Olá amigo leitor, tudo bem? Chegou mais um Top 4 Dinheirama. Como você já sabe, todo início de semana, publicamos uma seleção com o resumo dos cinco artigos mais lidos, comentados e compartilhados da semana anterior.

A ideia é lhe oferecer um panorama das preferências de outros leitores do Dinheirama e reunir os artigos de forma a oferecer um começo de semana mais proveitoso.

Os artigos mais lidos na semana passada foram:

Não se engane, você é o culpado por viver endividado. Mexa-se!

Quem está endividado sempre procura culpar circunstâncias e outras instâncias antes de admitir que ele é o verdadeiro culpado. Quem contraiu empréstimos sem o devido planejamento precisa aceitar essa realidade antes de qualquer tentativa. Isso mesmo, a primeira ação para resolver o problema é admitir o erro – só assim a lição será aprendida.

Os juros pela utilização do crédito rotativo do cartão de crédito e do cheque especial são realmente altos aqui no Brasil. Eles são muito mais elevados que na maioria dos países mundo afora, o que implica para o tomador de crédito uma série de cuidados.

Com a Internet e as diversas fontes de bom conteúdo, todos que tem o mínimo de interesse e buscam informações sobre o assunto descobrem facilmente que os juros estão altos e subiram mais nos últimos meses. Se você quer saber mais sobre os juros altos no Brasil, clique aqui.

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Antes de escolher seu futuro que tal trabalhar um pouco?

Quando pequenos, começamos a pedalar com rodinhas nos apoiando, aumentamos o equilíbrio, confiança e em seguida deixamos a rodinha somente de um lado, até que, finalmente chegamos ao momento do impulso final, onde a partir daí conseguimos nos mover e manter o equilíbrio.

Consigo lembrar exatamente do dia em que meu pai me deu impulso e mantive equilíbrio o suficiente para me manter em movimento.

A questão é: até quando é saudável ficar se apoiando em rodinhas ou em seus pais esperando o “momento certo” de seguir em frente?

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Dinheirama entrevista: Marcos Martins, CEO do Unobank

Quando se trata de tomar dinheiro emprestado no Brasil, sabemos que nem sempre é algo fácil. Tanto pessoas físicas quanto jurídicas podem ter de encarar um longo e burocrático caminho para conseguir um empréstimo.

Para oferecer soluções mais efetivas para este tipo de demanda, algumas fintechs têm atuado fortemente. E para falar sobre este e outros temas, conversamos com Marcos Martins, diretor da Latinvest Capital Partners LLC, offshore de investimentos que tem o Unobank como principal negócio no Brasil, e no qual ele atua como CEO.

Marcos entrou no mercado financeiro em 1998, e curiosamente também foi em uma fintech. “A Patagon.com era uma startup fintech que tinha como missão popularizar o acesso a investimentos. Em menos de 2 anos foi adquirida pelo Santander por US$ 585 milhões e se tornou, inclusive, study case em Harvard, sendo até hoje um dos negócios mais memoráveis no cenário das fintechs”, conta ele, que tem formação em administração e especializações em mercado de capitais e derivativos. Confira o papo!

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Viva o hoje sem culpa: 8 pontos essenciais para encontrar o equilíbrio

Quando se trata de uso do dinheiro, quantas vezes você já não se pegou em dúvidas sobre viver mais intensamente o presente ou guardar mais para o futuro? Se você for como a maioria, provavelmente terão sido muitas.

É natural que a gente pare para refletir se está fazendo certo, se está conseguindo guardar o suficiente, se não está deixando de fazer tanta coisa pensando só lá na frente ou, ao contrário, se está fazendo coisas demais agora e esquecendo completamente do futuro financeiro. Complicado né?

Nessa hora acabamos até sonhando: “Que bom seria ganhar na loteria e não ter que se preocupar com nada disso”. Mas calma lá, será que não dá para achar um equilíbrio dentro daquilo que é possível?

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Redação Dinheirama
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