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	<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; vida</title>
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	<itunes:summary>Podcast Dinheirama: um papo descontraido e inteligente sobre dinheiro, educacao financeira, investimentos e financas pessoais com Conrado Navarro, educador financeiro com MBA em Financas, aluno de mestrado da UNIFEI, criador do site Dinheirama.com e autor dos livros Vamos falar de Dinheiro? (Editora Novatec) e Dinheirama (Blogbooks Ediouro).</itunes:summary>
	<itunes:author>Conrado Navarro</itunes:author>
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	<managingEditor>navarro@dinheirama.com (Conrado Navarro)</managingEditor>
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		<title>Dinheirama - Economia, Investimentos e Educação Financeira ao alcance de todos &#187; vida</title>
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		<title>Sustentabilidade: insistimos em aperfeiçoar uma roda quadrada?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/05/24/sustentabilidade-insistimos-em-aperfeicoar-uma-roda-quadrada/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 May 2012 14:14:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<description><![CDATA[A sustentabilidade é pra valer ou apenas continuamos a viver o extrativismo nômade da antiguidade, agora com um nome mais atual? Como lidamos com a atual estrutura de poder?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Sustentabilidade: insistimos em aperfeiçoar uma roda quadrada?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/05/dinheirama_post_sustentabilidade_insistimos_aperfeicoar_roda_quadrada.jpg" alt="Sustentabilidade: insistimos em aperfeiçoar uma roda quadrada?" align="left" hspace="2" vspace="2" />A memória extrativista nômade, legado de nossos ancestrais mais longínquos, perpetuada durante toda a Antiguidade e <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/SWRhZGUrTSVFOWRpYV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">Idade Média<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e remodelada durante a Idade Moderna continua a exercer uma forte influência sobre as relações de poder e o modo de produção vigentes. Se por um lado nossa supremacia como espécie foi viabilizada pelo extrativismo nômade por milhares de anos, hoje ele representa o maior obstáculo à continuidade da nossa espécie.</p>
<p>Apesar de, historicamente, não sermos mais considerados extrativistas nômades desde o Período Neolítico (8.000 A.C. – 4.000 A.C.), essa característica vem nos acompanhando desde o aparecimento do Homem sobre a Terra. Buscamos os recursos (naturais, gente, dinheiro), os usamos até a exaustão e partimos para novos lugares (regiões, mercados, instituições).</p>
<p>Assim como o Homem extrativista nômade do Período Pré-Histórico era basicamente um coletor, durante a Antiguidade, Idade Média, Idade Moderna e Contemporânea, os grandes centros de poder também funcionaram e funcionam até hoje como grandes coletores.</p>
<p><span id="more-7646"></span>Sim, esses centros eram fixos, como foi o caso do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/SW1wJUU5cmlvK1JvbWFub18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">Império Romano<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, mas seus braços se estendiam sobre outras regiões para subjugá-las e extrair (sem repor) todo o tipo de riqueza que essas regiões poderiam oferecer: minerais, mão de obra, capital, recursos naturais e etc. E, quando uma dessas regiões era totalmente exaurida, esses braços se mudavam para outras regiões – daí o conceito de nomadismo.</p>
<p><strong>Somos assim?</strong><br />
O extrativismo nômade assumiu várias formas durante todos esses anos: Imperialismo, Colonialismo, Globalização. Talvez um grande exemplo de extrativismo nômade que podemos observar atualmente aqui no nosso país é esse interesse “súbito”, principalmente por parte das instituições financeiras, pelas classes C e D, ou até mesmo o pré-sal.</p>
<p>O grande problema do extrativismo nômade é, como o próprio nome diz, a extração sem a devida reposição, o que gera o esgotamento de um recurso, de um povo, de um grupo, para saciar a fome de poder ou recursos de um ente maior – que, ao perceber esse esgotamento, redireciona a sua atenção e esforços para outros lugares (ou pessoas) que possam ser igualmente explorados.</p>
<p><strong>A expectativa de vida aumenta os perigos da exploração!</strong><br />
A questão é que agora temos “um tal de longo prazo” que afeta diretamente essa equação extrair/esgotar/redirecionar. Nos últimos 200 anos, ganhamos um excedente de vida de impressionantes 30 anos. A curva de expectativa de vida humana é algo que se manteve praticamente estável até o final da Antiguidade, quando vivíamos em torno de 20 anos. Durante toda a Idade Média chegávamos aos 30, 35 anos.</p>
<p>E, de repente, a partir do século XIX essa curva entra numa ascendente vertiginosa, chegando hoje aos 75 anos. Se fôssemos traçar uma curva de tendência, hoje estaríamos vivendo em torno de 45 anos – e neste caso, caro leitor, eu não estaria escrevendo esse artigo, primeiro porque não estaríamos enfrentando o desafio que me levou a escrever o artigo e segundo porque eu provavelmente já “não estaria mais aqui”.</p>
<p><strong>Onde isso vai nos levar?</strong><br />
Embasamos toda a nossa evolução no princípio de uma espécie de roda quadrada. E sinto que todo esse movimento em torno do tema <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c3VzdGVudGFiaWxpZGFkZV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-64">sustentabilidade<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> que vemos hoje parece ter como objetivo aperfeiçoar a “quadradice” dessa roda para que o nosso trajeto seja mais suave.</p>
<p>Do meu ponto de vista, é urgente abandonar essa memória e sair questionando e quebrando todos os paradigmas que envolvem o modo de produção e as relações de poder vigentes para então começar a vislumbrar a possibilidade de se construir uma roda redonda. Essa sim, apropriada e adequada para dar continuidade ao nosso trajeto como espécie.</p>
<p>Gostaria de saber sua opinião sobre o tema. Como você vê a “evolução” das relações de poder, o capitalismo, a globalização e essa insistência nos mesmos modelos de extrativismo nômade de nossos ancestrais? Sente que algo precisa mudar? Use o espaço de comentários abaixo para alimentar a discussão. Até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Adriana Spacca Olivares Rodopoulos</b>.<br>

Economista com foco em Psicologia Econômica. Atuou na área de Educação durante 12 anos e é autora dos blogs Meu Ipê Amarelo, um blog que fala de infância e educação, e Blogrup-on, um blog informativo sobre compras coletivas.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Viver de forma superficial ou intensa? Como fica a qualidade de vida?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2012/04/05/viver-de-forma-superficial-ou-intensa-como-fica-a-qualidade-de-vida/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 20:34:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
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		<description><![CDATA[Como lidar com a qualidade de vida em uma sociedade cada vez mais exigente? Como escolher entre viver de forma superficial ou intensa? Equilíbrio, a chave!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Viver de forma superficial ou intensa? Como fica a qualidade de vida?" src="http://dinheirama.com/wp-content/uploads/2012/04/dinheirama_post_viver_forma_superficial_intensa_qualidade_de_vida.jpg" alt="Viver de forma superficial ou intensa? Como fica a qualidade de vida?" align="left" hspace="2" vspace="2" />A vida sinaliza para a necessidade de voltar para casa: <strong>o nosso EU</strong>. Um voltar com caráter amoroso e não egoísta. Observo que muitas pessoas estão anestesiadas e acabam vivendo na superficialidade. A demanda maluca do cotidiano acelera e contribui para essa vida rasa, onde não há muito espaço para estar consigo, conhecer melhor suas vontades e decidir pela melhor opção. Infelizmente, “somos levados” por isso ou aquilo&#8230;</p>
<p>Acabamos transportados para lugares sem identidade, empregos sem trabalho, relações sem amores, metas sem ideais, sentimentos sem sentido. A falta de conhecimento sobre nossas reais necessidades e o que nos faz felizes acaba gerando doenças físicas e emocionais, já que o distanciamento do Eu traz consigo consequências negativas em algum momento da vida.</p>
<p>Outros aspectos, como o consumismo, as pressões de uma sociedade voltada para aparências e o empobrecimento cultural em pleno século XXI acabam distanciando muitas pessoas do Belo, do Bem e do Bom. Isso tem reflexos pesadíssimos também no aspecto financeiro das famílias, como você bem sabe.</p>
<p><span id="more-7461"></span>Pense um pouco e lembre-se de qual foi a última vez que você:</p>
<ul>
<li>Olhou para o céu;</li>
<li>Expressou seu carinho para as pessoas que ama;</li>
<li>Olhou no espelho e disse: “Você nasceu para dar certo!”;</li>
<li>Ajudou alguém pelo simples prazer de colaborar;</li>
<li>Pediu perdão;</li>
<li>Trocou a tarde no shopping por um passeio no parque;</li>
<li>Enfeitou a casa com flores;</li>
<li>Decidiu pela saúde financeira e assumiu o controle da planilha doméstica;</li>
<li>Rompeu com as amarras comportamentais que te prendiam no automatismo e foi fazer o que realmente valia a pena para você.</li>
</ul>
<p>É preciso desenvolver uma relação mais real e saudável consigo, com o outro e com a natureza. Todos nós corremos o risco de cair na cilada de uma Vida Líquida, para usar a expressão do sociólogo <strong>Zygmunt Bauman</strong>, onde tudo é temporário. Nesse cenário, as pessoas sentem-se confusas no meio de tantas transformações e informações e acabam com a sensação de estarem perdendo sua condição humana.</p>
<p>Isso tudo <em>“associado à proliferação dos apelos do consumo e sucesso, fazendo com que as pessoas mesmo angustiadas, perplexas e inseguras, estejam mais interessadas em escolher entre as diversas marcas de produtos e as mais infinitas ofertas, do que com sua condição de Ser e Estar no mundo”</em>.</p>
<p>Esse texto é um alerta para mim e para vocês. Uma pausa para refletirmos sobre como conduzimos nossa vida, se nossos dias estão sendo bem vividos, se conseguimos realmente sentir esse cotidiano e provocar mudanças. <strong>A principal revolução deve acontecer dentro de nós</strong> para consolidarmos nossa condição de SERES HUMANOS e não de teres humanos. Que tal aproveitar o feriado prolongado para começar ao invés de apenas reagir?</p>
