Olá amigo leitor, tudo bem? Chegou mais um Top5 Dinheirama. Como você já sabe, todo início de semana, publicamos uma seleção com o resumo dos cinco artigos mais lidos, comentados e compartilhados da semana anterior.

A ideia é lhe oferecer um panorama das preferências de outros leitores do Dinheirama e reunir os artigos de forma a oferecer um começo de semana mais proveitoso.

Os artigos mais lidos na semana passada foram:

Para ficar rico, primeiro você precisa entender o que é riqueza

É por amor ou pela dor? Quem começa a se interessar por educação financeira e deseja colocar em prática um plano confiável para aumentar as receitas ou organizar as finanças normalmente faz isso por razões variadas.

Você pode estar cansado de ter dívidas, de gastar além da conta ou de não ter dinheiro para fechar o mês. Mas também pode estar vislumbrando um futuro cheio de planos interessantes, fruto de um conhecimento a mais para fazer render melhor o dinheiro que já está conseguindo guardar ou investir. Quem é você nesta história?

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Adeus! Netflix, será o começo do seu fim?

A faculdade não ensina – confesso que foi mais um aprendizado dos últimos dois anos gerando estratégias para empresas do segmento financeiro. Mas uma das máximas que aprendi ao ver movimentações de empresas ao longo de quase 13 anos de experiência, inclusive sendo coadjuvante de fusões e aquisições, é que o capitalismo vive de ciclos de implosão e explosão.

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Acalme-se: toda mudança requer alguns abandonos. Isso é normal!

Desta vez resolvi falar sobre mudanças. Quando você muda de casa ou apartamento, é natural que acabe deixando para trás algumas coisas, certo? Afinal, faz parte da adequação ao novo momento e algumas vezes até ao imóvel para onde vai. Nem tudo que você acumulou antes cabe no seu novo espaço. Mas e quando a mudança é interna? Será que também não deveríamos agir assim? Será que não é normal ter que deixar algumas coisas para trás também?

Passei por muitas mudanças nos últimos tempos e, em muitos momentos, comecei a refletir sobre não conseguir seguir adiante tendo que arrastar junto a mim algumas coisas e até pessoas que não conseguiam estar na mesma vibração.

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Investindo sem FGC: A importância da diversificação

Acredito que a essa altura do campeonato a grande maioria dos investidores já percebeu como está difícil encontrar investimentos que rendam bem na renda fixa.

E para piorar isso não só está difícil como deve piorar ainda mais, dado que os juros deverão continuar caindo até o final do ano, correndo o risco de chegar a uma taxa de 7% ao ano (uma mínima histórica) de acordo com a expectativa das 5 instituições que mais acertam suas previsões, apresentadas no Relatório Focus do Banco Central.

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O que virá depois das agências e dos correspondentes bancários?

Entre os anos de 2000 e 2003, o Banco Central criou as resoluções que deram origem a figura do Correspondente Bancário, que tinha como principal objetivo “promover a inclusão financeira”. Na década seguinte, enquanto a quantidade de agências bancárias se manteve relativamente estável, o volume de correspondentes cresceu atingindo cerca de 160 mil pontos em 2012.

Hoje, apesar do crescimento dos canais digitais, os pontos físicos e outros canais de atendimento continuam desempenhando um papel importante no atendimento a clientes. Segundo a última pesquisa da Febraban realizada em 2015, o total de transações realizadas em pontos físicos (agências bancárias, ATMs e correspondentes bancários) foi de 23,6 bilhões, o que representa 45% do total.

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Redação Dinheirama
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