Em nosso especial sobre crédito, já falamos sobre a importância do score e também sobre como é possível limpar o nome. Desta vez, trataremos de um outro ponto importante: a escolha do crédito. Digamos que, independente da razão, você precise tomar dinheiro emprestado. Com tantas opções no mercado, você saberia o que considerar para fazer a melhor escolha neste momento? O que fazer para não trocar os pés pelas mãos, pagar juros exorbitantes ou parcelas com valores além dos que você poderia arcar, aumentando os riscos de cair no endividamento?

Segundo Matheus Moura, gerente do Serasa Consumidor, o primeiro ponto é entender quanto crédito você precisa. Em seguida, é necessário saber a quantia que você tem condições de pagar mensalmente. “Isso porque você precisa saber se terá condições de pagar pelo dinheiro que vai pegar emprestado. A principal ferramenta que o consumidor tem para evitar o endividamento excessivo é a comparação. É preciso encontrar a melhor opção para o seu perfil. Além disso, é preciso controlar o próprio orçamento. O ideal é que a parcela do empréstimo não seja maior do que 30% do salário líquido”, explica.

Para ajudar na comparação, o Serasa Consumidor tem o Serasa eCred, onde é possível fazer várias simulações para encontrar a menor taxa de juros ou as melhores condições de parcelamento. Basta preencher algumas informações e rapidamente o simulador mostra algumas opções no mercado. E você pode ir mudando alguns pontos para checar se as alternativas melhoram. Legal, não?

Qual a finalidade do empréstimo?

Para começar, saiba que juros e condições de parcelamento são variáveis que podem depender da finalidade do empréstimo também. Por exemplo, se você precisa de dinheiro para financiar a casa própria ou um automóvel, provavelmente pagará juros diferentes daqueles cobrados por quem precisa de crédito para pagar o cartão de crédito.

O prazo para o pagamento também deve ser avaliado com cuidado, pois muitas vezes vale mais a pena pagar um pouquinho mais em menos tempo para pagar menos juros. Fizemos, por exemplo, uma simulação de um empréstimo de R$ 30 mil para compra de veículo no Serasa eCred.

O valor a ser pago em 48 meses, oferecido por uma única financiadora, foi de R$ 1.357,00. Em 36 meses, porém, tivemos 3 ofertas diferentes, variando de R$ 1.333,00 a R$ 1.552,00. Ou seja, sairia muito mais barato pagar em 3 anos do que em 4 anos! Por isso, não vale ter preguiça de pesquisar!

Outro ponto é que você pode oferecer um bem como garantia, como fizemos na simulação. No geral, este bem é o veículo. Havendo garantia, é possível que as taxas de juros fiquem um pouco mais baixas também, portanto, avalie se é válido! E lembre-se que as condições variam de pessoa para pessoa, ok?

 Pontos a considerar:

1) De quanto você precisa? – Lembre-se que ao tomar dinheiro emprestado você terá que devolvê-lo com juros, portanto, pegue somente o necessário. Avalie se é um investimento, uma necessidade ou somente uma demanda supérflua para fazer as contas, combinado?

2) Conheça seu orçamento – É preciso saber de quanto você poderia dispor mensalmente sem se enrolar financeiramente para pagar um empréstimo. Faça as contas e estabeleça um limite para evitar o risco de não conseguir pagar.

3) Bem como garantia – Avalie se é possível dar algum bem como garantia de pagamento do empréstimo feito ou parte dele. Normalmente os juros diminuem neste caso.

4) Pontos que influenciam – Lembre-se que alguns pontos podem influenciar, como a renda informada, o score e a quantidade de parcelas. É válido fazer algumas boas comparações até encontrar as ofertas mais adequadas.

Redação Dinheirama
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