<p>Concorda com essa ideia? Compartilhe conosco seu ponto de vista no espaço de comentários abaixo. Abraço e até a próxima.</p>
<p>Foto de <a title="Foto de sxc.hu" href="http://www.sxc.hu" target="_blank">sxc.hu</a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Como implantar um programa de coleta seletiva</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/11/08/como-implantar-um-programa-de-coleta-seletiva/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Nov 2010 23:16:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[exemplo]]></category>
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		<description><![CDATA[Conheça as vantagens da coleta seletiva e confira os passos para implementar a coleta em sua empresa e comunidade. Menos lixo, mais saúde e um futuro melhor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Como implantar um programa de coleta seletiva" src="http://dinheirama.com/files/2010/11/dinheirama_implementar_programa_coleta_seletiva.jpg" alt="Como implantar um programa de coleta seletiva" hspace="2" vspace="2" align="left" />No artigo <a title="Reciclagem: o que pode e o que não pode" href="http://dinheirama.com/blog/2010/03/26/reciclagem-o-que-pode-e-o-que-nao-pode/">“Reciclagem: o que pode e o que não pode”</a>, onde relacionei os resíduos que podem e que não podem ser reciclados, tive o objetivo de tanto incentivar mais pessoas a fazerem coleta seletiva quanto propor a avaliação criteriosa na hora de comprar produtos que se transformam em resíduos. Mas, diante das situação presentes no nosso dia-a-dia, ter essa informação pode não ser suficiente para conseguirmos fazer reciclagem, principalmente no caso de locais onde convivem muitas pessoas, como empresas, condomínios e escolas.</p>
<p>Quando falamos de organizações com muitas pessoas envolvidas, estamos automaticamente falando de uma diversidade de valores individuais. Alguns aprenderam desde cedo a importância de jogar o lixo do no local certo ou de evitar desperdícios. Outros ainda precisam despertar para essas questões. Por essa razão, a implantação de um programa de coleta seletiva precisa ser tratada como um <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z2VzdCVFM28rcHJvamV0b3NfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">projeto<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>: com um bom planejamento, execução e monitoramento.</p>
<p>Assim, para aqueles que desejam começar um projeto de reciclagem mas não sabem como, elaborei um roteiro detalhado com os principais aspectos que precisam ser levados em conta. Como você vai perceber, acabei focando mais em implantações para organizações.</p>
<p><span id="more-5220"></span>Tenho percebido que programas de coleta seletiva ainda são tabu para muitas empresas. Uma razão pode ser o pensamento que reciclagem serve apenas para salvar árvores. Quando falamos de coleta seletiva, precisamos pensar nos três “Rs” dos resíduos &#8211; reduzir, reutilizar e reciclar.</p>
<p>Isso significa que primeiro reduzimos a geração, reflexo da diminuição do desperdício, reutilizamos os materiais em bom estado, o que evita a compra de itens novos e, por fim, reciclamos os resíduos que não podem ser usados. Assim, de forma simplista, fazer um programa de coleta seletiva é bom para preservar o meio ambiente e para reduzir custos.</p>
<p><strong>1. PLANEJAMENTO</strong><br />
Essa é a etapa que antecede a implantação do programa de coleta seletiva e não deve ser desconsiderada. Um bom <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cGxhbmVqYW1lbnRvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">planejamento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> evita muitos problemas.</p>
<p><strong>1.1. Pesquise as opções que você tem em relação a pontos de destinação</strong><br />
Caso não haja coleta seletiva no seu município, pesquise cooperativas de reciclagem e outras entidades que recebem o lixo. Quanto mais perto do ponto de geração, mais fácil se torna separar e destinar os resíduos.</p>
<p><strong>1.2. Avalie os pontos que geram resíduos</strong><br />
Em casa, o ponto mais usual é a cozinha, uma vez que acabamos acumulando boa parte dos resíduos da casa próximo a ela (não estou considerando o lixo orgânico gerado no banheiro nesse momento). Assim, é comum estabelecer os recipientes para separação dos resíduos nesse ponto.</p>
<p>Já no caso de empresas, temos vários pontos de geração. Aqui vou comentar mais sobre a questão do papel, que é o principal resíduo em escritórios. A melhor prática que já vi para reciclagem no ambiente de trabalho foi acabar com a lixeira individual e ter um ponto de coleta por setor. Isso é o ideal, pois evita, por exemplo, que um copinho de café acabe sobre uma folha de papel, tornando-a inadequada para reciclagem.</p>
<p>Mas a técnica a ser usada depende muito da maturidade da equipe. Se o pessoal estiver comprometido em separar os papéis usados para reaproveitamento (blocos de rascunho, por exemplo) ou reciclagem, então ter uma lixeira individual não fará diferença. Mas cabe ressaltar que o papel para reciclagem deve estar limpo, sem gorduras.</p>
<p>No caso de condomínios, a briga costuma ser feia. Conheço muita gente que reclama da dificuldade em implantar a coleta seletiva no seu condomínio. Isso ora porque exige algum <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-60">investimento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, ora porque as pessoas ainda acreditam que o seu lixo é problema dos outros. Não quero aqui gerar polemica, mas o lixo que geramos é problema exclusivamente nosso.</p>
<p>Mesmo com a nova lei de resíduos sólidos, que obriga o gerador a dar destino ao produto embalagens ao final do consumo, ainda precisamos fazer a nossa parte. Ou seja, ainda precisamos separar o lixo reciclável. Assim, em condomínios o ideal é que existam pontos dimensionados para a população de cada edifício. Não adianta ter quatro coletores tipo papeleira na portaria. A desorganização desestimula a adesão e, em pouco tempo, os coletores estarão sem uso.</p>
<p><strong>1.3. Determine o que separar e como</strong><br />
Dependendo do seu projeto e quantidade de lixo esperada, talvez seja preciso algum investimento para preparar o espaço de separação e armazenagem. Em geral, o mais indicado é ter um recipiente para cada tipo de material. Assim, verifique o espaço disponível e avalie quanto será necessário investir para torná-lo adequado.</p>
<p>Cabe ressaltar que enquanto papel, plástico, vidro e metal são comumentes separados para a coleta seletiva, o óleo de cozinha e resíduos orgânicos podem ser tratados de forma diferenciada. Isso é, o óleo de cozinha pode ser transformado num excelente sabão para limpeza geral.</p>
<p>Já o lixo orgânico pode ser compostado e transformado em adubo. Reaproveitar esse resíduo é uma excelente contribuição ao meio ambiente, principalmente porque os nutrientes que antes eram destinados à coleta comum passam a se reintegrar à terra, melhorando a qualidade da mesma para as plantas.</p>
<p><strong>1.4. Determine a sistemática para destinação dos resíduos</strong><br />
Isso significa ter claro quando, como e onde separar ou processar os resíduos. Por exemplo, no caso de não haver coleta seletiva no município, uma opção pode ser acumular o material e levá-lo para uma cooperativa de reciclagem. Nesse caso, é preciso ter definido o local para guardar os resíduos, como será feita a separação, qual será a frequência de descarte e quem ficará responsável por ele.</p>
<p><strong>1.5. Analise a melhor forma de mobilizar as pessoas</strong><br />
Por melhor que seja a iniciativa, sem a participação das pessoas ela estará fadada ao fracasso. Assim, é preciso convencer as pessoas da importância de fazer <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cmVjaWNsYWdlbV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">reciclagem<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, incluindo o que cada uma ganha com isso. Apesar de todos nós termos um espírito altruísta, é quase impossível mantê-lo ativo o tempo todo. Por essa razão, precisamos de várias razões que nos levem a fazer o que é certo.</p>
<p>Em alguns países da Europa, por exemplo, um pai ensina ao filho sobre como fazer reciclagem não só porque é o correto, mas principalmente em razão das pesadas multas para a destinação inadequada de resíduos. Mas, enquanto não tempos leis e fiscalização nesse sentido, o ideal é descobrir razões que motivem as pessoas a fazer reciclagem.</p>
<p>No meu trabalho, tínhamos uma grande dificuldade em mobilizar o pessoal para separar o papel usado. Depois de muita briga, percebi que se transformasse esse papel em algo útil, talvez o pessoal se interessasse em ajudar. Um colega separou uma boa quantidade de papel e mandamos fazer bloquinhos de rascunho no tamanho de 1/4 do papel sulfite. Dito e feito! Agora o pessoal separa todo papel em condição de ser reutilizado.</p>
<p>Gincanas e jogos são boas opções para mobilizar as pessoas no trabalho e até em condomínios. As regras precisam ser claras e é melhor fazer a pontuação por equipe. Além disso, o prêmio precisa estar alinhado ao projeto, mas não precisa ser algo de grande valor. O importante é reconhecer o esforço do grupo.</p>
<p>O mais interessante nesse tipo de atividade é que ela pode ser usada para fomentar outro tipo de objetivo, como melhorar o trabalho em equipe, o ambiente organizacional ou a imagem da empresa junto à comunidade. Assim, fica mais fácil até de conseguir a aprovação do programa de coleta seletiva junto à chefia.</p>
<p><strong>1.6. Estabeleça métricas</strong><br />
Quem não mede, não gerencia. Por isso, é importante estabelecer métricas desde o começo do projeto, mesmo que a reciclagem seja feita em casa. Por exemplo, podemos não saber ao certo a quantidade de resíduos gerados ao mês. Dessa forma, é muito mais difícil estabelecer uma meta para reduzir a sua geração. Assim, conhecer o quanto e o que se gera deve ser a primeira meta.</p>
<p>Junte toda a pesquisa feita nos itens anteriores e monte um projeto para apresentar à direção.<br />
Sem um alinhamento de gestão, não existe espaço para inserir a conscientização necessária ao programa. Também não haverá recursos financeiros disponíveis para se promover as ações de mobilização. Assim, projetos que envolvem muitas pessoas precisam de apoio e autorização. Mas lembre-se que a sua ação voluntária não precisa.</p>
