou falando. Mas Jobs também era um cara muito complicado; era dificílimo enquanto gestor de pessoas. Uma característica que sua humanidade preservou, afinal, ele (como todos) carregou consigo a prerrogativa da imperfeição humana.</p>
<p>Eu nunca tive a sorte de trabalhar com chefes verdadeiramente geniais. Meus ex-superiores variavam entre a normalidade e a mediocridade. Por outro lado, tive a infelicidade de trabalhar com chefes que foram péssimos no gerenciamento de pessoas. Talvez eles fossem geniais enquanto esportistas, pais, maridos, mas como gestores dos tais “recursos humanos”, infelizmente não.</p>
<p>Se eu pudesse ter escolhido entre trabalhar com Jobs (genial e irascível) e outra pessoa qualquer (mediano, mas que gerenciasse bem sua equipe), o que teria preferido? Sinceramente, não sei. Provavelmente um pouco de cada, de acordo com a fase da minha vida profissional.</p>
<p><span id="more-6792"></span>De qualquer forma, sempre que ouço falar de pessoas como Jobs e meus ex-chefes fico me perguntando: onde teriam chegado se fossem melhores gestores de suas equipes? Quantas oportunidades não perderam? Quantas pessoas extremamente competentes – normais ou geniais – não repeliram com suas atitudes imaturas e irracionais?</p>
<p>Também me pergunto sobre o que as motiva a agirem dessa forma. Será que nunca ouviram <em>feedbacks</em> de que sua postura era contraproducente? Duvido. Ouviram muitas vezes, mas preferiram se manter iguais, seja por preguiça, descaso ou simplesmente incapacidade de mudar, a opção na qual mais acredito. Vamos aos fatos.</p>
<p>Quando prego que os chefes em geral devem olhar mais atentamente para suas equipes, não o faço como defensor dos direitos humanos. Acredito que o mercado de trabalho é lugar pra “gente grande”, pra pessoas que devem estar preparadas para suportar pressão e cobrança por resultado. Em troca, receberão seus salários, direitos e, quem sabe, alguns mimos adicionais.</p>
<p>Quem não estiver disposto, que mude de ocupação. Quando defendo o olhar atento para a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z2VzdCVFM28rcGVzc29hc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">gestão de pessoas<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, defendo antes de qualquer coisa a eficiência. Produtos e serviços são grandes diferenciais de uma empresa, mas quem os desenvolve e executa são as pessoas.</p>
<p>Salários altos seguram talentos, porém por pouco tempo. Escolher pessoas talentosas, treiná-las de acordo com a cultura da empresa, mantê-las motivadas de verdade (através de salário, desafios e um ambiente estimulante) são com certeza os maiores desafios dos gestores atuais. São também os grandes diferenciais que qualquer empresa pode ter. A má notícia é que poucas empresas se dão conta dessa realidade e cobram dos chefes esse tipo de conhecimento.</p>
<p>Todos nós, chefes ou subordinados, devemos ter sempre essa realidade em mente. Como subordinados, devemos olhar nossos superiores e tentar enxergar se eles de fato estão à altura de nosso valor ou se devemos simplesmente “demiti-los” de nossa história profissional (acredite, existem muitas empresas em todo o mundo!).</p>
<p>Como <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2hlZmVfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-52">chefes<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, devemos olhar o exemplo de Jobs e tentar enxergar em nós a genialidade, a normalidade ou a mediocridade. A boa notícia é que, no caso da gestão de pessoas, a diferença entre um e outro não está na vontade divina, e sim na sincera e pragmática decisão de ser mais eficiente.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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A Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Entrevista: Marcelo Cuellar, Headhunter na Michael Page</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/11/01/dinheirama-entrevista-marcelo-cuellar-headhunter-na-michael-page/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 18:55:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marcelo Cuellar, Headhunter na Michael Page, fala da escolha da profissão, do desenvolvimento da carreira e da importância de ficar atento às oportunidades.