Dedicação e conhecimento: o caminho para os melhores investimentosVocê já parou para pensar na quantidade de investimentos que temos à nossa disposição no mercado hoje em dia? Você já deve ter lido aqui no Dinheirama que o melhor investimento é conseguir guardar dinheiro, pois muita gente ainda não consegue alcançar a realidade de ter capital para multiplicar.

É verdade que o mais difícil é abrir mão das conquistas no presente para priorizar a realização de objetivos lá na frente. Vivemos a maior parte do tempo no piloto automático, sem tempo ou mesmo disposição para planejar e conversar com os demais integrantes da família para decidir o que fazer e como começar a poupar.

Outras pessoas até começam a poupar e vão guardando aos poucos e construindo o famoso “pé de meia”, mas na primeira oportunidade que aparece (ou seria necessidade?), o dinheiro acaba sendo utilizado e começa todo aquele “trabalhão” novamente para construir patrimônio. A sensação é a de não sair nunca do lugar. Acontece isso com você?

Vejo ai dois erros interessantes que fazem toda a diferença para o futuro dos investimentos:

Por que investir?

O primeiro é descobrir o porquê da poupança, isto é, responder a uma pergunta simples: você está guardando o dinheiro para quê? Comprar uma casa, alcançar a independência financeira até a aposentadoria, viajar tranquilamente durante algum tempo sem precisar se preocupar com dinheiro etc. O motivo para investir é tão importante quanto o investimento em si.

São tantas as possibilidades que fica claro que se não existe um objetivo bem definido, na primeira oportunidade em que surgir uma chance tentadora (trocar de carro ou uma viagem sem planejamento, por exemplo), o impulso falará mais alto que a razão e o dinheiro será gasto. Sem objetivos, o dinheiro não crescerá – ele simplesmente ficará estacionado em algum lugar, esperando para ser utilizado.

Como agir em caso de emergências?

O segundo problema é separar a reserva de emergências dos investimentos feitos para a realização dos objetivos. A reserva de emergência, como o próprio nome já diz, serve para ser utilizada em momentos de necessidade, como perda do emprego.

A reserva de emergência deve ser formada em uma aplicação de liquidez imediata e, de preferência, em que não incidam taxas e impostos. Nesse cenário, a caderneta de poupança cumpre muito bem esse papel.

Tenha guardado na sua reserva de emergência pelo menos três meses de seu salário líquido, assim você terá tranquilidade para ultrapassar momentos de turbulência e não comprometerá a realização dos sonhos que estarão separados em outros investimentos.

E os investimentos, afinal?

Se você se interessou pelo tema e quer saber um pouco mais sobre os tipos de investimentos, encontrei e compartilho um vídeo bem bacana de um projeto de Educação Financeira da Corretora Geração Futuro, o “Geração Invest” (clique e conheça).

Recentemente, conversei com o Eduardo Moreira (clique e leia a entrevista), que está à frente desse projeto e agora apresento a vocês um vídeo explicando dois investimentos bem interessantes:

Lembre-se sempre que para entender mais e saber exatamente o que fazer com seu dinheiro, é imprescindível uma postura mais ativa em relação seus investimentos. Portanto, dedique um pouco mais de tempo à pesquisa e perceba o quanto a atitude é um enorme diferencial de sucesso. Até a próxima.

Foto business newspaper, Shutterstock.

Ricardo Pereira
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