Agora você confere as principais notícias de 21/09/2018, sexta-feira.

Bolsonaro coloca dreno e evolui sem dor, diz novo boletim médico

O candidato do PSL à Presidência da República nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, internado no Hospital Albert Einstein, apresentou um quadro de febre com temperatura de 37,7 ºC, informou boletim médico divulgado no início da noite desta quinta (20), pela instituição. Após tomografia de tórax e abdome, o presidenciável teve de passar por uma drenagem de “pequena coleção de líquido ao lado do intestino”.

O comunicado atesta que Bolsonaro “está com dreno no local e evolui sem dor”. Os médicos informam ainda que ele continua apresentando “boa evolução clínica e sem disfunções orgânicas”. O candidato nas eleições 2018 segue recebendo alimentação pela veia e dieta líquida por via oral “com boa aceitação”.

Nessa quarta-feira (19), Bolsonaro começou a se alimentar por via oral com líquidos. A alimentação oral tinha sido interrompida depois de o paciente passar por uma cirurgia de emergência na semana passada.

Bolsonaro, que levou uma facada em um evento de campanha em Juiz de Fora no dia 6, segue internado na Unidade de Terapia Semi-intensiva do hospital desde o dia 7 de setembro.

Brasil criou mais de 100 mil empregos em agosto, diz Temer

O presidente Michel Temer afirmou nesta quinta-feira (20) que o Brasil criou mais de 100 mil empregos formais em agosto. A divulgação, sem o número exato do saldo de contratações, foi feita por meio do Twitter.

“Fui informado que o País criou mais de 100 mil empregos com carteira assinada em agosto. Isto é prova que o Brasil está no rumo certo. Em plena recuperação”, escreveu.

O dado é maior que o saldo de empregos de agosto do ano passado, que foi de 35,5 mil.

Os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) referentes ao mês de agosto ainda não foram divulgados pelo Ministério do Trabalho. Logo após a publicação de Temer no Twitter, a assessoria de imprensa da pasta informou que ainda não sabia quando ocorreria a divulgação dos dados completos.

Tensão com guerra comercial diminui e dólar fecha a R$ 4,07, em queda de 1,38%

O dólar teve mais um dia de queda e terminou a quinta-feira (20), em baixa de 1,38%, cotado em R$ 4,0739, o menor valor desde 31 de agosto, quando encerrou a R$ 4,0646.

O cenário externo novamente foi o principal fator a impulsionar a queda da moeda aqui, como aconteceu no último pregão, mas operadores ressaltam que as eleições continuam sendo monitoradas de perto pelas mesas de câmbio e um dos pontos que agradou aos investidores na pesquisa do Datafolha foi o ritmo mais lento de crescimento de Fernando Haddad (PT) do que o visto na pesquisa do Ibope.

O Ibovespa, principal índice de ações do País, voltou a mostrar pouco fôlego para avançar rumo a novas resistências e teve um pregão de instabilidade, alternando pequenas altas e baixas ao longo do dia. O desempenho positivo das bolsas de Nova York e a queda do dólar real foram referências positivas, que acabaram por limitar o movimento de realização de lucros visto desde a véspera. Nesse ambiente, o Ibovespa terminou o dia aos 78.116,01 pontos, em baixa de 0,07%.

Trump vai defender sanções a Irã e Coreia do Norte na Assembleia-Geral da ONU

O presidente americano, Donald Trump, vai defender a necessidade de reforçar as sanções adotadas contra Irã e Coreia do Norte e manter encontros bilaterais com líderes de países aliados, como França e Reino Unido, durante a Assembleia-Geral da ONU, na próxima semana.

Por outro lado, o republicano ainda não decidiu se vai se encontrar com o presidente iraniano, Hasan Rowhani, apesar de uma suposta oferta do líder de Teerã, informou nesta quinta-feira (20) a embaixadora americana nas Nações Unidas, Nikki Haley.

A agenda oficial de Trump começa na terça-feira, quando o presidente fará seu discurso na Assembleia-Geral. Ele deve abordar os “sucessos em política externa” que os Estados Unidos tiveram no último ano e onde os esforços se concentrarão a partir daqui.

“Ele quer falar de proteção à soberania americana, sobre outros países que procuram essa proteção e sobre como compartilhamos esses valores”, disse Haley.

“Ele vai falar sobre como os EUA são generosos com aqueles que compartilham de nossos valores, generosos com aqueles que querem trabalhar conosco, e não com aqueles que querem deter os EUA ou que dizem que odeiam os EUA.”

Trump também terá encontros bilaterais durante a assembleia. Estão previstas reuniões com os líderes de Coreia do Sul, Egito, França, Israel, Japão e Reino Unido.

O vice-presidente, Mike Pence, terá uma reunião sobre crise migratória na Venezuela. Já o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, vai comandar a reunião do Conselho de Segurança da ONU e debater a questão norte-coreana. Segundo Haley, todos os ministros de Relações Exteriores presentes na Assembleia participarão desse encontro.

“É uma chance de olharmos o que alcançamos e os progressos na Coreia do Norte, uma chance de olharmos o comprometimento que temos com a paz, mas também uma chance de termos uma conversa de que, se não reforçarmos as sanções, tudo isso pode ser em vão”, afirmou.

As questões envolvendo o Irã —que “tem os dedos em todos os pontos perigosos do mundo”, segundo Haley— também serão abordadas na semana.

Em maio, os EUA decidiram deixar o acordo assinado em 2015 com Irã e outros países desenvolvidos para limitar o programa nuclear de Teerã. No mês passado, o governo americano retomou algumas sanções contra a administração iraniana, enquanto uma segunda fase da retomada das penalidades entrará em vigor a partir de novembro.

Redação Dinheirama
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