Agora você confere as principais notícias de 15/04/2018, domingo.

Após denúncia, Bolsonaro posta vídeo com negros

Um dia após ser denunciado pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, sob a acusação de crime de racismo, Jair Bolsonaro divulgou em suas redes sociais e por WhatsApp um vídeo em que aparece cercado de apoiadores negros. Ele posa para selfies e confraterniza com os simpatizantes.

“Muito racismo e homofobia. Favor repassar”, escreveu na mensagem que enviou neste sábado,  juntamente com o vídeo.

Temer diz que Brasil demonstra que a democracia é melhor arma para combater a corrupção

O presidente Michel Temer, investigado pela Justiça por acusações de corrupção, afirmou que a experiência brasileira demonstra que a democracia é a melhor arma para combater a corrupção.

“O combate à corrupção é imperativo da democracia. Democracia é a melhor arma que temos para fazer frente a esse mal, é o que demonstra a experiência brasileira”, discursou Temer na Cúpula das Américas, cujo tema é “Governança Democrática contra a Corrupção”.

“Não se pode tolerar a corrupção, ela corrói tecidos sociais, compromete a gestão pública e privada, tira recursos valiosos da educação, da saúde, da segurança.” O presidente afirmou que o “compromisso inequívoco” do governo brasileiro com a democracia tem impulsionado ao combate à corrupção também no plano externo, em cooperação com outros países.

Depois, indagado se apoiava a restrição do foro privilegiado, que deve ser avaliada pelo Supremo no início de maio, Temer afirmou: “Sou a favor que o Legislativo decida”, repetindo críticas que vêm fazendo ao que considera serem intervenções do Judiciário em outros poderes.

EUA indicam que só voltarão a atacar Síria se armas químicas forem usadas

O presidente Donald Trump celebrou neste sábado (14), o resultado do bombardeio na Síria no Twitter com a exclamação “Missão Cumprida!”. A ofensiva foi limitada e planejada para evitar eventuais colisões com forças russas que operam no país. Segundo o Pentágono, o ataque não representa uma mudança da estratégia dos EUA na guerra iniciada há sete anos, nem é uma tentativa de derrubar o ditador Bashar Assad.

Coordenados com França e Reino Unido, os disparos entre a noite de sexta-feira, 13, e a madrugada de sábado, 14, foram uma retaliação ao ataque químico contra civis registrado há uma semana ocorrido nas imediações de Damasco, segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 70 pessoas morreram. O objetivo do bombardeio foi destruir três instalações ligadas à produção desse tipo de armamento e dissuadir Assad de usá-lo no futuro, disse a porta-voz do Departamento Defesa, Dana White. Novos bombardeios só serão realizados se isso ocorrer, afirmou. “Nossa missão continua a ser derrotar o Estado Islâmico”, declarou Dana.

Tuítes postados por Trump no dia seguinte ao ataque químico sugeriam que a retaliação seria mais ampla que a executada na noite de sexta-feira. O presidente acusou a Rússia e o Irã de responsabilidade, em razão de seu apoio a Assad, e disse que um “alto preço” seria pago. “Todo mundo vai pagar um preço”, disse em entrevista posterior.

Redação Dinheirama
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