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Entrevista: Marcelo Cuellar, Headhunter na Michael Page" src="http://dinheirama.com/files/2011/11/dinheirama_entrevista_marcelo_cuellar_headhunter_michael_page.jpg" alt="Dinheirama Entrevista: Marcelo Cuellar, Headhunter na Michael Page" align="left" hspace="2" vspace="2" />Que rumo tomar quando o assunto é nossa carreira? Você, jovem leitor, já deve ter se questionado bastante sobre suas escolhas profissionais. Acontece sempre, não é mesmo? Tivemos a oportunidade de conversar sobre isso com <strong>Marcelo Cuellar</strong>, administrador pela Universidade Federal do Paraná, pós-graduado em Recursos Humanos pelo Instituto Presbiteriano Mackenzie em São Paulo e <a title="Conheça o Blog do Cuellar" href="http://vocesa.abril.com.br/blog/marcelo-cuellar/" target="_blank">blogueiro do site da Revista Você S/A</a> (Ed. Abril).</p>
<p>Marcelo Cuellar faz parte do corpo gerencial da <strong><a title="Conheça a Michael Page" href="http://www.michaelpage.com.br/" target="_blank">Michael Page</a></strong>, consultoria multinacional de recrutamento de executivos, onde é responsável por projetos em empresas dos mais variados segmentos da economia, diferentes culturas organizacionais, nacionais e multinacionais. Cuellar é também músico, com muitos cursos completos relacionados ao tema, como harmonia, improvisação, teoria musical, história da música entre outros.</p>
<p>As transformações pessoais ao longo da carreira e a necessidade de fazer algo que traga retorno financeiro e emocional desperta excelentes discussões nas rodas de amigos. Cuellar deu sua opinião sobre isso nesta entrevista. Acompanhe nosso papo e faça contato com o autor pelo <a title="Siga o Cuellar no Twitter" href="http://www.twitter.com/marcelocuellar" target="_blank">@marcelocuellar</a> (<em>Twitter</em>) e através de seu <a title="Acesse o perfil no LinkedIn" href="http://br.linkedin.com/in/marcelocuellar" target="_blank">perfil no LinkedIn</a>.</p>
<p><span id="more-6764"></span><strong>Marcelo, recentemente perdemos Steve Jobs, uma pessoa com uma trajetória profissional brilhante. Ele criou uma cultura que transformou a forma como as pessoas lidam com informática e influenciou toda uma geração. No famoso discurso aos formandos da Universidade de Stanford, Jobs mostra a importância de trabalhar naquilo que realmente se faz com amor. Em sua opinião, trabalhar com o que se gosta é indispensável para se tornar um profissional de sucesso? Por quê?</strong></p>
<p><strong>Marcelo Cuellar:</strong> Indispensável é uma palavra forte, mas com certeza faz toda a diferença. Parafraseando Confúcio, <em>“se você trabalhar naquilo que você gosta, nunca mais precisará trabalhar”</em>.</p>
<p>Imagine você trabalhar em alguma coisa que você faria até de graça! Agora imagine ainda alguém pagar você para fazer isto! É talvez como se sente o Ronaldinho Gaúcho. Pagam – e muito bem – para ele fazer o que ele ama. É o que acredito que todos devem ter como ideal profissional.</p>
<p><strong>Muito se fala da Geração Y e seu desapego com as corporações. Existe a ideia de que as pessoas dessa geração lidam com a troca de emprego de uma forma diferente (nem só o salário importa). Essa imagem é realmente verdadeira? O que levou a termos uma transformação significativa entre as gerações X e Y?</strong></p>
<p><strong>M. C.:</strong> Não sou um especialista no tema Geração Y, mas acredito que independente da geração, o mundo hoje busca o equilíbrio como nunca visto antes. Há protestos em <em>Wall Street</em> contra os banqueiros, novas seitas e religiões surgindo, explosão da venda dos livros de auto-ajuda e muito mais. Não acho que é uma exclusividade da Geração Y.</p>
<p>Além disso, o mundo nunca ofereceu tantas oportunidades como hoje. Com um clip feito em casa você pode fazer sucesso no mundo todo via <em>YouTube</em>, por exemplo. Mixar seu próprio CD ou mesmo montar e distribuir um filme nunca foram atividades tão acessíveis. Assim, a geração dos jovens de hoje (Y) não sabe qual alternativa seguir. O mundo corporativo é só mais uma entre todas as oportunidades que um jovem talentoso possui hoje para aproveitar tudo o que o mundo oferece.</p>
<p><strong>Um dos principais gargalos para o crescimento do Brasil é a falta de mão de obra especializada. Como as empresas estão “remediando” essa situação? Importar mão de obra de outros países já é uma tendência?</strong></p>
<p><strong>M.C.:</strong> Importar já é uma realidade, mas a legislação brasileira – para o bem e para o mal – apresenta diversos entraves. O que as empresas têm feito é treinar na base e apostar em um número de retenção que faça sentido pelo investimento feito. Retenção também é um tema muito discutido.</p>
