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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; venda</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; venda</title>
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		<title>Compra e venda de ouro usado: dinheiro rápido e sem perguntas</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/03/28/compra-e-venda-de-ouro-usado-dinheiro-rapido-e-sem-perguntas/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 13:57:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Risco e Retorno]]></category>
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		<description><![CDATA[Como comprar e vender ouro usado? Conheça as vantagens, os critérios, riscos e as características da compra e venda de ouro usado. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Compra e venda de ouro usado: dinheiro rápido e sem perguntas" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/03/dinheirama_post_compra_venda_ouro_usado_dinheiro_rapido_sem_perguntas.jpg" alt="Compra e venda de ouro usado: dinheiro rápido e sem perguntas" align="left" hspace="2" vspace="2" />Muito por culpa da crise que se instalou e veio para ficar, a negociação de ouro é uma das que mais tem crescido nos últimos anos. Principalmente nos mercados internacionais, os investidores faturam como nunca e, da mesma forma, as lojas abertas ao público tornaram-se uma fantástica forma de conseguir realizar dinheiro de forma fácil e rápida, sem grandes perguntas ou provas.</p>
<p>Os investidores sentem uma necessidade extra de diminuir os riscos dos seus investimentos, não só por uma questão de lucro, como também por segurança. É exatamente nesse patamar que entra o ouro, uma reserva de valor que atravessa um período favorável de grande procura – o que resulta numa constante e contínua valorização em todo o mundo.</p>
<p>Se por um lado os investidores menores afastam-se deste <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2FkbythJUU3JUY1ZXNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">mercado<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, por outro lado os de grande dimensão veem neste negócio uma excelente forma de conseguir aumentar o seu patrimônio. Isso se dá, entre outras coisas, por conta das necessidades dos cidadãos que sentem dificuldades econômicas e que tem, na venda de ouro, uma excelente forma de fazer dinheiro rápido.</p>
<p><strong>Vender ouro, dinheiro rápido e sem perguntas</strong><br />
Salvo raras exceções, são muitos os investidores que recorrem a poucas questões para comprar ouro usado, tornando-se assim extremamente fácil de conseguir dinheiro rápido e fácil para uma eventualidade.</p>
<p>Assim, dado que o crescimento do negócio de compra e venda de ouro usado em Portugal (de onde escrevo) e no mundo cresceu exponencialmente nos últimos anos, conseguir dinheiro rápido e sem perguntas através da venda de alguns dos seus pertences sem uso (em ouro) tornou-se cada vez mais fácil.</p>
<p>Uma das grandes vantagens é que este é um ativo que tem liquidez em todo o mundo, isto é, os investidores podem operar no mercado nacional, salvando muitas famílias da bancarota, mas também vender mais tarde em outros países, já que este pode ser comercializado de forma universal, desde que respeitando legislações locais.</p>
<p><strong>Procedimentos na venda de ouro usado</strong><br />
Alguns dos procedimentos básicos na venda do ouro usado referem-se ao comprador. Ou seja, é importante vender o seu ouro usado apenas a compradores credenciados e sempre dentro da lei, já que uma venda fora da lei poderá trazer-lhe um sem número de problemas. Por outro lado, saber vender é essencial: você deve conhecer os valores do mercado atual para que todo o procedimento seja feito de forma correta e para que ninguém ganhe de forma desonesta.</p>
<p>Apesar de ser um negócio bastante rentável, a venda de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/b3Vyb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-48">ouro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> usado deve ser feita apenas em situações extremas e, sempre que possível, com peças sem grande história, já que vender uma peça de família pode significar grande desgosto no futuro. Assim, aconselhamos sempre a venda a um comprador que possa mais tarde voltar a vender a peça negociada – de forma que seja possível recuperá-la, caso desejado.</p>
<p><strong>Cuidados na venda de ouro usado</strong><br />
Um dos maiores cuidados que devemos ter na venda de ouro usado refere-se ao seu valor. Como ninguém gosta de ser enganado, é preciso conhecer os critérios de avaliação para conseguir prever qual será o valor da venda e, posteriormente, qual será o lucro obtido a partir dessa venda.</p>
<p>No que diz respeito aos critérios de avaliação, destacamos o tipo de peça, a antiguidade, o peso da peça em si, o estado de conservação e a pureza do ouro. Sem estes dados, é impossível definir um valor para a venda. Atenção também à negociação em si, já que uma pessoa em desespero aceita praticamente tudo o que lhe é oferecido, o que pode resultar num prejuízo enorme.</p>
<p>Em suma, os procedimentos e cuidados a ter na venda de ouro usado referem-se à legalidade da negociação, sendo sempre aconselhável procurar uma empresa especializada para a venda do material e avaliação do valor da peça. Além disso, é importante ter sempre em conta a cotação atual do ouro, que varia diariamente.</p>
<p>O amigo <strong>Conrado Navarro</strong> escreveu um artigo detalhando melhor como é possível comprar e vender ouro no Brasil, inclusive citando procedimentos e aspectos legais. Clique e leia <a title="Leia mais no artigo de Conrado Navarro" href="http://dinheirama.com/blog/2010/05/04/como-investir-e-comprar-ouro-sem-ter-muito-dinheiro/" target="_blank">“Como investir e comprar ouro sem ter muito dinheiro”</a>. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Nuno Ribeiro</b>.<br>

Nuno Ribeiro é jornalista e editor principal do <a title="Blog do Ouro" href="http://www.ouros.com.pt/">Blog do Ouro</a>, um blog que pretende informar melhor como investir em Ouro. Também aborda temas como a <a title="Compra e venda de ouro usado" href="http://www.ouros.com.pt/como-vender-ouro-usado/">compra e a venda de ouro usado</a>, a <a title="Cotação do ouro" href="http://www.ouros.com.pt/cotacao-do-ouro/">cotação do ouro</a> nos mercados internacionais e partilha dicas e conselhos.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Na Internet nada se cria, mas nem tudo se copia!</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/01/06/na-internet-nada-se-cria-mas-nem-tudo-se-copia/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 12:07:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Kepler</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você concorda com a visão que todos os serviços e negócios lançados na Internet brasileira são uma mera cópia de outros países? Entenda porque isso não é verdade!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Na Internet nada se cria, mas nem tudo se copia!" src="http://dinheirama.com/files/2012/01/dinheirama_na_internet_nada_se_cria_mas_nem_tudo_se_copia.jpg" alt="Na Internet nada se cria, mas nem tudo se copia!" align="left" hspace="2" vspace="2" />Empreendedores e empresários brasileiros que atuam na Internet tem sido chamados de desinformados, de imitadores de sistemas, aplicativos e serviços americanos. Nem de longe isso poderia ser uma verdade absoluta. Todos os dias, milhares de ideias e inovações surgem no mundo e, por muitas vezes, trata-se de negócios similares e simultâneos em locais e países diferentes.</p>
<p><strong>Simples cópia ou inovação?</strong><br />
