Nos últimos tempos tenho recebido muitos pedidos de leitores para escrever sobre estratégia para montar a melhor carteira de investimentos.

Existem muitas questões que precisam ser levadas em consideração para que montar uma boa carteira mas existem alguns pontos importantes que podem ajudar na tarefa.

Como montar uma carteira de investimentos

Do perfil de investidor até o prazo dos investimentos, saiba em detalhes tudo que deve ser avaliado.

O que você encontrará nesse artigo:

  1. Saiba o que é uma carteira de investimentos;
  2. Conheça seus objetivos e ciclos de investimentos;
  3. Defina seu perfil de investidor;
  4. Entenda os prazos de investimento;
  5. Aplique alguns filtros para ajudar a fazer a escolha certa;
  6. Conheça opções em renda fixa e variável;
  7. Faça um check list para a carteira ideal;
  8. Conclusão.

Introdução:

Montar uma carteira de investimentos adequada ao seu perfil e a diversos outros pontos, como finalidade e prazo, é algo fundamental para quem deseja investir com segurança. Não basta sair aplicando o dinheiro em qualquer lugar, é preciso uma análise adequada de muitos fatores. É desta forma que você conseguirá reduzir riscos, ampliar o potencial de ganho e criar uma estratégia independente do cenário econômico. Vamos começar a entender melhor tudo isso?

Você irá encontrar neste artigo

Neste artigo vamos falar sobre a montagem de uma carteira de investimentos. Você saberá exatamente como ela deve ser formada e pensará a respeito de seus planos e objetivos de vida (caso ainda não tenha feito isso), entendendo que estes planos estão relacionados aos ciclos de investimento também.

Além disso, você conseguirá definir seu perfil de investidor e entender prazos e opções de investimento. Também aprenderá a usar alguns filtros necessários para conseguir reduzir riscos. Leia todos os pontos com atenção e, caso tenha dúvidas, não se esqueça de procurar um especialista!

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Saiba o que é uma carteira de investimentos

Uma carteira de investimentos é algo essencial para quem quer começar a investir. Também chamada de cesta ou portfólio de investimentos, é nela que estarão reunidos todos os ativos financeiros que você deve definir para fazer o seu dinheiro render.

Todo investidor precisa estar ciente da importância de uma boa carteira de investimentos. Lembramos que cada carteira é única, ou seja, vai depender exclusivamente de cada investidor, sendo algo importante comum a todos: é preciso haver certa diversificação para diminuir riscos e ampliar potenciais de ganho.

Quando você diversifica, ou seja, reparte o capital em mais ativos, consegue maior segurança financeira, uma vez que, se estiver perdendo em um deles, pode recuperar e ganhar mais em outro, e vice-versa. Riscos sempre farão parte de um investimento, mas é possível balançear a carteira para diminui-los ao máximo.

Também é importante estar sempre de olho em pontos como a sua situação e necessidades atuais e as suas perspectivas para o curto, médio e longo prazos. Pode ser que em determinado momento da vida você esteja mais disposto a correr riscos e, assim, alocar um percentual maior dos investimentos em renda variável por exemplo.

Em outras épocas, pode ser que você precise necessariamente de segurança e liquidez, por isso é precisso alocar a maior parte da carteira em opções de investimento que contenham estes dois fatores embutidos.

Você entende que mesmo um investidor experiente precisa estar constantemente de olho em sua carteira de investimentos e realizar mudanças quando necessário? Também não adianta imitar o portfólio de outros investidores, pois ele pode ser muito diferente daquele que se adequaria ao seu caso. Ficou claro?