<p>Na verdade, adotar o hábito de avaliar o lixo gerado e agir em relação a isso é um ato de cidadania que serve de exemplo para as outras pessoas. Como bem disse <strong>Alexandre Garcia</strong> (<a title="Veja mais no site da Globo.com" href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1358266-7823-ALEXANDRE+GARCIA+COMENTA+SOBRE+A+NEGLIGENCIA+COM+O+LIXO,00.html" target="_blank">a matéria você pode ver aqui</a>), nós temos que fazer a nossa parte porque somos cidadãos e não por medo de multas ou repreensões.</p>
<p><strong>2. IMPLANTAÇÃO</strong><br />
Por mais divulgada que esteja a importância da reciclagem, a resistência das pessoas ainda é muito grande. Assim, é preciso ter em mente que, ao se comprometer com o projeto, assumir atividades extras será inevitável.</p>
<p><strong>2.1. Monte a estrutura e sinalize</strong><br />
Conforme planejado e orçado, monte o espaço a ser usado para a separação e guarda dos resíduos. Invista também em sinalização e opte sempre por uma linguagem positiva. Ou seja, prefira escrever <em>“Jogue o lixo no recipiente ABC”</em> a <em>“Não jogue lixo neste local”</em>. A Neurolinguística  nos ensina que ignoramos a palavra “não” e só percebemos a mensagem que a segue. É a história do “NÃO pense num elefante rosa com bolinhas vermelhas”. Pensou? Pois é.</p>
<p><strong>2.2. Estabeleça responsáveis pelas rotinas de separação, organização e destinação</strong><br />
Nessa fase é importante definir os responsáveis por essas atividades, evitando que o processo acabe se descontinuando por falta de ação. Lembre-se de deixar alguém responsável também por medir a quantidade de lixo que esta sendo destinada.</p>
<p><strong>2.3. Inicie as ações de mobilização</strong><br />
Convide as pessoas para participar das atividades que envolvem a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cmVjaWNsYWdlbV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-56">reciclagem<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, tais como organizar o espaço onde serão armazenados os resíduos, ajudar a montar as composteiras etc. A participação nessas atividades ajuda a aumentar o interesse pela reciclagem. É o momento também de dar início às outras atividades, como gincanas e jogos.</p>
<p><strong>2.4. Convide pessoas-chave para começar o processo</strong><br />
Se os gerentes, supervisores e coordenadores (ou professores, coordenadores e o pessoal da secretaria no caso de escolas) servirem de exemplo, será muito mais fácil motivar as pessoas a participar.</p>
<p><strong>3. VERIFICAÇÃO</strong><br />
A avaliação dos resultados precisa ser intensa. No início, o ideal é verificar semanalmente. Muitas falhas são identificadas logo nas primeiras semanas, permitindo uma melhoria no processo em pouco tempo. Verifique todos os aspectos do projeto, o que inclui as condições da separação, a organização do espaço, a frequência da destinação e a medição dos resíduos. Ouça também os participantes para identificar oportunidades de melhoria.</p>
<p><strong>4. CORREÇÃO E MELHORIA</strong><br />
Na fase de planejamento não comentei sobre fazer um trabalho intenso quanto à geração. Apenas sugeri a identificação dos pontos e planejamento da coleta. Agora, conhecendo o quanto e o que se gera, podemos iniciar um trabalho de conscientização das pessoas quanto à geração.</p>
<p>A falta de números costuma ser um válvula de escape para aqueles que não desejam mudar já que as estatísticas existentes, no máximo, mostram os números do lixo por cidade. Mas, quando conhecemos nossas próprias métricas o problema se torna real, culminando até na identificação de uma cultura de desperdício dentro da organização.</p>
<p>Em empresas isso é muito útil. Papéis e copos descartáveis, por serem fornecidos pela organização, às vezes sofrem com a falta de consciência no uso responsável. Dessa forma, estes são dois itens ótimos para serem objeto de redução através de campanhas de uso responsável.</p>
<p>Para os papéis, sugiro as seguintes ações:</p>
<ul>
<li>Coloque no email de cada colaborador uma mensagem atentando sobre a necessidade de se imprimir. Adote também essa prática no seu email pessoal;</li>
<li>Configure todas as impressoras para imprimir frente-e-verso;</li>
<li>Coloque um recipiente em local visível para a separação dos papéis com uso em apenas um dos lados. Faça blocos de rascunho e distribua para a equipe;</li>
<li>Coloque adesivos nas impressoras chamando a atenção para a importância do uso consciente do <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cGFwZWxfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-52">papel<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>.</li>
</ul>
<p>No caso dos copos descartáveis, sugiro:</p>
<ul>
<li>Fornecer canecas nominais para cada colaborador, conscientizando gerentes e supervisores a servirem de exemplo. Essa é outra prática que pode ser adotada voluntariamente;</li>
<li>Diminua os pontos com copos descartáveis disponíveis. Uma vez que cada pessoa tem sua caneca, não precisa de copo para tomar água ou café. Deixe os copos descartáveis apenas onde circulam visitas.</li>
</ul>
<p>Visando o processo de melhoria contínua, outra sugestão é adotar a realização de conversas informais com a equipe. Nem reuniões, nem treinamentos, esses diálogos são momentos em que as pessoas se reúnem, seja no escritório, no jardim ou sala de visitas, para conversar sobre assuntos que não tratem diretamente dos resultados da empresa.</p>
<p>Por isso, são uma ótima ferramenta para tratar de assuntos ligados ao trabalho em equipe, qualidade e segurança no trabalho, bem como nossas relações com o meio ambiente. Assim, entre outros assuntos, os pontos de melhoria no programa de coleta seletiva podem ser tratados nessas conversas informais, enfatizando que a colaboração de cada um é fundamental para se alcançar os objetivos.</p>
<p><strong>Considerações</strong><br />
Como comentei no começo, foquei bastante a questão da coleta seletiva no ambiente de trabalho. Em casa, a decisão está em nossas mãos. Mas, em locais onde convivem várias pessoas, muitos são os aspectos que precisam ser trabalhados. Quem já participou de um processo desses sabe como pode ser trabalhoso implantar coleta seletiva.</p>
<p>Mas ver como as pessoas mudam de comportamento com um pouco de insistência e informação qualificada é muito gratificante. Você já participou por um processo desses? Se sim, como foi a sua experiência?</p>
<p>Crédito da foto para <strong><a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://freedigitalphotos.net" target="_blank">freedigitalphotos.net</a></strong>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Elaine Costa</b>.<br>

Administradora pós-graduada em Administração Industrial, com formação em Design em Permacultura pelo IPEMA - Instituto de Permacultura e Ecovilas da Mata Atlântica. Trabalha há mais de cinco anos com Clima Organizacional e Sistemas de Gestão para Qualidade, Meio ambiente, Saúde e Segurança. É fundadora do blog Mais Com Menos, no qual ensina como transformar resíduos orgânicos em adubo, entre outras práticas sustentáveis<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Dinheirama entrevista: Huáras Duarte, diretor da Omnis Mind</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/04/13/dinheirama-entrevista-huaras-duarte-diretor-da-omnis-mind/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 17:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Sustentável]]></category>
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		<description><![CDATA[O aprendizado nas empresas é uma realidade no Brasil? Como lidar com as questões que envolvem o crescimento pessoal, o trabalho e a necessidade constante de aprendizado?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Dinheirama entrevista: Huáras Duarte, diretor da Omnis Mind" src="http://dinheirama.com/files/2010/04/dinheirama_entrevista_huaras_duarte.jpg" alt="Dinheirama entrevista: Huáras Duarte, diretor da Omnis Mind" hspace="2" vspace="2" align="left" />O aprendizado nas empresas é foco de diversos livros e artigos. Felizmente, o tema passa a ser tratado com mais seriedade nas empresas brasileiras, o que nos traz uma excelente oportunidade de conversar com um dos maiores especialistas no tema. Nosso papo hoje é com <strong>Huáras Duarte</strong>, Coach e Diretor da <a title="Conheça a Omnis Mind" href="http://www.omnismind.com.br" target="_blank"><strong>Omnis Mind</strong></a>, formado em Engenharia Mecânica pela Faculdade de Engenharia Industrial e em Administração de Empresas pelo Instituto Mackenzie.</p>
<p>Nas empresas que trabalhou, Huáras desenvolveu diversos trabalhos na área de treinamento, é Trainer em Programação Neurolinguística (<a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/UE5MXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-48">PNL<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>) e introdutor da técnica PhotoReading no Brasil, sendo o único brasileiro certificado como <em>PhotoReading Master Instructor</em>. É consultor nas áreas de <em>Brain-Based Learning</em> (Bases Neurológicas do Aprendizado) e <em>Accelerated Learning</em>. Formado em Coaching Integrado pela ICI, atua como coach executivo em empresas nacionais e multinacionais, e também atende como coach pessoal.</p>
<p><strong>De onde surgiu a idéia de criar uma empresa voltada para a aprendizagem e o crescimento pessoal?</strong></p>
<p><strong>Huáras Duarte:</strong> A Omnis Mind surgiu em um momento em que eu tinha acabado de desistir da engenharia. Trabalhei como engenheiro por quase 10 anos e, em um dado momento, não estava mais satisfeito. Mas também não estava fazendo alguma coisa para mudar a situação. Foi quando a empresa faliu. Ou seja, a vida me empurrou.</p>
<p><span id="more-4310"></span>Foi uma fase da minha vida profissional em que fiquei procurando o que fazer. De uma coisa tinha certeza: não queria mais a área técnica. Queria algo diferente, mas não sabia o que era. Foi quando entrei na área de PNL, fiz curso e investi em formação. Foi dentro dessa área que conheci, através de uma reportagem com o Paul Scheele, o PhotoReading. E aquilo me interessou. Fui para os Estados Unidos e conheci o curso de dois dias. Gostei da técnica e comecei aplicar. Então decidi fazer a formação para instrutor.</p>
<p>Durante o aprendizado do método, percebi que PhotoReading não era só uma técnica, mas estava ligado a algo maior. Era exatamente sobre como acelerar o aprendizado. E isso me fascinou. Estava cada vez mais claro como aquilo era importante para as pessoas. Mesmo tento foco em leitura, em materiais escritos, percebi como aquelas ferramentas criavam uma mudança de paradigma, aplicável em qualquer situação.</p>