Mas, mesmo que seja um negócio pensado e baseado em um modelo já existente ou importado de modelos de negócios internacionais, também não podem ser taxados de &#8220;imitação barata&#8221;, a não ser que seja um simples “<em>CopyCat</em>” (tipo um Control C + Control V bem descarado). O mercado é enorme, está aberto e a Internet é livre e jovem.</p>
<p>Se o produto ou o serviço não existe, ou existe mas não tem qualquer penetração na sua região e você conseguiu inovar e desenvolver um serviço adaptado e “climatizado”, baseado em um modelo de sucesso, qual o problema? Se isso fosse errado, não teríamos no Brasil, por exemplo, redes sociais de nichos,<em> e-commerce</em> de sapatos, portais de notícias, sites de compras coletivas, <em>download</em> de música, serviços de geolocalização, classificados, busca de preços e por ai vai.</p>
<p><span id="more-7006"></span>A quem cria uma coisa que não existe, chamamos de inventor. O cara que bola uma novidade e que consegue implementar uma ideia ou solução na prática, no mercado, deveria ser chamado de empreendedor ou inovador. Nem sempre é isso que acontece.</p>
<p><strong>Meu exemplo de empresário e investidor</strong><br />
Para exemplificar melhor o que quero dizer, essa semana lançamos no Brasil um serviço “Do It Yoursef” (faça sozinho) para criar e promover eventos de todos os tipos no modelo Wizard Web. Baseado em nossa experiência de plataforma de sistemas para venda de ingressos pela Internet do <a title="Conheça o Show de Ingressos" href="http://migre.me/7qES4" target="_blank">Show de Ingressos</a>, identificamos que todo o trabalho e serviço manual que tínhamos que fazer para botar uma página (HotSite) de um evento no ar poderia ser realizado de forma automática.</p>
<p>Mais do que isso, poderíamos fazer um assistente para o próprio organizador do evento. Isso para que ele, sem precisar falar conosco e longe de nossa interferência operacional, pudesse fazer seu site. Assim nasceu o <a title="Conheça o Compre a Festa" href="http://migre.me/7qEWG" target="_blank">www.compreafesta.com.br</a>. Porém, este serviço já existe no resto do mundo. O modelo similar americano, o <a title="Conheça o EventBrite" href="http://migre.me/7qEZg" target="_blank">EventBrite</a>, também neste formato Wizard (assistente automático para eventos pequenos e grandes), está entre as três maiores empresas do mercado de ingressos online de lá.</p>
<p>Foi uma cópia? Outras perguntas precisam ser respondidas antes: o EventBrite, o TicketScript, o EventBee e outras 60 empresas iguais no mundo estão fisicamente no Brasil? Conhecem o mercado local de ingressos como nós conhecemos? Tem relacionamento local? Conhecem as especificações, legislação e características do mercado Brasileiro? Claro que não! Até poderiam, mas mesmo se estivessem desembarcados por aqui, qual o problema em nós termos um modelo Wizard similar ao deles (no conceito e não no conteúdo), mas partindo do nosso sistema que já existe e faz sucesso há mais de 3 anos? Nenhum, obviamente!</p>
<p><strong>O mercado existe. Quem quer desenvolvê-lo e aproveitá-lo?</strong><br />
Se chegarem até aqui de olho no mercado promissor e nos mais de 83 milhões de brasileiros conectados na Internet (e crescendo!) e já faturando R$ 18,7 bilhões em e-commerce, seremos concorrentes e ponto! Chegamos aqui antes, temos capacidade técnica igual ou melhor que a deles e somos genuínos brasileiros, acreditamos no poder que essa nação representa.</p>
<p>Pois bem, voltando ao &#8220;X da questão&#8221; da minha reflexão, acredito que esses produtos similares continuarão a ser criados na Internet, porque os sistemas são pensados basicamente para solucionar problemas e facilitar a vida das pessoas ou para complementar serviços das plataformas já existentes, como por exemplo <em>Google</em>, <em>Facebook</em> e <em>Twitter</em>. A verdade é que esses problemas também são similares em qualquer lugar do mundo. Este é o ponto!</p>
<p>Nós, brasileiros, não somos meros imitadores. Somos inovadores e empreendedores que enxergam, desenvolvem e aproveitam as oportunidades no mercado. Pense nisso!</p>
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Este artigo foi escrito por <b>João Kepler</b>.<br>

Investidor anjo, empreendedor serial, palestrante, CEO do Show de Ingressos, especialista em e-business e mídias socias.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A grande vantagem da permuta imobiliária para efeitos de Imposto de Renda</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/12/28/a-grande-vantagem-da-permuta-imobiliaria-para-efeitos-de-imposto-de-renda/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 16:45:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
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		<description><![CDATA[Entenda as vantagens da permuta de imóveis na sua declaração de imposto de renda. Você pode pagar menos impostos e evitar operações mais complicadas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="A grande vantagem da permuta imobiliária para efeitos de Imposto de Renda" src="http://dinheirama.com/files/2011/12/dinheirama_grande_vantagem_permuta_imobiliaria_efeitos_imposto_de_renda.jpg" alt="A grande vantagem da permuta imobiliária para efeitos de Imposto de Renda" align="left" hspace="2" vspace="2" />Trocar imóveis diretamente tende a ser um negócio mais econômico do que vender para comprar outro. Em negociações de compra ou venda de imóveis, a permuta imobiliária pode ser um recurso muito eficiente para se pagar menos imposto. As regras do imposto de renda (IR) sobre as transações de permuta de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW0lRjN2ZWlzXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">imóveis<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> são específicas e comentadas apenas superficialmente. Porém, é bem interessante conhecer as peculiaridades, para não deixar escapar a chance de usufruir de vantagens que podem significar uma grande economia.</p>
<p>Para começar, deve-se compreender que, sob a ótica do regulamento do IR, <strong>todo tipo de imóvel está elegível à permuta</strong> – seja ele um terreno, um lote desmembrado de terreno, um prédio construído para venda, uma casa pronta para morar ou até um apartamento a construir. Também é importante compreender que a permuta pode ocorrer de duas formas distintas: pela troca de um ou mais bens, de valor de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2Fkb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">mercado<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> equivalente, ou através da troca de bens acompanhada de um pagamento adicional. A esse pagamento, dá-se o nome de torna.</p>
<p>Sob o ponto de vista da Receita Federal, o custo da aquisição do imóvel recebido em permuta, quando não há torna, é igual ao valor declarado do imóvel pelo antigo dono. <strong>E essa transação é isenta de imposto de renda</strong>. Pode parecer curioso, mas é isso mesmo. Se um imóvel declarado por R$ 1 milhão for permutado por outro, de valor de mercado equivalente, mas declarado por R$ 200 mil, a pessoa que antigamente declarava R$ 1 milhão vai passar a declarar a posse de um bem de R$ 200 mil e vice-versa. E ninguém paga IR.</p>
<p><span id="more-6983"></span>Quando há torna, o IR pode ter de ser pago por quem a recebeu. Porém, é importante ressaltar que <strong>todos os redutores de IR de ganho de capital sobre imóvel continuam válidos</strong>! E <strong>quanto menos representar a torna sobre o valor do imóvel</strong> recebido, menor o ganho de capital. Logo, <strong>menor o pagamento de IR</strong>.</p>
<p>A isenção do imposto de renda para a venda de um único imóvel de até R$ 440 mil, contando que nenhum outro imóvel tenha sido vendido ou transferido nos últimos cinco anos, também vale para permutas com torna.</p>
