Alcançar o sucesso na carreira e também a independência financeira são objetivos de muitos brasileiros. Ao longo do tempo, temos observado que existem algumas formas inteligentes de chegar lá. Todas elas, no entanto, passam por tratar os investimentos como uma grande prioridade.

As pessoas que fazem fortuna são, via de regra, pessoas obstinadas e que enxergam oportunidades onde muita gente só vê barreiras; são pessoas que vão além da mesmice e que não se conformam apenas com o convencional nas decisões de investimentos.

Olhando o atual cenário econômico do país, cheio de dificuldades e também de oportunidades, separamos cinco investimentos diferentes que podem ajudar você a enriquecer e atingir o sucesso desejado.

Mais do que investimentos, são perspectivas e possibilidades diferentes que podem se enquadrar em diversos perfis; tudo vai depender muito da sua disposição pessoal em investir e manter esta decisão uma prioridade.

1. Empreender

Empreender é uma arte. Este é um dos tipos de investimentos que atrai cada vez mais pessoas. Empreender exige muito trabalho, afinal são horas de dedicação ao negócio. O empreendedor precisa conhecer muito bem seu segmento e estar antenado com tudo que o cerca: mercado de trabalho, concorrência, necessidades de mão de obra e etc.

Em períodos de crise, é muito comum surgirem novas empresas: são empreendedores que fazem da dificuldade uma chance de criar algo novo e a oportunidade de reconstruir a própria história

Hoje no Brasil já enxergamos inúmeras iniciativas de sucesso, temos grandes exemplos de empreendedores bem-sucedidos, talvez o mais emblemático seja o empresário Jorge Paulo Lemman, o homem mais rico do país, que construiu sua história de sucesso unindo negócios e uma forma peculiar de administração.

Quem está começando agora, tem uma pequena empresa ou uma startup, precisa ter na organização um diferencial, por isso ter um sistema que permita conhecer as necessidades e dificuldades da empresa é indispensável.

A Intuit, parceira de conteúdo do Dinheirama, oferece ao empreendedor a oportunidade única de ter isso à disposição, através do Quickbooks ZeroPaper (Clique para conhecer), um software que permite:

  • Controlar as vendas;
  • Emitir Notas Fiscais;
  • Emitir Boletos Bancários;
  • Controlar Folha de Pagamentos;
  • Controlar o estoque;
  • Acessar sua movimentação financeira 24h do dia em qualquer lugar do mundo.

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Hoje conhecemos diversas histórias de empreendedores que se tornaram milionários, como por exemplo Jan Koum, fundador do aplicativo WhatsApp, vendido para o Facebook por US$ 16 bilhões. Outro exemplo é o brasileiro Mike Krieger, que embolsou U$ 100 milhões com a venda do Instagram para o Facebook (ele era dono de 10% do aplicativo de fotos).

Como o amigo Conrado Navarro sempre diz, “enriquecer é uma questão de escolha”, e empreender é um dos caminhos mais indicados para quem tem a capacidade de desenvolver boas ideias e acredita que o trabalho bem feito tem o potencial de transformar vidas.

2. Tesouro Direto

O Tesouro Direto é um programa de venda de títulos públicos às pessoas físicas criado em 2002 pelo Tesouro Nacional, em parceria com a BM&F Bovespa.

Quando investimos no Tesouro Direto, estamos emprestando dinheiro para o governo, que em troca nos pagará uma taxa por isso. O Tesouro Nacional emite os títulos para captar recursos com o objetivo de fazer melhorias em nosso país, como construir escolas, conjuntos habitacionais, creches e etc.

Aqui no Dinheirama, temos vários textos falando sobre o Tesouro Direto, como investir e muito mais, basta clicar aqui para acessar. O interessante do investimento é que o investidor consegue conciliar em um mesmo investimento segurança, boa rentabilidade e facilidade para investir.

