Chegamos a mais uma de nossas colunas semanais sobre mundo digital, tecnologia e empreendedorismo.

Nosso destaque é a notícia de que varejistas chineses começaram a diminuir o preço dos Iphones.

Varejistas chineses cortam preços de iPhone após previsão de menor receita da Apple

Vários varejistas de eletrônicos chineses, incluindo a Suning e o JD.com, reduziram os preços dos iPhones nesta semana, depois que a Apple culpou o fraco volume de vendas no país por um raro alerta de receita.

O desconto, de cerca de US$ 120 (R$450) para o recém-lançado iPhone XR de 64GB, é o mais recente sinal que as fracas vendas da Apple na China podem ter se estendido para o trimestre atual.

Os cortes nos preços dos iPhones pelos varejistas chineses começaram em meados desta semana, com pelo menos seis promoções neste fim de semana, segundo verificações feitas pela Reuters.

A Apple não respondeu aos pedidos de comentário. Os preços dos iPhones vendidos pelos sites chineses permaneceram inalterados.

Os cortes generalizados de preços não são incomuns em festivais de compras, como o Dia dos Solteiros em novembro, mas esses cortes se destacam por afetarem os modelos XS e XR, que foram lançados há apenas alguns meses, disse Mo Jia, analista da Canalys, que monitora a indústria de smartphone na China.

Jia acredita que a própria Apple pode ter baixado os preços dos aparelhos que entregou aos distribuidores, ou que os distribuidores podem ter reduzido as taxas para movimentar mais unidades.

“É possível que a Apple queira testar o feedback do mercado reduzindo os preços no mercado. Ou a Apple pode estar sob pressão para liberar os estoques de iPhones”, disse ele.

A Apple possui concorrentes locais, como a Huawei Technologies, que oferece opções mais baratas na China, lar do maior mercado mundial de smartphones em termos de volume de remessas.

Novo recurso deixa mais fácil publicar o mesmo post em várias contas do Instagram

Facebook e Twitter têm funções para compartilhar conteúdo de outros usuários. O Instagram, por sua vez, sempre abordou essa questão de forma diferente e prestigiou a originalidade — até hoje, não há um recurso nativo para postar uma foto do feed de outro usuário no seu próprio feed.

Isso, porém, está começando a mudar: o app de iOS vai começar a oferecer a opção de postar a mesma imagem ou vídeo em múltiplas contas ao mesmo tempo. Ao criar uma nova publicação, o aplicativo vai permitir marcar cada uma das contas que você administra.

Ainda não se sabe quando a novidade estará disponível para Android ou se ela chegará também para os Stories. Isso ainda não é um “regram” — você só vai poder postar a mesma coisa em várias contas que você mesmo administra, não pegar coisas de outras contas que você vê segue. De qualquer forma, é curioso pensar nisso em comparação com o que era o Instagram em seus primórdios: um app para fotos pessoais e instantâneas.

A novidade acompanha o crescimento da rede, que já tem mais de um bilhão de usuários e não conta apenas com pessoas, mas também marcas, empresas, lojas e sites de notícias. Relatos dão conta que Mark Zuckerberg vê o Instagram como o potencial principal produto de sua empresa no futuro. É uma leitura que faz sentido: a rede de imagens já é mais popular que o Facebook entre os mais jovens.

Amazon prepara serviço de streaming de jogos

De acordo com o site americano The Information, a Amazon está criando seu próprio sistema de streaming de jogos, mas não um para que uma pessoa acompanhe a jogatina de outra. A ideia é de algo semelhante ao que o Google apresentou no ano passado, quando entregou Assassins Creed: Odyssey completo para rodar no Chrome.

A ideia é de permitir que assinantes joguem títulos que necessitam de processamento pesado da máquina, só que sem rodar o game localmente. A única exigência para que o jogo rode bem é uma conexão veloz com a internet, já que o lado do cliente recebe tudo que é gerado no lado da nuvem.

As fontes que foram ouvidas pelo site afirmam que a Amazon já está conversando com desenvolvedores e empresas que publicam os títulos, com o objetivo de inaugurar o serviço no ano que vem e com biblioteca generosa. Outro ponto que corrobora com a plataforma de streaming está em duas vagas para engenheiros na empresa, para trabalhar em Seattle e cuidar de jogos em nuvem.

Este tipo de jogatina não é novidade e empresas como Google, Microsoft e a Sony, com o PlayStation Now, já testaram ou implementaram soluções deste sentido. O que tende a ser um problema é a latência da conexão, que pode ser uma área onde a Amazon já sabe lidar – afinal de contas, a Amazon é o maior provedor de computação em nuvem do mundo.

Redação Dinheirama
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