Agora você confere as principais notícias de 26/03/2018, segunda-feira.

Bolsonaro promete ir a Curitiba no dia do encerramento de caravana de Lula

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) divulgou nas redes sociais que irá a Curitiba na próxima quarta-feira (28) —no mesmo dia, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) encerra sua caravana pela região Sul.

O petista é o líder das intenções de voto na disputa presidencial em outubro, seguido por Bolsonaro, de acordo com as últimas pesquisas de intenção de voto.

O deputado divulgou nas redes sociais que chegará ao Aeroporto Afonso Pena, na capital paranaense, às 11h30.

O compromisso de Lula, de acordo com o PT do Paraná, é às 17h, na praça Santos Andrade, onde ocorrerá o encerramento da caravana do petista.

“- Quem banca a campanha do Lula? E a do Bolsonaro?

– Pousarei na QUARTA-FEIRA em Curitiba.

– Uma boa oportunidade para saberem se o apoio é espontâneo ou não”, escreveu Bolsonaro nas redes sociais na última quinta (22).

O STF (Supremo Tribunal Federal) adiou para 4 de abril o julgamento do habeas corpus pedido pela defesa de Lula e deu uma liminar que, até lá, proíbe a prisão do petista.

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Para Marco Aurélio, HC de Lula pode sinalizar revisão de prisão em 2ª instância

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), entende que o julgamento final do pedido de liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinalizará como os integrantes do colegiado irão votar nas ações que discutem a prisão após condenação em segunda instância, caso voltem ao plenário.

“No julgamento poderá haver indicativo das ADCs (ações declaratórias de constitucionalidade que tratam de forma geral do tema). Não faz sentido ministros votarem de uma maneira durante julgamento de habeas corpus no plenário e de outra forma na votação das ações”, disse o ministro em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, na última sexta-feira (23).

Para Marco Aurélio, o colegiado é um lugar de “liberdade plena”, onde os ministros não estão atrelados aos precedentes da Corte. Neste caso, o precedente é a jurisprudência que permite a execução antecipada da pena, firmada em 2016, por maioria, no plenário do STF.

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Secretário do Tesouro dos EUA diz que Trump não tem medo de guerra comercial

Apesar das ameaças de retaliação da China aos planos dos Estados Unidos de impor tarifas de importação sobre US$ 60 bilhões em produtos chineses, o secretário norte-americano do Tesouro, Steve Mnuchin, disse neste domingo (25) que o presidente Donald Trump não tem intenção de recuar e que não tem preocupação sobre uma guerra comercial.

“Vamos prosseguir com as tarifas. Estamos trabalhando nisso”, disse Mnuchin à emissora Fox News, neste domingo. “Então, como afirma o presidente Trump, não temos receio sobre uma guerra comercial, mas este não é nosso objetivo.”

No sábado (24), o secretário recebera um telefonema do o vice-primeiro ministro Liu He. Na conversa, o chinês teria dito que os Estados Unidos desrespeitaram as regras comerciais com uma investigação sobre propriedade intelectual, e que a China defenderá seus interesses, informou a mídia estatal do país.

Receios sobre uma guerra comercial entre Estados Unidos e China fizeram os preços de ações nos EUA despencarem. O índice Dow Jones e o S&P 500 perderam cada um quase 6% na semana passada.

Um memorando presidencial assinado por Trump na semana passada afirma que os EUA vão impor tarifas sobre US$ 60 bilhões em importações de produtos chineses. O documento cita uso indevido de propriedade intelectual norte-americana. As tarifas serão impostas após uma consulta de 30 dias.

Trump deu a departamento do Tesouro 60 dias para desenvolver restrições de investimento direcionadas para evitar que companhias e fundos controlados pela China comprem empresas norte-americanas que desenvolveram tecnologias importantes.

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Redação Dinheirama
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