A taxa de desemprego no Brasil subiu para 11,3% no segundo trimestre, de acordo com dados da Pnad Contínua, divulgados nesta sexta-feira, 29, pelo IBGE. Este é o maior patamar de desemprego já registrado pela Pnad Contínua desde o início da série, em 2012.

No segundo trimestre de 2015, a taxa de desocupação era de 8,3%. No trimestre encerrado em maio, o resultado foi de 11,2%. Já no consolidado do primeiro trimestre deste ano, a taxa havia alcançado 10,9%.

Em igual período do ano passado, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 8,3%. No primeiro trimestre deste ano, a taxa havia ficado em 10,9%, no maior patamar da história até então.

O País já tem 11,586 milhões de desempregados. O montante representa um avanço de 38,7% no segundo trimestre do ano ante o mesmo período de 2015, o equivalente a 3,231 milhões de pessoas a mais em busca de uma vaga.

EUA: PIB abaixo do esperado

A economia dos Estados Unidos cresceu menos que o esperado no segundo trimestre, com os estoques caindo pela primeira vez desde 2011, mas a alta dos gastos do consumidor amenizou o resultado.

O PIB (Produto Interno Bruto) cresceu a uma taxa anual de 1,2%, informou o Departamento do Comércio nesta sexta-feira (29).

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Meirelles avança sobre Planejamento

O ministro da Fazenda Henrique Meirelles, pretende aumentar o poder de sua pasta, passando a controlar o órgão responsável pela elaboração e execução do Orçamento.

Por sugestão de Meirelles, o presidente interino, Michel Temer, avalia transferir a Secretaria de Orçamento para o guarda-chuva da Fazenda, hoje ela pertence ao Ministério do Planejamento.

Meirelles argumenta que a transferência daria mais racionalidade à execução do Orçamento da União, deixando sob responsabilidade da mesma área a autorização de quanto o governo vai gastar e o seu pagamento.

Mercado financeiro

O mercado financeiro mantém a cautela analisando os resultados das empresas no Brasil, que ficaram abaixo do esperado. No cenário externo, existe a expectativa de que os juros nos EUA possam demorar mais para subir após o PIB não ter alcançado os números que os analistas esperavam.

O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, opera as 10h25 em baixa de -0,47%, com 56.400 pontos, enquanto o dólar tem desvalorização de -1,72%, negociado a R$ 3,25.

Foto: Foto: Valdecir Galor / SMCS / Fotos Públicas

Redação Dinheirama
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