Conheça seus objetivos e ciclos de investimento

Conforme falei anteriormente, é importante que você conheça seus objetivos de vida e ciclos de cada potencial investimento. Ou seja, é preciso entender em qual momento de vida você está. Muitas vezes estamos uma fase de acúmulo de patrimônio, por exemplo, quando tudo que queremos é conseguir mais dinheiro e mais bens. Normalmente esta fase acontece quando somos mais jovens e pensamos com uma visão de longo prazo. Neste caso dá até para arriscar mais, entende? E a carteira pode contar com investimentos que oscilem um pouco mais e tragam maiores possibilidades de ganho aliadas, obviamente, a maior risco de perda.

Por outro lado, se estivermos em uma fase de preservação do patrimônio, provavelmente vamos priorizar a segurança em detrimento dos ganhos financeiros. Desta forma, a carteira terá que espelhar esta fase da vida e os rendimentos das aplicações provavelmente servirão para complementar a renda somente. O patrimônio já está consolidado. Consegue ver como, de acordo com cada fase, a carteira muda?

De forma resumida, podemos separar os ciclos financeiros da vida em três fases e é necessário que você entenda em qual deles está antes de formar a sua carteira. São eles:

Fases do ciclo financeiro:

1ª fase) acúmulo de patrimônio;

2ª fase) rentabilização;

3ª fase) preservação do patrimônio.

Defina seu perfil de investidor

Agora é hora de falar sobre seu perfil de investidor. É ele que ajudará a definir se está disposto a correr mais ou menos risco nos investimentos. Separamos três dos principais perfis, mas considere que pode haver quem penda mais para um lado ou outro. Seja sincero em sua auto-análise, combinado?

Uma pessoa conservadora, por exemplo, sempre tenderá a preferir investimentos de renda fixa, pois afirma que não há possibilidade de perder dinheiro com estas aplicações. Não está considerando, porém, que apesar de não “perder” dinheiro, também não estará ganhando mais com outras opções. Na prática, realmente pode estar perdendo dinheiro sem saber!

Há também quem seja moderado, e busque tirar vantagem de todas as possibilidades, aceitando tomar um pouco de risco, mas diversificando a carteira para proteger a maior parte dos ativos.

E é claro, há os arrojados ou experientes, que buscam retornos acima da média e não se importam com oscilações de curto prazo, pois sabem lidar melhor com as perdas e riscos.

Somado à uma análise dos ciclos financeiros em que você se encontra, conhecer o seu perfil será fundamental para montar uma carteira de investimentos de acordo com o que você deseja e precisa. Vamos lá?

Saiba um pouco mais sobre cada um dos perfis

Conservador: Não aceita volatilidade em sua carteira, procura o máximo de segurança e previsibilidade em seus investimentos, por isso costuma investir quase tudo em renda fixa. Não costuma investir em ações por conta da volatilidade. E caso resolva diversificar, provavelmente vai atrás dos fundos de renda fixa ou multimercados de baixo risco. E mesmo que deixe de ganhar, sua principal intenção é não perder o que já tem.

Moderado: Aceita e entende o conceito da volatilidade, busca ganhos acima da média de mercado para médio e longo prazo. Este perfil tem uma mínima exposição ao risco no curto prazo, contanto que seus objetivos estejam garantidos no médio e no longo prazo. Quer uma geração de renda frequente e previsível, que tenha pouca volatilidade. Pode investir uma parte do portfólio em ações ou opções e o restante, a maior parte provavelmente, em renda fixa.

Experiente: Busca retornos acima da média de mercado para multiplicação de patrimônio. Não se importa com oscilações negativas no curto e médio prazo. Tolera a volatilidade da renda variável, pois sabe que, no fim, seus objetivos de valorização poderão ser alcançados. Normalmente, investe a menor parte do portfólio em renda fixa.

Entenda os prazos de investimento

Agora que você já entende como funciona uma carteira de ações, já definiu seus ciclos de vida e seus ciclos financeiros e também já conhece seu perfil de investidor, é importante entender os prazos de investimento.

Se você precisará de dinheiro no curto prazo por exemplo, não pode manter a maior parte de sua carteira em investimentos de longo prazo, entende? E se está investindo visando ao longo prazo, como uma reserva para a aposentadoria por exemplo, não há porquê colocar os recursos em maior parte em curto prazo.