<p>Uma leitura um pouco arrojada da legislação dá a entender que, <strong>quando a torna é inferior a R$ 440mil, dentro da condição dos 5 anos acima, cabe isenção de IR</strong>. É difícil encontrar alguma publicação de tal informação. Mas convidamos as pessoas a lerem as regras vigentes. Na dúvida, para quem quer ser conservador, como nós da <strong><a title="Conheça a DeclareCerto" href="http://migre.me/7kGH6" target="_blank">DeclareCerto</a></strong> e <em>Dinheirama</em>, o melhor é considerar que <strong>a isenção ocorre quando o valor declarado do imóvel recebido somado da torna está abaixo do patamar de R$ 440mil</strong>. Neste caso, não há dúvida sobre a isenção.</p>
<p>De qualquer forma, você não concorda que a permuta pode gerar boas oportunidades de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bmVnJUYzY2lvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">negócio<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, sobretudo para quem tem imóveis declarados por valores bem defasados?</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>André Duarte</b>.<br>

Diretor da DeclareCerto IOB, empresa parceira do Dinheirama.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dinheirama Shop: invista em sua educação financeira</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/07/07/dinheirama-shop-invista-em-sua-educacao-financeira/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 01:31:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aproveite as promoções do Dinheirama Shop e invista em sua educação financeira. Frete grátis, brindes, DVD e cursos são os destaques da primeira loja on-line de educação financeira do Brasil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama Shop: invista em sua educação financeira" src="http://dinheirama.com/files/2011/07/dinheirama_shop_loja_online_dinheirama.jpg" alt="Dinheirama Shop: invista em sua educação financeira" hspace="2" vspace="2" align="left" />Caro leitor(a), começo este texto fazendo um humilde agradecimento: obrigado por prestigiar e participar de nossa especial missão de levar educação financeira a muitos brasileiros. Sua participação, suas críticas e sugestões são essenciais para o surgimento de iniciativas especiais e que agreguem cada vez mais valor. Aproveito a oportunidade para lembrá-lo de nossa mais recente empreitada: <strong><a title="Acesse e conheça o Dinheirama Shop" href="http://dinheirama.com/loja/" target="_blank">Dinheirama Shop</a></strong>, a primeira loja on-line brasileira de educação financeira.</p>
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</ul>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A decisão de preços e o mega investidor Warren Buffett</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/06/30/a-decisao-de-precos-e-o-mega-investidor-warren-buffett/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 17:17:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clayton Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Como determinar o melhor preço para os produtos de uma empresa? Esses valores influenciam no valor econômico do negócio, sob o ponto de vista de gestão e investimento?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img title="A decisão de preços e o mega investidor Warren Buffett" src="http://dinheirama.com/files/2011/06/dinheirama_decisao_precos_investidor_warren_buffett.jpg" alt="A decisão de preços e o mega investidor Warren Buffett" hspace="2" vspace="2" align="left" />“O poder de precificação é mais importante do que uma boa gestão”</em>. Quem afirma é nada mais nada menos que <strong><a title="Compre livros de Warren Buffett" href="http://www.submarino.com.br/busca?q=warren+buffett?franq=247523" target="_blank">Warren Buffett</a></strong>, o terceiro homem mais rico do mundo e que amealhou seus bilhões comprando ações e fazendo aquisições. Você concorda com ele? Eu, que tenho só uma parte (muito pequena!) da fortuna dele, concordo parcialmente. Será que é por isso que minha parcela é tão pequena?</p>
<p><strong>Definição</strong><br />
Decidir sobre preços, do ponto de vista da empresa, envolve a escolha de uma alternativa, entre várias, que estabeleça um padrão de troca monetário em relação ao bem ou serviço produzido. O preço é a quantidade de dinheiro que o cliente desembolsa para adquirir um produto ou serviço. Enquanto o cliente paga o valor monetário para, com o produto, satisfazer uma necessidade, o vendedor visa obter lucro ou resultado econômico.</p>
<p>Poucas decisões são tão importantes nos negócios e afetam tanto os resultados como a decisão de preços. O valor a ser cobrado por um produto deve remunerar todos os esforços da organização na busca da satisfação da necessidade do cliente, desde a pesquisa, o desenvolvimento, a produção, venda, entrega e pós-venda.</p>
<p><span id="more-6252"></span>Sob o ponto de vista econômico, os recursos (ativos) utilizados devem ser repostos, isto é, o preço deve repor o ativo consumido e ainda gerar um lucro que remunere adequadamente os credores e acionistas da empresa.</p>
<p>A decisão de preços deve se subordinar:</p>
<ul>
<li>Aos objetivos da empresa, definidos na estratégia;</li>
<li>À política de preços, que orienta a ação do gestor na decisão de preços para situações repetitivas;</li>
<li>Aos procedimentos ou regras de preços, que dizem respeito às fórmulas que a empresa adota na formação e gestão de preço. Os procedimentos se subordinam à política de preços e aos objetivos da empresa.</li>
</ul>
<p><strong>Fatores determinantes na decisão de preços</strong><br />
A decisão de preços deve, necessariamente, levar em conta três conjuntos de fatores que, se não adequadamente considerados, poderão determinar insucesso no estabelecimento do preço. São eles: <strong>o custo, a demanda e as condições competitivas</strong>.</p>
<p>A <strong>demanda</strong> é um fator externo à organização e refere-se ao conhecimento do mercado. Quem são os compradores e quais os fatores que influenciam na decisão de compra?</p>
<p>Como dificilmente a empresa está sozinha no mercado, é necessário que o gestor conheça o <strong>comportamento dos competidores</strong> em relação à variável preço. Esse comportamento vai depender das condições de estrutura de mercado (monopólio, oligopólio, competição pura), número e tamanho dos competidores, grau de diferenciação do produto, barreiras à entrada, situação econômico-financeira dos concorrentes e etc.</p>
<p>Pesquisas demonstram que o comportamento dos competidores é, na maioria das vezes, bem previsível e reage a estímulos específicos. O bom gestor analisa este comportamento e o leva em conta na hora de formar seu preço.</p>
<p>Os <strong>custos</strong> corretamente mensurados se constituem na base mínima para o preço, abaixo do qual haverá prejuízo econômico. Ou seja, ao vender por um preço que proporcione uma receita econômica inferior aos custos, estaremos diminuindo o valor da empresa do ponto de vista econômico e destruindo valor.</p>
<p>Os custos individuais relevantes na decisão de preços devem ter características específicas (futuros, incrementais, evitáveis, normalidade). Quando se olha a empresa como um todo, o custo de se estar no negócio (estrutura) e o custo de oportunidade do investimento realizado também são relevantes na medida em que estes compõem o valor da margem a ser gerada pela receita total menos os custos variáveis totais, margem esta necessária para se atingir o lucro.</p>
<p>A partir dos três fatores (demanda, concorrência e custos), chega-se ao preço &#8211; tendo como piso os custos, corretamente mensurados e ajustados às características da demanda e ao comportamento da concorrência.</p>
