Olá amigo leitor, tudo bem? Chegou mais um Top5 Dinheirama. Como você já sabe, todo início de semana, publicamos uma seleção com o resumo dos cinco artigos mais lidos, comentados e compartilhados da semana anterior.

A ideia é lhe oferecer um panorama das preferências de outros leitores do Dinheirama e reunir os artigos de forma a oferecer um começo de semana mais proveitoso.

Os artigos mais lidos na semana passada foram:

Caminhamos para o caos político em 2018. Proteja-se!

Em 2018 estão previstas eleições para Presidência e para os governos de Estado, além das escolha de novos deputados federais e senadores.

É inegável que a população não está feliz com o atual governo, os números da aprovação do presidente Michel Temer são os mais baixos já registrados por um presidente na história do Brasil, mesmo com a economia mostrando sinais de recuperação.

Olhando esse cenário de crise, desconfiança e descontentamento agravado por escândalos sucessivos de corrupção é provável que tudo isso seja levado em consideração pelas pessoas nas eleições de 2018.

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Insurtechs vieram para melhorar a experiência do consumidor

No embalo do sucesso das chamadas fintechs, startups que aliam serviços financeiros e tecnologia, nasceram as insurtechs, empresas que também utilizam ferramentas digitais, porém são voltadas ao mercado de seguros.

As insurtechs começaram a ganhar força principalmente no ano de 2016 e têm como foco buscar inovações constantes que melhorem a experiência do cliente.

Diante de um novo cenário, totalmente digital, os consumidores buscam cada vez mais soluções práticas e ágeis que facilitem processos com o uso da tecnologia. As insurtechs chegaram ao mercado justamente para suprir essa necessidade, desenvolvendo soluções disruptivas a partir de algo que precisa ser melhorado. E ainda oferecem benefícios também para as empresas, com um modelo de negócios inovador, repetível e escalável, em que é possível obter mais ganhos com menos custos.

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Queda dos juros: Selic em baixa o que fazer com seu dinheiro

Certamente ao acompanhar de perto o noticiário você se deparou com a informação de que os juros básicos da economia, a tão falada Selic está caindo. Mas o que isso significa para o seu dinheiro?

Antes de tudo vamos explicar o que de fato é a tal da taxa Selic.

A Selic nada mais é do que a taxa básica de juros da economia no Brasil, isso significa dizer que ela é utilizada no mercado interbancário para financiamento de operações com duração diária, lastreadas em títulos públicos federais.

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Precisamos radicalizar: a polêmica ineficiência do Estado brasileiro

Bem sei que o tema que abordaremos contém alguma dose de radicalismo, mas muitas vezes isso é preciso para colocar a discussão num plano mais palatável: somos favoráveis a postura do governo (em todos os níveis) sair de tudo onde a iniciativa privada possa atuar. Estamos falando especificamente de concessões e privatizações no âmbito federal, estadual e municipal.

Quando falamos dessa forma é claro que a polêmica está colocada. Faz sentido a Petrobras ser estatal? Faz sentido a Eletrobrás, Banco do Brasil, Caixa econômica e Correios serem estatais?

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Liberdade ou segurança: Será que a vida de freela é pra você?

Escolher trabalho, trabalhar de onde quiser, trabalhar à noite e usar o dia para fazer outras coisas, viajar fora de temporada se o dinheiro permitir… se você pensa que ser freelancer é algo assim, bem, de certa forma pode até ser, afinal a vida de freela tem como uma de suas maiores vantagens oferecer mais liberdade.

Por outro lado, veja bem, tenho certeza que ser freelancer, assim como ser empreendedor, não é para todo mundo, pois também é preciso lidar com incertezas, altos e baixos no número de trabalhos, falta de dinheiro no final do mês e uma série de outras coisas que podem causar grandes dores de cabeça. Ou seja, vamos falar sobre isso de uma maneira menos ilusória?

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Redação Dinheirama
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