Os prazos normalmente são definidos assim:

Curto: De 1 a 6 meses

Médio: De 6 meses a 2 anos

Longo: De 2 anos em diante

É preciso entender também que prazo e volatilidade normalmente são diretamente proporcionais. O que isso signfica? Que quanto menor o prazo, é menos recomendável tomar risco de mercado. Já quando o prazo é maior, o risco pode ser mais facilmente absorvido na carteira ao longo do tempo de aplicação, portanto você pode arriscar um pouco mais para ganhar mais também.

Lembre-se de alguns pontos

  • Quem está começando a investir e tem o curto prazo como objetivo, deve dar preferência para ativos de renda fixa, como Títulos do Tesouro, CDBs, LCIs, e LCAs. Neste caso é preciso checar liquidez e carência também, afinal, pode haver necessidade de resgate logo.
  • Quem está focando no médio prazo pode arriscar um pouco mais, por isso, além dos ativos de renda fixa que devem formar a maior parte da carteira, vale a pena considerar um percentual menor de renda variável.
  • Quem tem o longo prazo como foco ganha tempo para investir de forma muito mais diversificada, pois pode recuperar eventuais perdas e arriscar um pouco mais. Neste caso, vale além das opções de renda fixa com prazos maiores (10 ou 20 anos por exemplo), também dá para pensar em ações de grandes empresas e outras alternativas.

Aplique alguns filtros para fazer a escolha certa

Agora que você já recebeu uma série de informações sobre uma carteira de investimentos e outros pontos relacionados, vamos fazer uma revisão aplicando alguns filtros para tentar diminuir riscos e te ajudar a fazer escolhas mais certeiras, certo? Os filtros são estes:

Prazo do investimento: Como explicamos anteriormente, é ele quem determinará a possibilidade de se tomar maior ou menor risco. Em investimentos de longo prazo, é natural que se possa correr um pouco mais de risco, pois há mais tempo para recuperar eventuais perdas.

Análise do perfil: Você precisa saber se seu perfil é conservador, moderado ou arrojado, pois isso ajudará a entender se está disposto a tomar mais ou menos risco nos investimentos.

Fase do ciclo financeiro: Finalmente, ressaltamos a importância de se entender a fase do ciclo financeiro em que você está na vida. Ela vai ser importante para definir se há necessidade de tomar risco ou não.

Agora confira alguns exemplos para entender melhor o que estamos explicando:

Exemplo A:

Um investidor de 20 anos está fazendo investimentos visando ao longo prazo. Ele investe uma pequena parte de seus recursos para formação de aposentadoria. Apesar da pouca idade, ele não aceita oscilações em seus investimentos.

Diagnóstico: Neste caso, por se tratar de um recurso para aposentadoria (plano de longo prazo), ele poderia adquirir ativos que têm maior propensão a oscilar, como ações e fundos de índices. Mas como o investidor não aceita oscilações, o mais recomendável ao perfil dele é adquirir ativos de renda fixa, como CDB’s, LC’s, LCA’s, LCI’s e Tesouro Direto.

Exemplo B:

Um investidor de 40 anos já possui um determinado patrimônio formado no decorrer da vida. Ele já tem imóvel, veículo, e aplicações financeiras. Compreende que podem haver oscilações no mercado financeiro, mas busca retorno diferenciado para o médio prazo.

Diagnóstico: Este investidor pode buscar aumento de patrimônio através de instrumentos mais arrojados, como fundos multimercado de alto risco, fundos de ações, além de ações, opções e fundos de índice. Entretanto, parte de seus investimentos precisam continuar mantidos em renda fixa tradicional.

Exemplo C:

Um investidor já aposentado possui considerável reserva financeira em seus investimentos. Poderá sacar parte dos valores para eventuais complementos de renda de forma pontual, não corriqueira.

