Recentemente, tive a oportunidade de colocar as mãos em um iPhone. Não adianta, o aparelho chama atenção e suas funcionalidades são realmente muito bacanas. Confesso tê-lo achado um pouco desajeitado, mas ainda assim fiquei positivamente impressionado. O preço? Uma fortuna. Pior, não funciona por aqui e não se ouve falar em planos para vê-lo em nossas lojas. Este artigo não é uma propaganda do iPhone, mas parte de um movimento importante, encabeçado pela Oi.

Qual a vantagem, pensando em sua comodidade, de comprar um celular bloqueado? Aliás, por que bloqueá-lo? A Oi, diante destas mesmas perguntas, resolveu criar a campanha Bloqueio Não. Lembro-me de comentar com uns colegas que o celular deveria vir livre desde a sua primeira venda no Brasil. Ora, eu quero poder comprar um iPhone e usá-lo em qualquer operadora. Você não quer?

Confesso, ando com dois celulares: um bloqueado e outro não. Financeiramente falando, com a troca de chips, posso optar pela operadora com melhores tarifas e manter números de diferentes estados. As opções de pacotes são interessantes e eu posso optar pelas tarifas mais baixas em localidades fora de minha cidade natal. A matemática é simples e meu bolso agradece.

O manifesto Bloqueio Não tem sido fundamental. Através dele, temos a chance de ver implementada uma lei que impeça o bloqueio dos aparelhos por parte de todas as operadoras. Além disso, outros importantes progressos demonstram a força do manifesto e os potenciais benefícios de sua adoção:

  • Procon se manifesta a favor do desbloqueio de celular;
  • Anatel proíbe operadora de vender aparelhos com hard lock;
  • Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor se posiciona contra o bloqueio;
  • Mais de 1 milhão de pessoas já aderiram à essa campanha.

A vez de NY
Se por aqui ainda impera o bloqueio de aparelhos, como fazer para que o iPhone chegue às lojas e em pacotes competitivos e atraentes? Eu quero um, mas quero comprá-lo por aqui e com garantia. De outra forma, corro o risco de gastar mais e ainda ter problemas com minha operadora local. E não é que o manifesto Bloqueio Não foi parar em NY.

A Oi enviou duas pessoas para protestar em NY, na frente da loja Apple da 5ª Avenida, contra o bloqueio do iPhone. A Oi e o Dinheirama também apóiam publicamente o Free the iPhone, um movimento semelhante ao Bloqueio Não, que surgiu nos Estados Unidos para pressionar a Apple, AT&T e o Congresso Americano a proibir o bloqueio do iPhone.

Nota: Este é um artigo patrocinado! O Dinheirama é um blog de economia, mercado e educação financeira que apóia iniciativas que visam o benefício do cidadão e da sociedade.

Conrado Navarro
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