<p>Quando comecei com as atividades de PhotoReading, decidi criar uma empresa com o objetivo principal de facilitar o aprendizado. Desde o início, quis oferecer PhotoReading, outras estratégias, mapas mentais e tudo que pudesse contribuir com o aprendizado mais rápido. Por isso, também criei outro curso, o “Aprender a aprender”. Trabalhei um bom tempo com essas ferramentas.</p>
<p>Mas, junto com esse meu background em PNL, foi natural evoluir do campo do aprendizado para o do desenvolvimento. Na verdade, o desenvolvimento pessoal não deixa de ser um aprendizado, só que mais voltado para a vida. Foi nesse desenvolvimento que comecei a entrar em contato com outros profissionais, buscando novas atividades para o desenvolvimento pessoal. A principal dessas foi o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Q29hY2hpbmdfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">Coaching<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>.</p>
<p>Fiz a formação, trabalhei com a organização do curso e comecei a oferecer o serviço de Coaching como complemento, uma vez que ajuda usar na prática o que se aprendeu. Depois, foi natural entrar outros cursos, como o “Desbloqueio para aprender idiomas”, com o Valter Herman, alguns cursos mais específicos de Coaching, Programação Neurolinguística, entre outros.</p>
<p>Atualmente, também estamos trazendo o foco para a pessoa e a espiritualidade. Precisamos aprender a ser melhores para atuar no mundo &#8211; e isso é o que eu chamo de espiritualidade. Olhando as nossas conexões com os outros seres, com a Força Maior, vamos crescer em sintonia com todas as outras pessoas, seres e com o universo.</p>
<p><strong>O que diferencia a Omnis Mind de outras empresas voltadas para o aperfeiçoamento pessoal?</strong></p>
<p><strong>HD:</strong> Nosso foco é em como a pessoa pode ser melhor. Ser um indivíduo, um ser humano melhor. E pensando em aprendizado, não são só técnicas. É preciso aprender a pensar de forma diferente. Isso é crescimento. Mudar, não só pelo conhecimento, mas sim pela forma como se lida com as coisas. No caso específico do PhotoReading, que é composto por várias técnicas, isso não é o principal. O principal é que a pessoa cresça dentro de uma visão mais ampla do mundo para poder usar melhor suas próprias capacidades.</p>
<p><strong>O que você acredita ser mais importante no processo de aprendizagem?</strong></p>
<p><strong>HD:</strong> É importante que a pessoa saiba o que quer. Quando alguém estabelece objetivos, não o faz pensando em si mesmo, mas na busca pelo reconhecimento das outras pessoas. Muitos dos objetivos que as pessoas colocam são para satisfazer algo externo. Quando proponho a criação de objetivos, sempre pergunto: o que você realmente deseja?</p>
<p>Não importa a profissão que escolheu ou o quanto você ganha, mas se isso traz satisfação para a sua vida. Essa é a grande mudança, algo que podemos chamar de desenvolvimento pessoal. Não saber mais. Ter informação não quer dizer que você seja inteligente. É preciso saber aplicá-las e essa é a diferença.</p>
<p><strong>Nesse contexto, qual a sua opinião em relação à teoria das inteligências múltiplas, de Howard Gardner?</strong></p>
<p><strong>HD:</strong> A teoria das inteligências múltiplas, de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/SG93YXJkK0dhcmRuZXJfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-64">Howard Gardner<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, é uma das bases do curso “Aprender a aprender”. Gosto muito dessa visão, pois oferece muito mais flexibilidade. A pessoa começa a reconhecer que pode ter várias habilidades, que inteligência não é uma habilidade única e que pode ter inteligências, ou habilidades, em áreas diferentes. Por exemplo, alguém com grande habilidade para lidar com números pode ter dificuldades para perceber espaços, para se localizar espacialmente. Mas essa é uma habilidade que pode ser desenvolvida.</p>
<p><strong>Conhecer as habilidades predominantes ajuda a melhorar a forma de aprender?</strong></p>
<p><strong>HD:</strong> Reconhecendo o que você tem de pontos fortes e quais são seus pontos fracos ajuda a, no caso das habilidades fracas, a decidir o que desenvolver. O forte, você pode aprender a usar da maneira que quiser, com mais eficiência e resultados.</p>
<p><strong>Então é possível desenvolver habilidades que não sejam predominantes?</strong></p>
<p><strong>HD:</strong> Sim. O ser humano foi “desenhado” &#8211; vamos por dessa maneira &#8211; para aprender. Ele tem duas funções básicas: sobrevivência e aprendizado. Se você tem as suas necessidades básicas atendidas, a necessidade de sobrevivência está atendida. Então passamos para a necessidade de aprender. A vida é um aprendizado constante e, quando paramos de aprender, deixamos de viver. E não estou falando de fazer mestrado ou doutorado. Falo do aprendizado que nos possibilita adquirir experiência para a própria vida. E você tem à disposição várias ferramentas capazes de auxiliar neste processo.</p>
<p><strong>Dentre as ferramentas disponíveis e que você conhece, qual recomenda para melhorar a aprendizagem?</strong></p>
<p><strong>HD:</strong> Em relação ao aprendizado, o PhotoReading é uma excelente ferramenta. Não só para quem está estudando, como também para os profissionais no dia-a-dia. Hoje, estar bem informado é uma necessidade do mundo corporativo e muitas dessas informações estão no formato escrito. Todo dia, surgem teorias novas, métodos novos, técnicas novas de engenharia, de vendas, de relacionamento com clientes.</p>
<p>Enfim, em todas as áreas aparece algo novo a todo instante. Por isso, o PhotoReading é uma excelente ferramenta para lidar com essas informações e se manter em dia. Para o estudante, é excelente para estudar e para se organizar. Se estiver se preparando para um concurso público, vai ajudar demais na sua organização, foco, além de ter técnicas que são bem eficientes para captar melhor a essência do que se está lendo.</p>
<p><strong>Você pode nos dar uma visão geral sobre como funciona o PhotoReading?</strong></p>
<p><strong>HD:</strong> O método do PhotoReading tem como base o modo como nós aprendemos. O cérebro lida com a informação em dois níveis: consciente e não consciente, onde o não consciente é a maior base que nós temos de informação. Ele processa muito mais informações do que no nível consciente, que é linear. Então, o objetivo é que se consiga lidar com os dois níveis.</p>
<p>Por isso, existem ferramentas para lidar com o nível não consciente e ferramentas para lidar com o nível consciente, sendo que a melhor ordem para se lidar com as informações não é de forma linear, como nós aprendemos, e sim trabalhando a informação do todo para a parte. Primeiro, tem-se uma referência, uma visão geral da informação, para só depois buscar os detalhes. Mas não quaisquer detalhes, e sim aqueles que são importantes para você. Aqui entra o objetivo.</p>
<p>Basicamente, lidamos com as informações em dois níveis, o consciente e não consciente, onde o consciente precisa saber o que você quer a partir de uma visão geral. Juntando todas as técnicas, temos o aprendizado que desejamos, mesmo de maneira não consciente. Na verdade, o não consciente estimula a intuição, que dá suporte ao raciocínio.</p>
<p><strong>Mas o que diferencia as técnicas do PhotoReading daquelas usadas pela leitura dinâmica?</strong></p>
<p><strong>HD:</strong> A leitura dinâmica compreende ler um livro da forma tradicional visualizando o texto e não subvocalizando-o (lendo-o mentalmente).  E se faz isso do início ao fim, usando técnicas de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVtb3JpemElRTclRTNvXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-64">memorização<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> para lembrar de partes específicas do texto. Aqui, temos como foco o livro. Ficamos presos a ele.</p>
<p>No método PhotoReading, temos mais liberdade, pois a parte mais importante do processo de leitura é o leitor e não o livro. O leitor que é responsável pela informação e pelo aprendizado. Então, o objetivo é o leitor, e não o livro. Cabe a ele definir o que é importante. Em função disso é que ele vai saber como se relacionar com aquela informação, que pode até extrapolar um livro e ir para outros. O importante é o que o leitor quer, e não mais o que aquela simples leitura oferece.</p>
<p><strong>Essa é uma grande mudança. Estamos muito acostumados aos outros nos dizerem o que fazer ou o que ler. Não será a definição de objetivos uma das dificuldades em relação à aceitação do método?</strong></p>
<p><strong>HD:</strong> Isso foi algo que aprendi quando comecei a fazer Coaching. Esse trabalho tem o objetivo de ajudar a pessoa a ser responsável por sua vida. E, dentro da vida, existe o aprendizado. Logo, cada um é responsável pelo seu aprendizado. Sou eu que preciso definir o que quero aprender e não os outros.</p>
<p>Ter uma referência ajuda, mas no final a decisão é sempre da pessoa. E ter uma visão geral do conteúdo vai ajudar na decisão de se aprofundar, ou não. Hoje, a maior dificuldade da aprendizagem é o tempo. Não temos mais tempo disponível e precisamos fazer em cinco minutos o que antes faríamos em uma hora.</p>
<p><strong>Você comentou que o mundo mudou, mas nossos métodos de aprendizagem continuam os mesmos. Será por isso que temos mais dificuldades em lidar com essas mudanças?</strong></p>
<p><strong>HD:</strong> Sim. Todo mundo está com problemas porque os métodos tradicionais não funcionam mais. A pessoa acha que não tem capacidade, sem perceber que o problema está no método. Capacidade todos temos.</p>
<p>Crédito da foto: divulgação.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Elaine Costa</b>.<br>

Administradora pós-graduada em Administração Industrial, com formação em Design em Permacultura pelo IPEMA - Instituto de Permacultura e Ecovilas da Mata Atlântica. Trabalha há mais de cinco anos com Clima Organizacional e Sistemas de Gestão para Qualidade, Meio ambiente, Saúde e Segurança. É fundadora do blog Mais Com Menos, no qual ensina como transformar resíduos orgânicos em adubo, entre outras práticas sustentáveis<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Propaganda e as crianças: estimule sua capacidade crítica</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/04/09/propaganda-e-as-criancas-estimule-sua-capacidade-critica/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 18:32:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
