Agora você confere as principais notícias de 13/05/19 segunda-feira.

Bolsonaro: na 1ª vaga que tiver no STF, espero cumprir compromisso com Moro de indicá-lo

O presidente Jair Bolsonaro disse no domingo (12), que, na primeira vaga que abrir no Supremo Tribunal Federal (STF), espera cumprir o compromisso de indicar o atual ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. “Se Deus quiser, cumpriremos esse compromisso”, disse, em entrevista à Rádio Bandeirantes.

“Uma pessoa da qualificação do Moro se realizaria dentro do STF”, afirmou. Bolsonaro disse acreditar que Moro seria um “grande aliado da sociedade brasileira dentro do STF”

Sobre o pacote anticrime apresentado ao Congresso pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Bolsonaro afirmou esperar que seja aprovado, mas ponderou que não é “dono da pauta” do Legislativo. “Maia (Rodrigo Maia) é dono da pauta na Câmara e Alcolumbre (Davi Alcolumbre) é dono da pauta no Senado”, argumentou. “Não posso exigir, interferir, a bola (agora) está com o Rodrigo Maia.”

Ele declarou ainda que o PT pode não querer julgar o projeto anticrime de Moro, que, de acordo com ele, pode “retardar” a saída do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva da prisão.

Durante a entrevista deste domingo, Bolsonaro ainda falou sobre as negociações com o Congresso, a influência nas decisões da Petrobrás e a reforma da Previdência.

Bolsonaro diz que governo vai corrigir tabela do IR pela inflação em 2020

O presidente Jair Bolsonaro afirmou no domingo (12) que o governo vai corrigir a tabela do imposto de renda do ano que vem pela inflação.

“Hoje em dia o imposto de renda é um redutor de renda. Eu falei com o [ministro da Economia] Paulo Guedes que este ano, no mínimo temos que corrigir de acordo com a inflação, a tabela do ano que vem”, declarou Bolsonaro, em entrevista ao programa do jornalista Milton Neves, da Rádio Bandeirantes.

Bolsonaro disse que passou a Guedes a orientação para que, “se possível”, também se amplie o limite de dedução que os contribuintes podem ter com gastos de educação e saúde.

“É a orientação que eu dei para ele. Quero que ele cumpra. Orientação não é ordem, mas pelo monos corrigir o imposto de renda pela inflação, isso com certeza vai sair”, afirmou o presidente.

Em um estudo de janeiro deste ano, o Sindifisco (Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil) calculou que, desde 1996, a defasagem média acumulada na tabela do imposto de renda é de 95,46%.

“A não correção da Tabela do IR pelo índice de inflação faz com que o contribuinte pague mais imposto de renda do que pagava no ano anterior”, justificou o Sindifisco, em seu estudo.

Protestos convocados por Guaidó na Venezuela têm baixa participação

No sábado (11), apenas algumas centenas de pessoas se reuniram na praça Alfredo Sadel, no leste de Caracas, região de maioria opositora, para ouvir o discurso de Guaidó. Ao contrário de outras ocasiões, não houve marchas por Caracas e nem múltiplas concentrações de opositores.

“Nada substitui a pressão dos venezuelanos. Nada substitui o exercício dos cidadãos”, afirmou Juan Guaidó, recebendo tímidos aplausos, conforme vídeo exibido pelo site venezuelano Efecto Cocuyo. “Eu digo que é para gerar a mudança mais rápida na Venezuela, porque estamos numa crise profunda, é o fim do usurpador. Fora de Miraflores. Mas também sabemos que isso não vai ser voluntário. Vivemos uma ditadura”, disse, deixando no ar a hipótese de intervenção externa.

Guaidó convocou a população insatisfeita com o chavismo para promover “protestos diários e marchas contínuas” pelas ruas do país. “Temos que manter a pressão nas ruas, diariamente, mostrando ao mundo que somos um povo determinado e decidido a atingir a liberdade”.

O líder oposicionista disse que mantém comunicação com os diversos atores no conflito da Venezuela, incluindo as Forças Armadas, o presidente colombiano Iván Duque, o Grupo de Contato e, até mesmo, o governo chinês. “Recebemos uma comunicação da diplomacia da China, e eles dizem que querem uma solução rápida através das abordagens do Grupo de Contato”, disse Guaidó.

A manifestação acontece dias depois do fracasso de uma rebelião militar anunciada pelo líder da oposição que tentava tirar do poder o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e que provocou uma dura respostas do chavismo. Na semana passada, a Assembleia Nacional Constituinte, controlada por Maduro, suspendeu a imunidade de dez parlamentares opositores e abriu caminho para a prisão de Edgar Zambrano, braço-direito de Guaidó e vice-presidente da Assembleia Nacional, controlada pela oposição.

Redação Dinheirama
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