Diagnóstico: Este investidor não tem necessidade de crescimento de patrimônio, nem multiplicação de capital. Assim, o mais importante neste momento é a preservação do poder de compra do capital já acumulado, de forma com que possa manter o padrão de vida. Além disso, é preciso que ele tenha disciplina para não sacar mais recursos do que o rendimento, de forma a não dilapidar o patrimônio já construído.

Exemplo D:

Um investidor de 25 anos está fazendo investimentos para longo prazo. Conhece o mercado financeiro e entende a volatilidade dos ativos,  não se preocupando com eventuais desvalorizações no curto e médio prazo.

Diagnóstico: Esse investidor tem totais condições de usar instrumentos arrojados para multiplicar os ativos.  Desta forma, é preciso que lembrar que, mesmo dentro da mesma classe de investimentos, como ações por exemplo, é possível diversificar com empresas de diferentes setores, para diluir o risco de mercado.

Exemplo E:

Um investidor que nunca fez qualquer tipo de reserva agora pensa em investir para ter recursos em eventuais emergências.

Diagnóstico: Nesse caso, como trata-se de uma formação de reserva de emergência, é importante que a pessoa tenha liquidez nesses investimentos. Por conta disso, a possibilidade de tomar risco não é adequada, pois pode haver necessidade de uso do dinheiro a qualquer momento. Portanto, títulos pós fixados como tesouro Selic e CDB ou LC com liquidez em d+1 e fundos de renda fixa são mais interessantes para esse investidor.

Perceba que, quando mostramos estes exemplos, nosso objetivo é ressaltar que não existe certo ou errado quando se trata de uma carteira de investimentos. Também não dá para afirmar que um investimento X é melhor que um Y. Precisamos entender que existem investimentos para todas as realidades e planejamentos que as pessoas possam ter. Quais são os seus? Já sabe?

Conheça opções em renda fixa e variável

Agora vamos falar um pouco sobre algumas opções que há no mercado. É importante considerar que as alternativas são muito variadas, volta e meia aparecem sugestões novas, e é preciso estar sempre atento e pronto para consumir informação de qualidade. Estamos mostrando somente algumas dentre as mais comuns, ok?

Ativos de renda fixa:

Ativos de renda fixa são os mais indicados para quem busca segurança acima de tudo, isso porque são aqueles cujo retorno de capital pode ser calculado ou definido no momento em que você aplica o dinheiro. Confira os mais comuns:

Poupança – É o mais conhecido dos brasileiros, mas compete ou até perde da inflação em alguns momentos. A aplicação é simples, tem alta liquidez (contanto que você aguarde o aniversário da conta para sacar, já que o rendimento é pago uma vez por mês nesta data)  e isenção do Imposto de Renda, mas quem coloca o dinheiro diretamente na poupança pode estar perdendo quando os preços aumentam mais do que a sua remuneração. É importante entender as regras.

Tesouro Direto – Trata-se da aplicação em títulos do governo federal. É uma opção extremamente segura, já que os riscos seriam o de o governo quebrar (altamente improvável) ou você vender um título antes do vencimento e estar sujeito ao que o mercado paga por ele. De qualquer forma, os títulos têm boa liquidez e podem ser vendidos a qualquer hora. Também vale considerar que existem muitas opções de títulos do Tesouro Direto, desde prefixados até alguns que pagam taxa fixa de juros + Selic e outros que pagam juros fixos mais a variação da inflação. É preciso realizar uma boa pesquisa para avaliar quais das opções disponíveis mais se encaixariam em sua carteira. Lembre-se também que há incidência de IR ( a partir de 15% para os títulos com mais de 720 dias, até 22,5% para aqueles vendidos em até 180 dias). Também há taxa anual de custódia e taxa cobrada pela corretora que intermedia a compra.

