Agora você confere as principais notícias de 22/02/2017, quarta-feira.

Bolsa brasileira tem nova máxima em quase 6 anos

A bolsa acompanhou o bom humor que prevaleceu nas negociações nos mercados internacionais nesta terça-feira (21) e subiu pelo segundo dia, renovando o maior patamar em quase seis anos. O dólar fechou com leve alta, cotado a R$ 3,09, com investidores à espera da ata do comitê de política monetária do banco central americano.

O Ibovespa, principal índice acionário brasileiro, subiu 0,76%, para 69.052 pontos. É o maior nível desde 7 de abril de 2011. O volume financeiro do pregão foi de R$ 8,53 bilhões, acima da média diária do ano, que é de R$ 7,81 bilhões.

A alta do índice foi impulsionada pelas ações da Petrobras e de alguns bancos. Já os papéis da Vale, que dispararam 6% no pregão anterior devolveram parte dos ganhos nesta terça. Os papéis preferenciais da mineradora caíram 1,49%, para R$ 33,73. As ações ordinárias fecharam em baixa de 2,44%, para R$ 35,54. A Bradespar, acionista da mineradora que subiu 16% na segunda-feira teve queda de 2,06%.

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Aneel aprova indenizações a elétricas e prevê impacto de 7,2% na conta de luz

O atraso no pagamento de indenizações bilionárias devidas às transmissoras de energia elétrica terá um impacto médio de 7,17% na conta de luz do consumidor nos próximos oito anos, de acordo com cálculos da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A Aneel aprovou a proposta para remunerar as concessionárias por uma dívida que deveria ter começado a ser paga em 2013. Por uma decisão política do governo da ex-presidente Dilma Rousseff, esse efeito só deve entrar na tarifa em julho deste ano.

Considerando as diversas distribuidoras que atendem os clientes de todo o País, o órgão regulador estima que o aumento deve ficar entre 1,13% a 11,45%. Isso não significa que as contas vão subir nessa magnitude, pois a transmissão é apenas um de vários itens que compõe as tarifas, que inclui custos de geração, distribuição, subsídios e impostos.

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Dona do Burger King compra rede de frango frito por US$ 1,8 bilhão

A Restaurant Brands, proprietária da cadeia de fast food Burger King, vai acrescentar frango frito à moda da Louisiana à sua linha de restaurantes, com a aquisição da Popeyes Lousiana Kitchen por US$ 1,8 bilhão, anunciada na terça-feira (21).

Controlada pelo grupo 3G Capital e pela Berkshire Hathaway, de Warren Buffett, a Restaurant Brands anunciou que pagará US$ 79 por ação da Popeyes. O preço representa ágio de quase 29% sobre o fechamento das ações da Popeyes em 10 de fevereiro, quando as especulações sobre uma possível venda começaram a circular.

“Com essa transação, a RBI está adicionando uma marca com posição distinta e enquadrada em um segmento atraente, com fortes perspectivas de crescimento nos Estados Unidos e no exterior”, disse Daniel Schwartz, presidente-executivo da Restaurant Brands.

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Terceirização será votada depois do carnaval

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), vai colocar em votação no plenário da Casa o projeto sobre terceirização depois do carnaval. De acordo com o jornal O Estado de São Paulo, Maia afirmou que a proposta que será votada é a que tem como relator o deputado Laércio Oliveira (SD) que permite a terceirização para todas as atividades da empresa.

O projeto é considerado mais amplo do que o que está em discussão no Senado, sob a relatoria do senador Paulo Paim (PT). O petista fez uma série de mudanças ainda no governo Dilma Rousseff. As alterações, porém, não agradaram ao atual governo.

Diante disso, Maia e o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB), fizeram um acordo para dar celeridade ao projeto que tramita na Câmara e deixar de lado a proposta relatada por Paim.

Redação Dinheirama
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