Agora você confere as principais notícias de 17/02/2018, sábado.

Alckmin não descarta pedir apoio de Huck para sua candidatura

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse nesta sexta-feira (16), que ainda não conversou com o apresentador Luciano Huck sobre o apoio dele à sua candidatura para a Presidência da República. O tucano não descartou, porém, essa possibilidade. O empresário voltou a dizer na quinta (15), que não será candidato na corrida pelo Palácio do Planalto.

“Não tenho conversado com o Luciano Huck, não sei o que ele pretende. Ele acabou de tomar essa decisão. Sempre respeitamos a candidatura dele, nunca deixamos de reconhecer os seus valores”, afirmou o governador durante evento que marcou o início das obras de uma estação do sistema de monotrilho no Morumbi, zona sul da Capital paulista.

Ao ser questionado se contaria com o apoio do apresentador, Alckmin disse que não poderia falar em nome de Huck. Porém, afirmou que o diálogo é “bom sempre” ao responder se procuraria o global. “Mas tudo tem seu tempo”, ponderou o tucano.

Alckmin classificou Huck como um líder com espírito público e que tem preocupação com o Brasil e em melhorar as condições de vida da população brasileira.

Recentemente o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, afirmou que o Luciano Huck tinha “estilo peessedebista”.

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Temer evita reforma Previdência em discurso em rede nacional

O presidente Michel Temer decidiu não falar sobre a reforma da Previdência no pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV na noite desta sexta-feira (16). Após reunião com auxiliares, Temer fechou um roteiro que contempla apenas explicações sobre a intervenção federal na segurança pública do Rio, visto que a cúpula do governo avalia que as mudanças das regras na aposentadoria têm cada vez menos chance de avançar no Congresso.

Durante o filme, de três minutos e meio gravado no Palácio da Alvorada, Temer repete que os presídios do país “não serão mais escritórios de bandidos” e nem as praças “continuarão a ser salões de festa do crime organizado”.

A mesma frase exibida foi usada pelo presidente durante discurso na manhã desta sexta, no Palácio do Planalto, durante a cerimônia de assinatura do decreto que estabelece a intervenção no Rio até o dia 31 de dezembro.

No pronunciamento de rádio e TV, Temer manteve a retórica de que a escalada do crime organizado no Estado forçou o governo a tomar uma “medida extrema”, com “respostas duras”. Ele ressalta ainda a participação do governador Luiz Fernando Pezão (MDB) na construção do plano.

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Preço da gasolina cai pela primeira vez em quatro meses, diz ANP

Pela primeira vez em quatro meses, o preço médio da gasolina no Brasil registrou queda na semana passada, de acordo com a pesquisa de preços da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). A redução, no entanto, foi pequena, de apenas 0,21%.

Segundo a agência, o litro do combustível foi vendido na semana passada a R$ 4,212, ante os R$ 4,221 verificados na semana anterior. Desde a semana do dia 14 de outubro, o preço pesquisado pela ANP apresentava altas seguidas.

A redução ocorreu na semana em que o governo anunciou uma ofensiva contra o setor de combustíveis, acusando supostos cartéis de impedirem o repasse ao consumidor de cortes promovidos pela Petrobras em suas refinarias.

A acusação gerou críticas de distribuidoras de combustíveis e donos de postos, O presidente da Plural, entidade que representa o segmento de distribuição, Leonardo Gadotti, chegou a chamar a ação do governo de “factoide”.

Levantamento feito pelo CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura) com base em dados da ANP mostrou que a redução dos preços nas refinarias ainda era tímida, de apenas 2%, em janeiro.

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Bolsa sobe 4,5% em semana mais curta; dólar cai para R$ 3,22

Em semana mais curta por causa do Carnaval, a Bolsa brasileira conseguiu recuperar parte das perdas sofridas durante as turbulências provocadas nas sessões anteriores e terminou o dia no azul, após oscilar durante o pregão. O dólar perdeu força ante o real e recuou para R$ 3,22.

O Ibovespa, índice das ações mais negociadas, avançou 0,28%, para 84.524 pontos. Na semana, a alta foi de 4,48%. O volume financeiro negociado nesta sexta foi de R$ 10,9 bilhões, contra média diária de R$ 13,3 bilhões em fevereiro.

O dólar comercial caiu 0,37%, para R$ 3,222. A queda na semana foi de 2,46%. O dólar à vista, que fecha mais cedo, teve queda de 0,83%, para R$ 3,210, a desvalorização foi de 3,08% na semana.

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Bancários de São Paulo vão parar na segunda-feira

O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região anunciou nesta sexta-feira (16) que vai suspender suas atividades na próxima segunda-feira (19), aderindo à paralisação convocada por centrais sindicais contra a reforma da Previdência.

Segundo o sindicato, 88% dos bancários votaram pela greve durante assembleias realizadas entre os dias 8 e 15 de fevereiro.

O governo queria que a votação da reforma fosse pautada na Câmara dos Deputados no dia (19), mas o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM), já afirmou que a intervenção federal no Rio de Janeiro inviabiliza a tramitação na próxima semana. A intervenção deve ser votada pelo Congresso na segunda ou terça-feira (20), segundo projeções de Maia.

A Constituição não pode sofrer modificações, como seria o caso das mudanças nas regras de aposentadoria, na vigência de intervenção federal, de estado de defesa ou de estado de sítio. Dessa forma, seria necessário suspender, ao menos temporariamente, a intervenção para que a reforma da Previdência, uma PEC (proposta de emenda à Constituição), fosse votada.

O presidente Michel Temer disse que vai interromper a intervenção para votar o texto, mas não estabeleceu um prazo para a apreciação das mudanças e disse que ela será colocada em votação quando Maia pautá-la.

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Redação Dinheirama
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