<p>Concluindo, o preço é a variável crucial para a rentabilidade empresarial, pois, diferentemente das decisões do composto de marketing (produto, promoção e distribuição, que agregam valor ao produto, gerando os custos para a empresa), o preço é a única variável do composto mercadológico que procura captar parte do valor do produto sob a forma de lucro.</p>
<p>Com um bom produto, com qualidade e pós-venda adequado, entregue de forma oportuna, fica bem mais fácil captar valor através de uma correta precificação.</p>
<p>Para que se tenha uma ideia, um preço mal definido, digamos 5% abaixo do ideal, vai requerer em média absurdos 18,5% a mais de volume físico de vendas para se chegar ao mesmo resultado. Por outro lado, 1% a mais de preço, mantidas as demais variáveis, gera em média 8,7% a mais de lucro. (Fonte: Melhores e Maiores – Exame, 2009).</p>
<p>Voltando ao mega investidor <em>Warren Buffett</em>, penso que o poder de precificar é sem dúvida um dos fatores mais importantes para a <em>performance</em> nos negócios, porém prefiro desafiá-lo perguntando se o poder de precificar não dependeria da excelência do negócio (crescimento, rentabilidade, posicionamento para o futuro, longevidade e consistência). Excelência tal que, a meu ver, só se alcança e se mantém com uma boa gestão.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Clayton Nogueira</b>.<br>

Diretor financeiro para a America Latina da Valspar Corporation. Graduado em Administração de Empresas com mestrado em Controladoria pela USP, MBA em Marketing pela ESPM-SP, conselheiro fiscal e de administração certificado pelo IBGC. É professor de Planejamento e Controle na FIAP e da FIA, conselheiro fiscal da Abrafati e diretor vogal no IBEF-SP.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Tesouro Direto: como investir, rentabilidade, vantagens e características</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2011/01/20/tesouro-direto-como-investir-rentabilidade-vantagens-e-caracteristicas/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 12:57:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Renda Fixa]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
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		<description><![CDATA[Aprenda a diferença dos títulos públicos, como investir no Tesouro Direto, suas rentabilidades, características, vantagens, riscos e detalhes de compra e venda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="Tesouro Direto: como investir, rentabilidade, vantagens e características" src="http://dinheirama.com/files/2011/01/dinheirama_tesouro_direto_como_investir_caracteristicas.jpg" alt="Tesouro Direto: como investir, rentabilidade, vantagens e características" hspace="2" vspace="2" align="left" />Marta</strong> comenta:<em> “Navarro, recentemente li uma reportagem sobre o investimento em títulos públicos e fiquei curiosa sobre a realidade deste investimento, se ele é interessante e como faço para começar a investir. O Tesouro Direto é um investimento voltado para que perfil de investidor? Qualquer um pode investir em títulos? Qual o valor inicial do investimento? Como funcionam as rentabilidades? Obrigada pelo apoio”</em>.</p>
<p>Foi realizada ontem, dia 19/01/2011, a primeira reunião do COPOM (Comitê de Política Monetária) sob o comando de <strong>Alexandre Tombini</strong>, presidente do Banco Central e integrante do governo da presidenta <strong>Dilma Rousseff</strong>. Na ocasião, <a title="Leia mais no IG" href="http://economia.ig.com.br/mercados/capitais/aproveite+a+alta+da+selic+e+ganhe+no+tesouro+direto/n1237960794386.html" target="_blank">decidiu-se por elevar a Taxa Selic</a> (taxa básica de juros da economia brasileira) em 0,5%, passando de 10,75% para 11,25%, maior patamar desde março de 2009.</p>
<p>A Taxa Selic é utilizada como um índice balizador para operações financeiras entre bancos e entre governo e <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidores<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Assim, seu aumento faz subir também a rentabilidade geral de produtos de renda fixa, entre eles os títulos públicos federais que compõem o chamado Tesouro Direto. O texto de hoje pretende explicar melhor o que são títulos públicos federais, suas alternativas de investimento, detalhes de operação (compra e venda) e expectativas para o ano de 2011.</p>
<p><span id="more-5618"></span><strong>O que são títulos públicos federais?</strong><br />
Títulos públicos são ativos de renda fixa cujo objetivo é viabilizar a captação de recursos para: a) financiar o déficit orçamentário; b) refinanciar a dívida pública; e c) realizar operações para fins específicos, definidos em lei. A emissão dos títulos envolve duas autoridades econômicas brasileiras:</p>
<ul>
<li><strong>Tesouro Nacional</strong>, responsável pela gestão da dívida pública federal (interna ou externa), que emite os títulos em caráter de Política Fiscal. Você pode entender melhor o tema <a title="Leia mais sobre Política Fiscal" href="http://www.sppert.com.br/Artigos/Brasil/Economia/Pol%C3%ADtica_Econ%C3%B4mica/Pol%C3%ADtica_Fiscal/" target="_blank">clicando aqui</a>;</li>
<li><strong>Banco Central (BC)</strong>, responsável por operar os títulos públicos federais, que faz a compra e/ou venda dos títulos no mercado secundário como parte da Política Monetária. Você pode entender melhor o tema <a title="Leia mais sobre Política Monetária" href="http://www.economiabr.net/economia/4_politica_monetaria.html" target="_blank">clicando aqui</a>.</li>
</ul>
<p><strong>Como são feitas as emissões?</strong><br />
Os títulos são emitidos através de três formas:</p>
<ul>
<li>Emissões diretas para finalidades específicas definidas em lei, normalmente usadas com objetivos de securitização de dívidas, renegociação de dívidas com Estados e Municípios e nos chamados Programas Especiais (FIES, por exemplo);</li>
<li>Ofertas públicas voltadas para instituições financeiras (leilões), onde os participantes propõem até cinco ofertas para cada um dos títulos oferecidos. Neste caso, não é o Tesouro Nacional que determina o preço do título, como no Tesouro Direto;</li>
<li>Ofertas públicas para pessoas físicas (Tesouro Direto), em sistema de venda direta com o apoio da CBLC (Casa Brasileira de Liquidação e Custódia).</li>
</ul>
<p><strong>Qual o montante mínimo em Reais necessário para investir no Tesouro Direto?</strong><br />
Não existe um valor financeiro mínimo, mas sim uma quantidade mínima de títulos:<strong> 0,2 título</strong>. Ou seja, você pode comprar a fração de um título. Em termos financeiros, essa fração corresponde a cerca de R$ 180,00. Saiba que também existe um valor máximo: R$ 400 mil por mês. Experimente acessar o <a title="Conheça o simulador do Tesouro Direto" href="http://simuladortesourodireto.cblc.com.br/" target="_blank">simulador de operações com títulos públicos</a> disponibilizado pelo Tesouro.</p>
<p><strong>Qual o risco envolvido no investimento em títulos públicos?</strong><br />
A compra de um título público significa, usando palavras simples, emprestar dinheiro para o governo. A chance do país quebrar ou decretar um calote é remota, o que faz do Tesouro Direto um dos <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW5zdmVzdGltZW50bytkaW5oZWlyb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-72">insvestimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> conservadores de menor risco existentes hoje em dia. Mas é importante conhecer bem os riscos em suas outras formas:</p>
<ul>
<li><strong>Risco de crédito:</strong> possibilidade de o governo dar um calote na dívida interna, ou seja, nos títulos públicos comprados através do Tesouro Direto. Tal possibilidade existe, mas é difícil de ocorrer no cenário econômico atual, conquistado depois de muito esforço;</li>
