Ainda temos muito a aprender sobre liderança!Minha intenção hoje aqui é fazê-lo repensar sobre algumas atitudes que temos em nosso trabalho e em nosso cotidiano, quando em alguns momentos somos liderados e em outros temos a oportunidade de liderar. O que é ser líder para você? Arrisca dizer algo a respeito desse assunto? Fiz algumas pesquisas em livros e retirei algumas citações sobre as quais acho bastante interessante discutirmos melhor o tema.

Continue a leitura e aproveite o texto de hoje para refletir caso você seja o empenhado funcionário de uma empresa (em uma posição de liderança[bb] ou não) ou o dono de um empreendimento querendo ter melhores resultados não só nos lucros, mas também no desenvolvimento de sua equipe e no relacionamento com os clientes.

A função do líder
Gosto de pensar que o líder é um profissional que tem a função de inspirar as pessoas que estão à sua volta, com o propósito de que elas utilizem o seu próprio talento em prol dos objetivos e sucesso de sua organização. Para isso, é importante descobrir o melhor de cada um de seus colaboradores e mostrar a eles um motivo, isto é, um significado para que eles se comprometam com as metas da organização. Felizmente, não é preciso ser o chefe para ser um líder. Como você pode ver, em nenhum momento criei uma relação entre essas duas palavras.

“O líder impulsiona e movimenta processos, pessoas e idéias.”
Mario Sérgio Cortella e Eugenio Mussak, autores de “Liderança em Foco” (Editora Papirus, 2009)

Dessa forma, podemos dizer que a liderança não é uma função, assim como um cargo. Ela é desenvolvida de acordo com as suas vontades, expectativas e com sua real preocupação em fazer o seu trabalho com outras pessoas se tornar o melhor possível. Fico com a impressão de que esse papel de líder pode ser desempenhado por qualquer um de nós, desde que existam entusiasmo e força de vontade.

Incentive as pessoas a brilharem
Como líder, aprenda a distribuir o conhecimento. Não o guarde somente para você. Estimule e inspire novos profissionais e profissionais novos. Eles precisam de seu apoio.

“Ninguém se torna extraordinário sozinho, e uma característica predominante na vida dos que apresentam desempenho notável é o valioso amparo que receberam em épocas cruciais de seu desenvolvimento”.
Geoff Colvin, autor de “Desafiando o Talento – Mitos e verdades sobre o sucesso” (Ed. Globo, 2009)

Agindo dessa forma, você cria bons laços dentro da corporação e amigos para o que precisar no seu dia a dia. Imagine como seria bom se todos ajudassem os colegas e profissionais a se destacar em sua empresa? Com certeza, ela seria uma das melhores do mercado.

Acredite nas pessoas
Liderar é estar a todo o momento lidando com pessoas. E para que dessa relação resultem excelentes resultados, é preciso que todos tenham confiança em sua equipe. Quando você confere às pessoas a certeza de que elas são capazes de desempenhar a função por você esperada, você é capaz de aprender a trabalhar em grupo e entender que cada pessoa tem um papel importante dentro dessa equipe.

Não se permita ser um grande conflitante, ou seja, aquela pessoa, que encrenca por qualquer coisa. Evite as broncas. É importante focar-se no objetivo e ser flexível. Uma conversa bem tranqüila costuma ser bem mais produtiva do que qualquer tipo de bronca. Assim, tente ser mais aberto as necessidades de sua equipe.

“Isso ajuda a explicar por que algumas das empresas mais notavelmente inovadoras, como a 3M e a Google, deixam os empregados gastarem determinado período de tempo, em geral 10% a 20%, em qualquer projeto que eles achem pessoalmente atraente. Esses projetos nem sempre vão ajudar a companhia, há esse risco. Contudo, o benefício é que políticas de siga-seu-coração incorporam uma cultura de confiança que, como já foi observado, é uma importante contribuição para a criatividade, mas de adoção quase impossível para muitas companhias. É por isso que as empresas que adotam têm vantagem competitiva.”
Geoff Colvin, autor de “Desafiando o Talento – Mitos e verdades sobre o sucesso” (Ed. Globo, 2009)

A política de liberdade esbarra em um problema muito grande: a falta de comprometimento do funcionário. Por isso, preocupar-se em escolher a pessoa certa no processo de seleção é mais do que uma função sua, mas uma de suas maiores metas na empresa. Assim, é importante voltar as atenções à escolha de bons pretendentes para qualquer cargo ou ocupação. Aquela história de contratar alguém apenas para “preencher um espaço vazio” pode acabar se tornando um problema para você que o recrutou e para a sua empresa.

Comunique-se com clareza
Não adianta fundamentar que as pessoas precisam inovar se você não as estimula para isso. Mesmo que a mensagem por todos os corredores da empresa seja a de que a empresa precisa inovar, com ameaças veladas do tipo “caso isso não aconteça, ela perderá mercado e pessoas serão demitidas”. Cuidado, as pessoas passarão a ter medo de perder seus empregos e assim não conseguirão criar nada. Preocupe-se mais em passar uma imagem clara do que precisa ser melhorado e trate de estimulá-los para isso, agindo de forma a incentivar a liberdade com responsabilidade.

“Os líderes exortam as tropas a serem inovadoras, mas ninguém entende claramente o que isso quer dizer. Inseguros a respeito de para onde ir, não vão a lugar algum.”
Geoff Colvin, autor de “Desafiando o Talento – Mitos e verdades sobre o sucesso” (Ed. Globo, 2009)

O envolvimento
Voltamos novamente a falar de contratação. Perceba que esse momento em que selecionamos novas pessoas para compor a nossa equipe é uma das tarefas mais importantes do nosso cotidiano. Temos a oportunidade de separar o joio do trigo, preocupando-se sempre em notar quanta disposição a pessoa tem naquilo que faz.

Por isso, mantenha o foco em pessoas determinadas e dispostas a fazer algo diferente por sua empresa. Tente fugir daquela idéia de que o profissional se mantém motivado apenas com um bom salário e pouco trabalho.

“Acredito que não são os resultados que trazem a felicidade, mas sim que é a felicidade que traz os resultados. Felizes, vinculamo-nos uns aos outros e ampliamos nossa criatividade e competitividade. Com pouco fazemos muito. E com qualidade.”
Robert Wong, autor de “O sucesso está no equilíbrio” (Ed. Campus, 2008)

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Espero que o artigo tenha levado você a fazer boas e longas reflexões. Obrigado pela leitura. Aguardo seu comentário, logo abaixo, para continuarmos essa discussão. Até a próxima!

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Bruno Biscaia
já atuou nos setores de Marketing de Eventos e de Planejamento e Controle da Produção. É estudante de Engenharia de Produção Mecânica na Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) e edita a seção de Empreendedorismo do Dinheirama.

Crédito da foto para stock.xchng.

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