Agora você confere as principais notícias de 18/07/19 quinta-feira.

Bolsonaro diz que liberação do FGTS será oficializada nos próximos dias e confirma mudança no IR

O presidente Jair Bolsonaro disse, ao final da Cúpula do Mercosul, em Santa Fé, que o anúncio da liberação de até 35% das contas ativas do FGTS, adiantadas pelo ministro da Economia Paulo Guedes durante o evento, será divulgado oficialmente nos próximos dias.

“É uma pequena injeção na economia”, afirmou.

Nas palavras do presidente, o pacote do FGTS é “bem-vindo” para ajudar a retomada do crescimento. “A economia, segundo especialistas, começa a dar sinais de recuperação”, afirmou.

Bolsonaro, que veio à cidade argentina para assumir a presidência pro-tempore do Mercosul, trouxe o filho mais novo, Jair Renan (21), e o apresentou aos jornalistas dizendo: “ele está aprendendo”.

O presidente também falou sobre a reforma tributária. Ele confirmou as mudanças no Imposto de Renda.

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Decisão de Toffoli contraria recomendações internacionais

As forças-tarefa da Operação Lava Jato e Greenfield afirmaram em nota pública conjunta na quarta-feira (17), que a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, que suspende todos os processos que contenham dados fiscais e bancários sem prévia autorização judicial, ‘contraria recomendações internacionais’. A determinação do ministro foi dada no âmbito de pedido da defesa do senador Flávio Bolsonaro (PSL).

Os procuradores da República, responsáveis pela condução das mais importantes e complexas investigações já desencadeadas no país contra a corrupção e o crime organizado, relataram ‘grande preocupação’.

A decisão de Toffoli alcança dados fiscais e bancários de contribuintes compartilhados pelos órgãos de fiscalização e controle, como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), a Receita Federal e o Banco Central.

“A referida decisão contraria recomendações internacionais de conferir maior amplitude à ação das unidades de inteligência financeira, como o COAF, inclusive em sua interação com os órgãos públicos para prevenir e reprimir a lavagem de dinheiro”, afirma a nota subscrita pela Lava Jato e Greenfield.

“As forças-tarefa, ao longo dos últimos cinco anos, receberam inúmeras informações sobre crimes da Receita, do COAF e do BACEN, inclusive a partir da iniciativa dos órgãos quando se depararam com indícios de atividade criminosa. A base para o compartilhamento na última situação é o dever de autoridades de comunicar atividade criminosa identificada.”

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Bolsa fecha praticamente estável

A Bolsa brasileira fechou no positivo após quatro pregões consecutivos de baixa. Não que a alta seja digna de comemoração, foi de 0,07%, praticamente estável, apesar do sinal positivo. O dólar recuou e segue ao redor dos R$ 3,75.

Com baixa no valor das ações de Petrobras, Vale e Itaú, quem ajudou a segurar o Ibovespa nesta quarta-feira (17) foram ações de empresas varejistas.

Analistas atribuíram o movimento a notícias sobre a liberação de mais de R$ 40 bilhões das contas ativas do FGTS, que deve ser formalizada pelo governo até o final da semana.

Trabalhadores poderão retirar até 35% do saldo das contas, a depender da faixa de renda.

O Ibovespa encerrou o dia em alta de 0,07%, a 103.855 pontos.

É o primeiro dia que investidores tomam algum fôlego no noticiário doméstico após a aprovação da reforma da Previdência em primeiro turno na Câmara. Desde o começo da semana o clima era de recesso branco, assim como o que impera no Congresso. O mercado só deve ganhar fôlego com a volta dos debates no plenário.

Enquanto isso, o noticiário externo deve ditar a direção do mercado na maior parte dos pregões.

No exterior, as Bolsas americanas refletiram início da temporada de balanços e fecharam em queda.

O dólar cedeu 0,23% e fechou a R$ 3,7620.

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No último discurso como premiê, May alerta para polarização do Reino Unido

Em seu último grande discurso como primeiro-ministra do Reino Unido, a conservadora Theresa May expressou na quarta-feira (17), preocupação com a crescente polarização da sociedade britânica e instou a classe política a buscar uma saída comum sobre o controvertido processo da saída do país da União Europeia – o Brexit.

May entregará as chaves da residência oficial de Downing Street na próxima quarta-feira, (24), a Boris Johnson ou a Jeremy Hunt, os candidatos a sucedê-la como líder do Partido Conservador e no cargo de premiê. Nos últimos dias, o partido tem endurecido suas posições sobre o Brexit.

“Temos razões para estarmos seriamente preocupados, tanto em casa como lá fora, em substância e tom. Estou preocupada com o estado de política”, disse May em um discurso no Instituto Real de Assuntos Internacionais – Chatam House, no centro de Londres.

O Partido Conservador anunciará na terça-feira (23), o vencedor da disputa, na qual o ex-prefeito de Londres, Johnson, é apresentado como o claro favorito para obter a maioria dos votos dos 160 mil militantes “tories” chamados às urnas.

No dia seguinte, May participará de sua última sessão na Câmara dos Comuns antes de se dirigir ao Palácio de Buckingham para oferecer sua renúncia à rainha Elizabeth II. Em seguida, a monarca nomeará o próximo chefe do executivo.

Redação Dinheirama
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