Agora você confere as principais notícias de 22/07/19 segunda-feira.

Presidente diz que pode avaliar redução de multa do FGTS

O presidente Jair Bolsonaro disse no domingo (21) que pode avaliar a redução da multa de 40% do saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) paga a trabalhadores demitidos sem justa causa.

Na chegada a um restaurante de galetos, onde almoçou com a primeira-dama Michelle Bolsonaro, ele ressaltou que uma diminuição do valor pode ser considerada no futuro, não neste momento.

Na sexta-feira (19), o presidente havia criticado a criação da multa, ressaltado que, ao longo do tempo, ela acabou desestimulando as contratações no país. Mais tarde, após o comentário, o Palácio do Planalto divulgou nota oficial ressaltando que não existe qualquer estudo para extinguir a multa.

Para mudar o percentual da multa, o governo federal precisaria aprovar uma lei complementar que regulamente o tema com o voto da maioria absoluta dos parlamentares na Câmara e no Senado.

“O valor não está Constituição Federal. O FGTS está no artigo sétimo. Eu acho que o valor é uma lei. Vamos pensar lá na frente”, disse.

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Trump reitera ataques contra quatro congressistas democratas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou no domingo (21) seus ataques contra quatro congressistas democratas, as quais qualificou como “fracas e instáveis”, e pediu que apresentassem “desculpas aos Estados Unidos”.

“Não creio que as quatro congressistas sejam capazes de amar o nosso país”, tuitou o presidente americano sobre Alexandria Ocasio-Cortez, Ilhan Omar, Ayanna Pressley e Tashida Tlaib.

“Deveriam apresentar suas desculpas aos Estados Unidos (e Israel) pelas horríveis e odiosas coisas que disseram”, escreveu. “Destruíram o Partido Democrata, mas são pessoas fracas e instáveis que não poderão destruir de maneira nenhuma nossa grande nação!”.

Trump passou uma semana recebendo críticas pelos ataques às congressistas —embora três delas tenham nascido nos EUA, o presidente afirmou que as deputadas deveriam retornar aos países de onde vieram.

Ocasio-Cortez (Nova York), Omar (Minnesota), Pressley (Massachusetts) e Tlaib (Michigan) responderam no início da semana, denunciando os ataques do presidente como “abertamente racistas”.

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‘Estamos alinhados às políticas dos EUA’, diz Bolsonaro sobre retenção de navios do Irã

O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste domingo que não precisar conversar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para estar alinhado com os americanos na questão dos dois navios iranianos que estão parados no Porto de Paranaguá desde junho.  Segundo ele, o tema não foi tratado com o republicano ainda.

“Sobre esse assunto específico não. Mas tem certas coisas que não precisa conversar. Estamos alinhados à política deles, então sabemos o que temos que fazer”, disse.

Os cargueiros trouxeram ureia e voltariam carregados de milho, mas a Petrobrás teme punições americanas e se recusa a abastecer as embarcações, que estão na lista negra do Departamento do Tesouro dos EUA.

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Redação Dinheirama
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