“Confisco da poupança” muita gente se arrepia só de ouvir falar sobre esse assunto. Em 1.990, o então Presidente Fernando Collor de Mello, escolheu para comandar a economia do Brasil a economista Zélia Cardoso de Mello, que juntamente com sua equipe promoveu um ajuste na economia que trouxe entre outras medidas o famoso confisco da poupança.

A “experiência” negativa, que marcou uma geração, deixa dúvidas para investidores que ficam receosos com a possibilidade de um novo confisco da poupança. Mas afinal, o pesadelo pode se repetir?

Em 1990 o Brasil vivia um momento de grande expectativa. Depois de muitos anos tínhamos um presidente eleito. Fernando Collor de Mello, conhecido como o Caçador de Marajás foi eleito para fazer o Brasil vencer a inflação e se modernizar.

A economista Zélia Cardoso de Melo que foi incumbida de anunciar aos brasileiros o Plano econômico que ficou conhecido como Plano Collor, que tinha 3 pilares básicos:

  1. Ajuste fiscal (sanear contas do Estado)
  2. Reforma monetária (moeda indexada)
  3. Política de Rendas (Preços dos bens e serviços X salários).

Entre as principais medidas aquela que trouxe um verdadeiro desespero para as pessoas foi o Confisco da Poupança. O assunto foi tão sério que muita gente inclusive se suicidou por conta do confisco do dinheiro, que ficou preso durante alguns anos.

Mas olhando para o futuro, existe alguma chance desse pesadelo voltar a se repetir. Afinal, corremos o risco de um novo confisco da poupança?

No vídeo acima conversamos sobre sobre tudo isso e no final você vai entender exatamente o que pode acontecer no futuro e como você pode estar preparado para qualquer cenário.

A realidade de hoje nos leva a acreditar que um evento dessa magnitude não voltará a acontecer. As razões que nos levam a acreditar nisso são:

  1. Novo momento, a inflação está sob controle;
  2. Amparo Legal

Certamente, a realidade de hoje nos leva a acreditar que um evento dessa magnitude não voltará a acontecer. Ainda assim o investidor inteligente sabe que não deve concentrar seus investimentos em um único lugar.

É preciso se proteger, inclusive aprendendo com os erros do passado.

Redação Dinheirama
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