Agora você confere as principais notícias de 08/08/2018, quarta-feira.

Vice de Bolsonaro diz que Brasil herdou indolência dos indígenas e malandragem dos africanos

O vice de Jair Bolsonaro (PSL), general da reserva Antonio Hamilton Mourão (PRTB), afirmou nesta segunda-feira (6) que o Brasil herdou a “indolência” dos indígenas e a “malandragem” dos africanos. A declaração foi feita durante evento da Câmara de Indústria e Comércio de Caxias do Sul (RS).

“Temos uma herança cultural, uma herança que tem muita gente que gosta do privilégio (…) Essa herança do privilégio é uma herança ibérica. Temos uma certa herança da indolência, que vem da cultura indígena. Eu sou indígena. Meu pai é amazonense. E a malandragem (…) é oriunda do africano”, afirmou. “Então, esse é o nosso cadinho cultural. Infelizmente gostamos de mártires, líderes populistas e dos macunaímas.”

Procurado pelo Jornal Folha de São Paulo  para comentar o conteúdo da declaração, Mourão ressaltou que também falou do privilégio dos brancos. “Não tem nada demais, até porque sou descendente de indígenas. Não é acusação para nenhum grupo, isso não existe. Temos uma raça brasileira, a junção de tudo isso aí”, disse.

Ele argumentou, ainda, que suas frases foram retiradas de contexto. “O que acontece é que as pessoas pinçam determinadas frases e querem retirar do contexto em que foram colocadas. Estava falando da herança cultural de forma genérica.”

Se Fachin não aceitar desistência, Lula quer recurso na 2ª Turma

Mesmo tendo desistido de um pedido de liberdade para evitar que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja considerado inelegível pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a defesa do petista decidiu recorrer de um outro pedido na Corte. Desta vez de um que estava nas mãos do ministro Alexandre de Moraes. O pedido do qual a defesa desistiu na segunda-feira (6), tem Edson Fachin como relator.

A defesa explica que, como Fachin ainda não homologou a desistência do primeiro pedido, “por cautela”, os advogados resolveram recorrer da decisão de Moraes, que em junho já havia negado liberdade ao ex-presidente. Neste recurso, os advogados pediam, além da soltura de Lula, que o recurso sob relatoria de Fachin fosse analisado pela Segunda Turma da Corte, e não pelo plenário, como decidiu o relator da Lava Jato.

Assim, se Fachin decidir não aceitar a solicitação de desistência, a defesa de Lula insiste para que seu pedido de suspensão da condenação seja julgado pela Segunda Turma, composta por Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello, além de Fachin.

Os defensores do petista pedem que, caso Fachin não homologue a desistência do outro processo, Moraes reconsidere sua decisão para que o pedido seja redistribuído.

Bolsa cai quase 1% com rumores de delação; dólar encosta em R$ 3,77

Rumores de que um dos presidenciáveis poderia ser citado em delação premiada reviraram o mercado brasileiro na tarde desta terça-feira (7).

O Ibovespa, índice que reúne as ações mais negociadas da Bolsa, operava praticamente estável pela manhã, alcançando os 81.742,39 pontos.

Por volta das 14h30 (horário de Brasília), no entanto, começou a cair, chegou a perder 1,2%, e fechou em baixa de 0,87%, a 80.346,52 pontos.

O dólar, que abriu a R$ 3,717, chegou a cair para R$ 3,704, mas fechou em alta de 0,93%, cotado a R$ 3,767.

Ações da Tesla disparam 11% após Musk cogitar fechar capital da empresa

As ações da fabricante de veículos elétricos Tesla dispararam 11% nesta terça-feira (7), após o presidente-executivo da empresa, Elon Musk, anunciar que considera tirar a companhia da Bolsa.

“Estou pensando em fechar o capital da Tesla em US$ 420 [por ação]. Financiamento garantido”, escreveu Musk em sua conta no Twitter às 13h48 (horário de Brasília).

Logo após a postagem, os papéis da empresa saltaram de  US$ 356,53 para US$ 371,15 —fecharam em US$ 379,57.

“Minha esperança é que todos os investidores atuais permaneçam com a Tesla, mesmo se formos privados”, Musk continuou publicando. “Criaria um fundo para propósitos especiais que permitisse a qualquer um ficar com a Tesla. Já faço isso com o investimento da SpaceX na Fidelity.”

Redação Dinheirama
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