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CDBs pós-fixados pagam até 120% do CDI

Nos títulos de curto prazo, com vencimento em três meses, a remuneração média subiu de 99,63% para 100,49% do CDI

por Quantum Finance
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Os CDBs (Certificados de Depósitos Bancários) pós-fixados estão de volta ao jogo, oferecendo rentabilidade de até 120%, com a possibilidade de fim do ciclo de corte da Selic no horizonte. 

É o que mostra o acompanhamento quinzenal da Quantum, publicado pelo portal InfoMoney, que avaliou os títulos bancários emitidos entre 21 de maio e 4 de junho. 

A manutenção dos juros nos Estados Unidos e as incertezas no campo fiscal aqui no Brasil têm segurado as taxas dos títulos públicos em patamares mais altos, puxando também as remunerações dos títulos bancários. 

Tudo isso aumenta a expectativa para a próxima reunião do Copom, que ocorre nos dias 18 e 19 de junho. 

Confira os principais resultados do estudo: 

CDBs prefixados 

Entre os CDBs prefixados, houve variações distintas. Os títulos de curto prazo passaram a oferecer retornos maiores, enquanto os de longo prazo tiveram uma queda nas taxas. 

A taxa média dos prefixados de seis meses aumentou de 9,76% ao ano para 9,83%, e a dos papéis com vencimento em 12 meses subiu de 10,26% para 10,82%. 

Em contraste, os títulos com vencimento em 24 meses passaram a pagar uma média de 10,79% ao ano, comparada a uma taxa de 11,89% do levantamento anterior. Já os prefixados de 36 meses tiveram a média de remuneração reduzida de 12,33% para 11,94%. 

Veja: 

CDBs atrelados à inflação 

Ainda com oferta reduzida no mercado, os CDBs atrelados à inflação pagaram, em média, IPCA + 5,26% nos títulos de 24 meses, uma ligeira redução em relação à taxa média de IPCA + 5,43% do mês anterior. 

Para os títulos de 36 meses, a remuneração foi de IPCA + 5,45%, um pequeno aumento em comparação com os IPCA + 5,42% registrados na quinzena anterior. 

Confira: 

CDBs atrelados ao CDI 

Entre os CDBs pós-fixados, a taxa média dos títulos com vencimento em 12 meses aumentou de 100,21% do CDI para 100,86%. 

Nos títulos de curto prazo, com vencimento em três meses, a remuneração média subiu de 99,63% para 100,49% do CDI. 

A única taxa média de pós-fixados que apresentou queda na última quinzena foi a de ativos com vencimento em 36 meses. A remuneração diminuiu de 102,18% do CDI para 101,32%. 

Veja: 

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