<li><strong>Risco de liquidez:</strong> risco de tentar vender o título antes do vencimento e não haver compradores. Na prática, esse risco não existe, pois o governo recompra semanalmente os títulos a preço de mercado. Ele não tem obrigação de recomprá-los, mas o faz;</li>
<li><strong>Risco operacional:</strong> possibilidades de fraudes nos sistemas de negociação dos Agentes de Custódia e/ou CBLC. Ainda que exista essa possibilidade, todas as transações são registradas (depósito, compra, venda) mediante exigência federal, o que praticamente anula essa chance;</li>
<li><strong>Risco de mercado:</strong> Está relacionado à possibilidade de o investidor ter um retorno baixo ou mesmo perder parte do capital investido por conta das variações de preços dos títulos até sua data de vencimento. É o risco que mais chama atenção do investidor, mas não difere muito das aplicações conservadoras existentes no mercado.</li>
</ul>
<p><strong>Quais os títulos públicos disponíveis e suas características?</strong><br />
São quatro as modalidades de título disponíveis e seus tipos variam de acordo com o perfil do investidor e tempo de investimento (curto e médio prazo). Para aplicações de curto prazo, estão disponíveis as Letras do Tesouro, nas opções LFT (Letra Fiananceira do Tesouro) e LTN (Letra do Tesouro Nacional). Para o médio prazo estão disponíveis a NTN-B (Nota do Tesouro Nacional série B) e NTN-F (Nota do Tesouro Nacional série F).</p>
<p>O site do Tesouro Direto mantém uma <a title="Veja a tabela de rentabilidade dos títulos" href="http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto/rentabilidade.asp" target="_blank">tabela atualizada com as rentabilidades de cada um dos títulos</a>. As características são:</p>
<ul>
<li><strong>Letra Financeira do Tesouro (LFT): </strong>É um título com rentabilidade diária vinculada à taxa de juros básica da economia (Taxa Selic). O resgate do principal e dos juros ocorre no vencimento do título. Indicada para investidores de perfil mais conservador, requer atenção à flutuação da Taxa Selic;</li>
<li><strong>Letra do Tesouro Nacional (LTN):</strong> É um título com rentabilidade definida no momento da compra, com o resgate do valor do título na data do vencimento do mesmo. Cada título é adquirido com deságio e possui o valor de resgate de R$ 1.000,00, no vencimento. Indicada para investidores de perfil menos conservador que acredita que a taxa prefixada será maior que a Taxa Selic praticada nos meses e anos seguintes. Atenção ao rendimento, que é nominal, isto é, o investidor pode ter rentabilidade líquida bastante baixa (até negativa) se a inflação subir demais;</li>
<li><strong>Nota do Tesouro Nacional &#8211; série B (NTN-B):</strong> É um título com a rentabilidade vinculada à variação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), acrescida de juros definidos no momento da compra. O pagamento dos juros é semestral e o resgate do valor nominal atualizado ocorre na data de vencimento do título. Indicada para investidores de perfil conservador, já que garante rentabilidade real e possibilidade de fluxo de rendimentos periódicos (cupons semestrais). Título bastante recomendado para aposentadoria e objetivos de médio prazo;</li>
<li><strong>NTN-B Principal:</strong> É um título com a rentabilidade vinculada à variação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), acrescida de juros definidos no momento da compra. Não há pagamento de cupom de juros semestral e o resgate do valor nominal atualizado ocorre na data de vencimento do título. Indicada ao investidor conservador, proporciona rentabilidade real e é mais prática que a NTN-B pois seu cálculo é simplificado em relação à NTN-B. A NTN-B Principal não incorre em necessidade de reinvestimento (não paga juros semestrais), tendo uma data futura como única preocupação do investidor.</li>
<li><strong>Nota do Tesouro Nacional &#8211; série F (NTN-F):</strong> É um título com a rentabilidade definida, acrescida de juros definidos no momento da compra. O pagamento dos juros é semestral e o resgate do principal ocorre na data de vencimento do título. Indicada para investidores de perfil menos conservador, pois traz rentabilidade nominal (podendo ser baixa ou negativa em caso de alta da inflação). Não tem sido emitida recentemente.</li>
</ul>
<p><strong>Quais são os custos/taxas envolvidos no investimento em títulos públicos?</strong><br />
A CBLC cobra taxa de custódia de 0,4% ao ano sobre o valor de compra, referente aos serviços de guarda dos títulos, saldos e movimentação dos investidores. Além disso, há uma taxa cobrada pelo Agente de Custódia (o banco ou corretora que você escolheu para o cadastro) que varia de 0% a 4,5% ao ano. A média é de 0,3% ao ano.</p>
<p>Logo, aplicando diretamente nos títulos públicos federais você terá um custo médio de 0,7% ao ano, percentual muito menor que a taxa de administração comumente cobrada em fundos de renda fixa conservadores (cuja carteira é composta majoritariamente de títulos públicos). O site do Tesouro Direto mantém uma <a title="Veja mais sobre as taxas cobradas" href="http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto/ranking.asp" target="_blank">seção atualizada com o ranking dos Agentes de Custódia</a>, onde você pode conhecer a taxa cobrada por cada um deles.</p>
<p><strong>Como investir em títulos públicos federais através do Tesouro Direto?</strong><br />
As dúvidas sobre como começar a negociar títulos públicos são recorrentes e vou tentar abordar o básico das operações através de explicações objetivas, porém completas. Cabe ressaltar que a página do Tesouro Direto – <strong><a title="Acesse a página do Tesouro Direto" href="http://www.tesourodireto.gov.br/" target="_blank">www.tesourodireto.gov.br</a></strong> – apresenta excelentes explicações ilustradas sobre como começar a negociar, além de um <a title="Veja o tutorial ilustrado" href="http://www.cblc.com.br/cblc/hotsites/TesouroDireto/player.asp" target="_blank">tutorial usando animações que é autoexplicativo</a>.</p>
<p>O primeiro passo deve ser a realização de seu cadastro de investidor junto ao chamado Agente de Custódia, que pode ser o banco em que você tem conta ou uma corretora de valores. Note que este cadastro é diferente do simples cadastro de correntista para o caso dos bancos de varejo, ou seja, você precisará entrar em contato com seu gerente de relacionamento e pedir o cadastro como investidor para negociar títulos públicos. Se não sabe se o seu banco ou corretora é um Agente de Custódia registrado, acesse a <a title="Confira os agentes de custódia" href="http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto/instituicoes_index.asp" target="_blank">lista completa com os nomes de todos eles</a>.</p>
<p>Depois de realizado o cadastro, você receberá uma senha por e-mail. Esta senha será associada ao seu CPF. Com as informações de cadastro, você deve acessar a página de login do sistema de compra e venda de títulos – <a title="Acesse e faça o login no Tesouro Direto" href="https://seguro.cblc.com.br/tesourodireto/" target="_blank">https://seguro.cblc.com.br/tesourodireto/</a> &#8211; e entrar no sistema com seu CPF e senha. Há casos de sistemas integrados do Agente de Custódia (normalmente corretoras) em que você realiza a compra e venda diretamente no sistema da instituição;</p>
<p>A operação a partir do sistema é bastante simples, bastando você digitar o código do Agente de Custódia e então escolher, dentre os títulos disponíveis, aquele no qual você quer investir. A partir de então você verá a tela de apuração do valor para compra do título escolhido. Ali constam o preço do título e alguns campos para facilitar sua operação. Se você quer investir R$ 500,00, basta digitar este valor no campo “Valor Total” e apertar o botão “Calcular Quantidade”. Se preferir comprar digitando a quantidade de títulos, use a opção “Calcular Total”.</p>
