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Um dia após prisão, Alerj decide soltar Picciani, Melo e Albertassi

Com 39 votos favoráveis contra 19 e uma abstenção, os deputados da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovaram, nesta sexta-feira (17), a libertação do presidente da Casa, deputado Jorge Picciani, do deputado Paulo Melo e do líder do Governo, deputado Edson Albertassi, todos do PMDB, presos nesta quinta-feira. O filho de Picciani, Rafael Picciani (PMDB), não votou.

Os parlamentares já deixaram a prisão de Benfica, onde estavam desde esta quinta-feira. A decisão da Alerj também determina que eles retomem o exercício regular do mandato na próxima terça-feira, uma vez que segunda-feira é feriado.

O projeto de resolução 577/17 que revoga a prisão e o afastamento do mandato dos três havia sido também aprovado pela maioria dos deputados da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Foram quatro votos a dois na comissão.

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Bolsa sobe 1,3% e volta a fechar semana no azul

A Bolsa brasileira voltou a fechar no azul nesta semana, após encerrar as quatro últimas em terreno negativo, com os investidores confiando nos esforços do governo para aprovar a reforma da Previdência e em meio a um cenário externo ruim para o mercado acionário. O dólar recuou nesta sexta (17) e terminou cotado a R$ 3,26.

O Ibovespa, que reúne as ações mais negociadas, fechou em alta de 1,28%, para 73.437 pontos. O volume financeiro negociado foi de R$ 7,77 bilhões, abaixo da média diária do mês, que é de R$ 10,13 bilhões. Na semana, o índice subiu 1,76%.

O dólar comercial fechou em queda de 0,48%, para R$ 3,264. Na semana, a desvalorização foi de 0,52%. O dólar à vista perdeu 0,65%, para R$ 3,258 –na semana, caiu 0,59%.

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Equipe econômica libera R$ 7,5 bi em gastos

A equipe econômica anunciou nesta sexta-feira (17) o descongelamento de R$ 7,5 bilhões em gastos que estavam previstos no Orçamento deste ano.

Ainda restam R$ 24,6 bilhões contingenciados no Orçamento.

Congressistas que apoiaram o presidente Michel Temer contra a segunda denúncia da Procuradoria-Geral da República na Câmara pediam a liberação de algo entre R$ 10 bilhões e R$ 15 bilhões.

No pedido, os parlamentares consideraram um crescimento de PIB de cerca de 1% neste ano e a melhora na arrecadação.

A equipe econômica preferiu ser mais conservadora. Em sua análise manteve a previsão de crescimento em 0,5%. Mesmo assim, decidiram liberar cerca de R$ 2,5 bilhões a mais do que os R$ 5 bilhões previstos inicialmente.

Redação Dinheirama
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