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		<description><![CDATA[Como devem agir os pais diante das intensas e cada vez mais ousadas propagandas voltadas para o universo infantil? Como agir com os filhos diante do atual consumismo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Propaganda e as crianças: estimule sua capacidade crítica" src="http://dinheirama.com/files/2010/04/dinheirama_conversa_filhos_propaganda_tv.jpg" alt="Propaganda e as crianças: estimule sua capacidade crítica" hspace="2" vspace="2" align="left" />O envolvimento das crianças com a mídia e o ato de consumir se iniciam mesmo antes de elas aprenderem a ler ou a escrever. É, segundo <strong>Bauman</strong>, <em>“a instalação do papel social de consumidor”</em>. Esse autor alerta que esse novo modelo de sociedade é cheio de forças coercitivas que levam seus integrantes a se ajustarem aos valores do mercado. A questão é o número cada vez maior de crianças e adolescentes ingressando em um modelo altamente consumista.</p>
<p>O apelo social do ”ter para ser aceito” acaba fazendo de muitos pré-adolescentes reféns de uma vida para o consumo. Esse processo complica ainda mais a conturbada fase de construção da identidade pessoal e ingresso na vida adulta. O foco do artigo de hoje é a influência que a propaganda exerce sobre crianças e adolescentes e qual o papel dos pais e/ou responsáveis na formação de um consumidor responsável.</p>
<p><span id="more-4288"></span>A consultora financeira <strong>Susanna Stuart</strong>, autora do livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21496923/?franq=247523" target="_blank">&#8220;Ensine seu Filho a Cuidar do Dinheiro&#8221;</a> (Ed. Gente), fala sobre alguns fatores que elevaram a pressão pelo consumo e o aumento do marketing direcionado ao público infantil nas últimas décadas:</p>
<ul>
<li><strong>A opção por ter filhos mais tarde:</strong> com a carreira profissional dos pais encaminhada, o bebê crescerá em um cenário financeiro melhor;</li>
<li><strong>O número menor de filhos por casal: </strong>maior dedicação e gastos com cada criança;</li>
<li><strong>Pais ocupados e filhos mais sozinhos:</strong> maior tempo em frente à TV ou <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Q29yZSsyXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-52">computador<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e idas freqüentes aos shoppings para lanches e compras;</li>
<li><strong>Menos filhos, mais recursos:</strong> menos tempo e inclusão das crianças nas decisões financeiras da família.</li>
</ul>
<p>Essa tendência é muito perigosa, pois pode causar danos à construção dos valores morais e éticos de nossas crianças e adolescentes. Principalmente nas crianças até 7 anos, pois elas não possuem capacidade cognitiva suficiente para distinguir as mensagens passadas através da mídia. Conseqüentemente, o poder de decisão é pequeno.</p>
<p><strong>O posicionamento dos pais é essencial<br />
</strong>O que fazer se estamos inseridos nessa sociedade e diversas vezes cedemos aos apelos do consumo pelo consumo? Se nós adultos acabamos atendendo aos nossos desejos e satisfazendo nossas vontades, o que dizer dos jovens ainda em formação e de seu caráter imediatista?</p>
<p>Uma atitude é certa: o posicionamento de pais e responsáveis é fator essencial para a formação de cidadãos mais críticos e seletivos.  A transmissão de valores através do hábito de <a title="Consumidor Consciente" href="http://www.consumidorconsciente.org/BR/" target="_blank">consumo responsável</a> tem um impacto expressivo na vida dos filhos &#8211; valores que serão absorvidos a cada dia e através da postura observada por eles.</p>
<p>Todas as nossas condutas são baseadas em nosso sistema de crenças. Por exemplo, em minha casa nós damos preferência de compra aos produtos nacionais, ajudamos mensalmente instituições filantrópicas da nossa cidade e procuramos ponderar o custo-benefício das marcas. Essas atitudes são explicadas para nossa filha, que a partir da nossa postura está formando o seu sistema de valores e crenças.</p>
<p><strong>Os comerciais de TV: oportunidade para diálogo<br />
</strong>A “dupla” comercial de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/VFYrTENEXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-52">TV<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> e crianças sempre foi foco de discussões por parte de especialistas. Alguns recomendam a exclusão das propagandas durante a programação infantil. Outros dizem que a influência de colegas e o estilo de vida familiar têm mais peso na questão do alto consumo, tema para um próximo artigo. Pontos de vista diferentes, com uma recomendação em comum: a necessidade de uma condução na formação dos hábitos de consumo por parte dos pais.</p>
<p>O certo é que as crianças passam muito tempo em frente à TV e as empresas investem muito em propagandas focadas para esse público. Errado? No momento, não cabe a discussão. A questão, mais relevante, é a postura ativa que os pais precisam ter. Precisamos oferecer às crianças e adolescentes ferramentas para torná-los mais seletivos.</p>
<p>Não queremos e nem devemos privá-los de entrar em contato com os inúmeros produtos lançados todo dia pelas empresas, o que seria muito difícil e não resolveria a questão. A atitude correta é prepará-los para terem uma postura mais crítica frente aos comerciais.</p>
<p>A maioria dos nossos hábitos de consumo é influenciada pela mídia, desde o sutil comercial de margarina até os programas instigando nosso cérebro de forma mais direta, ao melhor estilo “Compre, Compre!”.</p>
<p>Os comerciais destinados às crianças e suas mensagens diretas e indiretas possuem um grande impacto sobre elas e é por isso que devemos dedicar atenção especial a eles e como nossos filhos reagem à sua exposição. A especialista em educação financeira infantil <strong>Neale S. Godfrey</strong>, autora do livro <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21303893/?franq=247523" target="_blank">&#8220;Dinheiro não dá em Árvores&#8221;</a> (Ed. Jardim dos Livros), sugere que o ideal é conversar com as crianças sobre as propagandas, explicando seus objetivos. Quando entendemos como o sistema funciona somos menos vulneráveis à compra pela compra. Seria uma solução contra o consumismo desenfreado que atormenta pais e educadores em todo o mundo.</p>
<p>Através das conversas informais com as crianças e  respeitando as fases de desenvolvimento de cada uma, você estará formando um “consumidor esperto”. O mundo é repleto de produtos e os comerciais existem para mostrar esses produtos e nos convencer a comprá-los. Nosso papel é saber escolher.</p>
<p>Fale com seus filhos sobre:</p>
<ul>
<li>Qualidade;</li>
<li>Diferença entre querer e precisar;</li>
<li>Pesquisa de preço;</li>
<li>Estabelecer comparações e escolher o mais apropriado;</li>
<li>Planejamento, poupança e disciplina.</li>
</ul>
<p>Outro alerta importante é o incentivo inconsciente ao consumismo como forma de compensação emocional. Explico: muitos pais compensam sua ausência com presentes. Bom, acho que não preciso falar mais nada, certo?</p>
<p>E na sua família, como é conduzida a questão do consumo junto às crianças? Escreva-nos contando suas experiências! Um abraço e até o próximo artigo.</p>
<p>Crédito da foto para <a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://www.freedigitalphotos.net/" target="_blank"><strong>freedigitalphotos.net</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Por que o futuro é tão importante?</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/03/31/por-que-o-futuro-e-tao-importante/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 17:43:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Você planeja e atua em prol de seu futuro? Ou o futuro é mesmo incerto e mais vale curtir a vida? Independente do que muito se fala, sobre o futuro só há uma verdade: ele chega!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Por que o futuro é tão importante?" src="http://dinheirama.com/files/2010/03/dinheirama_futuro_importante_dinheiro.jpg" alt="Por que o futuro é tão importante?" hspace="2" vspace="2" align="left" />Aqui no <em>Dinheirama</em>, no mais recente livro lido sobre <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZmluYW4lRTdhcytwZXNzb2Fpc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-68">finanças pessoais<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, na revista especializada ou no site de uma consultoria financeira, não importa, há uma mensagem sempre marcante quando o planejamento financeiro pauta a discussão: tomar decisões pensando no futuro, também chamado de longo prazo, é parte essencial de uma estratégia eficiente de formação de patrimônio e construção de uma vida mais tranquila. É consenso entre os amantes do tema, mas não entre a maioria da população.</p>
<p><strong>Se o futuro não existe, como planejá-lo?<br />
</strong>Expressões como <em>&#8220;O futuro a Deus pertence&#8221;</em>, <em>&#8220;Viva a vida no presente, único momento possível&#8221;</em>, ambas oriundas da sabedoria popular e <em>&#8220;No longo prazo todos estaremos mortos&#8221;</em>, do famoso economista Maynard Keynes, para ficar em poucas variantes, têm lugar garantido na agenda romântica de justificativas da grande parcela da população que não gerencia seus recursos (financeiros, morais, profissionais etc.).</p>
<p>O paradoxo torna-se mais interessante quando passamos a observar o futuro como uma consequência do presente. Não se trata de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Zmlsb3NvZmlhXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-56">filosofia<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> ou autoajuda, mas de uma constatação simples: o futuro inexiste, é fato, mas só existe se, no presente (hoje), criarmos condições para tal. É mais ou menos assim: o amanhã pode não existir, é futuro, incerto, mas se ele acontecer precisarei ter saldo suficiente para pagar o cartão de crédito e o plano de saúde.</p>
<p><span id="more-4238"></span>Não é tão simples. Se o problema fosse apenas nossa visão de futuro, talvez as oportunidades de mudança fossem mais nítidas. Há a questão cultural, carregada com o peso de anos de instabilidade econômica, política e social. Porque por muito tempo fomos manipulados, sendo obrigados a viver sob regimes autoritários, fechados e com pífia administração para o longo prazo. A inflação, por exemplo, arruinava qualquer desejo de planejamento.</p>
