Agora você confere as principais notícias de 08/02/2018, quinta-feira.

Com imóveis no DF, Gilmar Mendes usa casa da União

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes utiliza uma casa funcional, cedida pela corte, mesmo tendo em seu nome dois imóveis próprios na capital federal.

Segundo o próprio tribunal, seis dos 11 ministros, incluindo Gilmar, têm ajuda com residência oficial, pertencente à União.

De acordo com levantamento feito pelo jornal Folha de São Paulo, em três cartórios que abrangem regiões centrais do Distrito Federal mostra que, desses seis, apenas Gilmar tem registro de propriedade em seu nome.

A assessoria do tribunal informou que só administra os imóveis da União cedidos aos ministros e que as regras para seu uso são feitas por ela.

Pelas regras do Ministério do Planejamento, para ter acesso a um imóvel, “o servidor e seu cônjuge não poderão ser proprietários, promitentes compradores, cessionários ou promitentes cessionários de imóvel residencial em Brasília”.

De acordo com certidão de 2º Ofício do Registro de Imóveis no DF, Gilmar, com sua ex-mulher ou a atual, tem em seu nome três terrenos que abrigam uma casa no Lago Norte, um apartamento na Asa Norte e terrenos em duas fazendas na região.

O Supremo cedeu a Gilmar uma casa localizada no Lago Sul, região nobre de Brasília.

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BC reduz Selic de novo e taxa de juros alcança mínima histórica de 6,75%

Com inflação sob controle e a atividade econômica ainda lenta, a taxa básica de juros do Brasil caiu para o menor patamar desde que a Selic passou a ser usada como referência para a política monetária, em 1996. O Banco Central (BC) reduziu na noite desta quarta-feira (7), a taxa Selic em 0,25 ponto porcentual, de 7% para 6,75% ao ano. Foi o 11º corte consecutivo.

O anúncio dos técnicos do BC atendeu expectativas do mercado, que não conseguia vislumbrar outra coisa desde que em dezembro do ano passado o mesmo colegiado tinha derrubado a Selic em 0,50 ponto porcentual, sinalizando o novo corte de hoje na decisão de então.

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Prevendo fracasso de reforma, governo planeja agenda microeconômica

O núcleo do governo Michel Temer já não conta com a aprovação da reforma da Previdência para este ano e começou a articular uma agenda de medidas, baseadas principalmente na microeconomia, para chegar com algum fôlego até o fim de 2018.

Integrantes do Ministério da Fazenda e o próprio ministro Henrique Meirelles já não têm mais grandes expectativas sobre o avanço das mudanças nas regras de aposentadoria e se organizam para aprovar pautas no Congresso como o cadastro positivo e a privatização da Eletrobras apostas do Planalto para passar a ideia de que o governo segue mesmo com o naufrágio de sua principal bandeira.

O primeiro projeto já foi votado no Senado e agora, na Câmara, sofre resistência de alguns parlamentares, como Celso Russomanno (PRB), muito identificado com as questões de defesa do consumidor.

Integrantes da equipe de Meirelles, porém, já estão em campo para negociar com o deputado. Caso haja alterações, o texto deve voltar ao Senado, onde o governo acredita contar com um cenário mais favorável para sua aprovação.

Sobre a privatização da Eletrobras, Planalto está bastante otimista de que vai conseguir aprovar a medida, principalmente porque o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), já sinalizou que, sem a reforma da Previdência, o mercado vai se acalmar se propostas como esta e a reoneração da folha de pagamento tiveram o aval do Legislativo.

Com pretensões de concorrer à Presidência da República este ano, Maia deve dar celeridade a estes projetos, além de se dedicar a pautas ligadas à segurança pública, com mais apelo junto à sociedade.

Em conversas nos últimos dias entre Temer e seus principais assessores, a ideia de que a nova Previdência não vai avançar ficou cristalizada.

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Ibovespa recua 1,34% e fecha aos 82.766,73 pontos influenciada pelo petróleo

As cotações do petróleo foram o fiel da balança para determinar as perdas na sessão de negócios desta quarta-feira (7), quando o Ibovespa recuou 1,34%, aos 82.766,73 pontos. Na primeira parte do pregão, o índice à vista chegou a firmar alta, mas, após divulgação de dados sobre os maiores estoques da commodity pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos, os preços apresentaram forte queda levando à reboque as ações da Petrobrás e, logo depois, das outras blue chips.

O dólar fechou cotado a R$ 3,2747 no mercado à vista, em alta de 0,98%, em sintonia com a valorização observada ante moedas fortes e emergentes. Pela manhã, a cotação chegou a cair pontualmente, atingindo a mínima de R$ 3,2383 (-0,14%). Na máxima, à tarde, bateu os R$ 3,2841 (+1,27%).

Por trás dessa movimentação da Bolsa, segundo analistas, está o receio dos investidores com a possibilidade de ajustes mais fortes das bolsas americanas, que já devem estar no último ciclo de alta.

Redação Dinheirama
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