Agora você confere as principais notícias de 04/07/2017, terça-feira.

Ex-Ministro Geddel Vieira Lima homem de confiança de Michel Temer é preso

O ex-ministro Geddel Vieira Lima foi preso na tarde desta segunda-feira pela Polícia Federal dentro da Operação Cui Bono. A decisão partiu do juiz Vallisney  de Souza, titular da  10ª Vara Federal de Brasília. O mandado é de prisão preventiva, quando não há prazo para a soltura.

A prisão foi baseada nos depoimentos do operador Lucio Funaro e do empresário e delator Joesley Batista no âmbito da Cui Bono e atende a pedido da Polícia Federal e da Força-Tarefa Greenfield – que também é responsável pelas operações Sépsis e Cui Bono.

A operação investiga a existência de práticas criminosas na liberação de créditos e investimentos por parte de duas vice-presidências da Caixa Econômica Federal: a de Gestão de Ativos de Terceiros (Viter) e a de Pessoa Jurídica. Uma das vice-presidências era ocupada por Geddel.

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Bolsa avança 0,60% em dia de poucos negócios com feriado nos EUA

Em dia de véspera de feriado nos Estados Unidos, o mercado financeiro doméstico teve baixo volume de negócios.

O Ibovespa avançou 0,60%, a 63.279 pontos. O giro financeiro foi de R$ 3,7 bilhões. Nesta terça, feriado do Dia da Independência nos Estados Unidos, os negócios também devem ser reduzidos no Brasil.

A moeda americana oscilou pouco nesta segunda e fechou ao redor dos R$ 3,30. O dólar à vista, que encerra mais cedo, recuou 0,21%, a R$ 3,299. O dólar comercial, referência para operações de comércio exterior, perdeu 0,24%, a R$ 3,306.

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Reforma trabalhista será votada na próxima semana, diz Jucá

O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB), afirmou que a reforma trabalhista deverá ser votada no plenário da Casa apenas na semana que vem. O atraso na votação, inicialmente programada pelo governo para esta semana, já estava sendo admitido por membros da base aliada ao presidente Michel Temer (PMDB).

Pelo Twitter, Jucá disse que a definição do calendário é do presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB). O líder declarou que a ideia da base é votar um requerimento de urgência para o projeto amanhã em plenário. “O mérito deverá ser votado na próxima semana. O entendimento será pactuado na reunião de líderes de amanhã”, escreveu Jucá

Em relação à Medida Provisória prometida por Temer para absorver mudanças na reforma e evitar que a proposta seja alterada no Senado e volte à Câmara, Jucá disse que o texto ainda está sendo editado. “Em relação ao imposto sindical, não temos ainda uma definição”, destacou.

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Apesar de redução da Selic, juros de bancos para crédito pessoal sobem

Algumas linhas de crédito oferecidas pelos bancos aos consumidores estão ficando mais caras e não mais baratas, ao contrário da expectativa criada pela redução da taxa básica de juros da economia pelo Banco Central, iniciada em outubro de 2016.

Desde então, o BC reduziu a taxa Selic de 14,25% para 10,25% ao ano. A expectativa dos economistas é que ela chegue ao fim do ano perto de 8,5%, de acordo com as projeções reunidas pelo Banco Central no boletim Focus.

No entanto, o custo médio do crédito pessoal cresceu 3,4 pontos percentuais entre abril e maio, segundo dados do BC. Tomar um empréstimo agora custa 132,6% ao ano para pessoas físicas, em média.

A taxa é mais cara do que a registrada em maio do ano passado, quando a ex-presidente Dilma Rousseff foi afastada do cargo, a recessão econômica ainda estava se aprofundando e as taxas de desemprego continuavam subindo.

Também aumentou o juro para quem quiser renegociar suas dívidas. Essa linha é oferecida a clientes que acumulam dívidas com cheque especial, cartão de crédito e outros produtos, permitindo que eles quitem esses débitos assumindo um novo empréstimo com prazo mais longo, às vezes com algum desconto.

Para analistas, o aumento dos juros do crédito pessoal e da linha para renegociação de dívidas é explicado pelo mesmo motivo: o risco de calotes não diminuiu com os sinais de que o país está saindo da recessão, e clientes que continuam acessando essas linhas oferecem risco maior de não pagar o que devem.

Redação Dinheirama
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