Agora você confere as principais notícias de 13/10/2018, sábado.

Doria tenta se reunir com Bolsonaro no Rio, mas presidenciável não aparece

O candidato do PSDB ao governo de São Paulo, João Doria, tentou em vão, nesta sexta-feira, 12, se reunir com o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) na casa do empresário Paulo Marinho, na zona sul do Rio de Janeiro. Pela manhã, o tucano disse que se reuniria com o capitão reformado, a quem declarou apoio na disputa presidencial, mas Bolsonaro não apareceu no local, onde iria gravar programas para o horário eleitoral.

“Da nossa parte, não foi agendado absolutamente nada com o Jair”, afirmou o presidente do PSL, Gustavo Bebianno. “Não haverá esse encontro.”

Segundo o presidente do PSL, a recomendação de Bolsonaro é manter neutralidade nas disputas eleitorais nos Estados. “Existe uma conversa institucional, no sentido do PSL agradecer o apoio que gentilmente está sendo oferecido pelo candidato João Doria em São Paulo à candidatura de Jair Bolsonaro”, afirmou.

Bebianno negou que tenha havido alguma resistência de Bolsonaro em ir à casa de Marinho, onde gravaria o programa eleitoral a partir das 14h, por causa de Doria. Durante todo dia a equipe da produtora que faria o vídeo aguardou pelo candidato do PSL, mas ele não apareceu. Segundo o presidente do partido, ele estava “indisposto”, por isso, preferiu ficar em casa. “Não há resistência em apoio ao Doria. Existe uma posição estratégica de não se envolver em questões estaduais”, disse.

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Facebook confirma que hackers roubaram dados de 29 milhões de usuários

O Facebook confirmou, nesta sexta-feira (12), que dados pessoais de 29 milhões de usuários foram roubados por hackers.

Os hackers conseguiram acessar detalhes de contato, incluindo nome, número de telefone e e-mail, de 15 milhões de pessoas.

Outras 14 milhões tiveram ainda mais dados acessados, como  nome de usuário, gênero, localidade, idioma, status de relacionamento, religião, cidade natal, data de nascimento, dispositivos usados ​​para acessar o Facebook, educação, trabalho e os últimos dez locais onde estiveram ou em que foram marcados.

“Estamos cooperando com o FBI, que está investigando ativamente e nos pediu para não discutir quem pode estar por trás desse ataque”, disse o Facebook em seu comunicado.

A companhia afirmou que usuários podem encontrar mais informações sobre segurança da conta nesta página, e que enviará e-mails para os quase 30 milhões de usuários atingidos para explicar o ocorrido.

O Facebook ainda disse que o ataque não inclui outros aplicativos controlados pelo mesmo grupo econômico, como: Messenger, Messenger Kids, Instagram, WhatsApp, Oculus, Workplace, Pages, entre outros.

O ataque já havia sido anunciado pela empresa no fim de setembro, quando levantou-se a suspeita de que 50 milhões de perfis haviam sido invadidos.

O acesso aos usuários ocorreu por meio de uma vulnerabilidade no código do Facebook ligada ao recurso de “Ver como” —no qual usuários conseguem ver como outras pessoas, que não são suas amigas na rede, enxergam seu perfil.

Turquia diz ter gravação que comprova tortura e assassinato de jornalista saudita

A Turquia informou aos EUA que obteve gravações de áudio e vídeo que mostram o interrogatório, a tortura, a morte e o esquartejamento do corpo do jornalista saudita Jamal Khashoggi no consulado de seu país em Istambul, informou  sexta-feira (12) o jornal The Washington Post.

Crítico da monarquia do golfo Pérsico e colaborador do Post, Khashoggi não é visto desde que entrou na representação diplomática no dia 2 para conseguir documentos para seu casamento. O regime saudita afirma que o jornalista deixou o prédio, mas não ofereceu provas.

Membros dos serviços de inteligência americano disseram à publicação que, em um dos áudios, é possível ouvir homens espancando o jornalista. Procurados pelas agências de notícias AFP e Associated Press, o Ministério das Relações Exteriores turco e o Departamento de Estado americano não comentaram a existência das gravações.

Na quarta (10), o jornal havia publicado, também com base em agentes de inteligência americanos, que membros ligados ao príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, haviam tentado no ano passado atrair Khashoggi para o país para prendê-lo.

O Post ainda questiona se os EUA souberam da operação de antemão, mas não alertaram o jornalista, que vivia em território americano. Segundo uma diretiva de 2015, agências de inteligência têm o dever de alertar pessoas que corram risco de sequestro, ferimentos graves ou morte.

A informação foi divulgada horas antes de uma delegação da Arábia Saudita chegou a Ancara para reuniões com as autoridades locais para tentar esclarecer o desaparecimento. Um dos pontos que devem ser acertados pelo grupo é a revista ao consulado.

Redação Dinheirama
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