Agora você confere as principais notícias de 05/09/2018, quarta-feira.

Bolsonaro insiste em ações contra Alckmin no TSE

Depois de ter o pedido negado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a coligação de Jair Bolsonaro insistiu na reclamação contra a campanha de Geraldo Alckmin. Protocolou quatro novas ações na noite desta terça-feira (4). A ideia é levar o tema ao plenário da corte.

Mais cedo, os ministros Sérgio Banhos e Luis Felipe Salomão negaram pedido de Bolsonaro, para suspender propagandas de Alckmin, veiculadas na TV e no rádio. Uma das peças mostra discussões do deputado com a colega de Câmara Maria do Rosário e com uma jornalista.

Para a defesa de Bolsonaro, as peças veiculadas pelo rival fogem ao limite do que é permitido porque desvirtuam os episódios retratados.

Haddad é denunciado pelo Ministério Público de São Paulo sob acusação de corrupção

O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, provável substituto de Lula na chapa do PT à Presidência, foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo nesta segunda-feira (3) sob acusação de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Segundo o promotor Marcelo Mendroni, ele recebeu R$ 2,6 milhões em propina da empreiteira UTC para pagamento de dívidas da campanha de 2012. A informação foi publicada primeiro no jornal O Estado de S. Paulo.

A denúncia tem como base as delações de Ricardo Pessoa e Walmir Pinheiro, da UTC, e do doleiro Alberto Youssef, além de investigação da Polícia Federal sobre suspeitas de lavagem de dinheiro e caixa dois na primeira campanha de Haddad à prefeitura.

No último dia 28, a Promotoria de Patrimônio Público de São Paulo propor ação civil de improbidade contra o ex-prefeito pelo mesmo caso. O ex-prefeito já responde na Justiça Eleitoral pela suposta prática do crime de caixa dois, também pela mesma situação.

Em nota, Haddad questionou o motivo da denúncia ter sido feita durante o período eleitoral. Mendroni afirma que foi uma coincidência, porque o inquérito da Polícia Federal chegou no dia 24 de julho à Promotoria.

Nesse caso, o promotor deve fazer as acusações, pedir arquivamento ou solicitar mais diligências da polícia.

Instabilidade avança sobre emergentes derrubando Bolsas e elevando dólar

As principais moedas emergentes registraram nova rodada de desvalorização ante o dólar nesta terça-feira (4), reflexo de notícias que apontam para uma recuperação americana mais consistente e o acirramento de fragilidades econômicas domésticas nesses países.

A África do Sul se somou ao grupo de emergentes em crise ao anunciar que está em recessão pela primeira vez desde 2009. Está ao lado da Argentina, que negocia com o FMI (Fundo Monetário Internacional) refinanciamento de dívida após forte desvalorização do peso, e da Turquia, que também sofre com a perda de valor da lira.

De uma cesta de 24 dividas emergentes, o dólar se valorizou sobre 22 nesta terça. Ante o real, a alta foi modesta, de 0,07%, a R$ 4,1550.

O Fed (Federal Reserve) vem sinalizando que poderá subir a taxa de juros, atualmente entre 1,75% e 2%, mais duas vezes ainda neste ano. A decisão do banco central americano se baseia nos sinais de recuperação da economia americana.

Preço médio da gasolina nas refinarias sobe e já supera os R$ 2,20

A Petrobrás anunciou aumento de 1,68% no preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias, para R$ 2,2069 – nova máxima histórica desde que a estatal passou a divulgar o preço médio diariamente em seu site, em 19 de fevereiro. A alta acumulada no período é de 45,7%. Na ocasião, o preço médio da gasolina estava em R$ 1,5148.

A recente escalada de preços, que supera os valores atingidos durante a greve dos caminhoneiros, teve início no último dia 23, quando a gasolina voltou a ser negociada acima de R$ 2.

O preço do diesel, que seguia congelado desde 1º de junho, permanece em R$ 2,2964, após o reajuste de 13% anunciado na sexta-feira, dia 31. O valor será mantido até 29 de setembro.

Redação Dinheirama
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