<p>O gap entre a necessidade das empresas e a oferta de mão de obra especializada faz com que as empresas apostem no treinamento de qualidade e acelerem a carreira dos profissionais. Nunca se viu tantos gestores novos como hoje. Como tudo na carreira e na vida, isto tem seu lado bom e ruim.</p>
<p><strong>Muitos de nossos leitores são jovens que estão terminando a graduação, se preparando para entrar no mercado de trabalho. Qual o caminho para encontrar uma boa colocação? Os programas de <em>trainee</em> podem oferecer um desenvolvimento interessante? O que mais?</strong></p>
<p><strong>M.C.:</strong> Programa de <em>Trainee</em> não é garantia de sucesso, mas pode ser uma boa porta para quem busca crescer no mundo corporativo. Mas, como eu disse antes, o mundo corporativo é apenas uma das alternativas existentes hoje para jovens brasileiros. O Brasil precisa de muitas outras profissões que nem sempre são abarcadas pelo mundo corporativo.</p>
<p>A dica para encontrar uma boa colocação é fazer algo que você goste. É um pouco do que conversamos no começo da entrevista. Com isso, o sucesso é quase garantido.</p>
<p>E outra coisa: gente talentosa <strong>vai</strong> fazer sucesso, independentemente de empresa ou profissão. O Brasil vive um momento único e precisa de gente talentosa em várias áreas do conhecimento. Lembrando também que o crescimento hoje se dá mais fora do eixo Rio-São Paulo. Tem muita oportunidade fora dos grandes centros.</p>
<p><strong>E as sempre muito comentadas “profissões do futuro”? Existem áreas que podem ser destaques e oportunidades de “ouro” para quem puder ainda escolher esse caminho? Basta escolher? E como ficam a afinidade e o talento para a profissão?</strong></p>
<p><strong>M.C.:</strong> Você pode ter sua aptidão ou talento alinhado às profissões do futuro. O envelhecimento da população é um fato. Isto não quer dizer que só haverá médicos e casas de repouso. Idosos precisarão de Internet, diversão, informação de fácil acesso e entendimento, consultoria financeira, alimentação balanceada, como hoje, apenas com outra orientação.</p>
<p>É o mesmo com o segmento de Óleo e Gás após a descoberta do pré-sal. É lógico que algumas profissões ficaram mais atrativas, mas diversas outras profissões também foram positivamente impactadas com o pré-sal. Tome o exemplo dos pilotos de helicópteros. Volto a dizer: gente talentosa sempre vai enxergar as oportunidades e aproveitá-las.</p>
<p>As dicas são:</p>
<ol>
<li>O caminho se faz ao caminhar. Por isso comece a andar agora;</li>
<li>Errar faz parte. Mas só valem erros novos;</li>
<li>Nunca é tarde para mudar. Por isto não há uma responsabilidade de escolher agora a profissão da vida toda. Até porque, segundo estudos, ela deve mudar no mínimo sete vezes ao longo da vida.</li>
</ol>
<p><strong>Como você disse, é cada vez mais comum encontrarmos profissionais que, no meio da vida profissional, resolveram mudar de carreira. A que devemos esse movimento? Qual o caminho apropriado para quem se decide por esse caminho?</strong></p>
<p><strong>M.C.:</strong> Tem um texto no meu blog, <a title="Leia o texto completo" href="http://vocesa.abril.com.br/blog/marcelo-cuellar/?p=152" target="_blank">“Quero mudar de carreira. E agora?”</a>, que fala justamente sobre isso. Querer mudar de profissão vai ser cada vez mais normal. Como falei anteriormente, as possibilidade são muitas e serão cada vez maiores. O mundo ficou menor, as distâncias encurtaram e as possibilidades se multiplicaram.</p>
<p>Como falo no artigo, o caminho a trilhar não é o ímpeto nem a decisão emocional. É preciso refletir. Mas só refletir também não dá, até porque você nunca terá todas as respostas. A ação é o mais importante. Há <a title="Leia os comentários" href="http://vocesa.abril.com.br/blog/marcelo-cuellar/?p=152#comments" target="_blank">comentários bem interessantes</a> no texto que indiquei, em específico de gente que tentou e conseguiu!</p>
<p><strong>Marcelo, muito obrigado pela entrevista e parabéns pelo seu excelente trabalho. Por favor, deixe uma mensagem final para nossos leitores.</strong></p>
<p><strong>M.C.:</strong> O Brasil vive um momento único e muito positivo. Há oportunidades em todos os lados, mas é preciso ousar. O nosso momento chegou e precisamos agarrá-lo e agora! Bora fazer sucesso! Parabéns a vocês pelo trabalho sensacional e obrigado pela oportunidade. Até a próxima.</p>
