Agora você confere as principais notícias de 16/04/2018, segunda-feira.

Lula perde votos; Marina e Bolsonaro se aproximam, diz Datafolha

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera corrida à Presidência da República com 31% das intenções de votos no melhor cenário, mas viu a diferença diminuir em relação aos seus principais adversários após ser preso pela Operação Lava Jato, segundo pesquisa divulgada no início da madrugada deste domingo pelo Datafolha. No fim de janeiro, no levantamento anterior, o petista tinha até 37%.

O levantamento divulgado neste domingo é o primeiro após Lula ter sido preso. A pesquisa também mostrou que os pré-candidatos Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede) herdam dois de cada três apoiadores do ex-presidente. Nos cenários sem Lula, o deputado Jair Bolsonaro (PSL) aparece com 17% das intenções de voto, empatado tecnicamente com Marina Silva (Rede), entre 15% e 16%.

A pesquisa foi realizada entre quarta-feira (11) e sexta-feira (13) – Lula foi preso no sábado (7), após se entregar na sede da Polícia Federal, em Curitiba. O PT ainda considera o ex-presidente candidato do partido ao Planalto e diz que irá registrá-lo dia 15 de agosto. A condenação em segunda instância, no entanto, faz com que ex-presidente se enquadre na Lei da Ficha Limpa. O registro depende de aprovação do Tribunal Superior Eleitoral.

O Datafolha traçou 9 cenários na corrida presidencial.  Lula aparece em três deles e oscila entre 30% e 31%, à frente do deputado Jair Bolsonaro (PSL), que varia entre 15% e 16%, e Marina Silva (Rede), com 10%. Nos outros seis cenários, sem a presença do ex-presidente Lula, Bolsonaro e Marina Silva aparecerem tecnicamente empatados. O deputado federal lidera com 17% e a ex-ministra oscila entre 15% e 16%.

Em todos os cenários, o instituto de pesquisa colocou o nome do ex-ministro do STF Joaquim Barbosa, apontado pelo seu partido, o PSB, como pré-candidato ao Planalto. Barbosa, que ainda não admitiu publicamente se será ou não candidato, oscila entre 8% e 10% das intenções de voto. Já o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, pré-candidato do PSDB, aparece com 6% e até 8% no melhor dos cenários.

Alckmin deixa governo paulista com aprovação de 36%

Geraldo Alckmin (PSDB) deixou o governo de São Paulo com índice de aprovação de 36%, segundo pesquisa do Datafolha realizada após sua renúncia para disputar a Presidência. Entre os eleitores paulistas, 40% classificam sua gestão como regular e 22%, como ruim ou péssima.

O tucano encerra seu mandato e entra em uma campanha nacional em condições mais desfavoráveis do que aquelas que apresentava em 2006, quando renunciou para se candidatar ao Palácio do Planalto pela primeira vez.

Ao deixar o governo de São Paulo naquele ano, Alckmin tinha aprovação de 66% dos eleitores do estado. Só 6% classificavam sua gestão como ruim ou péssima. Na disputa presidencial, ele foi derrotado pelo petista Luiz Inácio Lula da Silva.

Os índices atuais do tucano variaram pouco em relação ao levantamento anterior, de dezembro, quando 34% dos eleitores consideravam seu governo ótimo ou bom e 25% classificavam a gestão como ruim ou péssima.

Embaixadora americana na ONU anuncia novas sanções à Rússia

A embaixadora dos EUA nas Nações Unidas,  Nikki Haley, disse que os americanos vão impor mais sanções econômicas à Rússia por seu apoio ao ditador sírio Bashar al-Assad e seu aparente uso de armas químicas.

Haley disse ainda que o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchi, fará o anúncio na segunda (16) e que as sanções afetarão companhias que “lidam com equipamentos relacionados a Assad e qualquer uso de armas químicas”.

Ela disse, em entrevista à rede CBS, que a Rússia deve arcar com as consequências de proteger o regime de Assad. Haley também lembrou que a Rússia vetou seis resoluções do Conselho de Segurança da ONU sobre armas químicas.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) disse nesta quarta-feira (11) que cerca de 500 pessoas foram tratadas por “sinais e sintomas condizentes com a exposição a produtos químicos tóxicos” depois de um suposto ataque com gás tóxico no último dia 7. Segundo opositores da ditadura de Assad, mais de 40 pessoas morreram.

Redação Dinheirama
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