Agora você confere as principais notícias de 13/07/19 sábado.

Câmara aprova regras mais brandas para professores na reforma da Previdência

Na votação da proposta de reforma da Previdência, a Câmara aprovou, por 465 votos a 25, regras mais brandas de aposentadoria para professores que já estão na ativa.

O texto-base da reforma da Previdência foi aprovado na noite de quarta-feira (10) por 379 votos a 131, mas a votação ainda não foi concluída.

Os deputados ainda analisam os destaques —recursos para que temas específicos sejam analisados separadamente.

Num destaque apresentado pelo PDT, houve acordo entre a oposição, governo e partidos de centro por regras mais vantajosas para professores.

Foi aprovada, portanto, uma idade mínima de 55 anos para professores que já estão na ativa e de 52 anos para professoras.

Antes, essa regra de transição para a categoria previa idade mínima de 58 anos, se homem, e 55 anos, se mulher.

A mudança vale para quem optar pela regra de transição que exige um “pedágio” de 100%. Ou seja, se faltam dois anos para se aposentar, seria necessário trabalhar mais quatro anos.

Eduardo Bolsonaro diz ter apoio do chanceler

Após se reunir com o chanceler Ernesto Araújo, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) afirmou na sexta-feira (12) que recebeu o apoio do ministro das Relações Exteriores para assumir a embaixada do Brasil em Washington.

Ao responder sobre suas qualificações para assumir um dos mais importantes postos na diplomacia brasileira, o parlamentar disse que fez intercâmbio nos Estados Unidos e “fritou hambúrguer no frio do Maine”.

“É difícil falar de si próprio. Mas não sou um filho de deputado [presidente] que está do nada vindo a ser alçado a essa condição. Existe um trabalho sendo feito, sou presidente da Comissão de Relações Exteriores [da Câmara], tenho uma vivência pelo mundo”, declarou Eduardo, na saída do Palácio do Itamaraty.

“Já fiz intercâmbio, já fritei hambúrguer lá nos EUA, no frio do Maine, estado que faz divisa com o Canadá. No frio do Colorado, numa montanha lá, aprimorei meu inglês. Vi como é o trato receptivo do norte-americano para com os brasileiros. Então acho que é um trabalho que pode ser desenvolvido. Certamente precisaria contar com a ajuda dos colegas do Itamaraty, dos diplomatas, porque vai ser um desafio grande. Mas tem tudo para dar certo”, concluiu.

O parlamentar voltou a afirmar que a indicação para o posto ainda é uma possibilidade e que até este domingo (14) deve se reunir com seu pai, o presidente Jair Bolsonaro, para definir a questão.

Bolsa cai 1% com realização de lucros

A Bolsa brasileira recuou pelo segundo pregão seguido após aprovação do texto-base da reforma da Previdência em primeiro turno da Câmara dos Deputados. Com a concretização do que, segundo o mercado financeiro, era o passo mais importante no trâmite do projeto, investidores realizam lucros com a disparada do Ibovespa nas últimas semanas.

Na sexta-feira (12), o Ibovespa recuou 1,17% e perdeu o patamar dos 105 mil pontos. Entre segunda (8) e quarta (10), o índice acumulou 1,65% de alta e chegou à máxima histórica de 105.817 pontos. Somando quinta (11) e sexta (12), o recuo é proporcional, de 1,8%. No saldo da semana,  o índice tem leve queda de 0,15%

Já o dólar teve uma das maiores depreciações do ano na semana, caindo 2,15%. Além do otimismo com a reforma, a moeda americana perdeu força no cenário internacional, com a perspectiva de corte de juros nos Estados Unidos. Nesta sexta, o dólar foi para R$ 3,74, queda de 0,34%, menor patamar desde fevereiro.

China aplicará sanções a empresas dos EUA por venda de armas a Taiwan

A China afirmou nesta sexta-feira (12), que imporá sanções a empresas dos Estados Unidos envolvidas em uma venda de armas de US$ 2,2 bilhões para Taiwan, uma ilha reivindicada por Pequim.

“As vendas de armas para Taiwan pelos Estados Unidos constituem uma séria violação das normas fundamentais do direito internacional e das relações internacionais”, disse Geng Shuang, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, em comunicado, sem especificar a natureza das sanções.

A iniciativa de venda acontece em meio a tensões entre Pequim e Washington, que travaram uma guerra comercial desde o ano passado.

Taiwan é governada por um governo que se refugiou na ilha depois que os comunistas assumiram o poder na China em 1949, no fim da guerra civil. A China considera a ilha – que não é reconhecido como um Estado independente pela ONU – como parte de seu território.

Washington, que rompeu relações diplomáticas com Taiwan em 1979 para reconhecer o governo de Pequim como o único representante da China, permanece, no entanto, como o aliado mais poderoso da ilha e seu principal fornecedor de armas.

Redação Dinheirama
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