<p><strong>Futuro quer dizer tempo. Para o dinheiro, tempo é tudo!<br />
</strong>Enxergar o futuro quando estamos endividados é horrível. Dói. As contas vão vencer, nossos nomes serão protestados ou colocados nas famosas listas de maus pagadores. E, ao optar por não pagar o que devemos, a dívida cresce &#8211; muitas vezes de forma incrivelmente rápida. E ao final de um, dois, cinco anos, devemos quantias inacreditáveis. Mas devemos! Só então nos damos conta de que o futuro existe e agora é presente. Muito presente. O futuro é ali na frente, mas depende do aqui, agora. Filosofia básica de bar.</p>
<p>Felizmente, a sociedade já se prepara para viver e incentivar iniciativas sérias de educação financeira, capazes de fazer refletir até mesmo as famílias mais humildes, dotadas das mais diversas razões para ignorar a chance de um amanhã melhor. Acreditar que é possível mudar o futuro, que não tem nada a ver com destino, deve ser o primeiro passo.</p>
<p>Ora, quem constrói patrimônio através de um fluxo de caixa confortável, equilibrado e que destina somas relevantes para os <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/aW52ZXN0aW1lbnRvcytkaW5oZWlyb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-72">investimentos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> sabe que o poder dos juros compostos, prática da matemática financeira que faz crescer montantes aplicados (lado bom) ou emprestados (lado triste), é muito maior quando o tempo é usado com sabedoria. Pequenos aportes, por muito tempo, trazem boa fortuna e qualidade de vida.</p>
<p><strong>Qualidade de vida?<br />
</strong>Sim, pois quem aprende a poupar e investir desde cedo, aceitando que o futuro não é apenas a certeza da morte, destina pequenos valores para os projetos de médio e longo prazo, podendo usar boa parte das receitas do presente para aproveitar melhor o agora. Um outro grupo, tido como modelo de comportamento, prefere viver &#8220;intensamente&#8221; e gasta tudo e ainda toma dinheiro emprestado. Quer ver na prática?</p>
<ul>
<li>Formado, com seus 20 e poucos anos, o sujeito começa a trabalhar e, com a família, estabelece algumas metas pessoais e profissionais. Então destina, todo mês, uma quantia pequena, mas razoável, para a previdênvia complementar (para os 60+ anos), para a compra do carro e entrada em uma casa própria dali 10 anos. Com estes planos em mente, e dado o horizonte de tempo à sua frente, ele destina cerca de 30% de suas receitas para seus sonhos. Ele investe e usa o tempo. Com o restante do que ganha, pode fazer muita coisa. E faz;</li>
<li>Formado, com seus 20 e poucos anos, o sujeito tem que começar a trabalhar em qualquer emprego porque precisa arcar com parcelas atrasadas de um carro financiado quando ainda era universitário. Os pais pagavam uma parte e ele outra. De vez em quando exagerava e os pais cobriam tudo ou deixavam uma ou outra parcela para trás. Ele faz questão de ter os itens de consumo da moda, mas porque o observam por isso e não por necessidade, e a única opção de construir patrimônio que vislumbra é através de financiamentos. Na prática, ele não faz quase nada do que <em>realmente</em> gostaria.</li>
</ul>
<p><strong>Qual dos dois tem mais futuro?<br />
</strong>&#8220;Depende&#8221;. Depende das circunstâncias, depende do perfil de cada um, depende da profissão, de seu <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cmVsYWNpb25hbWVudG9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-64">relacionamento<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, disso, daquilo. &#8220;Depende&#8221; é uma resposta que sempre funciona, especialmente quando falta coragem para assimilar certas verdades. Então tá. Um crê no futuro como fruto de seus atos, outro crê no presente como saída para todos os seus problemas &#8211; o que, essencialmente, cria mais problemas. Situações assim são comuns, estão por toda parte. Infelizmente.</p>
<p>Ah, o futuro&#8230; Não pretendo convencê-lo de que o futuro só será mais rico, confortante e melhor desfrutado se você se planejar. Prefiro apenas despertar em você o desejo de questionar-se acerca dos dias e anos que virão e suas aspirações e motivações para mudar o presente de alguma forma. Tudo porque esses dias alguém me perguntou:<em> &#8220;Mas Navarro, por que o futuro é tão importante?&#8221;</em>. Minha resposta, óbvia como quase tudo que escrevo, foi:<em> &#8220;Porque ele chega! Rápido!&#8221;</em>.</p>
<p>Crédito da foto para <a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://www.freedigitalphotos.net" target="_blank"><strong>freedigitalphotos.net</strong></a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Teoria proclamada e teoria de uso</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/03/22/teoria-proclamada-e-teoria-de-uso/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 20:09:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço. Quantas vezes você já ouviu essa frase? Pois é, a liderança precisa dar o exemplo, mas nem sempre é isso que acontece, não é mesmo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Teoria proclamada e teoria de uso" src="http://dinheirama.com/files/2010/03/dinheirama_teoria_faca_lideranca.jpg" alt="Teoria proclamada e teoria de uso" hspace="2" vspace="2" align="left" />A expressão <em>“façam o que eu falo e não façam o que eu faço”</em> costuma interferir muito nas relações de trabalho. É comum funcionários me confidenciarem que ficam muito desmotivados para colocarem em prática algumas melhorias em seu trabalho, principalmente aquelas que se referem a atitudes comportamentais, pois seus <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z2VzdG9yZXNfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-56">gestores<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> falam bastante, mas não praticam o que tanto pregam!</p>
<p>Todos nós passamos por esse tipo de incômodo pelo menos uma vez na vida. Estou falando da distância entre teoria e prática, o que os especialistas chamam de Teoria Proclamada e Teoria de Uso.</p>
<p>Os indivíduos agem no seu dia a dia a partir do seu sistema de crenças e valores. Muitas de suas atitudes são inconscientes, ficando difícil perceber a dissonância entre fala e ações. A teoria proclamada fica clara para os ouvintes, mas acaba passando muitas vezes despercebida por quem a pronuncia. Acredito que as pessoas adotam discursos diferentes da prática por autodefesa, para agradar o outro, por sua dificuldade em agir diferente e para persuadir as pessoas.</p>
<p><span id="more-4177"></span><strong>Alguns exemplos</strong></p>
<ul>
<li>Aquelas pessoas que fazem discurso contra o nepotismo, mas somente entregam cargos de confiança a algum parente;</li>
<li>Chefes que exigem qualidade nas relações interpessoais de sua equipe, mas não aceitam nenhuma interferência em suas decisões;</li>
<li>Outros dizem que é preciso cuidar das pessoas carentes, estimulam a caridade, mas não dão um centavo de seu salário para ninguém!</li>
</ul>
<p><strong>Os impactos negativos dentro das empresas<br />
</strong>A falta de coerência entre discurso e ação gera desconfiança, insegurança, desmotivação e baixa credibilidade. Quando isso ocorre entre líder e liderado, os resultados são mais desconfortáveis ainda! Um dos papéis da <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bGlkZXJhbiVFN2FfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-60">liderança<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> é inspirar as pessoas, mas como isso será possível se a equipe não vê coerência nas ações desse condutor?</p>
<p>Pesquisas já demonstraram que o tempo de permanência e a motivação para o trabalho dentro das empresas dependem não somente do salário recebido, mas da confiança e admiração que os colaboradores têm sobre seu líder.</p>
<p><strong>A teoria proclamada é comum em todo mundo<br />
</strong>Atenção: é importante saber que esse “gap” acontece com todos nós. Para auxiliar na descoberta de algumas de nossas teorias proclamadas, a especialista em condução de equipes <strong>Áurea Castilho</strong> nos fornece algumas ferramentas. Vamos tentar descobrir?</p>
<ul>
<li>Pense e liste seus valores e crenças;</li>
<li>Liste algumas de suas teorias proclamadas e de uso. Se estiver difícil perceber, peça que as pessoas que convivem com você façam essa lista. Mas não fique chateado com resultados desagradáveis;</li>
<li>Trace para você algumas ações prioritárias para reduzir o “gap” e reverter a situação;</li>
<li>Com disciplina e tempo é possível melhorar sensivelmente.</li>
</ul>
<p>Essa ferramenta também é útil para ser utilizada dentro das empresas durante algum <em>workshop</em> envolvendo <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZXF1aXBlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-52">equipes<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> de trabalho. Sendo bem conduzida, traz resultados positivos. Quero saber: você convive com pessoas que exageram muito no uso da teoria proclamada? Esse tipo de comportamento afeta as relações de trabalho? Como você lida com essa questão?</p>
<p>Crédito da foto para <a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://www.freedigitalphotos.net/" target="_blank"><strong>freedigitalphotos.net</strong></a>.</p>
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Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Impactos sociais e ambientais do consumo</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/03/11/impactos-sociais-e-ambientais-do-consumo/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 14:35:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elaine Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[longo prazo]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Você tem idéia dos impactos provocados pelos seus hábitos de consumo? O consumidor consciente se preocupa com esse aspecto e leva em conta o meio ambiente em suas decisões.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Impactos sociais e ambientais do consumo" src="http://dinheirama.com/files/2010/03/dinheirama_impacto_consumo_dinheiro_natureza.jpg" alt="Impactos sociais e ambientais do consumo" hspace="2" vspace="2" align="left" />Após <a title="A melhor escolha do produto e a necessidade de comprar" href="http://dinheirama.com/blog/2010/02/04/a-melhor-escolha-do-produto-e-a-necessidade-de-comprar/">definir uma necessidade de consumo</a> e <a title="Escolhendo produtos através da relação custo/benefício" href="http://dinheirama.com/blog/2010/02/25/escolhendo-produtos-atraves-da-relacao-custobeneficio/">escolher um produto através da relação custo/benefício</a>, é o momento de considerar alguns aspectos inseridos em nossas escolhas, mas que nem sempre conseguimos perceber. Conforme discorri no artigo <a title="Inteligência Ecológica - O impacto do que consumimos" href="http://dinheirama.com/blog/2010/02/11/inteligencia-ecologica-o-impacto-do-que-consumimos/" target="_blank">“Inteligência Ecológica – o impacto do que consumimos”</a>, quando olhamos para um produto nem sempre conseguimos perceber a cadeia de impactos que está por trás ou associada a ele.</p>