<p><strong>Atenção para o dinheiro disponível para a compra dos títulos. </strong>Depois de selecionada e concluída a operação de compra é impossível cancelar a operação e voltar atrás. O débito do valor correspondente à compra é realizado no dia útil seguinte à operação (D+1) na conta que você informou no cadastro junto ao Agente de Custódia. Tenha em mente que se não possuir os recursos mediante essa regra, seu cadastro será suspenso por trinta dias. Em caso de reincidência, a punição passa a ser seis meses de suspensão.Uma segunda reincidência causará três anos de suspensão.</p>
<p>O processo de venda ocorre de forma semelhante ao da compra. Você escolhe o Agente de Custódia, escolhe o título que deseja vender e define o montante da venda (se todos os títulos ou parte). A venda antecipada dos títulos no site do Tesouro Direto é processada entre 9h da quarta-feira (Dia 0) e 17h da quinta-feira (Dia 1), semanalmente.</p>
<p>Você pode consultar <a title="Veja o passo a passo das operações" href="http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto/passopasso_index.asp" target="_blank">o passo a passo das operações de compra e venda</a> disponível no site do Tesouro Direto e acompanhar as telas do sistema de negociação, além de exemplos práticos de títulos e negociações de acordo com o perfil do investidor. Além disso, consulte também o seu banco e/ou corretora de uso frequente para entender melhor que tipo de informações você precisa passar para iniciar seus investimentos em títulos públicos.</p>
<div id="_mcePaste"><strong>E a tributação ? Imposto de Renda?</strong></div>
<div id="_mcePaste">A regra é a mesma usada nos fundos de renda fixa. A lei 11.033, de 21 de dezembro de 2004, diz que as alíquotas são de:</div>
<div id="_mcePaste">
<ul>
<li>I &#8211; 22,5% (vinte e dois inteiros e cinco décimos por cento), em aplicações com prazo de até 180 (cento e oitenta) dias;</li>
<li>II &#8211; 20% (vinte por cento), em aplicações com prazo de 181 (cento e oitenta e um) dias até 360 (trezentos e sessenta) dias;</li>
<li>III &#8211; 17,5% (dezessete inteiros e cinco décimos por cento), em aplicações com prazo de 361 (trezentos e sessenta e um) dias até 720 (setecentos e vinte) dias;</li>
<li>IV &#8211; 15% (quinze por cento), em aplicações com prazo acima de 720 (setecentos e vinte) dias.</li>
</ul>
</div>
<p>Espero que o texto tenha sido claro o suficiente sobre o potencial, vantagens e características do investimento em títulos públicos através do Tesouro Direto. Trata-se de uma forma segura, conservadora, inteligente e muito rentável de proteger seu capital e investir seu dinheiro.</p>
<p><strong>Fórum Dinheirama Social</strong><br />
Se você quiser tirar dúvidas específicas sobre o investimento em títulos públicos, finanças pessoais e investimentos em geral, acesse <strong><a title="Participe de nosso fórum" href="http://www.dinheirama.com/social" target="_blank">www.dinheirama.com/social</a></strong> e faça parte de nosso fórum de discussões. O cadastro é gratuito, leva pouco tempo e permite que você faça perguntas, colabore nas discussões e conheça pessoas com interesses semelhantes aos seus. <strong>Participe!</strong></p>
<p><strong>Outras sugestões de leitura sobre Tesouro Direto:</strong></p>
<ul>
<li><strong><a title="Clique e conheça" href="http://dinheirama.com/loja/index.php?route=product/product&#038;product_id=56" target="_blank">E-Book sobre Tesouro Direto, por Humberto Veiga, por apenas R$ 15,00.</a></strong>. Doutor em economia e com experiência prática em investimentos, Beto entra nos detalhes das operações e comenta melhor cada um dos títulos disponíveis;</li>
<li><strong><a title="Clique e conheça" href="http://www.investindonotesouro.com/dnn/" target="_blank">Site &#8220;Investindo no Tesouro</a>&#8220;.</strong> artigos, detalhes de operação, gráficos de rentabilidade, fórum e muito mais;</li>
<li><a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21498983/?franq=247523" target="_blank">Livro <strong>&#8220;Títulos Públicos sem segredos&#8221;</strong> (Ed. Campus &#8211; Coleção Expo Money)</a>. Aborda, em linguagem simples, o que é, como funcionam e aspectos práticos dos títulos públicos.</li>
</ul>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>TV Dinheirama: Empreendedor, você conhece seu público alvo?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/10/13/tv-dinheirama-empreendedor-voce-conhece-seu-publico-alvo/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 12:45:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Biscaia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
		<category><![CDATA[negócio]]></category>
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		<category><![CDATA[venda]]></category>

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		<description><![CDATA[Saber vender também significa conhecer muito bem seus clientes, suas expectativas e o que realmente agrega valor ao seu dia-a-dia. Que produto oferecer? Por que? Você conhece seu público alvo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="TV Dinheirama: Clientes, você conhece seu público alvo?" src="http://dinheirama.com/files/2010/10/dinheirama_tv_dinheirama_publico_alvo.jpg" alt="TV Dinheirama: Clientes, você conhece seu público alvo?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Alguns dizem que vender é uma arte. Fácil? Difícil? Desafiadora, com certeza. Quero provocá-lo a pensar primeiro no produto. O que você oferece aos seus clientes? Quem são os seus clientes? Como você se diferencia dos demais concorrentes? O episódio de hoje da <strong><a title="Acesse e inscreva-se na TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">TV Dinheirama</a></strong> traz minha opinião sobre a importância de saber como se comportar diante do mercado e observar o que realmente agrega valor no seu relacionamento com os clientes. Assista ao video e deixe seu comentário para que continuemos a discussão:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=LhqSQtPf-U4">http://www.youtube.com/watch?v=LhqSQtPf-U4</a></p>
<p><strong>Importante: </strong>Lembre-se de acessar nosso canal no YouTube &#8211; <strong><a title="Acesse e inscreva-se na TV Dinheirama" href="http://www.youtube.com/dinheirama" target="_blank">www.youtube.com/dinheirama</a></strong> &#8211; e se inscrever para receber nosso material. A gravação tem caráter didático e instrutivo. As dicas dadas deverão ser usadas sob sua total responsabilidade. Vem mais por ai. Espero que gostem! Até a próxima.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bruno Biscaia</b>.<br>

Graduando em Engenharia de Produção Mecânica na Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), coautor do livro "Dinheirama" (Blogbooks), e editor de empreendedorismo do Dinheirama. No Twitter: twitter.com/BrunoBiscaia<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Opções: riqueza do instrumento é proporcional à possibilidade de retorno</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/07/15/opcoes-riqueza-do-instrumento-e-proporcional-a-possibilidade-de-retorno/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 14:43:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Coutinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Derivativos]]></category>
		<category><![CDATA[alta]]></category>
		<category><![CDATA[baixa]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[compra]]></category>
		<category><![CDATA[investidor]]></category>
		<category><![CDATA[opções]]></category>