CDB – O Certificado de Depósito Bancário é um título que o banco emite para captar dinheiro e emprestar. É uma opção muito segura e o IR incide como no Tesouro Direto, entre 15% e 22,5%. Há CDBs pré ou pós fixados, assim como alguns atrelados à inflação ou ao CDI. Confira as alternativas no momento de investor e lembre-se que pode haver períodos de carência.

LCI e LCA – As letras de crédito imobiliário ou de crédito de agronegócio funcionam como o CDB, mas são isentas de IR. Na hora de investir é preciso pesquisar qual papel oferece as melhores condições de vencimento e rentabilidade, assim como a carência, que pode ser de 90 dias. Confira as taxas cobradas também pela corretora ou banco que intermedia a transação.

Ativos de renda variável

Vamos falar agora sobre alguns ativos de renda variável, aqueles que contam com maiores opções de ganho no longo prazo, mas também maior risco. Como os ganhos não podem ser estimados na hora, eles são indicados para os mais arrojados ou podem constar em parte da carteira de quem busca diversificar.

Ações – Investir em ações requer uma boa dose de informação e um mínimo de aversão ao risco, já que a oscilação dos preços acontece de acordo com a percepção de valor do mercado. É bastante recomendável a diversificação. Confira taxa de corretagem, taxa de custódia e IR. Até 20 mil reais em vendas há isenção, e depois o imposto é de 15% sobre o lucro líquido.

Fundos de renda variável – Outra opção comum para quem quer investir em renda variável são os fundos de investimento. Neste caso há um gestor ou corretora que buscará os melhores ativos considerando alguns pontos, como capital mínimo e perfil de risco. É importante lembrar que a gestão pode facilitar em alguns aspectos, mas nem sempre é garantia de um investimento mais seguro. Também há a taxa de admnistração que pode afetar o retorno. Pesquise bastante antes de escolher.

Faça um check list para a carteira ideal

Muito bem. Você chegou até aqui, estou certo de que você está mais preparado para escolher a sua carteira de investimentos ideal. Lembre-se que esta carteira pode e deve mudar ao longo do tempo, por isso nunca deixe de avaliar os pontos importantes, ver se ainda fazem sentido, e realizar mudanças quando necessário, combinado?

Vamos a um checlist rápido para ver se você entendeu tudo que falamos anteriormente, e ficamos a postos caso as dúvidas apareçam:

  • Defina em que fase da vida você está e em qual ciclo financeiro;
  • Entenda o seu perfil de investidor e sua aversão ao risco;
  • Esteja atento aos prazos de cada investimento;
  • Use filtros para aumentar as chances de boas escolhas e diminuir riscos;
  • Diversifique: pesquise as opções em renda fixa e variável
  • Monte sua carteira repartindo seus ativos em percentuais e investindo no que for mais pertinente no seu caso.
  • Acompanhe a evolução da carteira de forma frequente e faça mudanças quando necessário.

Conclusão

Montar uma carteira de investimentos adequada requer a análise de muitos fatores, desde a identificação de seu perfil de investidor até a análise dos diferentes ciclos de vida em que você se encontra. Não se deve também alocar 100% dos recursos disponíveis em um único investimento, e é por isso que falamos em uma carteira que precisará ser diversificada levando-se em conta o cruzamento de diferentes dados.

Neste artigo, procurei mostrar de forma detalhada o que é e como funciona a montagem de uma carteira de investimentos que funcione adequadamente para seu perfil. Esperamos que antes de investir sua preciosa reserva financeira em qualquer coisa, você leia atentamente os pontos e siga o caminho das pedras com bastante atenção. Desta forma certamente você diminuirá riscos e terá mais possibilidades de ganho.

Lembre-se que, caso haja dúvidas, é fundamental procurar ajuda de especialistas em investimentos, que possam sugerir de forma neutra e adequada as melhores alternativas no seu caso. No Dinheirama eu e toda equipe estaremos prontos para ajudá-lo. Boa sorte e vamos juntos!

Ricardo Pereira
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