Outro grande diferencial do Tesouro Direto é que o valor para a compra dos títulos é baixo, hoje com apenas R$ 50,00 já é possível investir para realizar essa compra direta; a pessoa precisa morar no Brasil, ter CPF (Cadastro de Pessoa Física) e estar cadastrada em um banco ou corretora autorizada pela Secretaria do Tesouro Nacional.

3. Bolsa de Valores

As incertezas da economia do país trouxeram muita instabilidade para o mercado de capitais. A falta de previsibilidade, somada à interferência econômica do governo em algumas empresas e setores estratégicos, afugentou muitos investidores. O mercado como um todo reagiu e grandes empresas viram seus papéis se desvalorizarem.

Quem investe em bolsa precisa saber que o mercado é de risco (renda variável), e dentro desse sobe e desce se dá melhor aquele que compra boas ações em baixa e lá na frente (quando tudo estiver melhor) as vende com preços maiores. Olhando por esse prisma, muita gente tem considerado que o mercado de ações no Brasil se tornou um mar de oportunidades.

Antes de investir na bolsa é importante dedicar um pouco de tempo às leituras e cursos especializados. Quem procurar uma boa corretora, encontrará apoio para o desenvolvimento e também contará com a colaboração de profissionais qualificados e que poderão apresentar uma carteira com ações recomendadas.

4. Letras de Crédito: LCI e LCA

As letras de crédito são investimentos atrelados ao mercado de agronegócio, LCA, e ao mercado imobiliário, LCI. As Letras de Crédito são produtos conservadores, de baixo risco, muito procurados pelos investidores, pois reúnem diversas vantagens, tanto financeiras quanto tributárias:

  • Isenção de Imposto de Renda;
  • Produto Conservador atrelado ao CDI;
  • Segurança do Fundo Garantidor de Crédito em até R$ 250.000,00 por CPF e por instituição emissora, assim como a Poupança e o CDB. Isso significa que seu dinheiro está seguro, até este valor, em caso de intervenção, liquidação ou falência do banco emissor.

Por conta dos altos juros atualmente no Brasil, as Letras de Crédito têm se mostrado como uma alternativa inteligente para o futuro. A alta procura por esses produtos fez com o que o governo considerasse a hipótese de cobrar Imposto de Renda, o que ainda não ocorre.

5. Fundo de Investimento Imobiliário (FII)

O fundo de investimento imobiliário (FII) se tornou uma opção de valor para quem gosta de investir em imóveis, sem precisar de altos valores ou até mesmo se envolver na compra/administração de um imóvel.

É verdade que o mercado de imóveis é um dos que mais sentiu a crise econômica, trazendo aos fundos imobiliários resultados frustrantes, mas ainda assim pode ser interessante para quem gosta de diversificar e acredita na recuperação do mercado de imóveis.

Se compararmos os fundos imobiliários com os retornos gerados por aluguéis, os riscos se tornam relativamente menores, já que o investidor não precisará lidar com inquilinos e a diversificação no volume de imóveis administrados dentro de um mesmo fundo.

Em média, o investimento mínimo no FII fica em torno de R$ 5 mil. Para investir nessa modalidade, você precisa de uma corretora. Quando se escolhe uma corretora, você tem que ficar atento aos custos que você terá, como taxas de custódia, taxa de corretagem e etc.

Conclusão

Felizmente, quem quer enriquecer hoje dispõe de muitas oportunidades de investimento e estilo de vida. O fundamental é se preparar para sempre tomar as melhores decisões, fazendo com que investir seja sempre uma prioridade em sua vida.

Você pode, dentro de suas possibilidades, adotar um ou mais dos investimentos que mostrei hoje neste texto. Por que não todos eles? Isso seria fantástico! Pense que a vida é feita de decisões e é sua responsabilidade tomá-las de forma consciente. Empreenda e invista, vale a pena! Até a próxima!

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Nota: Esta coluna é mantida pela Intuit, que contribui para que os leitores do Dinheirama possam ter acesso a conteúdo gratuito de qualidade.

Foto: bank,piggy bank,Money,Coins,Co ncept,Tree. Shutterstock.

Ricardo Pereira
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