		<category><![CDATA[trava]]></category>
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		<description><![CDATA[O uso de opções e derivativos na bolsa de valores pode ser interessante para o investidor que deseja criar estratégias vencedoras de investimento. Mas é preciso estudar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Opções: riqueza do instrumento é proporcional à possibilidade de retorno" src="http://dinheirama.com/files/2010/07/dinheirama_opcoes_riqueza_complexidade.jpg" alt="Opções: riqueza do instrumento é proporcional à possibilidade de retorno" hspace="2" vspace="2" align="left" />Falar sobre opções é sempre muito interessante &#8211; muito disso em função da polêmica que o tema gera. Enquanto para muitos <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidores<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> elas são o instrumento perfeito para obter um lucro que parece ser impossível no mercado à vista, para outros ela é a porta de entrada para a ruína financeira e deve ser evitada a qualquer custo.</p>
<p>Verdades, boatos e discussões à parte, é importante que você tenha consciência que, sim, operar opções pode ser muito perigoso &#8211; mas somente se você o fizer sem estar preparado. Com isso, quero dizer que você precisa dominar técnicas e conhecer as peculiaridades de cada opção. Somente assim terá uma experiência positiva em seus <em>trades</em>.</p>
<p>Justamente pela complexidade do instrumento, hoje minha intenção não é ensinar você a operá-lo, mas apresentar um caminho para que possa começar a pensar em dar um upgrade em seus investimentos no caso de trabalhar somente com o mercado à vista. Caso já opere opções, poderá aprender alguma lição com os erros que irei apresentar e, quem sabe, aperfeiçoar suas técnicas.</p>
<p><span id="more-4691"></span>Um dos erros mais comuns que percebo é que o investidor muitas vezes não sabe qual opção operar. A variedade é grande e cada uma possui uma característica própria. Daí a importância de conhecer as peculiaridades do instrumento e, mais do que isso, saber qual é o seu objetivo com o investimento.</p>
<p>Às vezes vejo o investidor fazer <em>day trade</em> com um tipo de opção que está “fora do dinheiro” (no jargão do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2FkbytpbnZlc3RpbWVudG9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-72">mercado<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>). Ou seja, seu preço está muito distante do preço do papel à vista. Com isso, a probabilidade de ele se dar muito mal com a operação é monstruosa. Isso acontece e é apenas um dos vários erros que percebo.</p>
<p>Uma pergunta que me fazem com freqüência é: <em>“Qual opção eu devo comprar?”</em> A resposta é muito simples: depende! Depende do que você está objetivando com a operação. Por exemplo, se você pretende fazer uma trava de alta, deve buscar a opção que está &#8220;fora do dinheiro&#8221;. Se a intenção for fazer uma trava de baixa, o movimento deve ser oposto. Por fim, se a ideia for fazer uma operação a seco, a melhor saída é pegar uma opção com<em> delta-gama</em> maior.</p>
<p>Peço desculpas se você não sabe o que significa um <em>delta-gama</em>, mas o linguajar técnico que cerca as opções é muito extenso. As gregas são apenas um dos vários tópicos que é preciso aprender para operar com sucesso. E, acredite, não serão algumas linhas de texto que te tornarão apto a aprendê-las.</p>
<p>Para resumir tudo isso, entenda que as opções são complexas e não adianta tentar simplificá-las. É preciso entender o mecanismo que está por trás do instrumento e saber como ele funciona. E para fazer isso não existe alternativa senão procurar se especializar lendo livros e buscando cursos que foquem em prática operacional.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Marcelo Coutinho</b>.<br>

MBA executivo pelo Ibmec de São Paulo e pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e sócio executivo do YouTrade, empresa que tem a missão de profissionalizar investidores com base em conceitos estratégicos.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Ações – Ganhe na baixa usando travas com opções de compra</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/06/14/acoes-ganhe-na-baixa-usando-travas-com-opcoes-de-compra/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 14:10:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Derivativos]]></category>
		<category><![CDATA[ativo]]></category>
		<category><![CDATA[bovespa]]></category>
		<category><![CDATA[compra]]></category>
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		<description><![CDATA[O investidor de sucesso aprende a investir em ações e ganhar tanto na alta quanto na baixa do mercado com o uso de opções de compra, venda e travas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Ações – Ganha na baixa usando travas com opções de compra" src="http://dinheirama.com/files/2010/06/dinheirama_opcoes_trava_baixa_bolsa.jpg" alt="Ações – Ganha na baixa usando travas com opções de compra" hspace="2" vspace="2" align="left" />Hoje disponibilizo mais um artigo relacionado ao importante ato de estudar as alternativas de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvcythJUU3JUY1ZXNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-76">investimentos em ações<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e com isso aprender que também é possível realizar operações interessantes em momentos de baixa e alta volatilidade. O texto de hoje trata do uso de travas em opções de compra.</p>
<p><strong>O que são opções?</strong><br />
Opções são direitos negociados, de compra ou de venda de uma ação, com preços e prazos já estabelecidos. Pelo direito de comprar ou venda uma ação em uma data futura (por exemplo, no mês seguinte) deve-se pagar um valor, o chamado “prêmio”. Ou seja, opções são contratos entre compradores e vendedores.</p>
<p>Contratos estes que dão a compradores ou vendedores direitos, mas não a obrigação de comprar ou vender o ativo negociado em uma data futura. Contudo, opções são ativos derivativos, ou seja, que têm seu valor em função do ativo à vista. Um exemplo: a opção da Petrobrás varia seu valor em função da ação da Petrobrás.</p>
<p><span id="more-4578"></span><strong>Opção de compra (call em inglês)</strong><br />
A opção de compra concede ao titular o poder de exercer a compra da ação na data pré-estabelecida, no preço acordado, se este for atraente ao titular.</p>
<p><strong>Exemplo:</strong> O detentor da opção PETRA40 exercerá o direito de compra de PETR4 apenas se em 18 de janeiro (terceira segunda-feira do mês) a ação estiver abaixo do preço do exercício. Assim ele pode comprar mais barato e vender a preço de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVyY2FkbythJUU3JUY1ZXNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">mercado<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, realizando lucro. Caso contrário, será preferível comprar a mercado &#8211; caso em que a ação estará mais barata que o de seu contrato.</p>
<p>Preço do prêmio de uma opção: valor intrínseco e o valor do tempo. O preço do prêmio de uma opção é determinado pela oferta e demanda, mas segue uma lógica racional de acordo com a tendência do preço à vista da ação objeto e apresenta o valor intrínseco e o valor do tempo.</p>
<ul>
<li><strong>Valor intrínseco: </strong>valor obtido pela diferença entre o preço de exercício da opção e o preço à vista da ação objeto;</li>
<li><strong>Valor do prêmio:</strong> o prêmio de uma opção é teoricamente maior que o valor intrínseco, pois há a expectativa de valorização da ação, além de uma remuneração pelo risco da operação.</li>
</ul>
