Agora você confere as principais notícias de 30/10/2017, segunda-feira.

Dono da Amazon ganha US$ 10 bi em um dia e vira mais rico do mundo

O patrimônio do americano Jeff Bezos, 53, aumentou US$ 10,3 bilhões na sexta-feira (27), depois da disparada das ações da Amazon (empresa que comanda), e ele voltou a ser o homem mais rico do mundo.

Segundo a revista “Forbes”, o presidente-executivo da gigante do varejo agora tem uma fortuna de US$ 93,1 bilhões, ultrapassando com certa folga o segundo colocado: Bill Gates, dono de US$ 90 bilhões.

O crescimento do patrimônio de Bezos foi resultado do aumento de 13% nas ações da Amazon na sexta-feira.

Os investidores ficaram animados com as vendas da empresa no terceiro trimestre, quando cresceram 34%, somando US$ 43,7 bilhões.

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Sindicatos tentam se blindar contra reforma

Trabalhadores com data-base neste fim de ano, período em que precisam negociar com as empresas índices de reajustes e benefícios sociais, tentam incluir nos acordos uma ‘cláusula de salvaguarda’ para se protegerem de normas da reforma trabalhista que consideram prejudiciais em relação ao que vigora atualmente.

O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC foi o primeiro a garantir essa cláusula nas negociações com empresas de sua base na semana passada. “A cláusula estabelece que qualquer mudança precisa ser negociada com o sindicato”, diz Wagner Santana, presidente da entidade. “É uma espécie de vacina para evitar medidas que prejudiquem os trabalhadores.”

Até sexta-feira, dos 73 mil metalúrgicos do ABC, 59 mil trabalham em empresas que concordaram com a medida ou já têm acordo para os próximos dois anos com esse tipo de garantia, como as montadoras. “Nas empresas em que não há acordo, os trabalhadores estão parando a produção e muitas já voltaram atrás”, informa o sindicalista.

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Base de Michel Temer perde um terço do tamanho

A votação que barrou o andamento da segunda denúncia contra Michel Temer mostra que a base governista perdeu um terço de seu tamanho, em um esvaziamento que tem maior concentração em quatro grandes legendas, incluindo a do presidente da República, o PMDB.

Do ano passado, quando conseguiu emplacar o teto de gastos federais com uma votação similar à do impeachment de Dilma Rousseff –367 dos 513 deputados–, Temer perdeu 116 cadeiras se levada em conta a votação da última quarta-feira (25).

Dessas, metade vem das bancadas de PSDB (32 a menos), que tem quatro ministérios, PMDB (8 a menos), PSD (9 a menos), que controla Fazenda e Comunicações, e DEM (8 a menos), do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ).

Redação Dinheirama
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