Cena clássica na Bolsa de Valores: índices de ações em alta graças a uma boa nova do mercado de trabalho americano. Mais gente comprando ações do que vendendo devido a um número de criação de vagas de emprego acima das expectativas.

O bom humor se justifica, afinal contratações refletem aquecimento da atividade econômica. O vento a favor na economia tende a facilitar o planejamento de empresas e famílias. Assim as ações na Bolsa vão subir, certo? Não sei.

Confesso que, até o momento, minhas decisões de investimento carregam pouca ou quase nenhuma intimidade perante a agenda de indicadores macroeconômicos. De 2001 a 2013, a taxa média de crescimento do PIB brasileiro foi de cerca de 3%. Já ouvi várias histórias de pessoas que se deram muito bem na Bolsa neste período.

Será que fará muita diferença ao desempenho das ações se o PIB crescer a uma média de 2% nos próximos dez anos? Acho que não. Acredito na tese de que sempre há oportunidades disponíveis na Bolsa, sobretudo quando a dinâmica microeconômica da empresa está descolada da parte macro.

Essa é uma grande vantagem do investimento em ações, e um dos fatores que me levaram a aplicar meu dinheiro neste mercado, em setembro do ano passado.

Trabalho na Empiricus e mensalmente os relatórios do “Minha Primeira Ação” contam minha experiência investidora (clique e conheça). Chegamos à segunda temporada, gradualmente subindo a escala de aprendizado em finanças.

Nosso trabalho é preparar para você, que gosta de acompanhar o mercado de ações, relatórios independentes para ajudá-lo na escolha das melhores oportunidades, tudo com linguagem acessível e descomplicada.

Aliás, saiu agora, neste sábado, o relatório de abril da minha jornada em Bolsa, disponível a todos os assinantes. Aproveitando a oportunidade dada pelos amigos do Dinheirama, que acreditam nesta parceria voltada para a educação financeira, eu ficaria muito contente se você também acompanhasse meu trabalho também por lá.

Nesta edição, eu falo sobre minha decisão sobre a questão: afinal, chegou a hora ou não de realizar o lucro de uma das ações investidas? Ah, além da rotina na condução das aplicações, eu enviei minha primeira declaração de imposto de renda como investidor. E, de quebra, mais um provento entrou na minha conta. Foram dias agitados!

Quem quiser entrar nesta viagem e acompanhar na prática o mundo dos investimentos em Bolsa, embarque clicando aqui. Até a próxima.

Foto “Stock market price”, Shutterstock.

Conrado Mazzoni
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