Agora você confere as principais notícias de 31/08/2017, quinta-feira.

Fachin rejeita suspeição de Janot movida por Temer

O ministro Edson Fachin, relator do caso JBS no Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou o pedido de suspeição do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, formulado pela defesa do presidente Michel Temer.

Para Fachin, Janot goza de “independência funcional” para formular acusações. Além disso, o ministro considerou que um eventual fatiamento de denúncias contra Temer “não indica parcialidade” por parte de Janot e não configura causa de suspeição, “na medida em que cada apuração é marcada por amadurecimento em lapso temporal próprio”.

A decisão de Fachin é feita em meio à expectativa da segunda denúncia a ser apresentada por Janot contra o presidente da República com base na delação do grupo J&F. A primeira foi rejeitada pela Câmara dos Deputados, que decidiu não dar prosseguimento às investigações contra o presidente pelo crime de corrupção passiva.

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STF devolve delação de Lúcio Funaro para a Procuradoria

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), devolveu nesta quarta-feira (30) a delação premiada do corretor de valores Lúcio Funaro para a Procuradoria-Geral da República.

O procedimento está em segredo de Justiça.

Nos bastidores do Supremo, Fachin já disse que é possível devolver um acordo para eventualmente ajustar alguma cláusula.

A pessoas próximas, Fachin já fez menção ao fato de o antigo relator da Lava Jato, Teori Zavascki, ter devolvido acordo para a PGR.

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Bolsa cai em dia ruim para commodities; dólar fecha estável

As ações da Petrobras caíram quase 3% nesta quarta-feira (30) e puxaram a Bolsa brasileira para terreno negativo, em pregão ruim para empresas ligadas a matérias-primas. O dólar fechou cotado a R$ 3,16, após oscilar com dados da economia americana e cenário político local.

O Ibovespa, índice que reúne as ações mais negociadas do mercado acionário brasileiro, caiu 0,62%, para 70.886 pontos.

O dólar comercial teve queda de 0,06%, para R$ 3,162. O dólar à vista, que fecha mais cedo, se desvalorizou 0,31%, para R$ 3,159.

O dia foi pautado por indicadores nos Estados Unidos e por dúvidas em torno de votações importantes do governo no Congresso.

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Trump diz que ‘conversar não é a resposta’ para crise com Coreia do Norte

Em meio a uma tentativa de formar uma aliança global para pressionar diplomaticamente a Coreia do Norte a abandonar seus testes balísticos e o programa nuclear, o presidente americano, Donald Trump, disse nesta quarta-feira (30), no Twitter que “conversar não é a resposta para crise”. Pyongyang, por sua vez, prometeu novos lançamentos de mísseis que sobrevoem o Japão e garantiu que o disparo de terça-feira – condenado pela ONU – é um “prelúdio”.

“Os EUA têm conversado com a Coreia do Norte e dado a eles dinheiro de extorsão há 25 anos”, disse Trump em sua conta no Twitter – entre 1995 e 2008 os EUA deram US$ 1,3 bilhão em auxílio ao país em troca da interrupção do programa nuclear.

As declarações de Trump contradizem os principais integrantes de seu gabinete, como o chefe do Pentágono, Jim Mattis, e o secretário de Estado, Rex Tillerson, que defendem uma solução negociada para crise. Mattis, por sua vez, declarou que os EUA nunca desistiram de uma solução diplomática para a crise. Tillerson discutiu possíveis sanções com o chanceler russo, Sergei Lavrov, que as considera “contraproducentes”. Os EUA negociam com a China uma pressão maior sobre Pyongyang. Tillerson tem sido um contraponto ao tom belicoso de Trump nos últimos dias.

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Redação Dinheirama
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