<p>Por essa razão, reuni a seguir os pontos mais importantes relativos aos impactos do consumo relacionados à sociedade e ao <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bWVpbythbWJpZW50ZV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">meio ambiente<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>. Embora não esgotem a questão, o uso desses itens no dia-a-dia pode representar uma grande mudança na forma como nos relacionamos com nosso consumo.</p>
<p><strong>Aspectos sociais: o que considerar?<br />
</strong>Primeiro, adquira sempre produtos originais e exija nota fiscal. Somente através do comércio legal pode-se buscar igualdade nas competições de mercado. Verifique onde o produto foi fabricado. Quanto mais próximo de nossa casa, melhor. Ao comprar um produto oriundo da economia local, estamos ajudando a fortalecer essas empresas e colaborando para o desenvolvimento da região. Verificar a origem é importante também para evitar produtos de regiões ou países com práticas sociais inadequadas.</p>
<p><span id="more-4132"></span>Opte por produtos oriundos da economia verde e avalie adotar algumas de suas práticas. Produtos com o selo “fair trade” garantem que sua produção promoveu relações de comércio mais justas e solidárias. Redes ou cooperativas de consumidores facilitam o acesso a produtos orgânicos com um preço acessível. E feiras de troca mostram ser possível existir relações comerciais que não se baseiam em dinheiro.</p>
<p>Além disso, pesquise as práticas de responsabilidade social das empresas. Isto é, verifique se adquirem matéria-prima e componentes a um preço justo (sem usar o poder de barganha para levar vantagens sobre pequenos produtores), se não usam mão-de-obra infantil ou escrava (direta ou indiretamente), se respeitam acordos coletivos, se estão em dia com impostos e taxas, se pagam os funcionários em dia, se têm boas práticas em <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/Z2VzdCVFM28rZGUrcGVzc29hc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-68">gestão de pessoas<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, se compartilham com a comunidade parte de seus lucros em forma de programas e ações sociais, entre outras coisas.</p>
<p>Devemos também fazer uso das <a title="Leia a matéria no Estadão" href="http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,tse-barra-doacoes-ocultas-e-aprova-certidao-criminal,518803,0.htm" target="_blank">novas regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em relação a doações para campanhas</a>. Antes, só os candidatos conheciam seus financiadores. Agora, todos nós podemos conhecer (pelo menos, esperamos que sim).  Essa é uma questão social muito importante, já que a influência de empresas e organizações sobre o processo democrático pode distorcer o papel do Estado. Acompanhe e fiscalize, pois, antes de qualquer outra atividade, um político deve defender os interesses das pessoas que o elegeram.</p>
<p><strong>Impactos ambientais: o que avaliar?<br />
</strong>Busque conhecer as práticas de responsabilidade ambiental das empresas, principalmente daqueles produtos que você adquire regularmente. Avalie se ela reconhece o impacto do seu negócio, busca reduzi-lo por meio de processos mais modernos e trabalha para compensá-lo por meio de ações concretas. Sempre que possível, escolha produtos com certificados que indiquem compromisso com o meio ambiente &#8211; conheça os principais selos de certificação no portal <a title="Certificações - Planeta Orgânico" href="http://www.planetaorganico.com.br/qcertif.htm" target="_blank">Planeta Orgânico</a>. Ao consumir produtos certificados, ajudamos a fortalecer esse mercado.</p>
<p>Escolha produtos feitos com materiais que não agridem o ser humano, os animais e o meio ambiente. Observe se a maior parte dos componentes são naturais ou orgânicos, atóxicos, renováveis e/ou recicláveis. Não podemos esquecer que após ter esgotada sua utilidade, um item pode retornar à natureza. Por isso, é importante que seus componentes não causem contaminações.</p>
<p>Verifique a durabilidade e a possibilidade de reparo de bens duráveis. As principais matérias-prima desses itens são petróleo e cobre, dois recursos não renováveis. Além disso, só consumo de bens duráveis eletrônicos descartam cerca de 65.000 toneladas de lixo perigoso ao ano. Observe a embalagem dos produtos que compra. Embora a grande maioria seja reciclável, repensar e reduzir a geração ainda é o melhor negócio.</p>
<p>Escolha eletrodomésticos e <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/ZWxldHIlRjRuaWNvc18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-60">eletrônicos<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> de baixo consumo energético. O aumento da demanda por energia tem sido a grande discussão que coloca em campos opostos o crescimento econômico e a preservação dos recursos naturais, embora devessem estar do mesmo lado. Não é possível crescer sem energia, como também não é possível viver sem recursos oriundos da natureza. Por essa razão, eficiência energética é fundamental.</p>
<p>Avalie o quanto um produto viajou para chegar até você. Quanto menor a distância entre o fabricante e o consumidor, menor será a necessidade de consumo de combustíveis fósseis e a emissão de gases do efeito estufa (oriundos do transporte). Considere sempre a possibilidade de comprar itens de segunda mão. Livros, roupas, móveis, acessórios e até artigos para construção podem ser encontrados em bom estado a preços acessíveis. Reaproveitar produtos em bom estado reduz o impacto tanto na produção quanto na geração de resíduos.</p>
<p>Verifique se os itens de que necessita existem em versão virtual, como no caso de livros, revistas, músicas e outros. Vários são os benefícios dessa escolha, desde economizar a matéria-prima necessária na produção até evitar as emissões de gases oriundos do transporte. Reduzir o desperdício de alimentos também faz parte de uma boa compra. Por isso, o ideal é planejar o cardápio e fazer mais compras semanais. A adoção dessa prática propicia mais itens frescos e saborosos, compras em menor quantidade e evita que os alimentos estraguem na geladeira ou na despensa.</p>
<p><strong>Considerações<br />
</strong>Como disse antes, os pontos apresentados nem de longe esgotam o assunto. Existem muitas outras relações de causa-efeito que não conhecemos, principalmente aquelas que ficam distantes do nosso dia-a-dia. Tudo se relaciona com tudo, até mesmo fatos que inicialmente se apresentam isolados. Por essas e outras razões é tão difícil encontrar processos e produtos realmente sustentáveis.</p>
<p>Mas devemos seguir em frente. Os mercados mudam para se adequar às necessidades dos consumidores. Então, quando agimos como <a title="Consumidor Consciente" href="http://www.consumidorconsciente.org/BR/" target="_blank">consumidores conscientes</a>, influenciamos os mercados para que sejam mais justos e solidários. Você pode escolher fazer parte de uma mudança ou esperar que nada de pior aconteça. Ser proativo ou apenas seguir no piloto automático. O que prefere?</p>
<p>Crédito da foto para <a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://www.freedigitalphotos.net/" target="_blank"><strong>freedigitalphotos.net</strong></a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Elaine Costa</b>.<br>

Administradora pós-graduada em Administração Industrial, com formação em Design em Permacultura pelo IPEMA - Instituto de Permacultura e Ecovilas da Mata Atlântica. Trabalha há mais de cinco anos com Clima Organizacional e Sistemas de Gestão para Qualidade, Meio ambiente, Saúde e Segurança. É fundadora do blog Mais Com Menos, no qual ensina como transformar resíduos orgânicos em adubo, entre outras práticas sustentáveis<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Ecotreinamento empresarial e o aprimoramento dos funcionários</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/03/10/ecotreinamento-empresarial-e-o-aprimoramento-dos-funcionarios/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 17:07:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernadette Vilhena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedagogia Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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		<description><![CDATA[Experimentar o contato com a natureza, aventuras radicais e esportes com os colegas de trabalho pode fortalecer os laços corporativos e a motivação. Que tal experimentar um Ecotreinamento?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Ecotreinamento empresarial e o aprimoramento dos funcionários" src="http://dinheirama.com/files/2010/03/dinheirama_ecotreinamento_sucesso_funcionarios.jpg" alt="Ecotreinamento empresarial e o aprimoramento dos funcionários" hspace="2" vspace="2" align="left" />A aprendizagem individual e organizacional têm sido o foco nos trabalhos dos setores de desenvolvimento de pessoas nas empresas, onde um aspecto de base a ser trabalhado é a mudança de postura e atitude. Nesse sentido, várias técnicas podem ser desenvolvidas, dentre elas o Ecotreinamento ou Treinamento <em>Outdoor</em>, que vendo sendo usado com o objetivo de aprimorar a capacidade de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bGlkZXJhbiVFN2FfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-60">liderança<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, a autoconfiança e o trabalho em equipe.</p>
<p>O Ecotreinamento é um dos mais modernos recursos para desenvolvimento de pessoas e melhorias no clima organizacional. O ambiente onde ele é realizado permite um maior envolvimento dos participantes por trazer uma situação desafiadora, nova, em um lugar agradável e neutro. Alguns benefícios são o  aprendizado físico, cognitivo e emocional dos participantes.</p>
