Agora você confere as principais notícias de 22/11/2017, quarta-feira.

Para economizar, governo deveria acabar com o ensino superior gratuito, aponta Banco Mundial

Para cortar gastos sem prejudicar os mais pobres, o governo deveria acabar com a gratuidade do ensino superior. Essa é uma das sugestões apresentadas no relatório “Um ajuste justo – propostas para aumentar eficiência e equidade do gasto público no Brasil”, elaborado pelo Banco Mundial.

A ideia é que o governo continue subsidiando os estudantes que estão entre os 40% mais pobres do País. Porém, os de renda média e alta poderiam pagar pelo curso depois de formados. Durante a faculdade, eles acessariam algum tipo de crédito, como o Fies.

Essa proposta se baseia no fato que 65% dos estudantes das instituições de ensino superior federais estão na faixa dos 40% mais ricos da população. Como, após formadas, essas pessoas tendem a ter um aumento de renda, a suspeita dos técnicos é que a gratuidade “pode estar perpetuando a desigualdade no País.”

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Governo está ‘muito longe’ de ter votos para aprovar Previdência, diz Maia

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), reconheceu nesta terça-feira (21), em entrevista à rádio CBN, que o governo está “muito longe” de obter os 308 votos necessários para aprovar a reforma da Previdência, mas defendeu a permanência do ministro Antonio Imbassahy na Secretaria de Governo, responsável pela articulação política com os parlamentares.

Segundo Maia, é importante o governo concluir logo a reforma ministerial para poder avançar nas negociações relativas à reforma da Previdência, que ele afirmou não ser fácil, mas “fundamental e urgente” para o Brasil.

Maia defendeu que o presidente Michel Temer mantenha Imbassahy no cargo, apesar da insatisfação de parte da base aliada com o ministro tucano.

“Acho que na articulação política, o que a gente precisa é que o ministro esteja pronto para o diálogo conosco [Congresso]. O Imbassahy hoje tem diálogo com parte da base, e não tem com outra. Nada que a gente também não consiga, conversando, chegar a um entendimento e compreensão. E talvez o melhor caminho seja a manutenção do ministro”, disse Maia na entrevista.

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Alerj diz que não vai questionar decisão do TRF-2 sobre prisão de deputados

A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) enviou nota no início da noite desta terça-feira, (21), informando que não vai questionar o entendimento do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), que decidiu mandar de volta à prisão os deputados Jorge Picciani – presidente da casa -, Paulo Melo e Edson Albertassi (PMDB). Eles foram presos na quinta-feira (16), sob acusação de corrupção, soltos um dia depois, após votação na Alerj neste sentido, e, nesta terça-feira, encarcerados novamente.

“Apesar de entender que os casos anteriores de relaxamento de prisão votados pela Alerj (dos deputados Álvaro Lins, em 2008, e José Nader Júnior, em 2005), onde não houve questionamento por parte do Judiciário, validariam o procedimento de soltura adotado pela Casa na última sexta-feira, a Mesa Diretora da Casa decidiu não questionar o entendimento do TRF-2, que em sessão extraordinária nesta terça-feira deliberou que a soltura dos deputados Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi teriam que ter sido submetidos àquela Corte”, diz a nota.

Foi realizada nesta tarde uma reunião extraordinária da Mesa, e dez dos onze membros assinaram ofício comunicando ao TRF-2 a decisão pela soltura da última sexta-feira, “conforme previsto nos artigos 53 da Constituição federal e 102 da estadual, que determinam que parlamentares só podem ser presos em flagrante delito e por crime inafiançável”.

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Bolsa sobe e dólar cai após governo se mobilizar para aprovar reforma

A Bolsa brasileira subiu pela terceira sessão seguida e voltou a fechar acima dos 74 mil pontos nesta terça (21), com os investidores acompanhando a movimentação do governo para acomodar partidos aliados que permitam melhorar o cenário para aprovar a reforma da Previdência.

O Ibovespa, índice das ações mais negociadas, subiu 1,58%, para 74.594 pontos. O volume financeiro foi de R$ 13,6 bilhões, em dia de vencimento de opções sobre ações, que eleva o giro diário.

O dólar comercial recuou 0,36%, para R$ 3,252. O dólar à vista teve queda de 0,37%, para R$ 3,246.

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Redação Dinheirama
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