Agora você confere as principais notícias de 02/05/2017, terça-feira.

De acordo com pesquisa 71% dos brasileiros são contra a reforma da Previdência

Sete em cada dez brasileiros se dizem contrários à reforma da Previdência, mostra pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha. A rejeição chega a 83% entre os funcionários públicos, que representam 6% da amostra e estão entre os grupos mais ameaçados pelas mudanças nas regras para aposentadorias e pensões.

Há maioria antirreforma entre todos os grupos sociodemográficos, e a taxa cresce entre mulheres (73%), brasileiros que ganham entre 2 e 5 salários mínimos (74%), jovens de 25 a 34 anos (76%) e os com ensino superior (76%).

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Governo prepara MPs em busca de votos por reforma

O governo do presidente Michel Temer prepara medida provisória (MP) em diferentes matérias para agradar à base aliada e tentar ganhar fôlego na busca pelos 308 votos necessários para aprovar a reforma da Previdência.

Uma das iniciativas trará uma solução para a polêmica em torno da dívida do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural), pago por produtores rurais e que equivale à contribuição previdenciária. Também estão sendo elaboradas permissões para o parcelamento de débitos previdenciários das prefeituras e para a redistribuição de recursos do Fundeb, fundo para o financiamento da educação básica.

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Petrobras quer retomar venda de ativos ‘nas próximas semanas’

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, afirmou nesta segunda (1º) que a empresa planeja relançar “nas próximas semanas” seu plano de venda de ativos, já com as modificações estipulavas pelo TCU (Tribunal de Contas da União).

De acordo com o executivo, a nova versão do plano seguirá as diretrizes estratégicas do programa anterior, lançado em 2015, mas com alterações no modelo de negociações.

“Queremos replicar em outras áreas, como o refino, a estratégia de parcerias que foi muito bem-sucedida na exploração e produção de petróleo”, disse o executivo.

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Odebrecht financiou campanha de Presidente argentino, diz jornal

A empreiteira brasileira Odebrecht contribuiu com 500 mil pesos (cerca de R$ 100 mil) para a campanha presidencial de Mauricio Macri, em 2015, além de ter realizado pagamentos também a outros três candidatos (Daniel Scioli, Sergio Massa e Margarita Stolbizer), segundo reportagem publicada pelo jornal argentino “La Nación” neste domingo (30).

O texto, resultado de apuração de uma equipe liderada por Hugo Alconada Mon, o mais respeitado jornalista investigativo do país, relata que o repasse foi declarado pelo PRO, partido do presidente. Mas acrescenta que, a partir de declarações de executivos e operadores da Odebrecht ao diário argentino, teria havido também contribuições via “caixa dois” à campanha do atual presidente.

Um porta-voz do PRO, José Torello, declarou que “a doação foi totalmente legal”, e que a Odebrecht, por meio da Braskem, teria participado de um jantar com mais de 2.000 empresários destinado a recolher fundos para a campanha. Torello negou que tenha havido pagamentos não declarados.

Redação Dinheirama
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