<blockquote><p>“O ambiente empresarial se caracteriza por produtividade conseguida por meio de relações interpessoais, competitividade e ações estratégicas. Contudo, evidências têm mostrado que esses aspectos também têm efeitos negativos sobre o bem-estar psíquico, clínico e social do trabalhador. Uma estratégia que tem sido utilizada amplamente por empresas para combater os citados efeitos negativos refere-se à adoção de programas de qualidade de vida, ou seja, programas que buscam promover a melhoria do bem-estar e, conseqüentemente, da produtividade de empregados” – <strong>Renato Marques</strong>, pesquisador da Universidade Estadual de Campinas.</p></blockquote>
<p>Dentre esses programas, podemos incluir a prática do ecotreinamento empresarial onde, além das atividades propostas com objetivos voltados para o desenvolvimento profissional, outros aspectos também são trabalhados. A atenção ao meio ambiente, qualidade de vida e a importância de uma vida saudável estão entre os pontos abordados comumente dentro desses treinamentos <em><a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/b3V0ZG9vcl8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzc0-52">outdoor<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a></em>.</p>
<p><span id="more-4128"></span><strong>Empresa e esporte: algo em comum<br />
</strong>O esporte e o ambiente profissional apresentam similaridades em relação às formas de comunicação, a disciplina, liderança, negociações, planejamento, riscos calculados e principalmente o <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/dHJhYmFsaG8rZXF1aXBlXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfNzQ=-64">trabalho em equipe<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>.</p>
<p>Sabe-se que, com o objetivo de sensibilizar os funcionários para a adoção de atitudes mais positivas no seu cotidiano de trabalho, as empresas oferecem palestras conduzidas por grandes nomes do esporte nacional como Bernardinho e Oscar Schmidt. Vários fundamentos da condução de equipes e superação pessoal estão presentes nessas palestras.</p>
<p><strong>Aspectos trabalhados no ecotreinamento<br />
</strong>O ecotreinamento é uma forma mais dinâmica de instigar reflexões sobre as questões do trabalho já que a aprendizagem de adultos possui características próprias, pois a assimilação dos conhecimentos é melhor quando são acompanhadas de demandas específicas e imediatas. Veja alguns aspectos corporativos que podem ser trabalhados em um ecotreinamento empresarial dentro das modalidades:</p>
<ul>
<li><strong>Espírito de equipe:</strong> canoagem, rafting, guiar-se por bússola em matas;</li>
<li><strong>Superação de limites:</strong> rapel, tirolesa, arvorismo;</li>
<li><strong>Capacidade de planejamento:</strong> travessias em rios ou corredeiras por meio de botes, simulação de resgate do companheiro em terreno inimigo;</li>
<li><strong>Autoconhecimento e resistência:</strong> caminhada e circuitos percorridos de bicicleta;</li>
</ul>
<p><strong>Alguns cuidados especiais<br />
</strong>Independente do nível de habilidade e conhecimento das práticas esportivas por parte do participante, o ecotreinamento tem resultados positivos para quem participa quando conduzido por profissionais competentes e cercados de toda segurança no decorrer das atividades.</p>
<p>Uma ressalva importante feita pela pedagoga empresarial <strong>Izolda Lopes</strong> é o cuidado que os condutores precisam ter em relação aos sentimentos pessoais que trazem os participantes. É preciso ter solidariedade com os indivíduos que, por exemplo, tenham medo de altura e de água. É preciso lembrar também que, como em todo treinamento empresarial, sua prática precisa estar alinhada com as necessidades da equipe.</p>
<p>Acredito que mesmo uma atitude independente por parte de um grupo de funcionários na busca pela <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/cXVhbGlkYWRlK2RlK3ZpZGFfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI183NA==-68">qualidade de vida<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a> trará inúmeros benefícios. Talvez um passeio de bicicleta, um grupo de corrida ou uma caminhada nos finais de semana sejam boas opções. Fará bem para o corpo e para a mente!</p>
<p><strong>Quero saber: </strong>você já participou de algum ecotreinamento? Qual foi sua impressão? O que mudou no seu cotidiano de trabalho depois disso? Se não participou, tem interesse em participar? Por que?</p>
<p>Crédito da foto para <a title="Foto de FreeDigitalPhotos.net" href="http://www.freedigitalphotos.net/" target="_blank"><strong>freedigitalphotos.net</strong></a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Bernadette Vilhena</b>.<br>

Pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas e autora do livro "Dinheirama" (Blogbooks). Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>DinheiramaCast: Empreendedorismo, carreira e a Geração Y</title>
		<link>http://dinheirama.com/blog/2010/03/05/dinheiramacast-empreendedorismo-carreira-e-a-geracao-y/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 21:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Navarro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Podcast Dinheirama]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
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		<description><![CDATA[Empresa brasileira é uma das startups mais inovadoras do mundo. Geração Y tem dificuldades em começar a carreira e prefere o conforto da casa dos pais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="DinheiramaCast: Empreendedorismo, carreira e a Geração Y" src="http://dinheirama.com/files/2010/03/dinheiramacast_geracaoY_carreira_empreendedorismo-268x166.jpg" alt="DinheiramaCast: Empreendedorismo, carreira e a Geração Y" hspace="2" vspace="2" align="left" />O <em><strong>DinheiramaCast</strong></em> entrou em uma nova fase. O bate papo informal, divertido e repleto de informações interessantes e muita opinião agora é gravado em um novo estúdio, mais moderno e equipado. Para você, leitor e ouvinte, mais conteúdo e melhor qualidade de áudio. Elaboramos melhor a apresentação dos temas e também o formato do podcast, que passa a apresentar dicas de leitura, participações de especialistas e dúvidas, sugestões e comentários de nossos leitores/ouvintes. Ouça e mande seu comentário! Queremos sua participação.</p>
<p>Esta edição do <em>DinheiramaCast</em> é um oferecimento do <a title="Conheça o LinkTrade" href="http://www.linktrade.com.br/" target="_blank"><strong>LinkTrade</strong></a>, o Home Broker da corretora líder de mercado. <strong>Você já pensou em vencer o Cesar Cielo?</strong> Não, não nas piscinas, mas nos investimentos! Se sua carteira de ativos for mais rentável que a dele, o LinkTrade oferecerá corretagem grátis em 2010. Confira o regulamento em <a title="Participe da promoção Você X Cielo" href="http://www.linktrade.com.br/cielo" target="_blank"><strong>www.linktrade.com.br/cielo</strong></a> e participe!</p>
<p>O <em>podcast</em> de hoje está imperdível! Nele abordamos os seguintes temas e pontos de discussão:</p>
<ul>
<li>Apresentado um case de empreendedorismo sustentável de uma startup brasileira considerada uma das mais inovadoras do mundo, ao lado do Twitter. A <a title="Conheça a Care Electric" href="http://www.careelectric.com.br/" target="_blank"><strong>Care Electric</strong></a> é a primeira empresa brasileira a fazer parte do ranking &#8220;Technology Pioneers&#8221;, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial com as startups mais inovadoras do mundo;</li>
<li>Quão importante é a independência e a autoconfiança dos jovens em relação à vida com os pais? <a title="Leia mais no Blog do Shinyashiki" href="http://shinyashiki.uol.com.br/blog/index.php/2010/03/voce-esta-preparado-para-entrar-na-vida-profissional/" target="_blank">Roberto Shinyashiki alerta para os medos e desafios de se começar uma carreira e ter que abandonar a casa dos pais</a>. Você está preparado?</li>
<li>Indicações de leitura da semana: <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21385903/?franq=247523" target="_blank">&#8220;Vida para o Consumo&#8221;</a> (Editora Zahar), de Sygmunt Bauman, e <a title="Compre o livro no Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21457198/?franq=247523" target="_blank">&#8220;O Melhor do Mundo&#8221;</a> (Editora Sextante), de Seth Godin.</li>
</ul>

<p><strong>Atenção usuários de iPod, iPhone e iTunes<br />
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<p>Esta edição do <em>DinheiramaCast</em> é um oferecimento do <a title="Conheça o LinkTrade" href="http://www.linktrade.com.br/" target="_blank"><strong>LinkTrade</strong></a>, o Home Broker  da corretora líder de mercado. <strong>Você já pensou em vencer o Cesar  Cielo?</strong> Não, não nas piscinas, mas nos investimentos! Se sua carteira  de ativos for mais rentável que a dele, o LinkTrade oferecerá  corretagem grátis em 2010. Confira o regulamento em <a title="Participe da promoção Você X Cielo" href="http://www.linktrade.com.br/cielo" target="_blank"><strong>www.linktrade.com.br/cielo</strong></a> e participe!</p>
<p>Obrigado e até a próxima. Crédito da foto para <a title="foto de Stock.xchng" href="http://www.sxc.hu" target="_blank"><strong>stock.xchng</strong></a>.</p>
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          <!-- boo-widget end --><b>------</b><br>

Este artigo foi escrito por <b>Conrado Navarro</b>.<br>

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks) e autor do blog "Você Mais Rico" da Revista Você S/A. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: <a title="Siga o Navarro" href="http://www.twitter.com/Navarro">@Navarro</a>.<br>

<div style="padding:10 10 20 10;margin-left:auto;margin-right:auto;background:#FAFFB6;"><img align="left" style="padding-bottom:10;padding-right:15px;" src="http://dinheirama.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/logo_dinheirama_rss_footer.jpg">Este artigo apareceu originalmente no site <a href="http://dinheirama.com/">Dinheirama</a>.<br/>A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso <a href="http://dinheirama.com/contato">formulário de contato</a>. Siga-nos no Twitter: <a href="http://twitter.com/Dinheirama">@Dinheirama</a></div>]]></content:encoded>
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	<itunes:subtitle>Empresa brasileira é uma das startups mais inovadoras do mundo. Geração Y tem dificuldades em começar a carreira e prefere o conforto da casa dos pais.</itunes:subtitle>
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