Chegamos a mais uma de nossas colunas semanais sobre mundo digital, tecnologia e empreendedorismo.

Nosso destaque é o lançamento histórico do foguete Falcon Heavy pela Space X de Elon Musk. Acompanhe!

SpaceX lançou o foguete mais poderoso do mundo e levou um carro junto com ele

A SpaceX fez história ao lançar o seu primeiro foguete Falcon Heavy – e o Tesla Roadster pessoal de Elon Musk – para o espaço, iniciando uma nova era para a empresa aeroespacial.

Às 18:45 da última terça-feira dia 06 no horário de Brasília, e com apenas 15 minutos sobrando na janela de lançamento, o Falcon Heavy trovejou em direção ao espaço a partir da plataforma de lançamento 39A do Centro Espacial John F. Kennedy em Cabo Canaveral, na Flórida, deixando um enorme rastro de fumaça para trás.

Milhares de espectadores comemoraram quando o foguete se levantou e se perdeu de vista. Câmeras mostraram o “núcleo” do foguete que liberou os dois impulsionadores aproximadamente três minutos após a decolagem; ambos realizaram pousos bem sucedidos na Terra.

Na sequência de uma manobra de virada, o impulsionador de fase final deixou a sua carga e realizou a reentrada na atmosfera antes do previsto para a tentativa de pouso vertical na balsa Of course I Still Love You. O núcleo central do foguete não retornou com segurança à Terra, uma vez que dois de seus três motores não conseguiram ser ativados. Ele caiu a 500 km/h no oceano e atingiu a plataforma e motores da embarcação que a sustenta.

Em um tuíte, a SpaceX afirmou que “o corte do segundo estágio do motor saiu como planejado” e Elon Musk adicionou que a fase superior “passará 5 horas entre o cinturão de Van Allen e então tentará a queima final em direção a Marte”.

Twitter anuncia primeiro lucro de sua história, e ações disparam

O Twitter divulgou nesta quinta-feira (8) o primeiro lucro líquido de sua história, impulsionado, sobretudo, pelo aumento das vendas de anúncios em vídeo.

A empresa registrou lucro líquido de US$ 91,1 milhões (R$ 297,8 milhões) no quarto trimestre de 2017, revertendo prejuízo de US$ 21 milhões (R$ 68,4 milhões) nos três meses anteriores e de US$ 167,1 milhões R$ 546,2 milhões) no quarto trimestre de 2016.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado no quarto trimestre de 2017 foi de US$ 308 milhões. A receita também aumentou, 2%, em relação ao ano anterior, para US$ 731,6 milhões.

Com o resultado, as ações da rede social subiram quase 15%.

Ainda assim, a empresa fechou o ano fiscal de 2017 com prejuízo de US$ 108 milhões. Para 2018, o Twitter espera ser lucrativo o ano todo.

“O resultado que vemos agora é reflexo de uma estratégia que o Twitter vem adotando desde o final de 2016 para refinar e simplificar a plataforma, tornando a experiência mais intuitiva e fácil para o usuário”, afirma Fiamma  Zarife, diretora geral do Twitter Brasil.

Sem revelar números, ela conta que o Twitter no Brasil registrou recorde de receita no ano passado —a plataforma começou a operar no país em 2013.

Uma das principais novidades anunciadas pelo Twitter em 2017 foi o aumento do limite de 140 para 280 caracteres por postagem. O argumento para a mudança é a facilidade, já que permitira aos usuários postarem mais rapidamente, sem tanta preocupação com edições para enquadrar a mensagem no tamanho permitido.

“O Twitter é sobre instantaneidade, não sobre caracteres. E há um público que agora consegue se expressar de maneira mais fácil e confortável”, diz Zarife.

Outras mudanças, ela destaca, foram o aumento da velocidade na repercussão de notícias e melhorias no sistema de notificações e na aba “explorar”.

Amazon deve abrir novo centro de distribuição na Grande São Paulo

A Amazon deve alugar um galpão de 50 mil metros quadrados no município de Cajamar, na Grande São Paulo, para instalar um novo centro de distribuição no Brasil, segundo fontes familiarizadas com o assunto informaram à agência de notícias Reuters. Se confirmada, a estratégia é mais um movimento da empresa para crescer no mercado brasileiro – no ano passado, a empresa começou a vender eletrônicos e eletroportáteis no País, ainda sob a modalidade de marketplace (revenda de produtos de terceiros) e depois lançou mais quatro categorias de produtos, como ferramentas e utensílios de cozinha.

O novo centro de distribuição da empresa deve quadruplicar a capacidade de distribuição da empresa no País – hoje, a Amazon ocupa um galpão de 12 mil metros quadrados na Grande São Paulo para coordenar seu negócio de venda de livros.

Segundo as fontes, a empresa deverá usar o novo centro de distribuição para cuidar da entrega de produtos como eletrônicos e ferramentas vendidos em seu marketplace – plataforma de revenda de produtos de terceiros, na qual cabe à Amazon a parte de atendimento aos consumidores.

Seria uma forma da empresa reduzir a insatisfação dos clientes no País – hoje, cerca de 20% das compras são avaliadas negativamente, segundo a consultoria Marketplace Pulse. Nos EUA, esse índice fica em cerca de 4%. Segundo a consultoria, as principais reclamações são de pedidos cancelados ou atrasados – algo que acontece pois as entregas hoje são responsabilidade das lojas parceiras e não da varejista americana, suscetíveis aos inúmeros problemas de infraestrutura e logística do Brasil.

O espaço foi oferecido à varejista pela Prologis, empresa de logística americana, e deve ficar próximo a instalações da fabricante Samsung e da empresa de entregas DHL em Cajamar. Em outubro do ano passado, a Amazon deu entrada no pedido de licença para operar na cidade na prefeitura local, segundo documentos vistos pela Reuters. Procurada, a empresa diz que não comenta rumores e especulações.

Redação Dinheirama
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