Guardar dinheiro ainda não é, mas deveria ser uma das preocupações do brasileiro, especialmente diante de um cenário de instabilidade econômica. Por aqui, a poupança ainda é uma das opções mais populares quando o assunto é fazer uma reserva de economias. Mas é importante destacar: guardar dinheiro na poupança é tão ultrapassado quanto deixá-lo embaixo do colchão, como se fazia antigamente.

A desculpa padrão dos brasileiros é que a poupança é o jeito mais fácil e seguro de investir, pois foi assim que aprenderam com os pais. Felizmente, hoje já existem opções de investimento mais seguros e com rentabilidades mais atraentes que a poupança.

Poupar,  fazer seu dinheiro trabalhar

Se a ideia é poupar, por que não colocar o seu dinheiro para trabalhar enquanto você não precisa dele?

O rendimento da poupança pode ser superado pelo de outros investimentos, como os títulos públicos.

Você consegue rentabilidade maior do que a poupança em um dos investimentos mais seguros.

Conheça a Diin, a fintech que viabiliza o seu investimento

A Diin, a primeira fintech a viabilizar o micro investimento no Brasil, chegou para democratizar essa outra forma de poupar. Com ele, é possível investir quantias a partir de R$1.

A ideia é utilizar o que existe de mais moderno e seguro para investir, tudo de forma simples e rápida.

Funciona assim: o cliente faz o cadastro via aplicativo (disponível para iOS e Android) e transfere o valor que deseja investir. A Diin aplica esse dinheiro em Letras Financeiras do Tesouro (LFT) – o título Tesouro Selic, que acompanha o retorno da taxa básica de juros. Diferentemente da poupança, onde o rendimento é mensal e anual, os títulos públicos têm liquidez diária. Quando o cliente quiser resgatar, recebe seu dinheiro com o acréscimo de um rendimento 89% do CDI no período em que o valor ficou aplicado.

Segurança e rentabilidade

Trata-se de uma das modalidades de investimento mais seguras do mercado e, para fazê-lo em sua conta na Diin, o cliente não paga nenhuma tarifa ou mensalidade. Os investimentos podem ser feitos via transferência bancária a partir da conta do cliente (sem taxa de doc/ted) ou boleto. É simples e prático.

Você encontra o investimento mais seguro com a facilidade de investir rapidamente.

Possibilitando o micro investimento, com quantias a partir de R$1, a Diin ajuda os brasileiros a criarem o hábito de poupar, incentiva a formação de uma “reserva” monetária para diminuir o endividamento e dá o pontapé inicial para que sejam feitos futuros investimentos ainda mais rentáveis.

História da Diin

Lançado em 2018, a Diin é a primeira fintech a viabilizar o micro investimento no Brasil. Com ela é possível investir a partir de R$ 1 em títulos públicos, sem taxa de administração. O objetivo é ajudar os brasileiros a criarem o hábito de poupar pequenos valores, incentivar a formação de uma “reserva” monetária para diminuir o endividamento e ser o passo inicial para futuros investimentos que possam ser mais rentáveis.

O usuário Diin tem acesso a um organizador financeiro, que ajuda a entender onde estão alocados os gastos (em categorias) trazendo o resultado de quanto se pode guardar no mês. Também são disparadas dicas de comportamento financeiro e melhor uso do dinheiro. Para quem gosta de desafios, foi desenvolvido o Desafio 21, no qual o usuário guarda pequenas quantias durante 21 dias, para melhor se adequar e criar de forma leve o hábito de guardar dinheiro.

À frente desta inovação estão os ex-sócios da corretora Rico, Monica Saccarelli e Frederico Meinberg, que idealizaram o modelo inspirados em fintechs americanas e em pesquisas que realizaram no Brasil. Tamanha facilidade tem atraído cada vez mais usuários de diferentes perfis que desejam guardar dinheiro para conquistar seus objetivos.

Redação Dinheirama
Aviso: Os textos assinados e publicados no Dinheirama.com não representam necessariamente a opinião editorial do Blog. Asseguramos a qualquer pessoa, empresa ou associação que se sentir atacada o direito de utilizar o mesmo espaço para sua defesa. Também ressaltamos que toda e qualquer informação ou análise contida neste blog não se constitui em solicitação ou oferta de seu autores para compra ou venda de quaisquer títulos ou ativos financeiros, para realização de operações nos mercados de valores mobiliários, ou para a aplicação em quaisquer outros instrumentos e produtos financeiros. Através das informações, dos materiais técnicos e demais conteúdos existentes neste blog, os autores não estão prestando recomendações quanto à sua rentabilidade, liquidez, adequação ou risco. As informações, os materiais técnicos e demais conteúdos existentes neste blog têm propósito exclusivamente informativo, não consistindo em recomendações financeiras, legais, fiscais, contábeis ou de qualquer outra natureza.

Comentários