Agora você confere as principais notícias de 14/02/2018, quarta-feira.

Supremo gastou R$ 859,7 mil com passagem aérea em 2017

O Supremo Tribunal Federal gastou em 2017, com voos nacionais e internacionais de ministros e servidores, quase o mesmo que desembolsou para bancar auxílio-moradia de 23 assessores. Foram R$ 859,7 mil com os voos e R$ 768 mil com moradia.

Os voos para o exterior não entram no auxílio que cada um dos 11 ministros têm direito para comprar viagens dentro do País. A cota é de R$ 51,6 mil por ano. Os ministros não precisam justificar o motivo a natureza da viagem e podem requerer o auxílio até mesmo no recesso do judiciário.

Os ministros Cármen Lúcia, Marco Aurélio Mello e Celso de Mello não usaram a verba no ano passado. Luiz Fux foi o que mais requereu, R$ 47,2 mil, de janeiro a outubro, último dado disponível.

Atual presidente do TSE, Fux fez 41 das 44 viagens compradas com a cota para o Rio, seu Estado, o que é permitido pelo Supremo. Sua assessoria justifica: “Toda a família do Ministro se encontra no estado do Rio, inclusive sua Querida Mamãe, esposa e filhos, portanto sua necessidade de deslocamento para tal Cidade.”

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Bolsas americanas sobem pelo 2º pregão e aliviam investidores

As principais Bolsas globais começaram a semana em terreno positivo, provocando alívio em investidores após as fortes quedas registradas na semana anterior. Os principais índices dos Estados Unidos, Europa e Ásia fecharam em alta nesta segunda-feira (12).

Nos Estados Unidos, o índice Dow Jones subiu 1,70% pontos. O S&P 500 teve alta de 1,39%, e a Nasdaq avançou 1,56%.

É o segundo pregão seguido em que os índices fecharam em alta. Na semana passada, a crise gerada pelas preocupações em torno de aumentos adicionais de juros nos EUA diante da expectativa de pressões inflacionárias fez os três indicadores acumularem quedas de mais de 5%.

Na Europa, os principais índices também subiram nesta segunda-feira, recuperando parte das recentes perdas e que levaram as Bolsas aos menores patamares em seis meses, com os temores que alimentaram a volatilidade e eliminaram US$ 1 trilhão nos mercados parecendo perder força.

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Polícia de Israel pede indiciamento de Netanyahu por corrupção

Os policiais que investigam os casos de corrupção que envolvem o primeiro-ministro do Israel, Binyamin Netanyahu, recomendaram nesta terça-feira (13), que a Procuradoria-Geral do país indicie o premiê em duas das investigações que podem torná-lo suspeito. Netanyahu, que nega as acusações, confirmou a recomendação pelo seu indiciamento.

“Essas recomendações não têm nenhum valor jurídico em um país democrático”, declarou na TV israelense o primeiro-ministro. “Continuarei a liderar Israel com responsabilidade e fidelidade”, disse Netanyahu.

O premiê foi interrogado pelas autoridades policiais de seu país diversas vezes desde o início de 2017. De acordo com a legislação israelense, a polícia pode apenas fazer uma recomendação pelo indiciamento de Netanyahu – a decisão sobre a acusação final cabe ao procurador-geral de Israel,  Avichai Mandelblit.

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Redação Dinheirama
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