<p>Foto: <strong>divulgação</strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Ricardo Pereira</b>.<br>

Educador financeiro, palestrante, Sócio do Dinheirama é autor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), trabalhou no Banco de Investimentos Credit Suisse First Boston e edita a seção de Economia do Dinheirama. No Twitter: 
<a title="Siga o Ricardo" href="http://twitter.com/RicardoPereira">@RicardoPereira</a><br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Trabalho em casa: como lidar com distrações no Home-Office</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 17:08:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Borin Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Como evitar distrações e problemas com a opção de trabalho em casa, ou home office? Disciplina, foco, local de trabalho apropriado e gestão do tempo são fundamentais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Trabalho em casa: como lidar com distrações no Home-Office" src="http://dinheirama.com/files/2011/10/dinheirama_trabalho_em_casa_como_lidar_distracoes_home_office.jpg" alt="Trabalho em casa: como lidar com distrações no Home-Office" align="left" hspace="2" vspace="2" />Trabalhar em casa pode parecer, à primeira vista, um sinônimo de produtividade: sem perdas de tempo com trânsito, sem distrações de colegas, sem chefes com exigências de última hora, autonomia total nos horários etc. Enfim, um paraíso. Porém, ao trabalhar em casa, qualquer profissional se depara, rapidamente, com um enorme desafio: <strong>a disciplina para manter o foco e para evitar tanto desgaste como distrações</strong>.</p>
<p>Pensando nisso, listo aqui algumas sugestões para escapar de tentações enquanto em <em>Home-Office</em>:</p>
<p><strong>Não misture lazer com trabalho</strong><br />
Mesmo que você tenha montado seu escritório num cômodo específico da casa, é imperativo que ele seja usado apenas para o trabalho. Mantenha a área de lazer separada – e isso inclui a televisão, videogames e outras formas de entretenimento. O seu ambiente de trabalho deve ser separado ao máximo em sua casa e sua família deve ser educada para respeitar o seu horário de trabalho.</p>
<p><span id="more-6643"></span><strong>Estabeleça pausas regulares</strong><br />
Sabe aquela hora do cafezinho, quando você trabalhava no escritório? Pois é, ela é fundamental para manter a sua produtividade. Mesmo estando em casa, você não deve abdicar dela.</p>
<p><strong>Configure a Internet para trabalhar</strong><br />
Existem várias formas de driblar a avalanche de distrações que a Internet oferece, desde evitar o uso de aplicativos que causam interrupções constantes até sistemas de rastreamento do tempo despendido nas tarefas.</p>
<p>O mais importante é definir horas certas para lidar com os sistemas de mensagens instantâneas, reduzir o número de vezes que você checa seu email e responde suas mensagens, separar tempo para pesquisar conteúdo na web e também para se atualizar com as notícias de seu setor. Tudo isso inserido numa rotina que amplie sua produtividade.</p>
<p><strong>Não se torne um &#8220;Super-homem&#8221;</strong><br />
Lembre-se que mesmo trabalhando em casa, você será mais produtivo se mantiver seu foco no que é importante e no que faz bem. Transfira para a secretária da empresa ou mesmo para um assistente virtual todas as tarefas (principalmente os afazeres pessoais que pipocarão à volta de seu <em>home-office</em>), além das coisas que tomam tempo e que não precisam ser executadas por você.</p>
<p>Com isto, além de hábitos saudáveis que melhorarão sua qualidade de vida, você manterá níveis de produtividade acima da média, o que será algo positivo pra você e para sua empresa. Se você utiliza de outras técnicas para manter sua concentração em casa, por favor compartilhe-as conosco no espaço de comentários. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Alexandre Borin Cardoso</b>.<br>

CEO da Prestus®, empresa inovadora e pioneira mundial no conceito de Clube de Serviços, com Assistentes Pessoais 24h/dia e Consultores para apoiar profissionais de alta-performance. Formado pela UNICAMP em Engenharia Elétrica, pós-graduado em Marketing e MBA Executivo pelo IBMEC.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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