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Nosso destaque são os números gigantescos do Facebook. Acompanhe!

Facebook chega a 2,13 bilhões de usuários em todo o mundo

A rede social Facebook alcançou 2,13 bilhões de usuários ativos por mês ao final de 2017, alta de 14% em relação a 2016, de acordo com balanço financeiro divulgado nesta quarta-feira, 31. O site teve aumento semelhante no número de usuários ativos diários, que chegou a 1,4 bilhão.

A receita da companhia, que tem sua origem em publicidade, em 2017 chegou a US$ 40,6 bilhões, o que representa um crescimento de 47% em relação ao ano anterior. No mesmo período, a empresa quase dobrou o número de empregados, chegando a mais de 25 mil pessoas no mundo.

“O ano de 2017 foi forte para o Facebook, mas também difícil”, disse o fundador e presidente executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, por meio de comunicado. “Em 2018, estamos focados em ter certeza de que o Facebook não é apenas divertido, mas também benéfico para o bem-estar das pessoas e para a sociedade.”

O executivo se refere a uma série de mudanças que a companhia tem anunciado nas últimas semanas, que incluíram ajustes no algoritmo para reduzir o número de notícias que as pessoas veem na linha do tempo da rede social e pesquisas de opinião para identificar veículos de comunicação confiáveis. De acordo com o balanço, as mudanças reduziram o tempo gasto pelos usuários do Facebook em 50 milhões de horas todos os dias. “Ao focar em conexões significativas, nossa comunidade e nossos negócios se tornarão mais fortes em longo prazo”, disse Zuckerberg.

O balanço financeiro foi divulgado logo após o fechamento do mercado e as ações do Facebook reagiram à revelação de que o tempo gasto na plataforma caiu.

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Apple supera Samsung e volta a liderar vendas globais de smartphones

A Apple voltou à primeira posição entre as maiores fabricantes de smartphones, superando sua principal rival, a sul-coreana Samsung, no quarto trimestre de 2017, de acordo com dados divulgados pela consultoria IDC. O resultado foi alcançado apesar de a norte-americana ter vendido menos iPhones no final do ano, o que gerou uma queda de 1,3% no número de unidades vendidas. A Samsung continua na liderança do mercado, quando consideradas as vendas ao longo de todo o ano de 2017. A última vez que a Apple superou a Samsung em vendas foi no quarto trimestre de 2016 — a norte-americana vende mais aparelhos neste período, devido ao lançamento de novas versões do iPhone.

“A Apple continua provando que ter vários modelos de iPhone, com vários preços diferentes, funciona bem para trazer mais novos usuários”, disse a IDC, por meio de comunicado. “Embora a demanda pelo iPhone X não tenha sido tão forte como muitos esperavam, a linha de produtos tem atraído um amplo espectro de consumidores em mercados emergentes e desenvolvidos.” A Apple fechou o ano de 2017 com 215,8 milhões de unidades vendidas, 0,2% mais que os 215,4 milhões de unidades vendidas ao longo de 2016. Ontem, a companhia divulgou que teve receita e lucro recordes em seu mais recente balanço financeiro, referente ao primeiro trimestre do ano fiscal de 2018.

A sul-coreana Samsung, por outro lado, vendeu 74,1 milhões de smartphones no quarto trimestre de 2017, queda de 4,4% em relação aos 77,5 milhões vendidos no ano anterior. Graças ao desempenho no restante do ano, a companhia sul-coreana registrou crescimento nas vendas anuais de 1,9%, chegando a 317,3 milhões de unidades, contra 311,4 milhões no ano anterior. “Apesar do fracasso do Galaxy Note 7 e da pressão de fabricantes chineses e da Apple, a Samsung conseguiu se manter no topo”, afirmou a IDC. “O Galaxy S9 pode representar a melhor chance da marca de conquistar seus atuais consumidores e também novos em 2018.”

Atrás de Apple e Samsung, outras marcas que aparecem no ranking incluem as chinesas Huawei, a Xiaomi e a Oppo.

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Bitcoin desaba, será o fim da moeda digital?

O bitcoin tem tido dificuldade de manter as subidas furiosas registradas no final do ano passado. Após se aproximar dos US$ 20 mil ao final de 2017, a criptomoeda teve uma desvalorização de mais de 50%, encontrando seu ponto mais baixo de 2018 nesta quinta-feira, 1º de fevereiro.

Segundo o site CoinMarketCap, que monitora a oscilação do valor de várias criptomoedas com base em vários exchanges, o valor de uma bitcoin chegou próximo de ficar abaixo dos US$ 9.000 desde novembro, mas acabou encontrando um suporte na casa dos US$ 9.070, quando esboçou uma recuperação leve, sendo trocada por US$ 9.105 no momento em que este texto é escrito.

A tendência de baixa nos últimos tempos é bastante evidente, bastando olhar o gráfico de oscilação do preço para perceber que o fôlego se esgotou, pelo menos por enquanto. No entanto, uma notícia vinda da Índia ajudou a empurrar o mercado para baixo.

O país considera a utilização das criptomoedas uma prática ilegal, e agora vai começar a impor essa norma aos cidadãos indianos, o que fecha as portas do bitcoin e outras moedas virtuais para um mercado com 1 bilhão de pessoas.

“O governo não considera as criptomoedas legítimas e tomará todas as medidas para eliminar o uso desses ‘cripto-bens’ para financiar atividades ilegais ou como parte do sistema de pagamentos”, afirmou Arun Jaitley, ministro das Finanças indiano em discurso diante do parlamento.

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Redação Dinheirama
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