<p>No entanto, ao se aproximar da data de vencimento da opção, tal expectativa de valorização é reduzida e, com isso, o prêmio da opção converge para o valor intrínseco. Quando a opção não possui valor intrínseco, a opção “vira pó” na data de seu exercício, ou seja, passa a custar um centavo. Após a data de vencimento, as opções não exercidas não apresentam qualquer valor.</p>
<p><strong>Como Operar opções?</strong><br />
Opções são compradas e vendidas normalmente através do sistema <em>home-broker </em>de sua corretora. Para operar com opções, você envia ordens no <em>home-broker</em> como se as opções fossem ações de empresas, exceto que as opções têm código de negociação diferente. Segue a seguir legenda com as letras correspondentes aos diferentes meses de vencimento:</p>
<p><img style="float: none;" src="http://dinheirama.com/files/2010/06/dinheirama_legenda_opcoes.jpg" alt="Tabela e Legenda - Opções" /></p>
<p><strong>Exemplo: </strong>PETRA40 representa uma opção de compra com exercício em janeiro (na terceira segunda-feira do mês) e preço da ação a R$ 40,00.</p>
<p><strong>Como ganhar com a queda de ações operando opções de compra?</strong><br />
Caso sua análise aponte para a queda de uma ação, você venderá uma opção de compra com o objetivo de ganhar o prêmio. Não entendeu? Veja um caso prático.</p>
<p>Imagine ações da Vale a R$ 50,00 com indicação de queda. O que pode acontecer:</p>
<ul>
<li>Venda da opção da VALEE50 a R$ 2,00, registrando ganho R$ 2,00 por ação se a ação cair;</li>
<li>Caso a ação suba a R$ 60,00, por exemplo, o prejuízo estará em R$ 10,00 menos o valor recebido como prêmio de R$ 2,00. Perda de R$ 8,00.</li>
</ul>
<p>Para não ter o risco ilimitado, é importante que o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aWRvcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">investidor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> compre a opção de strike superior para limitar sua perda em caso da alta da ação. Entenda a ação correta do investidor através da operação estruturada abaixo:</p>
<ol>
<li>Venda da opção VALEE50 a R$ 2,00;</li>
<li>Compra da opção VALEE52 a R$ 0,75;</li>
<li>Ganho de R$ 1,25 por ação se a ação cair.</li>
<li>Caso a ação suba a R$ 60,00, por exemplo, o prejuízo estará em R$ 2,00 menos o valor recebido como prêmio de R$ 1,25. Perda de R$ 0,75.</li>
</ol>
<p>Durante a semana voltarei com novo artigo mantendo a mesma didática e interesse em demonstrar práticas eficientes para realizar lucros também em momentos de baixa e maior volatilidade. Bons investimentos!</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://www.freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Leandro Martins</b>.<br>

Economista com MBA em finanças pela USP e FIPE e com mestrado em economia na Universidade de Grenoble (França). Profissional de Investimento certificado com o CNPI registrado pela CVM, fundador do site www.seuconsultorfinanceiro.com.br e autor do livro “Aprenda a Investir – Saiba Onde e Como Aplicar Seu Dinheiro” (Editora Atlas).<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Seja dono de uma seguradora e um banco</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 13:27:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Zeuch</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Serviços adicionais de garantia estendida e também parcelamento com juros já são parte muito grande da receita e lucro de muitas empresas. Você conhece essa prática?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img title="Seja dono de uma seguradora e um banco" src="http://dinheirama.com/files/2010/06/dinheirama_banco_seguradora_empresa.jpg" alt="Seja dono de uma seguradora e um banco" hspace="2" vspace="2" align="left" />Cena 1:</strong> Empresa de conserto de equipamentos eletrônicos cobra X pra consertar uma TV.</p>
<p><strong>Cena 2: </strong>Outra empresa de conserto de equipamentos eletrônicos cobra X pra consertar uma <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/VFZfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-48">TV<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, Y para garantia estendida (opcional) e ainda permite ao cliente parcelar o serviço, com juros.</p>
<p>Ambas as empresas cobram o mesmo valor pelo serviço prestado. A diferença é que a segunda consegue alavancar suas receitas oferecendo mais duas opções para seus clientes: garantia estendida e parcelamento. De maneira grosseira, apenas para simplificar a ideia, a segunda empresa está fazendo também os papéis de seguradora e banco.</p>
<p><span id="more-4553"></span>Quando bem administrada, a lucratividade de seguradoras e bancos está entre as maiores do mercado. E não é por menos, afinal trata-se de um dinheiro &#8220;barato&#8221; para a empresa. Os custos dos serviços oferecidos são bem menores que seus preços de venda. A empresa pode fazer o papel de banco ao permitir que o cliente parcele suas compras, com juros. Com capital de giro bem dimensionado e ciclo de pagamento de fornecedores confortável, essa diferença resultante dos juros é quase que lucro puro.</p>
<p>E se a empresa tiver uma carteira de clientes formada, com uma certa estabilidade nas vendas, receber parcelado só terá impacto negativo se os juros cobrados forem menores do que seria possível obter ao investir o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aXIrZGluaGVpcm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">dinheiro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> da venda. Por exemplo: uma venda de R$ 1.000,00 poderia render 10% se investida num fundo, mas pode render 15% se for parcelada no mesmo período (e o seu cliente também é beneficiado).</p>
<p>Esses juros são tão vantajosos para as empresas que muitas delas começaram à dar preferência para as vendas a prazo. E isso foi evoluindo até o ponto de as empresas embutirem os juros no valor anunciado do produto. Tudo para vender parcelado &#8220;sem juros&#8221;, levando o cliente a realmente pagar a compra em parcelas e evitando descontos à vista. Na prática, receber em parcelas pode até ser melhor para certos tipos de empresa, pois isso diminui os impactos da sazonalidade do mercado.</p>
<p>Quanto à seguradora, a empresa pode oferecer serviços como garantia estendida, suporte diferenciado etc. Nesse caso, é preciso haver um certo equilíbrio. Vários clientes irão pagar pela disponibilidade do serviço e apenas alguns vão realmente utilizá-lo. E, quando forem utilizar, é possível que o custo do serviço seja maior que o valor que o cliente pagou por ele. É preciso saber administrar isso, considerando o número de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Y2xpZW50ZXNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">clientes<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> que irá utilizar o serviço em relação ao número de clientes que irá pagar para nunca utilizar o serviço.</p>
<p>Fica claro que oferecer esses serviços não implica em muito aumento nos custos da empresa e os resultados podem ser bem positivos. É uma forma simples de alavancar as receitas da empresa de maneira inteligente e de expandir os lucros sem aumentar os preços dos produtos.</p>
<p>Toda empresa deveria ter um pouco de seguradora e um pouco de banco em suas atividades.</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Matheus Zeuch</b>.<br>

Analista de negócios, formando em Sistemas de Informação pela Ulbra e Técnico em Informática pela Univates. Foi desenvolvedor e aplicações web por 6 anos e hoje é consultor da SAP. Em seu blog pessoal - www.matheuszeuch.com - escreve sobre empreendedorismo e administração de pequenos negócios desde 2007. No Twitter: twitter.com/matheuszeuch.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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