Agora você confere as principais notícias de 21/06/19 sexta-feira.

Lá na frente todos votarão em mim

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) sinalizou sua candidatura à reeleição em discurso de improviso na manhã desta quinta-feira (20) em Eldorado, cidade onde foi criado, no interior de São Paulo.

“Meu muito obrigado a quem votou e a quem não votou em mim também. Lá na frente todos votarão, tenho certeza disso”, disse o presidente, em discurso no qual estava cercado por moradores.

Já à tarde, em São Paulo, indagado se pretende tentar a reeleição, disse que descarta a ideia caso seja aprovada “uma boa reforma política”. Do contrário, estará à disposição dos eleitores.

“Olha, se tiver uma boa reforma política eu posso até, nesse caldeirão, jogar fora a possibilidade de reeleição. Posso jogar fora isso aí. Agora, se não tiver uma boa reforma política e se o povo quiser, estamos aí para continuar mais quatro anos.”

Bolsonaro tira general da cúpula do governo e coloca nos Correios

O presidente Jair Bolsonaro decidiu exonerar mais um general do primeiro escalão do governo. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, general Floriano Peixoto, deixará o cargo. Em troca, ele deverá assumir a presidência dos Correios no lugar do também general Juarez Cunha, demitido em público pelo presidente na semana passada.

Será a segunda troca na Secretaria-Geral em menos de seis meses de governo. Gustavo Bebianno, que assumiu a função no início da gestão Bolsonaro, foi demitido em fevereiro após desentendimentos com o presidente e seu filho Carlos Bolsonaro.

O general Peixoto, que foi secretário-executivo de Bebianno, é próximo de Carlos Alberto dos Santos Cruz, demitido na semana passada da Secretaria de Governo. Procurado nesta quinta-feira, Peixoto não retornou os contatos. Bolsonaro afirmou que convidou Santos Cruz para assumir os Correios. Em entrevista à revista Época, porém, o general negou ter recebido a oferta e disse que não aceitaria pois considera “inapropriado” sair da condição de ministro para ser subordinado a outro ministério.

Esta será a quarta baixa da ala militar no governo de Bolsonaro em menos de duas semanas. Além de Cunha, Santos Cruz e Peixoto, o general Franklimberg Ribeiro de Freitas foi exonerado do comando da Fundação Nacional do Índio (Funai) na semana passada.

Durante a campanha eleitoral, Bolsonaro disse que trabalharia pelo fim da reeleição presidencial.

A uma semana do segundo turno, em outubro passado, o presidente afirmou que vinha conversando com o Congresso para criar um projeto de reforma política que acabasse com a possibilidade de um presidente disputar um novo mandato.

“O que eu pretendo fazer, tenho conversado com o Parlamento também, é fazer uma excelente reforma política para acabar com o instituto da reeleição, que, no caso, começa comigo, se eu for eleito”, afirmou, quando disputava a Presidência com o petista Fernando Haddad.

Apple diz a governo Trump que tarifar iPhone chinês afetará competitividade

A Apple alertou o governo dos EUA para o fato de que as tarifas propostas sobre as importações de iPhones fabricados na China podem “inclinar o campo de jogo” em favor dos rivais estrangeiros da empresa e reduzir sua contribuição multibilionária para a economia americana.

O duro aviso do fabricante do iPhone é apenas uma das centenas de solicitações ao Representante Comercial dos EUA (USTr na sigla em inglês) feitas por fabricantes globais, pequenas empresas e indivíduos americanos, muitos deles em veemente oposição a aumentos dos impostos de importação.

Em carta divulgada nesta quinta-feira (20), a Apple pressionou a Casa Branca a abandonar tarifas de até 25% sobre seus produtos, incluindo iPhones, iPads e Apple Watches, assim como peças usadas em consertos de aparelhos.

O imposto extra, caso repassado aos consumidores, poderia adicionar centenas de dólares ao custo dos produtos de alta tecnologia da Apple.

“Pedimos ao governo dos EUA que não imponha tarifas sobre esses produtos”, escreveu a Apple em carta ao USTr, como parte de sua consulta sobre as propostas.

A Apple aludiu à sua rival chinesa Huawei, ao dizer que concorrentes sem “presença significativa no mercado americano” “não seriam afetados” pelas tarifas.

“Uma tarifa dos EUA, portanto, inclinaria o campo de jogo em favor de nossos concorrentes globais”, disse.

Redação Dinheirama
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